THE DELAGOA BAY WORLD

30/11/2019

OS CARDIGA FORCADOS AMADORES EM LOURENÇO MARQUES ANOS 60

Fotografia gentilmente cedida pelo Ricardo Cardiga.

 

Escreveu o Ricardo: “Eu e o meu irmão Guga fizemos parte deste grupo. Eu sou o quarto da esquerda e o meu irmão o sétimo. O primeiro da direita é o Cabo do Grupo Machado Lourenço e o que está ao lado dele é o Zé Correia (Tio do cantor Fernando Correia Marques).”

06/11/2019

O INFANTÁRIO RAINHA SANTA ISABEL EM VILA CABRAL, 1966

Imagem dos arquivos da Fundação Calouste Gulbenkian, retocada.

 

Vista do Infantário.

O CENTRO SOCIAL PAZ E AMOR EM NAMPULA, 1972

Filed under: Centro Social Paz e Amor Nampula 1972 — ABM @ 21:14

Imagem dos arquivos da Fundação Calouste Gulbenkian, retocada.

 

Um dos edifícios do Centro.

A SEDE DO CENTRO AFRICANO DE MANICA E SOFALA, 1967

Filed under: Centro Africano de Manica e Sofala — ABM @ 21:13

Imagem dos arquivos da Fundação Calouste Gulbenkian, retocada.

 

A sede do Centro Africano de Manica e Sofala, 1967.

MARCELO CONDECORA EUGÉNIO LISBOA, SETEMBRO DE 2019

Filed under: Eugénio Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa — ABM @ 21:06

 

Noticiou a Universidade de Aveiro no seu portal em 5 de Setembro de 2019 (com uns acrescentos meus):

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, distinguiu o ensaísta e crítico literário Eugénio Lisboa, antigo professor e membro do Centro de Línguas, Literaturas e Culturas da Universidade de Aveiro (UA). A 30 de agosto, Eugénio Lisboa, Doutor Honoris Causa pela Universidade de Aveiro que já tinha sido agraciado com o grau Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, recebeu as insígnias de Comendador da Ordem Militar de Sant’lago de Espada.

Eugénio Lisboa [que nasceu em Lourenço Marques em 25 de Maio de 1930  e ali cresceu] desenvolveu actividade profissional inicial e no sector petrolífero, durante vinte anos (1958-78), acumulando depois com a docência universitária de Literatura Portuguesa nas universidades de Lourenço Marques, Pretória e Estocolmo. A partir de 1978, [quando se pirou de Moçambique de vez] exerceu funções diplomáticas, como conselheiro cultural da Embaixada de Portugal em Londres, durante dezassete anos consecutivos. Mais tarde, presidiu à Comissão Nacional da UNESCO e foi professor catedrático convidado da Universidade de Aveiro (1995-2000). Na sua actividade como ensaísta e crítico literário, destaca-se o trabalho sobre José Régio. É membro da Academia das Ciências de Lisboa, na Classe de Letras, e Doutor Honoris Causa pela Universidade de Nottingham, do Reino Unido (1988) e pela Universidade de Aveiro (2002). O primeiro de seis volumes das suas memórias, “Acta Est Fabula”, de 2012, foi distinguido com o Grande Prémio de Literatura Biográfica da Associação Portuguesa de Escritores. [Vive em São João do Estoril].

Eugénio Lisboa foi novamente agraciado pelo Chefe de Estado (foto: portal da Presidência da República)

MRS com o agora Comendador EL, no dia em que recebeu a condecoração, 5 de Setembro de 2019, em Belém. Imagem do portal da presidênncia da república portuguesa.

30/10/2019

A ESTAÇÃO DOS CORREIOS DE BOANE, DÉCADA DE 1950

Filed under: Boane - Correios, Correios de Moçambique - CTT — ABM @ 13:50

 

O edifício dos Correios da Vila de Boane, década de 1950.

Fonte: Notícias de Lourenço Marques.

A ESTAÇÃO DOS CORREIOS DE TETE, DÉCADA DE 1930

Filed under: Correios de Moçambique - CTT, Tete - Correios — ABM @ 13:43

 

O edifício dos Correios em Tete, década de 1930.

