THE DELAGOA BAY WORLD

06/11/2017

AMÁLIA RODRIGUES EM DIGRESSÃO EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1950

Fotografias de Júlio Costa, a quem muito agradeço, retocadas.

 

Numa recepção em Lourenço Marques, no dia da inauguração da Tertúlia Festa Brava, o Pai de Júlio Costa (de nome Júlio dos Santos Costa) , sócio Nº1 da Tertúlia, fala com a Diva, que havia convidado para o evento. O Júlio estima que a inauguração ocorreu em 1955-6.

 

Foto de grupo em Lourenço Marques com a Diva. O Pai de Júlio Costa está de chapéu e samarra, à direita. Entre ele e Amália está Manuel Gonçalves, um empresário. Na extrema esquerda pode-se ver o Fernando Pinheiro, que era um engolador, fazia as bandarilhas usadas em todas as corridas de touros em Lourenço Marques.

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31/10/2017

O CARTÃO DA MOCIDADE PORTUGUESA DE FRANCISCO DUQUE MARTINHO EM LOURENÇO MARQUES, 1962

Fotografia de Francisco Duque Martinho, retocada.

 

Lá íamos Cantando e Rindo.

29/10/2017

JOSÉ PESSOA E COSTA NUM PICNIC NA NAMAACHA, ANOS 1950

Filed under: José Pessoa e Costa, Picnic na Namaacha anos 50 — ABM @ 11:53

Fotografia de Luis Filipe, do seu Pai, José Pessoa e Costa.

 

José Pessoa e Costa a matabichar na Namaacha, anos 50.

27/10/2017

“LOURENÇO MARQUES”, DE MALANGATANA, 1958

Filed under: Lourenço Marques Malangatana 1958, Malangatana — ABM @ 20:40

Pintura do espólio de Casa Comum, com vénia.

 

Lourenço Marques, da autoria de Malangatana, 1958. Parece ser parte da Praça 7 de Março e da Rua Consiglieri Pedroso.

26/10/2017

OS SINOS DA SÉ CATEDRAL DE LOURENÇO MARQUES

Filed under: Sinos da Sé Catedral de LM — ABM @ 23:13

Fotografia de Yassmin Santos Forte, reproduzida com vénia do grupo Fotógrafos Moçambicanos.

 

Os sinos da Sé Catedral de Lourenço Marques.

20/10/2017

O LEÃO DO JARDIM ZOOLÓGICO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Quem se recordar do nome dele, por favor envie uma nota para aqui.

 

O velho leão do Jardim Zoológico de Lourenço Marques, anos 60.

CAPITÃO LUIZ PORTUGAL COM COMUNIDADE INDIANA DA BEIRA, 1927

Imagem de Luiz Portugal Deveza, neto de Luiz Portugal.

 

O Capitão Luiz Portugal junto de membros da comunidade de origem indiana na Beira, 1927.

13/10/2017

FRASCO DE CHOCOLEITE DA COOPERATIVA DOS CRIADORES DE GADO, ANOS 60

Imagem de Irene  Monteiro.

 

Tinham uma tampa metálica fina que na qual eu enfiava o dedo e depois bebia. Bem abanada e bem gelada.

 

CARTAZ PUBLICITÁRIO DE LOURENÇO MARQUES, DÉCADA DE 1940

 

Cartaz publicitário de Lourenço Marques, anos 40, mostrando o Pavilhão de Chá da Polana e a Praia da Polana.

GARRAFA DE REFRIGERANTE CANADA DRY, O PRIMEIRO REFRIGERANTE EM MOÇAMBIQUE

A Coca-Cola não foi o primeiro refrigerante de marca internacional a ser vendido em Moçambique. A primeira foi a Canada Dry, comercializada em Lourenço Marques sob licença pela companhia Águas de Montemor, de Marinha de Campos, membro da família Neves por casamento, a partir de uma pequena fábrica localizada na Namaacha, numa quinta onde se descobriu, nos anos 40, uma nascente com uma água de excelente qualidade.

 

A fábrica na Namaacha, anos 50.

 

Uma garrafa de Canada Dry.

