THE DELAGOA BAY WORLD

28/08/2019

ANÚNCIO DA LM RADIO NA IMPRENSA SUL-AFRICANA, 28 DE JULHO DE 1963

Imagens retocadas.

Este anúncio foi publicado como inserção publicitária nas edições de Domingo, 28 de Julho de 1963, dos jornais sul-africanos Sunday Times, Sunday Tribune, Cape Argus, Evening Post, Dagbreek, Volksblad e Die Burger.

Aconteceu numa era em que o meio de comunicação mais importante em África era a rádio.

Na África do Sul naquela altura, as estações de rádio estavam proibidas de transmitir música rock e popular aos domingos, o que constituia um verdadeiro “bloqueio”, especialmente para as camadas mais jovens da população.

Penso que a ideia lá era que as pessoas aos fins de semana eram supostas ir à missa e ficar em casa a tomar conta do jardim. Regra geral, nem sequer havia eventos desportivos organizados.

Esse bloqueio era estrondosa e efectivamente furado a partir de Lourenço Marques pela LM Radio, situada fora da alçada do governo sul-africano e que dessa forma praticamente mantinha um monopólio deste tipo de música, e que transmitia em onda curta e média para aquele mercado, nas línguas inglesa e afrikaans (exceptuando o callsign em português, ao topo de cada hora, que nenhum sul-africano entendia mas que todos conheciam: “aqui Portugal Moçambique fala o Rádio Clube em Lourenço Marques, transmitindo em ondas curtas e médias”):

E havia ainda o seu hino, nos anos 60, Have a Happy Day:

A estação era enormemente popular e rentável, em ambos os lados da fronteira, especialmente a partir do cair da noite, quando o alcance das emissões feitas a partir das antenas do Rádio Clube de Moçambique na Matola aumentava e se podia escutar a emissão em ondas curta e média até na Cidade do Cabo.

Para além de uma gigantesca audiência quase cativa, que trazia receitas consideráveis da publicidade, a LM Radio era o veículo ideial para promover artistas e bandas de música e alimentar as receitas com a venda de discos na África do Sul.

A aura que a estação LM Radio tinha reflectia-se favoravelmente na Cidade e em Moçambique, que era vista pelos sul-africanos (invariavelmente, brancos) como um dos destinos de férias mais desejáveis, dentro dos seus orçamentos. Anualmente, especialmente na época de Natal, a região entre Lourenço Marques e Inhambane era verdadeiramente invadida por visitantes sul-africanos, que os habitantes da Cidade, informalmente, chamavam, a eles, “bifes” e a elas “bifas” ou “bifetecas”.

Retrospectivamente, é curioso isto tudo acontecer numa altura em que o regime português, ainda sob a alçada do incontornável Dr. Salazar, estava sob forte contestação, a oposição nacionalista moçambicana em constituição, o mesmo acontecendo na África do Sul, sob o apartheid e Hendrik Verwoerd, o Dr. Mandela tendo acabado de ser condenado por terrorismo. E enquanto tudo isso decorria, todos os jovens dançavam alegremente por cima de um vulcão, alheios a quase tudo e todos.

Ao som da grande LM Radio.

19/08/2019

BANDEIRA DO CENTRO DE INSTRUÇÃO DE INFANTARIA DE BOANE, DÉCADA DE 1960

Filed under: ABM, Bandeira do CII de Boane 1960s — ABM @ 20:07

Imagem retocada.

Boane era uma vila muito pacata situada a cerca de 30 quilómetros de Lourenço Marques, no extremo Noroeste do Vale do Umbelúzi, por onde antigamente se fazia o percurso entre Lourenço Marques e as fronteiras sul-africana e da Suazilândia. À saída da Vila na direcção das fronteiras. do lado direito, situava-se uma instalação militar portuguesa onde muitos portugueses e moçambicanos fizeram a recruta e prestaram o serviço militar obrigatório. Creio que ainda hoje a instalação é utilizada pelas forças armadas de Moçambique.

