THE DELAGOA BAY WORLD

29/03/2020

CARTAZ DA LM RADIO EM LOURENÇO MARQUES, 1973

Filed under: Cartaz da LM Radio 1973, LM Radio — ABM @ 23:57

Imagem retocada.

 

A LM Radio era um projecto do Rádio Clube de Moçambique que emitia em línguas inglesa e afrikaans para a África do Sul e cuja programação consistia em música pop e rock.

PASTA DE DENTES DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1910

Naqueles tempos, os farmacêuticos literalmente fabricavam os produtos na loja, desde medicamentos a…. pasta dentrífica. Aqui, uma caixa de pasta dentrífica da Casa de Nobreza e Barbosa em Lourenço Marques.

28/08/2019

ANÚNCIO DA LM RADIO NA IMPRENSA SUL-AFRICANA, 28 DE JULHO DE 1963

Imagens retocadas.

Este anúncio foi publicado como inserção publicitária nas edições de Domingo, 28 de Julho de 1963, dos jornais sul-africanos Sunday Times, Sunday Tribune, Cape Argus, Evening Post, Dagbreek, Volksblad e Die Burger.

Aconteceu numa era em que o meio de comunicação mais importante em África era a rádio.

Na África do Sul naquela altura, as estações de rádio estavam proibidas de transmitir música rock e popular aos domingos, o que constituia um verdadeiro “bloqueio”, especialmente para as camadas mais jovens da população.

Penso que a ideia lá era que as pessoas aos fins de semana eram supostas ir à missa e ficar em casa a tomar conta do jardim. Regra geral, nem sequer havia eventos desportivos organizados.

Esse bloqueio era estrondosa e efectivamente furado a partir de Lourenço Marques pela LM Radio, situada fora da alçada do governo sul-africano e que dessa forma praticamente mantinha um monopólio deste tipo de música, e que transmitia em onda curta e média para aquele mercado, nas línguas inglesa e afrikaans (exceptuando o callsign em português, ao topo de cada hora, que nenhum sul-africano entendia mas que todos conheciam: “aqui Portugal Moçambique fala o Rádio Clube em Lourenço Marques, transmitindo em ondas curtas e médias”):

E havia ainda o seu hino, nos anos 60, Have a Happy Day:

A estação era enormemente popular e rentável, em ambos os lados da fronteira, especialmente a partir do cair da noite, quando o alcance das emissões feitas a partir das antenas do Rádio Clube de Moçambique na Matola aumentava e se podia escutar a emissão em ondas curta e média até na Cidade do Cabo.

Para além de uma gigantesca audiência quase cativa, que trazia receitas consideráveis da publicidade, a LM Radio era o veículo ideial para promover artistas e bandas de música e alimentar as receitas com a venda de discos na África do Sul.

A aura que a estação LM Radio tinha reflectia-se favoravelmente na Cidade e em Moçambique, que era vista pelos sul-africanos (invariavelmente, brancos) como um dos destinos de férias mais desejáveis, dentro dos seus orçamentos. Anualmente, especialmente na época de Natal, a região entre Lourenço Marques e Inhambane era verdadeiramente invadida por visitantes sul-africanos, que os habitantes da Cidade, informalmente, chamavam, a eles, “bifes” e a elas “bifas” ou “bifetecas”.

Retrospectivamente, é curioso isto tudo acontecer numa altura em que o regime português, ainda sob a alçada do incontornável Dr. Salazar, estava sob forte contestação, a oposição nacionalista moçambicana em constituição, o mesmo acontecendo na África do Sul, sob o apartheid e Hendrik Verwoerd, o Dr. Mandela tendo acabado de ser condenado por terrorismo. E enquanto tudo isso decorria, todos os jovens dançavam alegremente por cima de um vulcão, alheios a quase tudo e todos.

Ao som da grande LM Radio.

19/08/2019

BANDEIRA DO CENTRO DE INSTRUÇÃO DE INFANTARIA DE BOANE, DÉCADA DE 1960

Filed under: ABM, Bandeira do CII de Boane 1960s — ABM @ 20:07

Imagem retocada.

