THE DELAGOA BAY WORLD

04/03/2017

O CHEVROLET DOS RUSSELL EM LOURENÇO MARQUES, 1955

Filed under: Chevrolet 1955, José Alexandre Russell — ABM @ 22:58

Fotografia do José Alexandre Russell, que restaurei.

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Este Chevrolet foi o primeiro carro do Pai Russell em Lourenço Marques, 1955.  Está estacionado à porta da Pensão Belo Horizone.

02/02/2017

“PANDA”, DE ANA MARIA PLÁCIDO CASTELO BRANCO GRAÇA FERREIRA, 1954

Eternamente grato ao Nuno Castelo-Branco.

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“Panda”, pintado em 1954 por Ana Maria Plácido Castelo Branco Graça Ferreira. Panda é um Distrito de Moçambique, que fica situado a Oeste de Inhambane.

Esta fascinante pintura é apenas uma num conjunto de obras absolutamente notáveis, produzidas por Ana Maria ao longo de décadas.

Biografia da Autora

Ana Maria Plácido castelo Branco Graça, Ferreira pelo casamento com Vítor Wladimiro José Ferreira, professor do Ensino Secundário e do Superior, recentemente falecido.

Nasceu a 27 de Abril de 1933 no Errego, Circunscrição do Ile, Província da Zambézia, na então Colónia de Moçambique. Filha de Arlindo Dias Graça, aspirante do Quadro Administrativo – que faleceu em 1955 em Panda, vitimado por uma injecção quando era administrador de circunscrição, em processo de transferência para a de Zavala – ele filho de um luso-brasileiro de Ouro Preto (Minas Gerais, Brasil), capitalista e proprietário, que casou numa família de Valadares, arredores do Porto; trineta do escritor Camilo Castelo Branco e de Ana Augusta Plácido Braga por sua Mãe, Alice Augusta Plácido Castelo Branco, nascida em São Miguel de Seide, na chamada “Casa Amarela” em que o casal de escritores viveu os seus últimos trinta anos, hoje Casa Museu do ilustre escritor.

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Errego fica a 2/3 do caminho de Quelimane para o Gurué, na Zambézia.

Acompanhou, sempre, os Pais, nas deslocações profissionais paternas, tendo vivido na Zambézia, no Sul do Save e também na capital da Colónia moçambicana, Lourenço Marques. Fez os primeiros estudos nas circunscrições em que o Pai esteve colocado e recebeu, desde muito cedo, o encargo da orientação da casa dos pais, dados os problemas de saúde de sua Mãe, razão muito especial para que não tenha ido viver para a capital da então Colónia, e assim, continuar os estudos secundários.

Recebeu as primeiras caixas de lápis de cor ainda criança e desde então, nunca deixou de desenhar e de pintar. Pelos seus 12 anos esteve em Lourenço Marques durante umas semanas e frequentou o atelier do mestre Frederico Ayres (Lisboa, 1887 – Lourenço Marques, 1963), um pintor de forte influência académica, em cuja obra, no entanto, já perpassa um fluir impressionista e que deu aulas de pintura a muitos amadores da cidade, africanos, chineses e europeus. Frederico Ayres disse-lhe então, que não tinha nada a ensinar-lhe.

Continuou a sua formação, sempre como autodidacta, seguindo duas linhas fundamentais: por um lado, a análise de livros e revistas ligadas à Arte que o Pai adquiria ou assinava; por outro, a observação directa de tudo quanto a cercava, muito especialmente nos quatro anos vividos em Panda, onde chegou aos 18 anos, lugar aquele perdido no interior do Sul do Save, onde raros eram os portugueses, nenhum dos quais, aliás, com interesses artísticos , exceptuando o Pai que, em tempos de juventude, também manejara os pincéis e que desta forma, teve uma grande influência no seu desenvolvimento cultural.

Esta situação de isolamento – estado que muito aprecia e ainda cultiva – deixaram-lhe tempo para observar cuidadosamente as vivências da população negra que a cercava e de que tomou apontamentos que juntamente com a especial memoria visual de que é dotada, continuam a servir-lhe para os trabalhos que vem desenvolvendo desde que, em 1955, ficou a viver “na Cidade”[Lourenço Marques, hoje Maputo], i.e., há 53 anos, paixão a que, ainda hoje, continua a dedicar, vespertinamente, entre 4 a 5 horas diárias.

