THE DELAGOA BAY WORLD

07/10/2020

CIGARROS NILOS, DA SOCIEDADE ULTRAMARINA DE TABACOS

Filed under: Cigarros Nilos da SUT, Soc. Ultramarina de Tabacos — ABM @ 15:33

Imagens retocadas.

Os Nilos eram uma marca de cigarros comercializados em Moçambique pela Sociedade Ultramarina de Tabacos, Limitada.

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04/10/2020

DC-3 DA INTEROCEAN

Filed under: DC-3 da Interocean, Interocean — ABM @ 21:28

Imagem retocada.

A Interocean foi uma companhia de fretes aéreos baseada em Moçambique. Segundo um sítio especializado, operou entre 1968 e 2000.

O C9-ATG da Interocean.

03/10/2020

ISQUEIRO PUBLICITÁRIO DA CERVEJA MAC-MAHON, 1960’S

Filed under: Isqueiro da Cerveja 2M — ABM @ 19:18

Imagem retocada.

 

Isqueiro 2M.

DUAS LOCOMOTIVAS DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE NA SUAZILÂNDIA, 1970

Imagem retocada.

Sidvokodvo é uma cidadezinha no centro de Eswatini (o novo nome da Suazilândia) situada ao sul de Manzini. Para o visitante, o local digamos que é pouco atraente. Em tempos, era a base que abrigava os equipamentos ferroviários do pequeno reino suázi. Mas a tracção a vapor foi abandonada há muito tempo. A área da estação está agora totalmente vedada e é utilizada para a reparação de carruagens.

Duas locomotivas dos Caminhos de Ferro de Moçambique saem de Sidvokodvo, na Suazilândia, puxando uma longa linha de vagões de carga, 1970. A primeira locomotiva, CFM 251, foi construída pela Henschel & Sohn.

LOCOMOTIVA DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE NO LUMBO, 1969

Imagem retocada.

 

A locomotiva Nº814 dos Caminhos de Ferro de Moçambique, uma  Henschel 19909-1925, no Lumbo, perto da Ilha de Moçambique, na  linha Nacala-Nampula, 1969.

19/09/2020

LOCOMOTIVA DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE EM KOMATIPOORT, 1969

Imagem retocada.

 

A locomotiva Nº200 dos Caminhos de Ferro de Moçambique passa no Vale do Crocodile River perto da fronteira sul-africana de Komatipoort, 1969. Foi a primeira locomotiva deste tipo construída nos Estados Unidos da América pela Baldwin.

LOCOMOTIVA 704 DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE NA MACHAVA, 1967

Imagem retocada.

 

Locomotiva Nº704 dos Caminhos de Ferro de Moçambique puxa vagões de carga perto da Machava, Julho de 1967. Foi construída pela empresa canadiana Montreal Locomotive Works.

11/09/2020

LOCOMOTIVA Nº6 DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE, 1969

Imagem retocada.

 

A locomotiva Nº6 dos Caminhos de Ferro de Moçambique, que usava madeira, em Inhambane, 1969. Originalmente construída pela St. Leonard em Liége, França.

A SENA SUGAR ESTATES E LOCOMOTIVAS NO LUABO E EM MARROMEU, 1969

Imagem retocada.

 

Locomotiva Nº20 da Sena Sugar Estates, de bitola estreita, alimentada por madeira, junto da fábrica de processamento no Luabo, 1969.

 

Locomotiva Nº24 da Sena Sugar Estates, de bitola estreita, a levar cana de açúcar para a fábrica de processamento em Marromeu, 1969. A locomotiva foi construída pela Peckett & Sons em Bristol, Reino Unido, entre 1949 e 1957.

Sobre a Sena Sugar Estates

A Sena Sugar Estates Ltd. foi uma empresa agro-industrial dedicada à produção de açúcar, inicialmente formada com recurso a capitais maioritariamente britânicos, à qual foram atribuídas pela Companhia de Moçambique concessões de terras para o cultivo de açúcar em Luabo e Marromeu, perto da foz do rio Zambeze, e ainda uma grande plantação de copra junto de Chinde.

Escritório da Sena Sugar Estates.

Criada em 1920, resultou da fusão de várias companhias açucareiras, nomeadamente, da Companhia do Assucar de Moçambique (fundada em 1890 por John Peter Hornung e outros investidores), Companhia Açucareira da África Oriental – 1904, e da The Sena Sugar Factory – 1910.

John Peter Hornung (1872-1940). Filho de pai rico, ficou zilionário com o seu investimento na Sena Sugar e viveu a vida como um rei, em Sussex, no Reino Unido.

