THE DELAGOA BAY WORLD

14/09/2017

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 20

 

A fachada da estação ferroviária de Lourenço Marques. Ao fundo do lado direito pode-se observar a fachada da fábrica Victoria Cold & Storage, de Cretikos.

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16/04/2014

COMBOIO A CARVÃO DOS CFM EM LOURENÇO MARQUES, 1967

 

Comboio a carvão num dos cais da estação ferroviária de Lourenço Marques, 1967.

Comboio a carvão num dos cais da estação ferroviária de Lourenço Marques, 1967.

27/10/2013

A PRAÇA MAC-MAHON EM LOURENÇO MARQUES, FINAL DOS ANOS 1930

 

 

A Praça Mac-Mahon em Lourenço Marques no final dos anos 30.

A Praça Mac-Mahon em Lourenço Marques no final dos anos 30.

20/10/2013

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, MEADOS DOS ANOS 20

Filed under: LM Estação CFLM — ABM @ 18:04

Postal da Colecção José Santos Rufino.

 

A Estação Ferroviária de Lourenço Marques em meados dos anos 20.

A Estação Ferroviária de Lourenço Marques em meados dos anos 20. Para além da carga e descarga, era uma das principais vias de acesso para quem viajava de e para a África do Sul (Joanesburgo e Pretória).

17/06/2013

INTERIOR DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 20 DO SÉC. XX

Filed under: LM Estação CFLM — ABM @ 02:02

Grato à Isabel Sena.

 

A parte interior da Estação Ferroviária de Lourenço Marques nos anos 20, ainda em obras.

A parte interior da Estação Ferroviária de Lourenço Marques nos anos 20, ainda em obras. Naquela altura, a electricidade da Estação bem como do Porto, mesmo ao lado, era fornecida por um gerador próprio situado mesmo à direita da estação e que se pode ver parcialmente aqui.

FACHADA DA ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 20 DO SÉC. XX

Filed under: LM Estação CFLM, LM Praça Mac-Mahon — ABM @ 01:50

Grato à Isabel Sena.

 

Fachada da Estação Ferroviária de Lourenço Marques.

Fachada da Estação Ferroviária de Lourenço Marques – às dez para o meio-dia. Então a Praça em frente chamava-se Azeredo, depois mudou o nome para Praça Mac-Mahon, e agora chama-se Praça dos Trabalhadores.

03/03/2013

COMBOIO A PREPARAR-SE PARA SAIR DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1940

 

A locomotiva a carvão está pronta para deixar Lourenço Marques, provavelmente para a África do Sul..

A locomotiva a carvão está pronta para deixar Lourenço Marques, provavelmente para um destino na África do Sul. Para ver esta fotografia, que restaurei,  em todo o seu esplendor, prima nela duas vezes com o ponteiro do seu computador.

11/09/2012

A PRACETA ANTÓNIO ENES NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1910

A rua situada no extremo Sul da Praça 7 de Março em Lourenço Marques, à esquerda a estátua evocativa a António Enes, figura incontornável da história moderna de Moçambique. Pouca gente sabe que a primeira estação de comboios de Lourenço Marques e a primeira Câmara Municipal da cidade funcionaram nesta rua, uma mais ou menos em frente à outra (bem, quem sabe melhor isto è o Paulo Pires Teixeira).

09/09/2012

A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LOURENÇO MARQUES E A FÁBRICA DE GÊLO DE CRETIKOS, INÍCIO DO SÉCULO XX

A estação ferroviária de Lourenço Marques e a Praça Mac-Mahon. Ao fundo, a firma de Cretikos a Victoria Cold Storage and Ice Factory.

20/06/2012

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1910

Fotografia restaurada.

 

A Estação de Caminhos de Ferro de Lourenço Marques. Ao fundo, na Avenida da República, pode-se ver a fachada da Victoria Cold Storage & Ice Company.

18/06/2012

A PRAÇA MAC-MAHON EM LOURENÇO MARQUES, 1949

Fotografia da colecção de José Godinho, tirada pelo seu pai, João Godinho, restaurada.