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Ana Maria em Lourenço Marques, anos 50.

Estabelecida, após a morte do Pai, na capital moçambicana, empregou-se como praticante de desenhadora na Missão de Fotogrametria Aérea, organismo autónomo que funcionava num espaço junto dos Serviços de Agrimensura em Lourenço Marques, tendo seguidamente feito a sua primeira exposição individual de pintura em 1956, na Associação dos Naturais de Moçambique; foi depois, sempre como desenhadora, funcionária dos Serviços de Acção Psicossocial e da Organização Provincial de Voluntários de Moçambique até 1974, ano em que seguiu com o marido e os três filhos para Portugal Continental e onde fixou residência.

Viveu primeiramente na Capital e depois em Caxias – pequena Vila situada a poucos quilómetros de Lisboa -, onde continua a pintar e a estudar centenas de livros das suas estantes, aqueles Mestres que mais lhe interessam, em especial os impressionistas que, em verdade, sempre considerou os de maior relevo para a sua prática de recolha dos usos e costumes dos povos africanos com que conviveu.

12/01/2017

A MEDIÇÃO DA HORA EM LOURENÇO MARQUES, 1900-1910

Este texto, que conclui esta manhã, é dedicado ao Paulo Pires Teixeira, que espero me arranje uma boa fotografia do relógio hoje situado na ponta Sul da Praça 25 de Junho em Maputo.

 

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Um dos relógios públicos, instalados num dos cais da Estação Ferroviária de Lourenço Marques.

“Boa tarde, podia-me dizer que horas são?”

A resposta a esta pergunta, provavelmente uma das mais essenciais da civilização moderna, onde a contabilização do tempo constitui um elemento-chave que guia a vida e as actividades da sociedade, quando feita na então Baixa da pacata Cidade de Lourenço Marques, no fim do Século XIX, podia ser tão simples ou complicada como o é, efectivamente, hoje, em que vivemos numa era em que somos servidos por redes globais de satélites GPS (sigla para Sistema de Posicionamento Global) situadas no espaço, sincronizadas com relógios atómicos e difundidos através de complexas redes de comunicações, via rádio, internet, etc.

Como é que, no fim do Século XIX, se respondia a esta questão em Lourenço Marques? mesmo naquela altura, na pequena cidadezinha colonial, já havia a necessidade de conhecer a hora exacta, em áreas como a navegação marítima, transportes ferroviários, comunicações por telégrafo e a determinação das horas de trabalho, entre outras. O desafio tecnológico era considerável e os meios de se transmitir a hora variados, desde sinos de igreja, tiros de canhão, ou meios visuais como bandeiras e bolas.

Mas como se media, então, a hora, em Lourenço Marques em 1900?

A nascente cidade colonial começou a ter essa necessidade a partir do final do Século XIX, quando foi inaugurada, em Julho de 1895, a linha férrea que ligava Lourenço Marques a Pretória e Joanesburgo, e, pouco depois, quando se inaugurou o enorme Cais Gorjão, com quase um quilómetro de comprimento, e a Cidade passou a ter o melhor porto da Costa Oriental de África, visitada por inúmeros navios – sendo que todos os navios possuiam relógios mecânicos (“cronómetros de bordo”) que tinham que manter a hora exacta, uma vez que saber a hora exacta era essencial para se poder calcular de forma fiável a longitude e, logo, juntamente com a latitude, ler os mapas e estabelecer a localização precisa dos navios no mar.

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O relógio na fachada da Estação Ferroviária de Lourenço Marques, foto recente. A fachada foi concluída na segunda década do Século XX.

Até ao início do Século XX, uma das formas comuns de comunicar a hora era através da queda de uma enorme bola metálica num poste, exactamente às 12 horas. Inúmeras cidades no mundo seguiam esse método. Uma utilização evocativa desse método é ainda a “queda da bola” na Times Square em Nova Iorque às zero horas do primeiro dia de cada ano, que é transmitida pela televisão.

Entre 1900 e 1910, Lourenço Marques finalmente confrontou-se com o problema da determinação exacta da hora.

