THE DELAGOA BAY WORLD

10/10/2013

MANUEL PEREIRA PIMENTEL DOS SANTOS, GOVERNADOR-GERAL DE MOÇAMBIQUE, 1972-1974

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Manuel Pimentel Pereira dos Santos (1919-2006). Foi Governador-Geral de Moçambique entre 1972 e 1974. Estava em funções quando sucedeu o golpe militar em Lisboa em Abril de 1974.

Manuel Pimentel Pereira dos Santos (1919-2006). Foi Governador-Geral de Moçambique entre 1972 e 1974. Estava em funções quando sucedeu o golpe militar em Lisboa em Abril de 1974. Poucos dias depois, regressou a Portugal. Teve cinco filhos. Engenheiro civil, era essencialmente um tecnocrata.

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24/06/2012

TOURADA EM LOURENÇO MARQUES, 1974

Página da revista “Gente”, 15 a 21 de Janeiro de 1974. O então Governador Geral de Moçambique e a sua mulher posam durante uma tourada.

22/06/2012

ARANTES E OLIVEIRA, NOVO GOVERNADOR GERAL DE MOÇAMBIQUE, CHEGA A LOURENÇO MARQUES, 9 DE MARÇO DE 1970

Fotografias gentilmente cedidas pelo Paulo Pires Teixeira e restauradas.

Eduardo de Arantes e Oliveira sucedeu Baltazar Rebelo de Sousa e foi sucedido por Manuel Pimentel Pereira dos Santos . Engenheiro com um currículo brilhante, a sua missão primária foi tecnocrática – assegurar que a barragem nos Rápidos de Cabora-Bassa (agora com “h”) no Rio Zambeze fosse construída. Na altura o chefe das forças armadas em Moçambique era o General Kaúlza de Arriaga, que centrou em si a condução da guerra e que dentro de pouco tempo mandava executar uma operação militar cara e de alguma envergadura em Cabo Delgado, chamada Nó Górdio. Iniciativa perante a qual a Frelimo, completamente dentro dos detalhes, pois até tinha informadores no círculo restrito do General, calmamente recuou e mudou-se para outras bandas mais para o Sul, tendo servido o episódio essencialmente como trampolim para a consolidação no poder do senhor que sucedeu o Dr. Eduardo Mondlane, o outrora comandante militar Samora Moisés Machel. Na ditadura portuguesa, a breve abertura ocorrida com a morte de Salazar e a sucessão por Marcelo Caetano começava a chegar ao fim. Mesmo assim, em Moçambique notou-se, por exemplo, com a autorização da publicação de uma revista em Lourenço Marques chamada “Tempo”.  Mas em breve o regime voltava às suas. Em Tete, a edificação da barragem, vendida pelo governo de José Sócrates por tuta e meia ao governo de Moçambique quatro décadas depois de concluída, prosseguiu sem qualquer perturbação.

Aeroporto de Lourenço Marques (então com o nome de Gago Coutinho), segunda-feira, 9 de Março de 1970. De chapéu na mão, o então novo Governador-Geral de Moçambique, ao centro, era recebido protocolarmente. À direita, de branco parece ser o General Kaúlza de Arriaga, Se alguém souber quem são as restantes personalidades, agradeço envie uma nota para aqui. A grelha: P1, P2, General Santos, Arantes e Oliveira, P4, P5 e P6 (talvez Kaúlza de Arriaga).

Uma jovem beldade dá o ramo de flores da praxe ao Governador-Geral. Arantes e Oliveira não parece estar lá muito impressionado, o que aliás marca desde logo a diferença com o seu antecessor Rebelo de Sousa, que aposto que aproveitaria logo para fazer ali um comício. Segundo o meu caro Francisco Duque Martinho, o 1º à direita do GG Engº Arantes é o Engº Brasão de Freitas (na altura Secretário Provincial de Obras Públicas e Transportes) e logo em seguida o Engº Martins Santareno (Secretário Provincial de Agricultura). O primeiro da esquerda é o Dr Francisco Maria Martins, na altura Secretário Provincial de Educação.

19/02/2012

A PENÚLTIMA PARADA DO 10 DE JUNHO EM LOURENÇO MARQUES, 1972

Fotos gentilmente obtidas e cedidas pelo Paulo Pires Teixeira.

A Praça Mouzinho de Albuquerque, o centro das cerimónias, é sobrevoada por jactos da Força Aérea Portuguesa.

Tropas em traje de cerimónia em frente ao monumento em honra de Mouzinho de Albuquerque.

Concentração de tropas na Praça Mouzinho de Albuquerque. Parecem-me tantas que eu acho que não ficou lá ninguém no Norte para andar nas picadas.

Mais um aspecto das cerimónias.

No palanque de honra, o então Governador-Geral, Eng. Pimentel dos Santos, ao centro. À sua esquerda o General Kaúlza de Arriaga, a figura que inspirou a famosa, dispendiosa e aparentemente inútil Operação Nó Górdio. Não sei quem são o oficial e o civil à direita.

26/12/2011

RUI PATRÍCIO E MANUEL PIMENTEL DOS SANTOS EM PONTA DOBELA, 1973

Fotos IICT, restauradas.

No centro, Rui Patrício e Manuel Pimentel dos Santos, respectivamente Ministro dos Negócios Estrangeiros e Governador-Geral, em Ponta Dobela, no Sul de Moçambique, onde estava prevista a construção de um porto de águas profundas para reforçar o Porto de Lourenço Marques, 1973.

Em Ponta Dobela, numa plataforma mesmo em frente à praia em Ponta Dobela, 1973. Com a independência de Moçambique, o projecto não prosseguiu, ainda que o actual de governo de Moçambique diga que pretende retomar o projecto.

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