Para ver esta fotografia em tamanho muito maior, prima na imagem duas vezes com o rato do seu computador.

A Praça Mac-Mahon, 1949.

07/06/2012

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1920

A Estação dos caminhos de ferro de Lourenço Marques, creio que anos 1920.

13/05/2012

A AVENIDA DA REPÚBLICA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1930

Filed under: LM Av. da República, LM Baixa, LM Estação CFLM — ABM @ 22:15
LM Av Rep

A Avenida da República (hoje 25 de Setembro) anos 1930. Ao fundo, a estação dos caminhos de ferro, provavelmente a estrutura mais alta da cidade até à construção da Casa Coimbra.

10/05/2012

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1910

Filed under: LM Baixa, LM Estação CFLM, LUGARES — ABM @ 14:16

Postal com a imagem da Estação dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, anos 1910. Creio que a fotografia original (não colorida) já se encontra neste blogue.

 

O Ernesto Silva sugeriu que este texto elucidativo acompanhasse a imagem em cima, pilhado do magníco blogue Macua Blogs, gerido pelo Fernando Gil, que cita um texto do Notícias de Maputo de 2010:

A estação central dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), na baixa da nossa capital, faz na sexta-feira 100 anos de existência, preenchendo assim um percurso que engloba vários períodos da história ferroviária de Moçambique e da África Austral. Aquele local, que se tornou numa das principais atracções turísticas da cidade de Maputo, é, por tudo o que simboliza, um património que marca o nosso desenvolvimento. 

Entretanto, apesar de se contar que a estação central dos CFM em Maputo faça depois de amanhã 100 anos, manda a verdade dizer que 19 de Março de 1910 é apenas a data da sua inauguração oficial, já que os planos para a sua construção datam de 1904 e as obras começaram poucos anos depois.

A ideia das autoridades de então era a de ter uma estação moderna para os padrões da época, tendo sido inspirada na imponente estação dos caminhos de ferro de Joanesburgo, na África do Sul, com a diferença que a estação moçambicana tinha um “frontispício mais vistoso e no interior uma passagem comunicando com a gare da estação”, segundo dados que constam do arquivo dos CFM. 

Para complemento da sua elegância e bom-gosto, estação ficou e ainda está adornada com três cúpulas, sendo uma delas de grandes dimensões. A cúpula central, que encima a estação, tem sido atribuída ao engenheiro francês especializado em estruturas em metal Gustave Eiffel (também autor da Casa de Ferro, onde funciona a Direcção Nacional do Património Cultural na baixa de Maputo e a famosa torre que leva o seu nome em Paris). Na verdade, Eiffel construiu muito, e há a tendência de lhe atribuir de tudo um pouco e não importa o que quer que seja.

Mas no nosso caso há a prova documental de que a estação central dos CFM foi projectada na África do Sul, devido às dificuldades da mesma ser feita na Inglaterra, devido à I Guerra Mundial.

As obras da nova estação, em tijolo cozido e cimento, com uma frente de 51 metros, iniciaram-se em 1908, vindo a nova estação substituir a primitiva, de madeira e zinco, localizada um pouco mais baixo, inaugurada em 1895, por Paul Kruger, líder do Transvaal. 

A sua conclusão viria a ocorrer em 19 de Março de 1910, sendo inaugurada em cerimónia informal, com a presença do Governador-geral da altura, Freire de Andrade. Nessa ocasião, as mais altas autoridades da colónia e outras individualidades deslocar-se-iam até à missão de S. José de Lhanguene onde decorriam festividades destinadas à obtenção de fundos para as suas actividades.

Obras importantes viriam ainda a ocorrer na estação a partir de 1913, tendo-se alterado profundamente a fachada do mesmo, de autoria do arquitecto Ferreira da Costa (autor também do edifício do então Banco Nacional Ultramarino, hoje Banco de Moçambique, demolido em 1958 e da 1ª Esquadra, na rua Consiglieri Pedroso).  A execução destas obras foi administrada pela Secção de Via e Obras dos Caminhos de Ferro, sob a direcção daquele arquitecto. Só a ornamentação do frontispício foi feita sob contrato, estando dela encarregado Pietro Buffa Buccellato. Estas viriam a ficar concluídas em 1916.