Boane era uma vila muito pacata situada a cerca de 30 quilómetros de Lourenço Marques, no extremo Noroeste do Vale do Umbelúzi, por onde antigamente se fazia o percurso entre Lourenço Marques e as fronteiras sul-africana e da Suazilândia. À saída da Vila na direcção das fronteiras. do lado direito, situava-se uma instalação militar portuguesa onde muitos portugueses e moçambicanos fizeram a recruta e prestaram o serviço militar obrigatório. Creio que ainda hoje a instalação é utilizada pelas forças armadas de Moçambique.

Boane tem ainda a relevância (pessoal) de ter sido o local onde segundo as minhas contas eu fui concebido, pois os meus Pais, acabados de sair de Macau, estavam lá a viver nove meses antes de eu ter nascido em Lourenço Marques, no final de Janeiro de 1960.

Bandeira do CII de Boane. Segundo o Exmo. Leitor Matos Gomes, o lema latim inscrito, Ad Augusta per Angusta  significa “Para os picos por caminhos estreitos”.

16/08/2019

FOLHETO DO CASINO BELLO EM LOURENÇO MARQUES, DÉCADA DE 1930

Filed under: Casino Belo LM, Folheto do Casino Bello em LM — ABM @ 19:32

Imagens retocadas.

 

1- Capa e verso

 

2 – Interior. Isto parece ser uma cábula para quem joga a roleta.

09/08/2019

RECIBO DE PAGAMENTO DE IMPOSTO, LOURENÇO MARQUES, 1974

Filed under: Recibo de Imposto Geral Mínimo 1974 — ABM @ 21:58

xxxx

 

Recibo de pagamento de Imposto Geral Mínimo, 1974: 470$00 (quatrocentos e setenta escudos).

15/07/2019

O CR-ACT “INCOMÁTI” EM ANTÓNIO ENNES, 1954

Imagem retocada.

A cidade moçambicana de António Enes foi antes e voltou, depois, a chamar-se Angoche.

O Incomáti na pista de António Ennes.

10/07/2019

ESBOÇO DE ANÚNCIO DA FÁBRICA DE CERVEJAS REUNIDAS EM LOURENÇO MARQUES, 1940

Imagem retocada, de um esboço publicitário a lápis, para publicar em revistas e jornais, alusivo aos oito séculos da fundação de Portugal (1140-1940), encomendado pela empresa, «Fábricas de Cerveja de Lourenço Marques». Idealizado e criado por António Cruz Caldas.

 

O esboço. Uma espécie de Leni Riefenstahl à portuguesa. Não sei se o esboço foi usado.

07/07/2019

SÊLO DE PEIXE DE MOÇAMBIQUE, 1952

Filed under: Sêlo de Peixe 1952 — ABM @ 16:11

Imagem retocada.

Os anos 50 parecem-me ter sido anos de ouro da filatelia de Moçambique, com a produção de obras de arte como a que se vê aqui.

O postal e o sêlo de um dos peixes da colecção de peixes tropicais de Moçambique, 1952.

21/05/2019

ETIQUETA DE BAGAGEM DA DETA

Imagem retocada.

Para mais detalhes, ler aqui.

 

Etiqueta de bagagem da DETA. A DETA – Direcção de Exploração dos Transportes Aéreos dos Caminhos de Ferro de Moçambique – foi a primeira companhia aérea portuguesa a realizar vôos regulares, em meados da década de 1930 (26 de Agosto de 1936). No início da década de 1970 alterou a designação para DETA – Linhas Aéreas de Moçambique. Após a independência, a sua designação evoluiu para LAM -Linhas Aéreas de Moçambique. Actualmente a empresa de capitais maioritariamente públicos com cerca de 3 aviões delapidados e 700 empregados está (completamente) falida e existe a expectativa de ser extinta, a não ser que o João Jorge faça um milagre.