A Capitania do Porto, que na altura ainda estava instalada na velha fortaleza de Nossa Senhora da Conceição, na Baixa, na altura um feio conjunto de barracões e muralhas, assegurava a monitorização do tempo com um pequeno posto meteorológico e ainda o disparo de um canhão, instalado na muralha a Sul e virado para a Baía, que todos os dias, exactamente ás 13 horas, anunciava estrondosamente o sinal horário para uso pela navegação e pelos habitantes da Cidade, que certamente já estavam habituados àquele atroar.

Na Ponta Vermelha havia ainda um balão preto içado num chamado mastro semafórico, semelhante ao da Times Square, que descia abruptamente sempre que se ouvia o tiro das 13 horas disparado na Fortaleza. O dispositivo fora instalado em Janeiro de 1901 pelo brilhante Coronel de Engenharia e Astrónomo português, Frederico Tomás Oom (filho, 1864-1930) e podia ser visualizado pelas tripulações dos navios que demandavam a Baía do Espírito Santo.

Mas não sei ainda como estimavam a hora exacta na delapidada Fortaleza, determinação que, até meados do século passado, era assunto do domínio exclusivo da observação astronómica.

E não havia um observatório astronómico em Lourenço Marques.

A 1 de Junho de 1905, por proposta de Hugo de Lacerda, Capitão do Porto de Lourenço Marques, então recentemente inaugurado, e com o fim de reorganizar o serviço da hora oficial, a Comissão Permanente de Melhoramentos do Porto de Lourenço Marques, deliberou a criação, na Cidade, de uma estrutura formal que assegurasse um serviço de meteorologia e de cálculo da hora legal com um elevado grau precisão.

Em 22 de Outubro de 1906, sob a supervisão de, e projectado por, Frederico Tomás Oom, o maior perito científico português de então no cálculo da hora, que viera do Observatório Astronómico de Lisboa, iniciou-se a construção de um observatório astronómico, num terreno que até então constituía a extrema Sul da Concessão Somershield. Mais tarde, ali ao lado foi constituído o Parque José Cabral, hoje denominado Parque dos Continuadores.

O Observatório foi inaugurado em 1909 e seria baptizado com o nome Observatório Astronómico e Meteorológico Campos Rodrigues, em honra do distinto oficial astrónomo português César Augusto de Campos Rodrigues (Lisboa, 1836- 1919), que de facto visitara uma vez brevemente Lourenço Marques em 1882 numa pesquisa científica e que, juntamente com Fernando Oom e o seu Pai, haviam revolucionado a meteorologia, a astronomia – e a medição do tempo – em Portugal.

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O Observatório Meteorológico e Astronómico Campos Rodrigues na Polana, em Lourenço Marques, alguns anos após a sua entrada em funcionamento.

Na altura, Sir Napier Shaw, Presidente da Secção de Meteorologia da União Geográfica e de Geofísica Internacional, considerou o observatório de Lourenço Marques entre os 50 melhores observatórios meteorológicos do mundo.

Pretendia-se ainda que o novo serviço serviço meteorológico passasse também a centralizar e coordenar a informação que já era recolhida e analisada em vários pontos da então África Oriental Portuguesa.

Curiosamente, foi o mirante situado no topo do Observatório, destinado aos aparelhos que devem ficar mais elevados do nível do solo, que serviu de “marco” geodésico, medindo-se a partir dele os ângulos das numerosas direcções que dali originam, constituindo um dos pontos mais importantes da triangulação realizada pela Missão Geodésica, então chefiada pelo então Capitão-Tenente Gago Coutinho, que fez os primeiros mapeamentos cartográficos rigorosos de Moçambique, nomeadamente delineando as que mais tarde passaram a constituir as fronteiras definitivas da futura República de Moçambique.

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O Observatório, visto por trás. Note.se o mirante no topo do edifício.

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O Observatório, num imagem recente.

No que concerne a instalação de um sistema moderno para a medição da hora, Frederico Oom, que já tinha instalado dispositivos nas Ilhas dos Açores para apoio da navegação local, e que mantinha um relacionamento científico estreito com as tecnologias de ponta da época, desloca-se em 1907 à grande cidade portuária alemã de Hamburgo, em cujo porto havia sido instalado um sistema inovador de medição e divulgação da hora. Ele adquiriu o equipamento semelhante ao utilizado naquele porto alemão e em seguida instala-o em Lourenço Marques.