A inauguração da estação ocorreu com a saída dos dois primeiros comboios para S. José de Lhanguene, onde se celebrava a festa de São José, padroeiro daquela missão, justamente nesse 19 de Março de 1910.

A construção da estação da capital de Moçambique foi uma espécie de alavanca para o desenvolvimento ferroviário de Maputo, cidade a que os portugueses baptizaram Lourenço Marques, e outros pontos do que é hoje a província de Maputo. Por exemplo, a seguir à estação central, foi construído o majestoso edifício-sede dos CFM, um dos mais belos da nossa capital, construíram-se em Ressano Garcia quatro casas de alvenaria para a moradia de 10 famílias de empregados dos CFM, construção de uma nova ponte metálica de 80 metros de vão sobre o rio Matola, construção de três novos hangares para o serviço dos armazéns gerais, nova gare de triagem ao quilómetro três, assentamento de novos feixes de linhas para o serviço da carvoeira, ampliação das linhas da estação de Ressano Garcia para se adequarem ao novo serviço de carvão, instalação de agulhas automáticas nas estações de Moamba e Incomáti; construção de triângulos de inversão em Lourenço Marques, Moamba e Ressano Garcia, etc.

Assim, o percurso centenário desta estação é feito de história e do vapor que os comboios que ela acolhe diariamente deixam como sinal de dinâmica de um desenvolvimento que o país ainda está a conhecer.

A estação central dos Caminhos de Ferro de Moçambique foi escolhida em Janeiro do ano passado [2009] pela prestigiada revista norte-americana “Newsweek” como a sétima mais bela do mundo, num “ranking” que incluiu todas as infra-estruturas do género em todo o mundo, das mais “modestas” às mais famosas.

A pesquisa da “Newsweek” tomou em consideração o traçado arquitectónico e o seu nível de conservação, algo que, no caso da imponente obra da capital do país, casa a história com o empenho da instituição que a tutela, a empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, em conservá-la.

A estação central dos Caminhos de Ferro foi inaugurada dois anos depois do início da sua construção. Contudo, a imponência com que se lhe conhece hoje só se verificaria a partir de 1916.

Hoje, para além de estação ferroviária por onde passam milhares de passageiros e mercadorias de e para Maputo (também para os vizinhos Zimbabwe e África do Sul), é também um local de cultura. Nela, vários eventos de carácter cultural e artístico têm sido promovidos, ao mesmo tempo que a empresa que a tutela (CFM) agenda implantar nela um museu ferroviário.

A mais bela estação ferroviária do mundo é, segundo a revista Newsweek”, a londrina de St. Pancras, seguida pela nova-iorquina Grand Central Station.

 [Notícias de Maputo, Quarta-Feira, 17 de Março de 2010]

31/03/2012

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1910

A Estação dos Caminhos de Ferro de Lourenço Maques, vista de Poente, creio que na inauguração em Março de 1910.

 

Um dos cais de embarque/desembarque da Estação.

 

28/03/2012

A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1940

A Estação ferroviária de Lourenço Marques, anos 1940.

A ESTAÇÃO TEMPORÁRIA DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, 1891

A estação de comboios temporária de Lourenço Marques, 1891. Foto IICT, restaurada.

24/03/2012

AVENIDA DA REPÚBLICA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1920

A AV. 25 de Setembro (anteriormente Av. da República) vista para poente a partir de onde hoje está o antigo Café Scala. À direita vê-se uma parte do Avenida Building (ou Prédio Pott). Ao fundo, a fachada a Estação dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques.

19/03/2012

A ESTAÇÃO DE CAMINHOS DE FERRO DE MAPUTO FOI INAUGURADA HÁ 102 ANOS

A Estação dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, 1935.

Texto muito gentilmente enviado por Cristina Pereira de Lima, filha de Alfredo Pereira de Lima, distinto investigador da história de Lourenço Marques (e, logo, de Maputo).

A Estação Central dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques foi solenemente inaugurada em 19 de Março de 1910, um Sábado.

