THE DELAGOA BAY WORLD

02/10/2013

O CARACOL, A ESTRADA E A PRAIA DA POLANA EM LOURENÇO MARQUES, CERCA DE 1910

Postal gentilmente enviado pelo Nuno Pires, que era da sua avó, restaurado.

 

Vista da Estrada do Caracol, da Praia da Polana e das barreiras de Lourenço Marques, vendo-se ao fundo a Ponta Vermelha, cerca de 1910.

Vista da Estrada do Caracol, da Praia da Polana e das barreiras de Lourenço Marques, vendo-se ao fundo a Ponta Vermelha, cerca de 1910. Pouco tempo depois, edificaram-se aqui o Clube Naval e o Pavilhão de Chá da Polana. Décadas mais tarde, a Estrada Marginal.

31/08/2012

A PRAIA DA POLANA JUNTO AO PAVILHÃO DE CHÁ E O CLUBE NAVAL DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1930

Foto restaurada.

Uma perspectiva da Praia da Polana junto ao Pavilhão de Chá, em Lourenço Marques, anos 1930. Ao fundo o Clube Naval e a Ponta Vermelha. No meio, a rampa para a plataforma que havia no meio, para as pessoas passearem. Para ver a foto em tamanho maior, prima na imagem com o rato do seu computador.

A MARGINAL DE LOURENÇO MARQUES JUNTO AO CLUBE NAVAL E À PRAIA DA POLANA, ANOS 1920

 

 

A antiga marginal de Lourenço Marques entre o Pavilhão de Chá da Polana e o Clube Naval. Ao fundo, a colina da Ponta Vermelha. Atrás de quem tirou a fotografia fica a antiga Praia da Polana.

06/08/2012

A BAÍA DE LOURENÇO MARQUES JUNTO À CIDADE, INÍCIO DO SÉC. XX

A Baía vista do lado poente. À esquerda da imagem pode-se ver a muralha sul do velho presídio de Lourenço Marques, onde hoje está edificada a “fortaleza”. Ao fundo, a Ponta Vermelha.

07/07/2012

A BAIA DE LOURENÇO MARQUES ANTES DOS ATERROS DOS ANOS 1910

Filed under: LM Baía, LM Baixa, LM Ponta Vermelha — ABM @ 23:49

Nesta imagem, de um álbum de MacMurdo de cerca de 1888,  pode-se ver ao fundo a então pequena cidade de Lourenço Marques. As colinas à direita desapareceram para as suas terras serem utilizadas no aterro da lagoa em primeiro plano, que é hoje a extensão de terrenos entre a Fortaleza e o Clube de Pesca (actual Escola Náutica de Maputo). A fotografia foi tirada de Nascente para Poente, das colinas da Ponta Vermelha.

 

A Baía como era há 130 anos, junto do que é hoje a baixa de Maputo. A velha cidade de Lourenço Marques vê-se ao fundo.

A BAÍA DE LOURENÇO MARQUES VISTA DA PONTA VERMELHA, 1950

Filed under: LM Baía, LM Ponta Vermelha — ABM @ 16:00

Fotografia da colecção de Fernando Morgado, que era do seu pai.

 

A Baía do Espírito Santo (agora de Maputo), vista do topo da Ponta Vermelha, 1950.

05/06/2012

A PRAIA DA POLANA E O PAVILHÃO DE CHÁ DA POLANA EM LOURENÇO MARQUES, CERCA DE 1935

Fotografia da colecção de Paulo Azevedo, gentimente cedida e ligeiramente restaurada.

Um comentário: esta fotografia, que aqui está com menos que um quarto da resolução do original, faz parte de um raro conjunto de cerca de 70 fotografias de Lourenço Marques desta época na posse do Paulo e que ele está a pensar editar. São de altíssima qualidade, basta ver esta para perceber. Espero sinceramente que o Paulo encontre forma de editar o conjunto (eu sugeri um livro de fotografias para a gente comprar no Natal) e se tal acontecer não deixarei de informar aqui.

Para ver esta fotografia em….um quarto de todo o seu esplendor, prima na imagem duas vezes com o rato do seu computador.

A Praia da Polana, o Pavilhão de Chá da Polana e à direita o Clube Naval e a colina da Ponta Vermelha, cerca de 1935. Reparem que na altura ainda não existia a Estrada Marginal. Um incrível registo da Colecção de Paulo Azevedo que tem lugar de honra neste blogue.

22/05/2012

LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉCULO XX

Filed under: LM Baixa, LM FACIM, LM Ponta Vermelha — ABM @ 10:10

A lagoa entre a então Lourenço Marques e a Ponta Vermelha, ao fundo. Uns anos depois, a lagoa foi aterrada a partir das barreiras atrás.

10/05/2012

A PRAIA DO ALBASINI EM LOURENÇO MARQUES, FIM DO SÉCULO XIX

A praia do Albasini ficava situada atrás e à direita do velho Presídio de Lourenço Marques (hoje a “fortaleza” de Maputo), mais ou menos logo a seguir onde hoje fica o Maputo Shopping Centre do Sr. Bashir. Ao fundo vê-se a colina da Ponta Vermelha.

20/03/2012

SALA DE JANTAR DOS OFICIAIS NA PONTA VERMELHA EM LOURENÇO MARQUES, FIM DO SÉC. XIX

Filed under: LM Ponta Vermelha, LUGARES — ABM @ 21:55

Edifícios governamentais na Ponta Vermelha, fim do Século XIX.

02/07/2011

A ESTRADA DAS ESTÂNCIAS E OS ATERROS DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1900

Infelizmente, pouca gente hoje que habita Maputo tem a noção de como era a zona até ao início do Século XX. Estes dois postais mostram o que foi a zona antes dos enormes aterros que foram feitos no início do século passado. As duas fotos mostram o que era a zona onde até recentemente ficava a FACIM, onde ainda está o “novo” edifício da Fazenda (que actualmente é o Gabinete do 1º Ministro de Moçambique), desde a zona do porto da cidade até ao antigo Clube de Pesca. Toda essa zona foi aterrada com terras retiradas das barreiras da Polana e da Maxaquene, que por isso “recuaram” quase duzentos metros para onde se podem ver hoje. Nessa enorme área aterrada, plantou-se um eucaliptal que serviu de parque para a cidade durante décadas, e se fez o “prolongamento” da antiga Av da República até à Estrada Marginal (que só por isso foi de seguida construída sobre a praia então existente). Anteriormente, só se podia aceder à Praia da Polana indo pela parte alta da cidade (que ali basicamente era mato). Aproveitou-se o ângulo de entrada da Baía e a morfologia do terreno para se construir a doca do Clube de Pesca.

A estrada das Estâncias, e todos os edifícios que podem ser vistos aqui, foram demolidos.

Vista da Estrada das Estâncias para Nascente. Ao fundo, a Ponta Vermelha. O antigo Clube de Pesca fica mais ou menos onde se pode ver a casinha à direita, junto ao mar. O tipo que fez este postal esticou-se um bocado nos embelezamentos. Na verdade, isto era mais um pântano mal-cheiroso, que a beleza azulada que aqui se retrata.

A Estrada das Estâncias para Poente. Ao fundo, o núcleo inicial de Lourenço Marques. Para se ter a noção de como era, a velha fortaleza vê-se à esquerda daquele primeiro pontão que de vê a entrar por água, debaixo do navio maior ancorado à esquerda.

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