Assim, em 1909, foi colocado à entrada do Porto, junto da Praça 7 de Março (actualmente, Praça 25 de Junho) um relógio eléctrico que passou a comunicar, com maior exactidão, a hora em Moçambique.

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O relógio eléctrico instalado em 1909 à entrada do Porto de Lourenço Marques, junto da Praça 7 de Março (actual Praça 25 de Junho) e que veio de Hamburgo, na Alemanha. Estava sincronizado por cabos telegráficos com o mecanismo astronómico no Observatório Campos Rodrigues na Polana.

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Outra imagem em que se vê o relógio eléctrico.

O mecanismo, fornecido por uma relojoaria alemã, tinha por principal função emitir a hora exata, não só para os habitantes da Cidade, mas também para os navios que visitavam o porto. O funcionamento do relógio era sincronizado electromagneticamente, a cada dois segundos, via uma linha telegráfica, com um mecanismo munido de um pêndulo astronómico instalado no Observatório Campos Rodrigues, na Polana, mantendo-se assim o rigor da informação horária. O aparato comandava ainda, à distância, postes de sinalização com poderosas lâmpadas eléctricas, colocados de forma a assegurar a transmissão luminosa dos sinais horários às tripulações dos navios.

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A Praça 7 de Março em Lourenço Marques, fotografada a partir da doca de embarcações ligeiras, segunda década do Séc. XX. A edificação à esquerda é o Relógio mandado instalar por Frederico Ooms em 1909. À direita vê-se parte do Capitania Building, atrás do qual estava a velha Fortaleza.

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Imagem da parte Sul da Praça 7 de Março (actual Praça 25 de Junho) nos anos 60. O relógio pode-se ver mesmo à direita da estátua em homenagem a António Ennes.

O trabalho pioneiro realizado por Frederico Oom em Lourenço Marques serviu como referência para trabalhos semelhantes, efectuados mais tarde pela sua equipa nos portos de Luanda, de Goa e de Lisboa, cidade onde o sistema só foi instalado em 1914. No caso de Lisboa, a Comissão que recomendará instalar o mesmo sistema que o que fora utilizado em Lourenço Marques e em Hamburgo, era composta por Hugo de Lacerda e Frederico Oom, que estiveram envolvidos com o processo da capital moçambicana, e o Capitão-Tenente Augusto Ramos da Costa, que então dirigia o sistema de medição da hora em Portugal, a partir do Arsenal.

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Imagem recente do Relógio instalado em 1914 em Lisboa, no Cais do Sodré, pelo Observatório Astronómico de Lisboa, em tudo semelhante ao que foi instalado em 1909 em Lourenço Marques. Hoje é uma atracção turística da Cidade de Lisboa.

 

Fontes:
http://www.inam.gov.mz/
http://oal.ul.pt/inicio/historia-recente-do-oal/o-director-campos-rodrigues/cronologia-da-vida-e-obra-de-campos-rodrigues/
http://oal.ul.pt/inicio/historia-recente-do-oal/o-director-campos-rodrigues/
http://johost.eu/vol8_fall_2013/vol8_5.htm
http://iuhps.org/conferences/conf2014/20140825sic/book%20of%20abstracts.pdf
http://www.cincinnatiobservatory.org/media/documents/How_Time_Balls_Worked.pdf
http://www.pescazores.com/noticias/nacionais/relogio-da-hora-legal-no-cais-do-sodre/
https://books.google.pt/books?id=UUFhDQAAQBAJ&pg=PA107&lpg=PA107&dq=electric+Light+Louren%C3%A7o+Marques&source=bl&ots=r4WzHK8-kK&sig=xgtU12VdW0D0Wl9mEg5LGvWWX0k&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwit3dqK9bfRAhUFRhQKHc6CA-YQ6AEIGzAA#v=onepage&q=electric%20Light%20Louren%C3%A7o%20Marques&f=false
http://www.hs.uni-hamburg.de/DE/Oef/Stw/anderson/Move%20to%20Bergedorf.htm
Edifícios históricos de Lourenço Marques – Alfredo Pereira de Lima

17/06/2016

ALUNOS DA ENGLISH PRIMARY SCHOOL OF LOURENÇO MARQUES, GRADE 1, 1965

Foto gentilmente cedida pelo Alan Fitzpatrick, restaurada por mim.