 

Fonte: MCM

A ESTAÇÃO DOS CORREIOS DE MUTARARA – DONA ANA, ANOS 40

Filed under: Correios de Moçambique - CTT, Mutarara - Correios — ABM @ 13:35

Fotografia publicada no Notícias de Lourenço Marques.

O edifício dos Correios de Dona Ana- Mutarara, década de 1940.

28/09/2019

A PERFUMARIA HOFALI NA PRAÇA 7 DE MARÇO EM LOURENÇO MARQUES, 1950

Muito grato ao Rogério Baldaia, cujo Pai foi um dos sócios da Perfumaria Hofali (um outro era o Sr. Lobo), que ficava situada no lado da Praça 7 de Março no Prédio Fonte Azul, com uma montra dando para a entrada do prédio e que, pelo menos em 1964, ainda existia. Nesta imagem, que retoquei, vê-se o então pequeno Rogério, na entrada da loja.

 

A Perfumaria Hofali na Baixa de Lourenço Marques, 1950. À entrada, o Rogério.

26/09/2019

A BAIXA DA BEIRA, INÍCIO DA DÉCADA DE 1960

Filed under: Beira - Baixa — ABM @ 23:57

Imagem retocada, com vénia a Amimartins.

 

A Baixa da Beira, década de 1960.

24/09/2019

TETE, POR WEXELSEN, INÍCIO DO SÉCULO XX

Filed under: Tete, Tete início do Séc. XX — ABM @ 23:07

Postais de Wexelsen, retocados. Wexelsen era um fotógrafo baseado na Beira, àcerca do qual aguardo o livro do Paulo Azevedo, que as minhas fontes dizem que será publicado ainda em 2019.

 

Uma rua de Tete, início do Século XX. A imagem em baixo foi tirada do edifício que aparece aqui à esquerda.

 

Vista de Tete.

A PRAIA DA POLANA E O HOTEL POLANA EM LOURENÇO MARQUES, DÉCADA DE 1920

Imagens retocadas, a partir de postais da Bayly Ltd.

 

O Hotel Polana e, em primeiro plano, a Estrada do Caracol, que ligava a parte Alta da Polana com a Praia da Polana.

 

A Praia da Polana, o Hotel Polana em cima à esquerda. Nesta altura a Estrada Marginal ainda não existia e este era o único passeio marítimo acessível aos residentes da Cidade.

19/09/2019

AS PRAIAS DO DRAGÃO E DO MIRAMAR EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

Imagem retocada.

 

As praias do Dragão e, mais ao fundo, do Miramar, anos 60. O mesmo local hoje está irreconhecível, praticamente todos os espaços públicos foram privatizados e bloqueiam a vista da praia. O Dragão de Ouro foi demolido e no seu lugar foi construído um hotel.

A AVENIDA PINHEIRO CHAGAS EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

Filed under: LM Alto-Maé, LM Av. Pinheiro Chagas — ABM @ 23:03

Imagem retocada, postal da Livraria Progresso.

 

A ponta mais a poente da Avenida Pinheiro Chagas em Lourenço Marques (hoje a Avenida Dr. Eduardo Mondlane) no Alto-Maé. Para mim que vivia na Polana, isto era praticamente o fim do mundo. Daqui ia de bicicleta a seguir para a Rua dos Irmãos Roby e ao Bazar do Xipamanine, com um cesto de palha, comprar tsintsiva, que ali era a melhor da Cidade e a um bom preço.

RAPARIGA DE MOÇAMBIQUE, 1927

Filed under: José dos Santos Rufino, Rapariga de Moç 1927 — ABM @ 22:56

Postal da Colecção de José dos Santos Rufino (cerca de 1927), retocado e pintado por mim.

 

Não sei identificar o grupo étnico de origem. A legenda é digamos que tongue and cheek.  Enfim

17/09/2019

O BILENE E A ESTRADA DE ACESSO, DÉCADA DE 1960

Filed under: Bilene, Bilene e Estrada de acesso 1960s — ABM @ 23:36

Imagem retocada.

Pouca gente refere que a água doce da zona do Bilene é espectacular.