 

10/10/2017

ANÚNCIO PUBLICITÁRIO DAS FÁBRICAS DE CERVEJA REUNIDAS EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 40

Filed under: Anúncio Laurentina anos 40, Fábricas Reunidas — ABM @ 23:56

 

Anúncio das cervejas Laurentina e Colonial

30/09/2017

O SEGREDO DO EDIFÍCIO DA CÂMARA MUNICIPAL DE LOURENÇO MARQUES

Filed under: LM Câmara municipal, Segredo da CMLM — ABM @ 22:33

Grato ao Paulo Pires Teixeira, que um dia recentemente mo revelou….

A Câmara Municipal de Lourenço Marques, que foi elevada a Cidade em 10 de Novembro de 1887, funcionou em instalações alugadas e precárias, até cerca de 1910, quando foi instalada no edifício na Baixa em frente ao Desportivo, onde funcionou até 1947. Cerca de 1940, no início da II Guerra Mundial, iniciou-se a edificação de um novo edifício, mais monumental, situado no topo da Avenida Aguiar (mais tarde Dom Luiz I, e actualmente Avenida do Marechal Samora Machel). Mas a falta de materiais derivada da Guerra atrasou a obra e a inauguração aconteceu apenas no dia 1 de Deembro de 1947, no feriado que celebra, em Portugal, o golpe que tornou esse país novamente independente de Espanha em 1640, depois de 60 anos como parte daquele país ibérico.

A edificação da nova sede da Câmara concluiu um conjunto de alterações que pretendeu emprestar uma nova centralidade e espectacularidade à até então pacata e algo modesta cidade, algo que os arquitectos e vereação da Cidade vinham trabalhando desde há décadas, nomeadamente na ligação à histórica Praça 7 de Março (hoje 25 de Junho), na criação da Praça onde em 1940 foi instalada uma estátua equestre de Mouzinho de Albuquerque e na destruição da Igreja de Nossa Senhora da Conceição no local onde hoje está a sede da Rádio Moçambique e edificação da nova (e muito maior) Sé Catedral, inaugurada em Agosto de 1944.

A temática deste espaço reflecte os tempos e o exacerbar de “valores nacionais fundacionais”, muito em voga naquela altura, quer por parte da ditadura de António Oliveira Salazar, quer um pouco por todo o mundo dito civilizado, que passava por uma vertigem de exacerbação (com doses maciças de embelezamentos e, nalguns casos, de pura ivenção) desses valores. Portugal não escapou a essa dinâmica, pelo contrário.

Enfim.

O “segredo” é que o edifício da Câmara Municipal de Lourenço Marques, ao contrário do que possa parecer…..não é rectangular. Veja mais abaixo.

As fachadas Sul e Oeste da CMLM, anos 50. Repare no número de janelas na saliência da fachada Oeste,

 

As fachadas Sul e Leste, num postal dos anos 60. Notou alguma coisa? Pois. Mas veja melhor e conte o número de janelas na saliência da fachada Leste, E veja o diagrama em baixo.

 

Bem, na realidade o edifício tem esta configuração irregular. E porquê? Porque desta forma as respectivas fachadas podem ficar perfeitamente paralelas em relação à rua com que se confronta a Norte (a Avenida Andrade Corvo) e a Praça Mouzinho e a Avenida Dom Luiz I a Sul.

 

Nesta foto aérea contemporânea do Estúdio Saint Louis, pode-se reparar no desenho irregular do edifício, para acompanhar o traçado da Avenida Andrade Corvo.

 

A fachada Norte do edifício, perfeitamente alinhada com a Avenida Andrade Corvo.

Nesta foto dos anos 50, repare no perfeito alinhamento entre a fachada da sede da Câmara Municipal até literalmente à porta do Porto de Lourenço Marques, na ponta Sul da Praça 7 de Março que se pode ver aqui em parte. Até aos anos 60, para quem viajava de barco para a Cidade, este enquadramento era a primeira coisa que viam quando saíam do navio. Uma visão.

A CASA DAS TRÊS GIRAFAS EM LOURENÇO MARQUES, OBRA DE PANCHO GUEDES, ANOS 60

Filed under: Casa das 3 Girafas LM, Pancho Guedes — ABM @ 20:56

Imagem retocada. Não sei bem onde ficava mas lembro-me dela.

 

A Casa das Três Girafas. mais uma criação do Arquitecto Pancho Guedes.