 

A turma da 1ª Classe da EPS de LM em 1965, com a Professora, Mrs. Giestiera

A turma da 1ª Classe da EPS de LM em 1965, com a Professora, Mrs. Giestiera

 

Uma grelha para os nomes de quem aparece na fotografia. Quem souber os nomes, por favor escreva para aqui.

Uma grelha para os nomes de quem aparece na fotografia. Quem souber os nomes, por favor escreva para aqui. 1 – ?, 2 – ?, 3- ?, 4- ?, 5- Alan Fitzpatrick; 6 – Professora Giestiera (afrikaner, casada com um sr português), 16 – filha do cônsul rodesiano em LM

CAPA DE REPORT FORM DA ENGLISH PRIMARY SCHOOL OF LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

Filed under: English Primary School of Lourenço Marques — ABM @ 15:42

Foto gentilmente cedida pelo Alan Fitzpatrick, restaurada por mim.

Capa de ficha de relatório da EPS of LM.

Capa de ficha de relatório da EPS of LM.

09/06/2016

GARRAFA DE CERVEJA LAURENTINA, FÁBRICAS DE CERVEJA REUNIDAS, ANOS 1950

Filed under: Cerveja Laurentina, Fábricas Reunidas — ABM @ 16:13

 

 

Frente.

Frente.

 

Verso.

Verso.

RÓTULO DO PARQUE NACIONAL DA GORONGOSA, ANOS 1960

 

Creio que estes rótulos eram dados aos visitantes do Parque, muitos dos quais os afixavam nas suas viaturas.

 

Rótulo do Parque Nacional da Gorongosa, anos 60. Na altura era o principal parque natural e animal de Moçambique e uma atracção mundial.

Rótulo do Parque Nacional da Gorongosa, anos 60. Na altura o PNG era o principal parque natural e animal de Moçambique e uma atracção mundial.

O MACHIMBOMBO DA CARREIRA Nº7 DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

Filed under: Machimbombo nº7 de LM — ABM @ 15:49
O machimbombo nº7 em Lourenço Marques, anos 60.

O machimbombo nº7 em Lourenço Marques, anos 60. Pertencia aos Serviços Municipalizados de Viação e fazia a carreira entre a Praça do Xipamanine e a Praça Mac-Mahon (hoje Praça dos Trabalhadores). Grato ao Sr Enoque Fumo pela informação.

PESCANDO NA PRAIA DA POLANA EM LOURENÇO MARQUES, 1900

Filed under: LM Praia da Polana, Pesca na Praia da Polana 1900 — ABM @ 15:42

 

Um pescador exibe a sua pesca na Praia da Polana em Lourenço Marques, cerca de 1900.

Um pescador exibe a sua pesca na Praia da Polana em Lourenço Marques, cerca de 1900.

CARTAZ PUBLICITÁRIO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1940

Filed under: Cartaz Publicitário de LM anos 40 — ABM @ 15:22

 

Na altura o maior mercado turístico da Cidade era o mercado sul-africano.

Na altura o maior mercado turístico da Cidade era o mercado sul-africano.

CERVEJA EXTRA STOUT DA FÁBRICA DE CERVEJA NACIONAL EM LOURENÇO MARQUES

Não sei bem em que era se vendeu este produto.

 

Rótulo da Cerveja Extra Stout.

Rótulo da Cerveja Extra Stout.

01/06/2016

CRIANÇAS DE MOÇAMBIQUE, DE J&M LAZARUS, 1902

 

Crianças de Moçambique, foto dos irmãos J&M Lazarus, 1902.

Crianças de Moçambique, foto dos irmãos J&M Lazarus, 1902.

07/05/2016

DIPLOMA DA 4ª CLASSE EMITIDO EM LOURENÇO MARQUES EM 1953

Imagem cortesia do Orlando Branquinho.

Diploma da 4ª Classe, emitido a 7 de Agosto de 1953 em Lourenço Marques.

fb orlando branqwuinho diploma 4ª classe

21/04/2014

BILHETE DA DETA, 1953

Este artifacto está à venda no Ebay.