Boane tem ainda a relevância (pessoal) de ter sido o local onde segundo as minhas contas eu fui concebido, pois os meus Pais, acabados de sair de Macau, estavam lá a viver nove meses antes de eu ter nascido em Lourenço Marques, no final de Janeiro de 1960.

Bandeira do CII de Boane. Segundo o Exmo. Leitor Matos Gomes, o lema latim inscrito, Ad Augusta per Angusta  significa “Para os picos por caminhos estreitos”.

16/08/2019

FOLHETO DO CASINO BELLO EM LOURENÇO MARQUES, DÉCADA DE 1930

Filed under: Casino Belo LM, Folheto do Casino Bello em LM — ABM @ 19:32

Imagens retocadas.

 

1- Capa e verso

 

2 – Interior. Isto parece ser uma cábula para quem joga a roleta.

09/08/2019

RECIBO DE PAGAMENTO DE IMPOSTO, LOURENÇO MARQUES, 1974

Filed under: Recibo de Imposto Geral Mínimo 1974 — ABM @ 21:58

xxxx

 

Recibo de pagamento de Imposto Geral Mínimo, 1974: 470$00 (quatrocentos e setenta escudos).

15/07/2019

O CR-ACT “INCOMÁTI” EM ANTÓNIO ENNES, 1954

Imagem retocada.

A cidade moçambicana de António Enes foi antes e voltou, depois, a chamar-se Angoche.

O Incomáti na pista de António Ennes.

10/07/2019

ESBOÇO DE ANÚNCIO DA FÁBRICA DE CERVEJAS REUNIDAS EM LOURENÇO MARQUES, 1940

Imagem retocada, de um esboço publicitário a lápis, para publicar em revistas e jornais, alusivo aos oito séculos da fundação de Portugal (1140-1940), encomendado pela empresa, «Fábricas de Cerveja de Lourenço Marques». Idealizado e criado por António Cruz Caldas.

 

O esboço. Uma espécie de Leni Riefenstahl à portuguesa. Não sei se o esboço foi usado.

07/07/2019

SÊLO DE PEIXE DE MOÇAMBIQUE, 1952

Filed under: Sêlo de Peixe 1952 — ABM @ 16:11

Imagem retocada.

Os anos 50 parecem-me ter sido anos de ouro da filatelia de Moçambique, com a produção de obras de arte como a que se vê aqui.

O postal e o sêlo de um dos peixes da colecção de peixes tropicais de Moçambique, 1952.

21/05/2019

ETIQUETA DE BAGAGEM DA DETA

Imagem retocada.

Para mais detalhes, ler aqui.

 

Etiqueta de bagagem da DETA. A DETA – Direcção de Exploração dos Transportes Aéreos dos Caminhos de Ferro de Moçambique – foi a primeira companhia aérea portuguesa a realizar vôos regulares, em meados da década de 1930 (26 de Agosto de 1936). No início da década de 1970 alterou a designação para DETA – Linhas Aéreas de Moçambique. Após a independência, a sua designação evoluiu para LAM -Linhas Aéreas de Moçambique. Actualmente a empresa de capitais maioritariamente públicos com cerca de 3 aviões delapidados e 700 empregados está (completamente) falida e existe a expectativa de ser extinta, a não ser que o João Jorge faça um milagre.

16/05/2019

O PRIMEIRO VÔO DIRECTO TAP A JACTO ENTRE LISBOA E LOURENÇO MARQUES, 1 DE JUNHO DE 1970

Recortado da Revista da InterTAP, Ano IX, Nº29 (Abril-Junho de 1970), pp. 5 e 16.

Para mais eventos da TAP e Moçambique, ver aqui, aqui e aqui.

Página 5. Note-se a gralha em baixo, erradamente dando a data do primeiro voo directo a jacto da TAP entre Lisboa e Lourenço Marques como tendo sido 1 de Julho em vez de 1 de Junho de 1970.