O Bilene e, à direita, a estrada de acesso à localidade, Década de 1960.

O CAMINHO DE FERRO DO XAI-XAI, INÍCIO DO SÉC.XX

Filed under: Caminho de Ferro do Xai-Xai — ABM @ 20:37

Imagem retocada.

 

Postal de H. Ferreira, mostrando uma locomotiva na linha férrea que passou a ligar Lourenço Marques ao Xai-Xai, início do Século XX. Era de bitola curta, à semelhança da primeira linha entre a Beira e a Rodésia, que foi uma barraca e que obrigou os investidores, logo a seguir, a fazer uma nova linha com bitola mais larga. Provavelmente, foi usado trabalho forçado para a sua construção, uma das peculiaridades (e uma das vergonhas) da era colonial moderna.

 

16/09/2019

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES EM 1933

Imagem retocada.

 

A Baixa de Lourenço Marques em 1933, vista de Poente para Nascente. Em frente, o Bazar, ainda com um belo jardim ao lado. À sua direita a Avenida da República (hoje 25 de Setembro). Ao fundo, a Ponta Vermelha.

O CAMPO DE PRISIONEIROS ALEMÃES EM LOURENÇO MARQUES, 1918

Filed under: Campo de prisioneiros alemães em LM 1918 — ABM @ 23:43

Imagem retocada.

Durante um período na segunda metade da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi montado em Lourenço Marques, num descampado a Norte da zona onde ficava a estação e estaleiros dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, um campo de prisioneiros alemães, presumivelmente capturados em território moçambicano. Findo o conflito e após a sua repatriação, o campo foi desmontado.

 

Desenho indicando como era o campo de prisioneiros do Reich Alemão em Lourenço Marques na segunda metade da Primeira Guerra Mundial. A legenda à direita refere “Lembrança – Acampamento dos 470 prisioneiros alemães em Lourenço Marques, África Oriental Portuguesa”.

 

 

LOURENÇO MARQUES EM 1960 E EM 1887: UMA COMPARAÇÃO

Comparação feita por mim, a “olhómetro”.

 

A Baixa de Lourenço Marques cerca de 1960.

 

A- Definida pela linha cor de rosa, a antiga Enseada da Maxaquene, aterrada a partir de 1919; B – Definida pela linha a vermelho, a “ilha” que constituía o núcleo original da Cidade; C- Definido pela linha a verde, o Pântano que separava a “ilha” de (digamos) terra firme; 1- o aterro esteve quase intocado durante 40 anos, coberto por arvoredo; 2 – a antiga Câmara Municipal de Lourenço Marques em frente ao Desportivo, que originalmente ficava mesmo em frente à Praia da Câmara; 3- O Jardim Vasco da Gama, agora Tunduru, que tocava o Pântano a Sul; 4- O terreno na esquina da Avenida da República com a D. Luiz (hoje 25 Setembro com Samora Machel) onde ficava a estrada de acesso pelo Pântano ao núcleo original da Cidade; 5- O Presídio de Nossa Senhora da Concieção, que ficava directamente em frente à Baía; 6- A Praça 7 de Março (hoje 25 de Junho) originalmente Praça da Picota, o primeiro espaço público da Cidade; 7- A Avenida da República (hoje 25 de Setembro) coincide mais ou menos com a margem Sul do Pântano.

 

A Cidade em 1887. A verde azeitona, o Pântano. 

15/09/2019

A RUA ARAÚJO E O TEATRO VARIETÁ EM LOURENÇO MARQUES, 1927

Imagem retocada, a partir de uma das imagens do Volume 1 dos álbuns de José dos Santos Rufino.

O Varietá foi uma das primeiras casas de òpera em África (depois de Cairo e de, penso….Port Elizabeth), existiu entre cerca de 1910 e 1968, quando foi demolido para dar lugar aos mais modernos, comerciais e pirosos Estúdio 222 e Cinema Dicca. Após a mudança de regime, os imóveis foram confiscados pela Frelimo e actualmente parece que são a propriedade apetitosa do carismático empresário-ex-político e artista Gilberto Mendes.