Não sei bem o que aconteceu à Sena Sugar Estates quando a Frelimo tomou conta de Moçambique. Provavelmente os então donos levaram um 24/20 e uns camaradas locais e daqueles países inicialmente “amigos” devem ter tentado gerir a coisa, presumo que sem grande sucesso. Um documento refere que o complexo de seguida foi severamente afectado pela guerra civil. Parece que o que restou da empresa em Moçambique, e que soa ser uma sombra do passado, foi reactivada em 2007 com o nome de Companhia de Sena. Não percebo se é detida por capitais das Ilhas Maurícias ou brasileiros e ainda se as coisas estão a correr bem ou mal. É um mistério.

10/09/2020

HORÁRIO E TARIFÁRIO DA DETA, JANEIRO-MARÇO DE 1960

Imagens retocadas.

Capa do folheto.

 

2 de 3. Ligações: Lourenço Marques, João Belo, Inhambane, Vilanculos, Mambone, Beira, Marromeu, Quelimane, Vila Pery, Mutarara, Tete, Vila Coutinho, António Ennes, Nampula, Lumbo, Porto Amélia e Mocímboa da Praia.

 

3 de 3. Tarifário e percursos internacionais: Johannesburg, Durban e Salisbury-

COMBOIO DOS CFM A CAMINHO DA SUÁZILÂNDIA, ANOS 1970

Imagem retocada.

 

Comboio dos Caminhos de Ferro de Moçambique Nº707- classe 482, levando vagões de carga vazios, deslocando-se de Lourenço Marques para a Mina Ka Dake, na Suazilândia, para carregar minério de ferro e trazê-lo de volta para o porto moçambicano. Anos 70.

27/07/2020

OS MACHIMBOMBOS DE LOURENÇO MARQUES, CARREIRAS 17 E 18, 1965

Livirinho dos Serviços Municipalizados de Viação de Lourenço Marques, indicando as carreiras de Machimbombo Nº 17 e 18, 1965.

1 de 3. Capa. Não sei o que é isto de chamar “auto-ónibus” aos machimbombos.

2 de 3. As carreiras 17 e 18.

3 de 3. Mapa dos percursos das carreiras.

19/06/2020

ANÚNCIO DA ÁGUA DA NAMAACHA

Imagem de Manuel Terra, retocada por mim a partir de uma versão meio delapidada que apareceu num seu texto no enorme Big Slam de ontem, 18 de Junho de 2020.

A Empresa das Águas de Montemor, SARL, foi o primeiro fabricante de refrigerantes em Moçambique.

 

Anúncio publicitária da Água da Namaacha, comercializado pela Empresa das Águas de Montemor.

19/05/2020

PAPEL DE CARTA DA SIMAL EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

Imagem retocada, gentilmente enviada por Luis Machiné Silva, bisneto (por via do Avô, Luigi) e da Mãe (Tininha, vivinha da Silva e a viver em Lisboa) do Fundador desta empresa, que emigrou da Itália (Nápoles) para Moçambique. A SIMAL, eventualmente concessionária da Datsun e da Nissan, ficava situada na Avenida da República (hoje Avenida 25 de Setembro), em frente à Casa Coimbra (agora o novo edifício do Banco de Moçambique).

 

Papel timbrado da SIMAL; com uns rabsicos feitos pelo Betuca Machiné, Tio do Luis Machiné Silva.

16/05/2020

FOLHETO DE BORDO DA DETA, VÔO UMTALI-BEIRA, MAIO DE 1968

Grato ao Exmo. Sennhor Joaquim Freire, dono deste blogue, imagens retocadas.

Folheto de Bordo para circulação entre os passageiros, indicando os nomes da tripulação, o percurso e outros detalhes do vôo TM-282 entre o aeródromo da pequena cidade fronteiriça rodesiana de Umtali (hoje Mutare) e a Beira.

Capa, indicando o número do vôo e a data – 6 de Maio de 1968 (uma segunda-feira).

Contracapa, com pedido para os passageiros circularem o folheto.

Interior do folheto, mencionando:  Luis Branco, Comandante; E. Fragoso, Co-Piloto; A.Viegas, Mecânico-Rádio; Maria Adelaide, Hospedeira de Bordo; duração do vôo: 37 minutos, Partida às 15 horas e chegada às 15:40 horas.

Mapa aeronáutico mostrando o percurso entre Umtali e a Beira. Umtali fica a quase 2 mil metros de altitude e a cerca de 250 kms de distância da Beira em linha recta.

O CR-AIC, “Quelimane” fez este võo. Um Fokker-27. Ver mais aqui.

Placa assinalando a entrada na pequena cidade fronteiriça de Umtali.

 

05/05/2020

CHÁVENA DE CAFÉ DA MERCEARIA LEMOS EM LOURENÇO MARQUES

Imagem retocada.