 

Capa de Bilhete da DETA, 1963.

Capa de Bilhete da DETA, 1953.

 

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Uma viagem da Beira para Lourenço Marques custava 1.570 Escudos.

SALEIRO E PIMENTEIRO DO CARLTON HOTEL EM LOURENÇO MARQUES

 

 

Um saleiro e um pimenteiro do Carlton Hotel, recentemente à venda em Portugal.

Um saleiro e um pimenteiro do Carlton Hotel, recentemente à venda em Portugal.

 

O Hotel Carlton em Lourenço Marques, anos 30.

O Hotel Carlton em Lourenço Marques, anos 30. Situado na Rua Major Araújo (actualmente, Rua de Bagamoyo).

17/04/2014

LOJA INDIANA EM MANDEGOS, CHIMOIO, 1910

Filed under: Loja Indiana Chimoio 1910 — ABM @ 13:27

 

 

Loja indiana no Chimoio, Moçambique, 1930.

Loja indiana no Chimoio, Moçambique, 1910.

 

Outra imagem.

Outra imagem.

16/04/2014

BOEING 707 DA TAP, ANOS 70

 

 

Um Boeing 707 da TAP, o primeiro avião a jacto a ligar Lisboa e Lourenço Marques, nos anos 60.

Um Boeing 707 da TAP, o primeiro avião a jacto a ligar Lisboa e Lourenço Marques, nos anos 70.

COMBOIO A CARVÃO DOS CFM EM LOURENÇO MARQUES, 1967

 

Comboio a carvão num dos cais da estação ferroviária de Lourenço Marques, 1967.

Comboio a carvão num dos cais da estação ferroviária de Lourenço Marques, 1967.

25/12/2013

O PRIMEIRO VOO DUM BOEING 707 DE LOURENÇO MARQUES NA NOVA PISTA, 1970

Com vénia do blog Bic Laranja, refere o espólio do Comandante Amado da Cunha.

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Um Boeing 707 dos Transportes Aéreos Portugueses a descolar da nova pista do Aeroporto em Mavalane, 1970.

CARTAZ TURÍSTICO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1950

Filed under: Cartaz turístico de Lourenço Marques — ABM @ 16:42
Cartaz turístico de Lourenço Marques, penso que dos anos 60.

Cartaz turístico de Lourenço Marques, penso que dos anos 50. Praticamente desde que abriu a linha férrea para a África do Sul, a capital de Moçambique tornou-se um destino turístico para o mercado sul-africano.

O CIRCO BOSWELL-WILKIE EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: Circo Boswell-Wilkie — ABM @ 16:04

Cartaz do Circo Boswell-Wilkie, que, antes da Independência, visitava Lourenço Marques na altura do Natal, alternando com circos portugueses.

 

Outro cartaz do Circo Boswell-Wilkie, uma companhia de circo sul-africana que penso que ainda existe.

Outro cartaz do Circo Boswell-Wilkie, uma companhia de circo sul-africana que penso que ainda existe.

 

03/11/2013

O NRP TETE NO RIO ZAMBEZE EM 1971

Filed under: NRP Tete no Rio Zambeze 1971 — ABM @ 20:47

Foto copiada com vénia do sítio do Destacamento Nº5 de Fuzileiros Especiais.

 

A canhoneira "Tete", o último navio desse tipo da Marinha de Guerra Portuguesa, comandada em acumulação pelo capitão do porto dos portos do Chinde, subiu o Rio Zambeze e atracou em Tete na altura em que ali se encontrava o DFE5 e se aproximava o fim da sua comissão em Moçambique. Era o único Navio da República Portuguesa (NRP) nesta parte do Rio Zambeze.A fotografia é de 02 de Fevereiro de 1971. Era seu comandante o CTEN Fernando Manuel Loureiro de Sousa.

“A canhoneira “Tete”, o último navio deste tipo da Marinha de Guerra Portuguesa, comandada em acumulação pelo capitão do porto dos portos do Chinde, subiu o Rio Zambeze e atracou em Tete na altura em que ali se encontrava o DFE5 e se aproximava o fim da sua comissão em Moçambique. Era o único Navio da República Portuguesa (NRP) nesta parte do Rio Zambeze. A fotografia é de 2 de Fevereiro de 1971. Era seu comandante o CTEN Fernando Manuel Loureiro de Sousa.”