26/09/2017

UMA CAÇADA EM CHEMBA E O CAÇADOR CARLOS SOBRAL, 1924

A primeira fotografia, que retoquei, foi muito gentilmente cedida por Luis Deveza, cuja Família viveu décadas em Moçambique. O texto (editado) e as imagens seguintes, da autoria de Cictor Carocha, foram copiadas com agradecimentos e profunda vénia do sítio serbenfiquista.com, dada a relevância e para melhor entendimento da primeira fotografia.

Hoje é pouco imaginável, mas um dos grandes perigos de se viver no interior do que é hoje Moçambique eram os ataques de animais, em particular dos leões, que eram muito numerosos e muito perigosos, em particular à noite. Eram o verdadeiro terror para as populações nativas que viviam no interior, a maior parte das quais não tinham quaisquer meios de se defenderem. Neste contexto, matar um leão, ou uma leoa, especialmente se esses animais já tinham atacado humanos antes, era considerado quase uma benção e motivo de festa. Outros tempos.

Chemba, onde a fotografia foi tirada, fica situada no extremo Norte da actual Província de Sofala, quase encaixada junto onde começa Tete. Na altura – 1924 – integrava o território sob administração da Companhia de Moçambique, uma das companhias majestáticas que operavam na então colónia portuguesa e cuja sede administrativa era na Beira.

 

Pose de grupo com o que parece ser uma leoa, após a sua caçada em Chemba, 1924. Para além dos residentes locais, vêem-se ao centro a então jovem Ester Maria Portugal Deveza (Mãe do Luis Deveza), junto da sua Mãe Gerthy Tomás da Costa Portugal (Avó do Luis) e à sua direita Ermelinda Tomás da Costa Sobral, prima de Gerthy e mulher do famoso caçador Carlos Sobral, que foi quem tirou a fotografia. A jovem Ester viria a ser a primeira Mulher aviadora em Moçambique. Sobre Carlos Sobral, ver mais abaixo.

 

O Distrito de Chemba, onde a fotografia foi tirada em 1924.

 

Imprevisivelmente, a existência desta imagem suscitou a “descoberta” de informação sobre o homem que caçou esta leoa, Carlos Sobral.  Conforme acima referido, Victor Carocha, (RedVC) um distinto contribuinte do sítio servenfiquista.com, escreveu o seguinte (com algum editing meu):

CARLOS SOBRAL

Carlos Burnay da Cruz Sobral foi um campeão, um desportista ecléctico, notável nadador e talentoso futebolista. Um homem destemido que como veremos teve uma vida intensa até ao fim.

Nascido em 1891, Carlos Sobral é uma figura interessante dos primórdios do futebol e da natação Portuguesas e merece ser recordado. Praticou também boxe, esgrima e parecia talhado para ser campeão nos desportos que praticou. Falar dele é falar de um excelente desportista que talvez se tenha notabilizado mais na natação do que propriamente no futebol. Mas como veremos foi igualmente competente nas duas modalidades.

Carlos Sobral, nadador.

No futebol, Carlos Sobral foi geralmente um avançado, posição para a qual beneficiou da sua boa compleição física. No entanto o facto mais saliente da sua carreira futebolística foi o de ter jogado no CIF, no Sporting, no Benfica, e no Belenenses. É ainda possível que antes do CIF, clube grande dessa época, Sobral tenha também jogado noutros clubes de menor destaque. Foi por isso um dos primeiros globetrotters Portugueses. À frente dele, que me lembre, só mesmo Artur José Pereira (F. Cruz Negra, Ajudense F.C. (provável), S.U. Belenense, S.L. Benfica, Sporting C.P., e C.F. “os Belenenses”).

Assim, no seu percurso de doze épocas futebolísticas, Carlos Sobral começou a “futebolar” com listas pretas e brancas e acabou de azul e negro com a Cruz de Cristo ao peito:

Clubes onde Sobral praticou futebol.

 

A saída do CIF deverá terá acontecido devido ao progressivo esvaziamento da competência futebolística deste clube. Este definhamento aconteceu não apenas por via da debandada dos Ingleses, mobilizados pela sua Pátria para a Grande Guerra mas também pelo perda de jogadores seduzidos pelo canto da sereia de viscondes verdes endinheirados. A passagem de Sobral pelo SCP foi no entanto fugaz, talvez porque não se tenha adaptado ao sistema elitista do clube verde. Regressaria ao CIF por mais três épocas antes de ingressar no Gloriosíssimo.