Hoje, o J Mário, no pequeno blogue Chávenas e Companhias publicou esta imagem de uma chávena de café pelos vistos oferecida pela Mercearia Lemos na Baixa de Lourenço Marques (Rua Dr. Salazar, Nº49. Acho que era depois a Rua da Mesquita na Baixa). O Fernando Simões diz-me que ficava mesmo em frente à Mesquita Velha da Baixa.

Quando eu crescia em Lourenço Marques nos anos 60 (nasci em 1960) a maior parte dos citadinos, brancos e pretos, fazia as suas compras em bancas nos mercados e nos bazares, nos talhos e nas peixarias – e em mercearias, em que ainda se atendia as pessoas individualmente, em bancas de madeira. Quase não havia nada congelado nem comidas preparadas, quase tudo era comidas secas ou fresca, desde bacalhau e farinha até alfaces e latas de azeite. Mas vendiam muito mais: cigarros Havana ao cigarro (com uma pinga de cachaça, para quem quisesse), petróleo para os candeeiros e os fogareiros, todo o tipo de especiarias, berlindes (eu era cliente frequente dos berlindes), choingas, etc etc etc.  Mas no final dos anos 60 alguns empresários começaram a tentar imitar o que se passava no resto do mundo e começaram a aparecer na Cidade primeiro os mini-mercados, depois o supermercado Montegiro na Av. António Ennes e pouco depois o primeiro centro Comercial, o Man Kay. Até 1975 todos concorriam alegremente e todos pareciam aguentar-se. Eu gostava particularmente do Bazar na Baixa, do Mercado do Xipamanine, e aquelas lojas indianas todas ao lado umas das outras na Baixa entre o Bazar e as Fábricas Reunidas.

 

Chávena oferecida aos Clientes pela Mercearia Lemos em Lourenço Marques.

25/04/2020

BILHETE DE TRAMWAY ELÉCTRICO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 20

Filed under: Bilhetes dos Eléctricos de LM — ABM @ 21:39

Imagem retocada.

A Tramways Eléctricos de Lourenço Marques existiu durante trinta e tal anos e era propriedade de um conglomerado britânico que durante décadas era quase dono dos serviços na cidade. No fim, os britânicos não queriam investir mais, os serviços degradaram-se e foi brevemente substituída por uma empresa de machimbombos privada de Paulino dos Santos Gil (na altura um dos senão o homem mais rico de Moçambique) e pouco depois pelos Serviços Municipalizados de Viação (SMV) que durou até depois da Independência.

 

Bilhete de 3 Zonas da Tramways Electricos de Lourenço Marques.

 

O mesmo bilhete, de pé.

22/04/2020

COMBOIO DEIXA LOURENÇO MARQUES PARA O TRANSVAAL, ANOS 1920

Imagem retocada.

 

Comboio a deixar Lourenço Marques, com destino ao Transvaal.

 

Locomotiva de uma das classes Santa Fe dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, construída nos Estados Unidos da América pela lendária Baldwin Locomotive Works.

ISQUEIRO COM A MARCA DA CERVEJA 2M, ANOS 1960

Foto gentilmente cedida por Jorge de Matos Gomes e retocada.

A 2M, surgida cerca de 1962, e feita na Fábrica Mac-Mahon, foi uma tentativa das Cervejas de Moçambique de destronar o reinado incontestado da Laurentina, criada trinta anos antes em Lourenço Marques, pela mão de George Cretikos, que criou, entre o campo do Ferroviário e a Praça Mac-Mahon, a Fábrica Victoria. Ambas empresas cervejeiras foram nacionalizadas sob a Cervejas de Moçambique (empresa detida pelo estado) após Moçambique passar para o comunismo em 1975. Como no resto do país, e como seria de esperar, aquilo andou tudo aos tombos durante esta fase. Vinte anos depois, o governo, agora convertido ao capitalismo, criou a Cervejas de Moçambique, SARL e pouco depois vendeu as empresas (o que restava delas) ao conglomerado cervejeiro Castel, que a vendeu em 2002 ao conglomerado South African Breweries. Em 2020, as duas marcas ainda são as principais cervejas comercializadas em Moçambique.

Enfim.

Isqueiro com a marca da cerveja 2M, anos 60.

 

 

18/04/2020

CARTAZ TURÍSTICO DE LOURENÇO MARQUES, 1934

Filed under: Cartaz turístico de LM 1934 — ABM @ 01:16

Imagem retocada.

O cartaz, em estilo art deco, dirigia-se ao mercado sul-africano, mostrando, de forma estilizada, a Praia da Polana e o Pavilhão de Chá da Polana. Por esta altura, Lourenço Marques era um destino preferido dos sul-africanos (brancos).