16/05/2019

O PRIMEIRO VÔO DIRECTO TAP A JACTO ENTRE LISBOA E LOURENÇO MARQUES, 1 DE JUNHO DE 1970

Recortado da Revista da InterTAP, Ano IX, Nº29 (Abril-Junho de 1970), pp. 5 e 16.

Para mais eventos da TAP e Moçambique, ver aqui, aqui e aqui.

Página 5. Note-se a gralha em baixo, erradamente dando a data do primeiro voo directo a jacto da TAP entre Lisboa e Lourenço Marques como tendo sido 1 de Julho em vez de 1 de Junho de 1970.

 

Página 16. Assinalando a efeméride com sêlos e carimbos.

11/05/2019

LOCOMOTIVA A DIESEL DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE, 1970

Imagem retocada.

 

Locomotiva dos CFM Nº50, D101, a diesel, em Lourenço Marques, 1970.

21/04/2019

GARRAFA DE REFRIGERANTE DE CANADA DRY

Acabada de lavar.

A Sociedade de águas de Montemor, cuja base ficava junto da então Povoação da Namaacha, foi a primeira empresa em Moçambique a comercializar refrigerantes e a primeira marca que comercializou foi a Canada Dry.

 

Garrafa de refrigerante da Canada Dry.

RÉCITA ESCOLAR DA SOCIEDADE 1º DE JANEIRO EM LOURENÇO MARQUES, 1912

A Sociedade de Instrução e Beneficiência 1º de Janeiro foi uma organização republicana e maçónica com grande influência em Lourenço Marques, especialmente após a imposição do regime republicano em Portugal através dum golpe militar que sucedeu a 4-5 de Outubro de 1910.

 

1 de 4. Note-se a referência ao “cidadão Governador Geral”, reflectindo ainda o espírito “revolucionário” do golpe de 1910 que derrubou a monarquia portuguesa.

 

2 de 4.

 

3 de 4. Para o arranque do programa, uma saudação à república….

 

4 de 4.

18/04/2019

RIQUEXÓS DE LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉCULO XX

Filed under: Riquexó em LM 1900 — ABM @ 20:27

Imagens retocadas.

O riquexó era um meio de transporte comum em todo o mundo a partir de meados do Século XIX e Lourenço Marques não era uma excepção, pelo menos enquanto a Cidade se limitava à sua dimensão inicial, na actual Baixa, sendo obviamente inviável quando se expandiu para Norte e para Nascente, na chamada Parte Alta.

 

Postal 1 de 2.

 

Postal 2 de 2.

17/04/2019

CARTAZ TURÍSTICO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: Cartaz turístico de LM 1960s — ABM @ 22:31

Imagem retocada.

 

Cartaz turístico de Lourenço Marques, dirigido ao mercado sul-africano, anos 60. Ao fundo, a prancha de saltos do Pailhão de Chá da Polana.

CHEQUES DO BANCO NACIONAL ULTRAMARINO EM MOÇAMBIQUE

Filed under: Cheques do BNU — ABM @ 22:26

Imagens retocadas.

 

Cheque do BNU emitido em Inhambane, 1936.

 

Cheque do BNU emitido em Vila Pery (actualmente, Chimoio).

29/03/2019

JANTAR-CONCERTO NO HOTEL POLANA EM LOURENÇO MARQUES, 27 DE AGOSTO DE 1944

Menu de apresentação de um jantar-concerto que decorreu no Salão de Jantar do Hotel Polana em Lourenço Marques, na noite de Domingo, 27 de Agosto de 1944. Imagens retocadas por mim.

Na altura decorria a II Guerra Mundial, que absorvia as atenções de todo o Mundo, incluindo da população principalmente branca, portuguesa e estrangeira da pequena capital da colónia portuguesa situada na África Oriental Portuguesa, maioritariamente pró-britânica, que seguia o conflito através dos meios disponíveis – telegramas e emissões de rádio em onda curta, tudo sempre mais do que censurado.