Esta estação, que, como todos sabem, foi considerada com um dos sete edifícios mais bonitos do mundo na lista da revista norte-americana Newsweek , tem uma história muito bonita, cujos dados procurei reunir aqui para todos que como eu gostam da história da nossa cidade poderem ler ….. ela veio substituir a anterior, em madeira e zinco que tinha sido inaugurada pelo Presidente Paul Kruger em 1895 e se situava na Av. 18 de Maio.

A primeira estação ferroviária de Lourenço Marques, inaugurada em Julho de 1895. Foto do espólio de Alfredo Pereira de Lima.

Alfredo Pereira de Lima no seu livro História dos Caminhos de Ferro de Moçambique, relata:

…”A construção da estação central dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, hoje totalmente coberta pela imponente fachada que depois se lhe acrescentou encimada pela magnifica cúpula em cobre com a esfera armilar, havia sido começada no ano de 1908.

Veio substituir a antiga – de madeira e zinco , construída pela companhia concessionária – que existia do outro lado da avenida 18 de Maio, defronte do actual Posto Médico dos Caminhos de Ferro.
Tendo sido dada por concluída, ela foi solenemente inaugurada no dia 19 de Março de 1910.

Tratava-se de um melhoramento importante que se ficava a dever ao Engenheiro Lisboa de Lima, autor do projecto (nota – esta nova estação foi construída no local onde existia a caserna do baluarte “31 de Julho” que fazia parte do sistema de defesa de Lourenço Marques. Maço: Caminhos de Ferro de Moçambique.Processo nº8/1900. Caixa 8 . Arquivo Histórico Ultramarino).

Freire de Andrade, então Governador-Geral, solicitara ao Ministro e Secretário do Estado da Marinha do Ultramar que fossem enviados “dois escudos de Armas Reais portuguesas, lavrados em mármore, para serem fixados nos pórticos”. Mas eles só chegariam em 1911, depois de proclamada a República, e as armas tiveram que ser alteradas. Mesmo assim, jamais lá seriam colocadas por incúria dos que sucederam a Freire de Andrade (nota -. para o pórtico dessa estação, por iniciativa do Governador-Geral Freire de Andrade, fora requisitado de Lisboa um Escudo nacional em mármore lavrado, o qual, tendo chegado a Lourenço Marques em 1911 a bordo do paquete Beira, depois se perdeu. Por fim, recuperado nos nossos dias, foi solenemente colocado no seu lugar em Julho de 1970, por iniciativa do gabinete de História dos Caminhos de Ferro de Moçambique. O escudo nacional, trabalhado em pedra de liós, é uma obra de arte de muita valia, tendo sido executado em Lisboa nas oficinas de Germano José de Salles & Filhos, da Rua do Arsenal 134 a 136).

O acto solene da inauguração da nova estação, mesmo sem o escudo das Armas Reais, fez-se nesse dia 19 de Março, com a saída dos dois primeiros comboios para São José de Lhanguene, onde se celebrava a festa de São José, padroeiro daquela missão, presidiu o Governador-Geral Freire de Andrade. Sete meses depois desse acontecimento, proclamava-se a República…”

( História dos Caminhos de Ferro de Moçambique por Alfredo Pereira de Lima)

A fachada da Estação de Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, 1935.

No seu livro Edificios Históricos de Lourenço Marques, Alfredo Pereira de Lima relata mais alguns dados :

“ O Projecto foi de autoria do engenheiro Alfredo Augusto Lisboa de Lima, mas a fachada foi ligeiramente alterada para a traça actual, tendo sido seus empreiteiros a firma Buccellato & Irmão. Segundo me informou o comendador Giuseppe Buffa Buccellato, industrial a quem a cidade de Lourenço Marques ficou a dever importantes obras de construção civil, foi seu irmão Pietro quem trabalhou com as próprias mãos todas as peças decorativas desse magnifico edifício.

As suas obras decorriam ao mesmo tempo que a da construção da ponte-cais Gorjão, também sob empreitada da mesma firma.”

O edifício foi inaugurado em 19 de Março de 1910 (Nota : data indicada no livro Revolução Portuguesa, por Armando Ribeiro e confirmada pelo comendador Giuseppe Buccellato.)