 

Cartaz turístico de Lourenço Marques, 1934. Não sei quem era f.f. A frase diz qualquer coisa como “dê um mergulho até Lourenço Marques”.

08/04/2020

MENU DO MATABICHO DO HOTEL SAVOY NA BEIRA, 1935

Imagens retocadas, do menu para o matabicho do hotel no dia 7 de Agosto de 1935, uma quarta-feira.

 

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03/04/2020

TAMPA DE CERVEJA 2M, ANOS 60

Filed under: Tampa de Cerveja 2M — ABM @ 18:45

Imagem retocada.

A 2M era uma marca das Fábricas Reunidas.

Mac-Mahon era o Presidente da França que decidiu em favor de Portugal (contra o Reino Unido) o direito à posse dos territórios a Sul de Lourenço Marques, por decisão de arbitragem proferida a 24 de Julho de 1875. Não sei quem teve a ideia de colocar o seu nome numa cerveja.

29/03/2020

CARTAZ DA LM RADIO EM LOURENÇO MARQUES, 1973

Filed under: Cartaz da LM Radio 1973, LM Radio — ABM @ 23:57

Imagem retocada.

 

A LM Radio era um projecto do Rádio Clube de Moçambique que emitia em línguas inglesa e afrikaans para a África do Sul e cuja programação consistia em música pop e rock.

PASTA DE DENTES DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1910

Naqueles tempos, os farmacêuticos literalmente fabricavam os produtos na loja, desde medicamentos a…. pasta dentrífica. Aqui, uma caixa de pasta dentrífica da Casa de Nobreza e Barbosa em Lourenço Marques.

28/08/2019

ANÚNCIO DA LM RADIO NA IMPRENSA SUL-AFRICANA, 28 DE JULHO DE 1963

Imagens retocadas.

Este anúncio foi publicado como inserção publicitária nas edições de Domingo, 28 de Julho de 1963, dos jornais sul-africanos Sunday Times, Sunday Tribune, Cape Argus, Evening Post, Dagbreek, Volksblad e Die Burger.

Aconteceu numa era em que o meio de comunicação mais importante em África era a rádio.

Na África do Sul naquela altura, as estações de rádio estavam proibidas de transmitir música rock e popular aos domingos, o que constituia um verdadeiro “bloqueio”, especialmente para as camadas mais jovens da população.

Penso que a ideia lá era que as pessoas aos fins de semana eram supostas ir à missa e ficar em casa a tomar conta do jardim. Regra geral, nem sequer havia eventos desportivos organizados.

Esse bloqueio era estrondosa e efectivamente furado a partir de Lourenço Marques pela LM Radio, situada fora da alçada do governo sul-africano e que dessa forma praticamente mantinha um monopólio deste tipo de música, e que transmitia em onda curta e média para aquele mercado, nas línguas inglesa e afrikaans (exceptuando o callsign em português, ao topo de cada hora, que nenhum sul-africano entendia mas que todos conheciam: “aqui Portugal Moçambique fala o Rádio Clube em Lourenço Marques, transmitindo em ondas curtas e médias”):

E havia ainda o seu hino, nos anos 60, Have a Happy Day:

A estação era enormemente popular e rentável, em ambos os lados da fronteira, especialmente a partir do cair da noite, quando o alcance das emissões feitas a partir das antenas do Rádio Clube de Moçambique na Matola aumentava e se podia escutar a emissão em ondas curta e média até na Cidade do Cabo.

Para além de uma gigantesca audiência quase cativa, que trazia receitas consideráveis da publicidade, a LM Radio era o veículo ideial para promover artistas e bandas de música e alimentar as receitas com a venda de discos na África do Sul.

A aura que a estação LM Radio tinha reflectia-se favoravelmente na Cidade e em Moçambique, que era vista pelos sul-africanos (invariavelmente, brancos) como um dos destinos de férias mais desejáveis, dentro dos seus orçamentos. Anualmente, especialmente na época de Natal, a região entre Lourenço Marques e Inhambane era verdadeiramente invadida por visitantes sul-africanos, que os habitantes da Cidade, informalmente, chamavam, a eles, “bifes” e a elas “bifas” ou “bifetecas”.

Retrospectivamente, é curioso isto tudo acontecer numa altura em que o regime português, ainda sob a alçada do incontornável Dr. Salazar, estava sob forte contestação, a oposição nacionalista moçambicana em constituição, o mesmo acontecendo na África do Sul, sob o apartheid e Hendrik Verwoerd, o Dr. Mandela tendo acabado de ser condenado por terrorismo. E enquanto tudo isso decorria, todos os jovens dançavam alegremente por cima de um vulcão, alheios a quase tudo e todos.

Ao som da grande LM Radio.

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