Entre 1909-1910, Sobral terá tido um hiato futebolístico. Curiosamente foi nessa época que o CIF ganhou o seu único título de Campeão Regional de Lisboa. Sobral ainda viria a ganhar 3 títulos de Campeão Regional de Lisboa mas já no Benfica… Interessa aqui dizer que nessa época os melhores jogadores estavam em Lisboa e por isso esses títulos regionais de Lisboa podem ser encarados como correspondendo à melhor equipa nacional dessa época.

Sobral no SCP em 1911-1912. Está aqui com uma guarda de honra de respeito e com ligações ao Benfica, formada por dois Catataus (António à sua direita e Cândido à sua esquerda).

Em 1918-19, Sobral foi um dos jogadores que entrou em litígio com a Direção do Benfica por via da polémica em torno de Alberto Rio. E é nesse contexto, que surge o desafio de Artur José Pereira para fundarem um novo clube em Belém. Assim, Sobral, Francisco Pereira, Aníbal dos Santos, Henrique Costa, Manuel Veloso, Alberto Rio, Joaquim Rio entre outros, saem do Benfica para fundar o CFB. Não sei ao certo quantos anos Sobral ficou no CFB. Já encontrei referências de que terá lá estado durante quatro anos mas que foi depois foi desmentida por outra a meu ver mais credível, indicando que em 1920 já por lá não andaria. Ainda assim sabemos que Sobral no tempo em que esteve no CFB assumiu o cargo de capitão-geral, um papel de grande relevo para a época. Sobral foi também um dos autores de uma das propostas para definir o equipamento do CFB. Sobral propôs calção negro e camisola branca mas acabou por ganhar a proposta de Henrique Costa (outra grande figura Benfiquista): calção negro e camisola azul. Curioso ou talvez não, digo eu, o SLB é o único que se manteve fiel às suas cores de origem. Passados 111 anos mantemos a nossa querida camisola vermelha, calção branco e meia vermelha. Simples e belo.

Mas voltando a Sobral, o seu mérito futebolístico foi plenamente reconhecido pelos seus pares. Isso é demonstrado pelo facto de ter sido seleccionado múltiplas vezes para jogar na seleção da AFL (Associação de Futebol de Lisboa). Como atrás dissemos, nesse tempo a AFL agrupava os melhores jogadores nacionais, podendo ser considerada uma verdadeira selecção nacional Portuguesa daqueles tempos. Sobral lá esteve quer em jogos realizados em Portugal quer na equipa que competiu durante a digressão de 1913 ao Brasil. E foi aliás um dos jogadores mais utilizados pelo Capitão Geral dessa digressão, Cosme Damião, pois claro.

Pólo aquático: avancados Francisco Lima, Rosendo da Silva, Carlos Sobral e Aníbal de Almeida 
Defesas e guarda-redes Vinhas, Gilberto Monteiro e Idelino Lima.

Mas como atrás se disse Carlos Sobral foi participante em provas de natação e pólo aquático.

Naquele tempo não existiam piscinas e por isso as provas desenrolavam-se em estilos e condições muito diferentes dos dias de hoje. Enquanto nadador, Sobral representou quer o Clube Naval quer o CIF. Desconheço se também o fez na sua breve passagem pelo futebol do SCP. No Benfica e segundo Alberto Miguéns, Carlos Sobral acumulou o futebol com a prática do polo aquático, pelo menos no ano de 1916. E como não podia deixar de ser era avançado centro.

Carlos Sobral em competições de natação.

Do que atrás se disse fica claro que falamos de um desportista multifacetado, talentoso e vitorioso. A este perfil deveria certamente corresponder uma personalidade forte e dinâmica. Findo o tempo do desporto de competição, Carlos Sobral foi em busca do seu destino.

Em 1920, Sobral foi para Moçambique para trabalhar como director na Mozambique Industrial & Commercial Co. Ltd. E por lá mostrou a sua fibra.

Mas pouco depois viria a tragédia.