Portugal manteve a neutralidade durante a II Guerra Mundial, postura que, naturalmente, se estendeu a Moçambique, que era cuidadosamente mantida sob observação pelos sul-africanos (cujo líder, o Grande general boer Jan Smuts, queria aproveitar para invadir e incorporar na União Sul-Africana) e pelos britânicos que, pouco antes, desmontaram redes locais de espionagem alemã e italiana.

Em Agosto de 1944 já se tornara claro que a Alemanha estava a perder o conflito. Durante esse mês, o exército da União Soviética estava na fronteira Norte da Alemanha. Os exércitos americano e britânico estavam no Norte da Itália e, do Oeste, caminhavam na direcção ocidental da fronteira do Eixo. Dois dias antes do jantar no Polana, Paris era libertada e o General de Gaulle desfilava nos Campos Elíseos. No dia anterior ao jantar (26 de Agosto) a Bulgária, até então um membro do Eixo, anunciava que se retirava da guerra. Na Alemanha, ainda decorria a matança ordenada por Hitler contra os que terão estado relacionados com a tentativa da sua eliminação, ocorrida a 20 de Julho. A 19 de Agosto, o Marechal alemão Gunther von Kluge, chefe do exército alemão na Frente Ocidental, terá cometido suicídio ao ser implicado na intentona (erradamente), exonerado do cargo e chamado a Berlim. A 23 de Agosto, o ditador romeno Ion Antonescu, aliado de Hitler, é preso e o Rei Michael faz as paz com os comunistas russos, cujos exércitos estão à porta do seu país.

Assim, de certa maneira, no sumptuoso jantar-concerto realizado no Hotel Polana naquele domingo de Agosto de 1944 – cujo menu certamente contrastava com as carências sentidas localmente em resultado da guerra- já se sentia o sabor da vitória aliada sobre os países do Eixo, que viria a formalizar-se em Maio de 1945.

 

Capa do menu do jantar.

O jantar foi mais um banquete. Num contexto em que as faltas na Cidade eram mais do que muitas e que muitos produtos eram racionados ou simplesmente não havia.

O concerto que acompanhou o jantar era de música clássica e erudita. Algumas das peças surpreendem serem tocadas por um quinteto.

10/12/2018

A NUMISMÁTICA DE MOÇAMBIQUE: APONTAMENTOS DE NUNO COUTO

 

Nota de Cinquenta Escudos com a imagem de Eduardo Costa. Sobre esta nota, Nuno Couto escreveu: ” Emissão “Heróis da Ocupação”. Com a estabilização do sistema monetário iniciou-se em 1950 a substituição da emissão António Enes por uma emissão com notas que homenageavam diferentes figuras relacionadas com a ocupação do território de Moçambique, à semelhança das emissões angolanas. Esta série que homenageou ficou assim conhecida como Emissão “Heróis da Ocupação”. As notas foram produzidas nas britânicas Thomas de La Rue & Co Ltd e pela Bradbury, Wilkinson & Co Ltd. De estrutura gráfica semelhante foram emitidos os valores de 50, 100, 500 e 1000 escudos. As figuras representadas foram: Eduardo Costa (50$), Aires de Ornelas (100$),
Caldas Xavier (500$) e Mouzinho de Albuquerque (1000$). As notas de 50$ produzidas na Thomas de la Rue & Co Ltd, apresentavam a efígie de Eduardo Costa, major do exército português que se destacou em várias campanhas no século XIX em Moçambique, colocada em moldura oval à direita. Legendas e moldura impressos em roxo. Numeração a vermelho. No verso impresso em verde, apresentava no centro a entrada do Forte de São Sebastião na Ilha de Moçambique, indicação do valor (“50”) em vermelho à esquerda. Posteriormente, ocorreu uma segunda emissão deste valor com pequenas alterações: a assinatura do “Vice-Presidente do Conselho de Administrativo” foi substituída pela d’”O Governador”; o decreto passou a ser o decreto 39 221; surgia uma marca de água à esquerda com o Brasão da Colónia; no verso selo BNU sobre o valor à esquerda, numeração antecedida pela letra “B”. Esta segunda chapa foi emitida a partir de 1958 com a data de 24 de Julho de 1959.”