 

Página 16. Assinalando a efeméride com sêlos e carimbos.

11/05/2019

LOCOMOTIVA A DIESEL DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE, 1970

Imagem retocada.

 

Locomotiva dos CFM Nº50, D101, a diesel, em Lourenço Marques, 1970.

21/04/2019

GARRAFA DE REFRIGERANTE DE CANADA DRY

Acabada de lavar.

A Sociedade de águas de Montemor, cuja base ficava junto da então Povoação da Namaacha, foi a primeira empresa em Moçambique a comercializar refrigerantes e a primeira marca que comercializou foi a Canada Dry.

 

Garrafa de refrigerante da Canada Dry.

RÉCITA ESCOLAR DA SOCIEDADE 1º DE JANEIRO EM LOURENÇO MARQUES, 1912

A Sociedade de Instrução e Beneficiência 1º de Janeiro foi uma organização republicana e maçónica com grande influência em Lourenço Marques, especialmente após a imposição do regime republicano em Portugal através dum golpe militar que sucedeu a 4-5 de Outubro de 1910.

 

1 de 4. Note-se a referência ao “cidadão Governador Geral”, reflectindo ainda o espírito “revolucionário” do golpe de 1910 que derrubou a monarquia portuguesa.

 

2 de 4.

 

3 de 4. Para o arranque do programa, uma saudação à república….

 

4 de 4.

18/04/2019

RIQUEXÓS DE LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉCULO XX

Filed under: Riquexó em LM 1900 — ABM @ 20:27

Imagens retocadas.

O riquexó era um meio de transporte comum em todo o mundo a partir de meados do Século XIX e Lourenço Marques não era uma excepção, pelo menos enquanto a Cidade se limitava à sua dimensão inicial, na actual Baixa, sendo obviamente inviável quando se expandiu para Norte e para Nascente, na chamada Parte Alta.

 

Postal 1 de 2.

 

Postal 2 de 2.

17/04/2019

CARTAZ TURÍSTICO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: Cartaz turístico de LM 1960s — ABM @ 22:31

Imagem retocada.

 

Cartaz turístico de Lourenço Marques, dirigido ao mercado sul-africano, anos 60. Ao fundo, a prancha de saltos do Pailhão de Chá da Polana.

CHEQUES DO BANCO NACIONAL ULTRAMARINO EM MOÇAMBIQUE

Filed under: Cheques do BNU — ABM @ 22:26

Imagens retocadas.

 

Cheque do BNU emitido em Inhambane, 1936.

 

Cheque do BNU emitido em Vila Pery (actualmente, Chimoio).

29/03/2019

JANTAR-CONCERTO NO HOTEL POLANA EM LOURENÇO MARQUES, 27 DE AGOSTO DE 1944

Menu de apresentação de um jantar-concerto que decorreu no Salão de Jantar do Hotel Polana em Lourenço Marques, na noite de Domingo, 27 de Agosto de 1944. Imagens retocadas por mim.

Na altura decorria a II Guerra Mundial, que absorvia as atenções de todo o Mundo, incluindo da população principalmente branca, portuguesa e estrangeira da pequena capital da colónia portuguesa situada na África Oriental Portuguesa, maioritariamente pró-britânica, que seguia o conflito através dos meios disponíveis – telegramas e emissões de rádio em onda curta, tudo sempre mais do que censurado.

Portugal manteve a neutralidade durante a II Guerra Mundial, postura que, naturalmente, se estendeu a Moçambique, que era cuidadosamente mantida sob observação pelos sul-africanos (cujo líder, o Grande general boer Jan Smuts, queria aproveitar para invadir e incorporar na União Sul-Africana) e pelos britânicos que, pouco antes, desmontaram redes locais de espionagem alemã e italiana.