O assunto é pouco abordado e compreensivelmente dado tratar-se de uma situação dramática. Sabe-se que Sobral, de carácter destemido, se dedicou apaixonadamente à caça grossa. Numa dessas caçadas, no dia 26 de Novembro de 1926, Sobral travou uma luta corpo a corpo com o décimo terceiro leão que tentou abater. Vítima de graves ferimentos, foi evacuado para o Hospital de Caia, na Zambézia, onde acabaria por morrer aos 35 anos de idade.

O escritor Joaquim Paço d’Arcos, que o conheceu em África, fez dele a personagem central do seu primeiro romance, Herói Derradeiro. E a ele se referiu como: Carlos Burnay da Cruz Sobral, “grande caçador do mato”, “herói lendário” e “símbolo alto do destemor, da força viril, da lealdade”.

Carlos Sobral posa junto de um leão que abatera em Moçambique, anos 1920.

e acrescentou Paço d’Arcos:

“É preciso conhecer certos territórios de África e a eterna dependência em que o português ali vive do Estado ou das grandes companhias, alheado por completo das qualidades de iniciativa que fazem dele no Brasil um elemento tão útil, é preciso conhecer aqueles meios de parasitagem e de covardia, para admirar em todo o seu valor a serena confiança com que Carlos Sobral, por ser português de “antes quebrar que torcer”, trocava uma cómoda e rendosa situação pela tão mais humilde e ingrata profissão de pequeno agricultor”, afirmava, na introdução, este jovem escritor que iria ser sempre assim, aristocrata pelo espírito e inconformado com o espectáculo da decadência do País e de certos valores.

18/09/2017

O AUDITÓRIO DO RÁDIO CLUBE DE MOÇAMBIQUE EM LOURENÇO MARQUES

 

O auditório do Rádio Clube de Moçambique, no Palácio da Rádio.

UMA CASA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 50

Filed under: Casa em LM — ABM @ 23:16

As duas imagens a preto e branco são de M. Manu, retocadas por mim. A imagem a cores foi remetida por R Barradas e muito agradeço.

Esta moradia situa-se na antiga Rua Brito Camacho, actualmente Rua Patrice Lumumba, quase em frente ao Hotel Girassol.

 

Imagem 1 de 3.

Imagem 2 de 3.

 

Imagem 3 de 3. Imagem colhida em Setembro de 2017.

07/09/2017

O BATELÃO DO RIO MAPUTO EM SALAMANGA, A CAMINHO DA PONTA DO OURO, 1967

Filed under: Batelão em Salamanga 1967, Rio Maputo, Salamanga — ABM @ 21:19

Fotografia de Francisco Duque Martinho.

 

Atravessando o Rio Maputo a caminho de Salamanga e da Ponta do Ouro. Mais tarde foi construída uma ponte de betão sobre o rio, mas mesmo assim, quando chegava a altura das chuvas, meia volta o rio galgava as margens e quase que levava a ponte.

O BUSTO DO ENG TRIGO DE MORAIS NO LIMPOPO, ANOS 60

Fotografia gentilmente cedida por Ribeiro da Silva.

O Eng. António Trigo de Morais foi a força e a inspiração por detrás do enorme projecto social e agrícola do Colonato do Limpopo, que pretendia assegurar não só a autonomia alimentar de Moçambique mas ainda a exportação de produtos agrícolas e que assentava na irrigação de terrenos férteis na região do Limpopo, perto do rio com o mesmo nome, a partir de uma barragem que ali foi construída. No entanto, o projecto pretendia ir mais longe que a componente agrícola.

Para obter mais informação, ler aqui.

Para ler uma dissertação de 2015 de Manuel Henriques Matine sobre o projecto do Limpopo, ler aqui.

Ribeiro da Silva, então quadro do Rádio Clube de Moçambique, ao centro, com uns amigos, em frente ao monumento em honra de Trigo de Morais, que foi e ainda está sepultado junto da Barragem do Limpopo em 1966. Foto anos 60.

UMA AERONAVE BEAVER EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 40

Foto de Mário Neto Pereira, gentilmente cedida e retocada.

 

Em Lourenço Marques, o Comandante Barata, Jack Davison (DH), Tenente Coronel Pinho da Cunha, Engº Abel de Azevedo e Jeff Quenn (DH). O avião é um Beaver, matrícula ZS-CCC.

01/09/2017

PAINEL DECORATIVO DA FACHADA DO EDIFÍCIO DOS CTT EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 50

Imagem cortesia do Paulo Oliveira, retocada.