 

Para ler o interessante trabalho de Nuno Couto sobre as notas e as moedas de Moçambique pré-independência, no sítio Numismatas, e aprender umas coisas e esclarecer outras (o seu estudo tem 105 páginas), ver AQUI.

04/12/2018

BORRIFADOR FLIT PARA MATAR MOSQUITOS, MOSCAS E BARATAS

Filed under: Borrifador FLIT — ABM @ 22:23

Imagens retocadas.

 

Borrifador FLIT para matar moscas, mosquitos e baratas. Era o que se usava em Moçambique até aos anos 60, quando surgiram as primeiras chamadas latas de spray, que funcionavam com base em gases comprimidos e que eram descartáveis. 

 

Lata com líquido para recarregar o borrifador. Marca FLIT. A marca na altura era tão conhecida que se confundia com aquilo para que era utilizada. Tinha um cheiro muito característico que era pior que a morte lenta.

CHEQUE DO BANCO STANDARD TOTTA DE MOÇAMBIQUE,

 

Face de cheque do Banco Standard Totta de Moçambique, sucedido pelo actual Standard Bank e que na origem era um banco britânico-sul-africano da esfera imperial britânica e dos bancos mais antigos a operar em Moçambique.década de 1970

30/11/2018

BILHETE DA LOTARIA PROVINCIAL DE MOÇAMBIQUE, 1965

Filed under: Bilhete da Lotaria Provincial 1965 — ABM @ 21:52

 

Bilhete da Lotaria Provincial de Moçambique, a rodar a 30 de Dezembro de 1965.

O NAVIO “MOÇAMBIQUE” DA COMPANHIA NACIONAL DE NAVEGAÇÃO

Filed under: Navio Moçambique da CNN — ABM @ 21:44

Imagem retocada e pintada por mim.

 

O “Moçambique”, anos 60.

O Moçambique era um dos navios da Companhia Nacional de Navegação e ficou conhecido por fazer a rota entre Portugal (Continental) e o Norte de Moçambique, passando por Luanda e Lourenço Marques bem como portos nas restantes colónias que ficavam a caminho.

O sítio Finisterra dá alguns detalhes sobre o navio:

Tipo … Navio misto de duas hélices
Construtor … Swan, Hunter & Wigham Richardson Ld
Local construção … Newcastle-on-Tyne – Inglaterra
Ano de construção … 1949
Ano de abate … 1972
Registo … Capitania do porto de Lisboa, em 11 de Novembro de 1949, com o número H 387
Sinal de código … C S E I
Comprimento fora a fora … 167,05 m
Boca máxima … 20,50 m
Calado à proa … 8,21 m
Calado à popa … 8,21 m
Arqueação bruta … 12.976,37 Toneladas
Arqueação Líquida … 7.627,54 Toneladas
Capacidade … 12.315 m3
Porte bruto … 9.574 Toneladas
Aparelho propulsor … Dois motores diesel, de 6 cilindros cada, modelo Doxford, construidos em 1948 por Swan, Hunter & Wigham Richardson Ld em Newcastle-on-Tyne.
Potência … 13.000 cavalos
Velocidade normal … 17,0 nós
Passageiros … Alojamentos para 24 em classe de luxo, 69 em primeira classe, 141 em segunda, 102 em terceira e 413 em terceira suplementar, no total de 749 passageiros.
Tripulantes … 213
Armador … Companhia Nacional de Navegação – Lisboa

 

16/11/2018

BILHETE DE COMBOIO LOURENÇO MARQUES-JOHANNESBURGO, 1975

 

Bilhete de viagem dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, 2ª classe, para o percurso entre Lourenço Marques e Johannesburgo (no bilhete, “Johanesburng”), usado no dia 20 de Abril de 1975. Uma sexta-feira.

04/10/2018

CINZEIRO DA DETA

 

Um cinzeiro da DETA.

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