Em Agosto de 1944 já se tornara claro que a Alemanha estava a perder o conflito. Durante esse mês, o exército da União Soviética estava na fronteira Norte da Alemanha. Os exércitos americano e britânico estavam no Norte da Itália e, do Oeste, caminhavam na direcção ocidental da fronteira do Eixo. Dois dias antes do jantar no Polana, Paris era libertada e o General de Gaulle desfilava nos Campos Elíseos. No dia anterior ao jantar (26 de Agosto) a Bulgária, até então um membro do Eixo, anunciava que se retirava da guerra. Na Alemanha, ainda decorria a matança ordenada por Hitler contra os que terão estado relacionados com a tentativa da sua eliminação, ocorrida a 20 de Julho. A 19 de Agosto, o Marechal alemão Gunther von Kluge, chefe do exército alemão na Frente Ocidental, terá cometido suicídio ao ser implicado na intentona (erradamente), exonerado do cargo e chamado a Berlim. A 23 de Agosto, o ditador romeno Ion Antonescu, aliado de Hitler, é preso e o Rei Michael faz as paz com os comunistas russos, cujos exércitos estão à porta do seu país.

Assim, de certa maneira, no sumptuoso jantar-concerto realizado no Hotel Polana naquele domingo de Agosto de 1944 – cujo menu certamente contrastava com as carências sentidas localmente em resultado da guerra- já se sentia o sabor da vitória aliada sobre os países do Eixo, que viria a formalizar-se em Maio de 1945.

 

Capa do menu do jantar.

O jantar foi mais um banquete. Num contexto em que as faltas na Cidade eram mais do que muitas e que muitos produtos eram racionados ou simplesmente não havia.

O concerto que acompanhou o jantar era de música clássica e erudita. Algumas das peças surpreendem serem tocadas por um quinteto.

10/12/2018

A NUMISMÁTICA DE MOÇAMBIQUE: APONTAMENTOS DE NUNO COUTO

 

Nota de Cinquenta Escudos com a imagem de Eduardo Costa. Sobre esta nota, Nuno Couto escreveu: ” Emissão “Heróis da Ocupação”. Com a estabilização do sistema monetário iniciou-se em 1950 a substituição da emissão António Enes por uma emissão com notas que homenageavam diferentes figuras relacionadas com a ocupação do território de Moçambique, à semelhança das emissões angolanas. Esta série que homenageou ficou assim conhecida como Emissão “Heróis da Ocupação”. As notas foram produzidas nas britânicas Thomas de La Rue & Co Ltd e pela Bradbury, Wilkinson & Co Ltd. De estrutura gráfica semelhante foram emitidos os valores de 50, 100, 500 e 1000 escudos. As figuras representadas foram: Eduardo Costa (50$), Aires de Ornelas (100$),
Caldas Xavier (500$) e Mouzinho de Albuquerque (1000$). As notas de 50$ produzidas na Thomas de la Rue & Co Ltd, apresentavam a efígie de Eduardo Costa, major do exército português que se destacou em várias campanhas no século XIX em Moçambique, colocada em moldura oval à direita. Legendas e moldura impressos em roxo. Numeração a vermelho. No verso impresso em verde, apresentava no centro a entrada do Forte de São Sebastião na Ilha de Moçambique, indicação do valor (“50”) em vermelho à esquerda. Posteriormente, ocorreu uma segunda emissão deste valor com pequenas alterações: a assinatura do “Vice-Presidente do Conselho de Administrativo” foi substituída pela d’”O Governador”; o decreto passou a ser o decreto 39 221; surgia uma marca de água à esquerda com o Brasão da Colónia; no verso selo BNU sobre o valor à esquerda, numeração antecedida pela letra “B”. Esta segunda chapa foi emitida a partir de 1958 com a data de 24 de Julho de 1959.”

 

Para ler o interessante trabalho de Nuno Couto sobre as notas e as moedas de Moçambique pré-independência, no sítio Numismatas, e aprender umas coisas e esclarecer outras (o seu estudo tem 105 páginas), ver AQUI.

04/12/2018

BORRIFADOR FLIT PARA MATAR MOSQUITOS, MOSCAS E BARATAS

Filed under: Borrifador FLIT — ABM @ 22:23

Imagens retocadas.