A sua gigantesca cúpula em bronze veio da África do Sul, onde foi fundida expressamente para este edifício e a sua colocação constituiu empreendimento muito difícil para a época.

Ao acto solene da saída dos dois primeiros comboios, no dia 19 de Março de 1910, que foram até ao Lhanguene, onde se realizavam os festejos comemorativos do de dia de São José, assistiu o Governador-Geral Alfredo Augusto Freire de Andrade. Constituiu o último acto solene oficial na vigência da Monarquia. Sete meses depois era proclamada a República….”

(in Edificios Historicos de Lourenço Marques por Alfredo Pereira de Lima)

E no seu livro Lourenço Marques, Alfredo Pereira de Lima relata ainda o seguinte:

“Em frente à Estacão Central dos Caminhos de Ferro, com a sua característica cúpula de bronze coroada pela Esfera Armilar, símbolo dos nossos Descobrimentos, está implantada a ampla Praça Mac Mahon, cujo nome perpetua a memória do famoso Presidente da República Francesa que foi árbitro do pleito entre Portugal e a Grã-Bretanha, sobre a posse da cobiçada baía de Lourenço Marques.

A fachada do edifício da Estação Central dos Caminhos de Ferro, de primeiro andar, é formada por cinco arcos assentes em colunatas de cada um dos lados da entrada principal que tem sete metros de largura, fechando de cada um dos lados com uma pequena fachada em colchete.

O Salão principal, que está encimado por uma cúpula de bronze, mede 42 metros quadrados e destina-se a reuniões e conferências. O edificio custou mais de 50.000 Libras ouro e foi inaugurado em 19 de Março de 1910….”

(fim)

Foi há 102 anos.

10/03/2012

A PRIMEIRA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LOURENÇO MARQUES, 1895

Filed under: LM Baixa, LM Estação CFLM — ABM @ 17:33

O barracão à esquerda foi efectivamente a primeira estação ferroviária de Lourenço Marques, inaugurada em Julho de 1895 pelo Presidente Paul Johannes Kruger do Transvaal. Foi substituído em Março de 1910 pela mais sumptuosa estação que a maior parte das pessoas conhece, e que foi edificada um pouco mais à frente deste local.

11/02/2012

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, FINAL DOS ANOS 1960

Fotografia do IICT, restaurada.

Vista aérea da baixa de Lourenço Marques, final dos anos 1960. A avenida que se pode ver é a Aveinda da República (actualmente Av. 25 de Setembro). Em primeiro plano pode-se ver o terreno onde de seguida foi edificado o Edifício dos 22 Andares, que em 1974 era o mais alto em qualquer território administrado por Portugal. A lista do que se pode ver aqui não termina quase: a Biblioteca Municipal (hoje Nacional), os Correios, Hotel Tivoli, etc etc.

27/12/2011

NO PORTO DE LOURENÇO MARQUES, A CAMINHO DA ÁFRICA DO SUL, 1927

Filed under: LM Cais - Porto, LM Estação CFLM, LUGARES — ABM @ 00:29

Foto IICT, restaurada.

Um comboio deslocava-se directamente para em frente ao navio em Lourenço Marques, para transportar os passageiros para a África do Sul, 1927.

30/11/2011

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES

Filed under: LM Estação CFLM, LUGARES — ABM @ 09:23

A sede e estação dos CFM em Lourenço Marques.

13/07/2011

O COMBOIO PARA A ÁFRICA DO SUL, 1969

Filed under: LM Estação CFLM, LUGARES — ABM @ 05:31

O Comboio para a África do Sul, Lourenço Marques, 1969. Foto da Sra Lindsay Bridge, que restaurei. Prima na foto para ver em maior tamanho e deslubre-se.

02/07/2011

A AV. DA REPÚBLICA, FAZENDA E CORREIOS, ANOS 20

A Av. da República nos anos 20. Em primeiro plano a Fazenda (hoje a Biblioteca Nacional) e a seguir os Correios. Ao fundo, vê-se a cúpula da Estação de Caminhos de Ferro.

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