Coloquei esta imagem para memorializar o facto de que, cem anos depois, segundo as notícias, ontem, 14 de Setembro de 2019, estreou em Maputo a primeira….ópera moçambicana. Sobre a qual não sei nada.

 

O Teatro Varietá na entrada da Rua Araújo, 1927, logo a seguir à Praça 7 de Março (hoje 25 de Junho) que não se vê bem aqui. Mas vê-se, topo direita, o telhado do Capitania Building, que existiu no extremo da Praça, ao lado das ruínas do Presídio,. No topo do lado esquerdo, vê-se a Ponta Vermelha e, logo abaixo, o telhado do Bank of Africa, que ficava na rua imediatamente a Norte das ruínas do Presídio.

A RUA CONSIGLIERI PEDROSO EM LOURENÇO MARQUES, 1932

Imagem retocada.

Até cerca de 1935, quando a Casa Coimbra foi inaugurada na vizinha Avenida da República (actualmente, Avenida 25 de Setembro), a principal rua de comércio da Cidade era a Rua Consiglieri Pedroso, seguida, talvez, pela Rua Araújo, que era uma mistura de hotéis, casinos, bares e empresas de navegação e afins, e pela Rua dos Irmãos Roby, a última artéria que, a seguir ao Alto-Maé, dava acesso ao principal centro urbano nativo que era o Xipamanine.

À esquerda, o John Orr’s, à direita, atrás do carro estacionado, a Casa Fabião.

O PRIMEIRO ANIVERSÁRIO DO CINE-TEATRO OLYMPIA NA BEIRA, JANEIRO DE 1943

Filed under: Beira - Cinema Olympia — ABM @ 12:49

Imagem retocada.

Postal do Cine-Teatro Olympia, inaugurado na Cidade da Beira no dia 1 de Janeiro de 1942, em plena Segunda Guerra Mundial e aqui retratado precisamente um ano depois.

Note-se que os desejos de um feliz ano novo ainda vem escrito em português e inglês.

Para mais informação, ver aqui e aqui.

xxx

10/09/2019

AUGUSTO CARDOSO EM 1887

Filed under: Augusto Cardoso, Hotel Cardoso LM, LM Hotel Cardoso — ABM @ 22:46

Imagem retocada.

Augusto de Melo Pinto Cardoso (Lisboa, 16 de Agosto de1859- Inhambane, 3 de Março de1930) foi um dos notáveis dos primórdios da colonização moderna do que veio a ser Moçambique, razão por que ele é conhecido em Portugal e Moçambique. Parece ter sido, digamos, uma figura multi-facetada e com vários talentos, que incluiram a arquitectura, a astronomia e a fotografia.

O actual Hotel Cardoso, na Polana, deve-lhe o seu nome.

Para ler mais sobre Augusto Cardoso, ler aqui e aqui. e aqui. e aqui.

Em 1930 faleceu em Inhambane. O seu corpo está sepultado no Cemitério de São Francisco Xavier em Maputo.

Augusto Cardoso. Imagem publicada na revista portuguesa Occidente, edição de 21 de Janeiro de 1887.

Nota da Revista Zacatraz, Nº 186 (Janeiro de 2012) publicada pela Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar. Pela Portaria 17320/63, de 21 de Dezembro, Metangula passou a chamar-se Augusto Cardoso. Após a indepedência, voltou a chamar-se Metangula. No entretanto, toda a gente continuou sempre a chamar Metangula a Metangula.

 

Outras fontes:

“Quem É Quem”, (Portugueses Célebres, Círculo de Leitores, Edição de 2008, Pág. 123)

https://fep.up.pt/docentes/cpimenta/lazer/WebFilatelicamente/public_html/r112/artigo_pdf/revista112_3.pdf

PEÇA DE TEATRO ESCOLAR EM LOURENÇO MARQUES, 1901

Imagem retocada.

Em baixo, uma reportagem da Ilustração Portugueza, 29 de Junho de 1908, sobre os primórdios da escolaridade em Lourenço Marques. Correctamente, a peça começa referindo o lamentável estado da educação portuguesa de então, como preâmbulo para o facto da educação quase inexistente na sua segunda maior colónia, que era uma espécie de Faroeste português em África.

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