 

Borrifador FLIT para matar moscas, mosquitos e baratas. Era o que se usava em Moçambique até aos anos 60, quando surgiram as primeiras chamadas latas de spray, que funcionavam com base em gases comprimidos e que eram descartáveis. 

 

Lata com líquido para recarregar o borrifador. Marca FLIT. A marca na altura era tão conhecida que se confundia com aquilo para que era utilizada. Tinha um cheiro muito característico que era pior que a morte lenta.

CHEQUE DO BANCO STANDARD TOTTA DE MOÇAMBIQUE,

 

Face de cheque do Banco Standard Totta de Moçambique, sucedido pelo actual Standard Bank e que na origem era um banco britânico-sul-africano da esfera imperial britânica e dos bancos mais antigos a operar em Moçambique.década de 1970

30/11/2018

BILHETE DA LOTARIA PROVINCIAL DE MOÇAMBIQUE, 1965

Filed under: Bilhete da Lotaria Provincial 1965 — ABM @ 21:52

 

Bilhete da Lotaria Provincial de Moçambique, a rodar a 30 de Dezembro de 1965.

O NAVIO “MOÇAMBIQUE” DA COMPANHIA NACIONAL DE NAVEGAÇÃO

Filed under: Navio Moçambique da CNN — ABM @ 21:44

Imagem retocada e pintada por mim.

 

O “Moçambique”, anos 60.

O Moçambique era um dos navios da Companhia Nacional de Navegação e ficou conhecido por fazer a rota entre Portugal (Continental) e o Norte de Moçambique, passando por Luanda e Lourenço Marques bem como portos nas restantes colónias que ficavam a caminho.

O sítio Finisterra dá alguns detalhes sobre o navio:

Tipo … Navio misto de duas hélices
Construtor … Swan, Hunter & Wigham Richardson Ld
Local construção … Newcastle-on-Tyne – Inglaterra
Ano de construção … 1949
Ano de abate … 1972
Registo … Capitania do porto de Lisboa, em 11 de Novembro de 1949, com o número H 387
Sinal de código … C S E I
Comprimento fora a fora … 167,05 m
Boca máxima … 20,50 m
Calado à proa … 8,21 m
Calado à popa … 8,21 m
Arqueação bruta … 12.976,37 Toneladas
Arqueação Líquida … 7.627,54 Toneladas
Capacidade … 12.315 m3
Porte bruto … 9.574 Toneladas
Aparelho propulsor … Dois motores diesel, de 6 cilindros cada, modelo Doxford, construidos em 1948 por Swan, Hunter & Wigham Richardson Ld em Newcastle-on-Tyne.
Potência … 13.000 cavalos
Velocidade normal … 17,0 nós
Passageiros … Alojamentos para 24 em classe de luxo, 69 em primeira classe, 141 em segunda, 102 em terceira e 413 em terceira suplementar, no total de 749 passageiros.
Tripulantes … 213
Armador … Companhia Nacional de Navegação – Lisboa

 

16/11/2018

BILHETE DE COMBOIO LOURENÇO MARQUES-JOHANNESBURGO, 1975

 

Bilhete de viagem dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, 2ª classe, para o percurso entre Lourenço Marques e Johannesburgo (no bilhete, “Johanesburng”), usado no dia 20 de Abril de 1975. Uma sexta-feira.

04/10/2018

CINZEIRO DA DETA

 

Um cinzeiro da DETA.

27/09/2018

A CASA MARTINS EM LOURENÇO MARQUES, DE PANCHO GUEDES, 1953

 

Casa Martins em Lourenço Marques, 1953. Pancho Guedes

12/09/2018

MACHIMBOMBO NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, 1961

 

Um machimbombo percorre a Avenida da República no cruzamento com a Avenida Dom Luís, 1961. Atrás, vêem-se o Standard Bank, a Casa Coimbra e o futuro BNU.

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