 

O painel decorativo na fachada do edifício que alojava a central telefónica de Lourenço Marques, na Av Augusto Castilho, junto ao Rádio Clube.

 

O edifício dos CTT junto ao Rádio Clube de Moçambique, em Lourenço Marques.

RECIBO DE DESPESA DO RESTAURANTE SHEIK EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 70

Filed under: Rest. O Sheik, Talão de despesa Rest O Sheik — ABM @ 01:20

Imagem de José Manuel Soares, retocada.

 

Talão de despesa do Restaurante Sheik, um dos restaurantes de sucesso de Lourenço Marques a partir dos anos 60. Ficava situado num prédio junto do Parque José Cabral, na Avenida Massano de Amorim.

25/08/2017

CÉDULAS DE TROCO DE LOURENÇO MARQUES, DÉCADAS 1910-1920

Após a mudança da moeda oficial portuguesa do Real para o Escudo, na sequência do golpe de Estado que derrubou a Monarquia em 5 de Outubro de 1910, e com o advento da Grande Guerra Mundial (1914-1918) e as carências daí resultantes e também das dificuldades dos (muitos) sucessivos governos republicanos, houve crises de disponibilização de trocos nas cidades portuguesas, incluindo as suas cidades coloniais como a pequena Lourenço Marques. Para lidar com essa situação, as empresas, municipalidades e outras entidades, recorreram à criação de “cédulas de troco”, uma espécie de papel-moeda alternativo, para o fim específico de apoiar as suas operações monetárias. Esta prática durou alguns anos, até o governo ter a capacidade de disponibilizar trocos.

Em baixo, alguns exemplos de Lourenço Marques.

(Nota: um Centavo equivale a um por cento de um Escudo)

 

Cédula da Associação Chinesa de Lourenço Marques, no valor de cinco centavos.

 

Cédula do Bazar de Lourenço Marques no valor de dois centavos.

 

Cédula da Cooperativa Popular em Lourenço Marques, no valor de cinco centavos.

 

Cédula da empresa Tramways Eléctricos de Lourenço Marques, no valor de um centavo. A TELM operou na Cidade entre 1904 e 1936, quando Paulino dos Santos Gil introduziu o serviço de transporte por machimbombos.

 

Cédula da empresa Tramways Eléctricos de Lourenço Marques, no valor de dois centavos.

 

Cédula da empresa Tramways Eléctricos de Lourenço Marques, no valor de 2.81 centavos, o equivalente a um bilhete.

 

Cédula da empresa Tramways Eléctricos de Lourenço Marques, no valor de três centavos.

 

Cédula da empresa Tramways Eléctricos de Lourenço Marques, no valor de cinco centavos.

23/08/2017

INTERIOR DE MACHIMBOMBO PARA O PERCURSO ESTAÇÃO DE CAMINHOS DE FERRO- POLANA, EM LOURENÇO MARQUES, 1927

Filed under: Machimbombo anos 1920 — ABM @ 16:46

Imagem ampliada de uma das fotografias da Colecção de Santos Rufino.

 

Interior de um machimbombo que fazia o percurso entre a estação ferroviária na Baixa e a Polana, via a Avenida Pinheiro Chagas. Nesta altura – segunda metade da década de 1920 – Lourenço Marques dispunha de uma interessante rede de transportes públicos, primariamente destinada a servir as comunidades europeia e asiática que não tinha acesso a um carro e que incluia uma rede de carros eléctricos.

14/08/2017

A AVENIDA DA REPÚBLICA INUNDADA, LOURENÇO MARQUES, ANOS 30

Fotografia de Alan Fitzpatrick, retocada.

 

Uma viatura na Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro) em Lourenço Marques, anos 30 do Séc. XX.

04/03/2017

O CHEVROLET DOS RUSSELL EM LOURENÇO MARQUES, 1955

Filed under: Chevrolet 1955, José Alexandre Russell — ABM @ 22:58

Fotografia do José Alexandre Russell, que restaurei.

fb-jose-alex-russel-este-chevrolet-foi-o-primeiro-carro-do-meu-pai-estacionadoem-1955-a-porta-da-pensao-belo-horizonte

Este Chevrolet foi o primeiro carro do Pai Russell em Lourenço Marques, 1955.  Está estacionado à porta da Pensão Belo Horizone.

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