26/10/2013

A ESTÁTUA DO AVIADOR SACADURA CABRAL NO AEROPORTO DA BEIRA, ANOS 1970

Homenagem a Sacadura Cabral na Beira. Após a grande ampliação feita na aerogare da Beira durante os anos 60, o aeroporto foi designado com o nome deste aviador, parceiro de Gago Coutinho em 1922 e desaparecido em 1924.

Homenagem ao aviador português Sacadura Cabral na Beira. Após a grande ampliação feita na aerogare da Beira durante os anos 60, o aeroporto foi designado com o nome deste aviador, parceiro de Gago Coutinho em 1922 e desaparecido em 1924 e onde se encontrava esta estátua. Segundo o José Carlos Portela, a estátua é da autoria de Jorge Vasconcelos e é de 1972. Este escultor viveu entre 1962 e 1975 na cidade da Beira, actualmente vive no Norte de Portugal e faz parte do grupo Arte 6 em Braga.

Sacadura Cabral viveu e trabalhou em Moçambique. Refere a Wikipédia:

Artur de Sacadura Freire Cabral, mais conhecido por Sacadura Cabral GCTE • ComA (Celorico da Beira, São Pedro, 23 de Maio de 1881 — Mar do Norte, 15 de Novembro de 1924)1 foi um aviador e oficial da Marinha Portuguesa.

Era filho primogénito de Artur de Sacadura Freire Cabral (Celorico da Beira, São Pedro, 16 de Outubro de 1855 – Lisboa, 19 de Março de 1901) e de sua mulher (casados em Seia) Maria Augusta da Silva Esteves de Vasconcelos (Viseu, Sé Ocidental, 11 de Julho de 1861 – Lisboa, 3 de Abril de 1913).2 Após os estudos primários e secundários assentou praça em 10 de Novembro de 1897 como aspirante de marinha e frequentou a Escola Naval, onde foi o primeiro classificado do seu curso. Foi promovido a segundo-tenente em 27 de Abril de 1903, a primeiro-tenente a 30 de Setembro de 1911, a capitão-tenente em 25 de Abril de 1918 e, por distinção, a capitão-de-fragata em 1922. Terminado o seu curso, seguiu em 1901, a bordo do São Gabriel, para a Divisão Naval de Moçambique.

Serviu nas colónias ultramarinas no decurso da Primeira Guerra Mundial. Foi um dos primeiros instrutores da Escola Militar de Aviação, director dos serviços de Aeronáutica Naval e comandante de esquadrilha na Base Naval de Lisboa.

Unanimemente considerado um aviador distintíssimo pelas suas qualidades de coragem e inteligência, notabilizou-se a nível mundial, ultrapassando as insuficiências técnicas e materiais que na época se faziam sentir. Quando conheceu, em África, Gago Coutinho, incentivou-o a dedicar-se ao problema da navegação aérea, o que levou ao desenvolvimento do sextante de bolha artificial. Juntos inventaram um “corretor de rumos” para compensar o desvio causado pelo vento. Realizou diversas travessias aéreas memoráveis, notabilizando-se especialmente em 1922, ao efectuar com Gago Coutinho, a primeira travessia aérea do Atlântico Sul.

Navegou durante dois anos nas costas de Moçambique até que, em 1905, foi deliberado pelo governo que se procedesse a um levantamento hidrográfico rigoroso da baía de Lourenço Marques (hoje Maputo), em preparação da modernização do seu porto. Sacadura Cabral foi um dos oficiais escolhidos para este trabalho e, em colaboração com o seu camarada guarda-marinha, Bon de Sousa, fez uma carta hidrográfica do rio Espírito Santo e de trechos dos rios Tembe, Umbeluzi e Matola. Em 1906 e 1907 trabalhou como topógrafo na rectificação da fronteira entre o Transvaal e Lourenço Marques, serviço que foi feito em concorrência com os agrimensores ingleses do Transvaal.

Em 1907 chegou a Moçambique uma missão geodésica de que era chefe Gago Coutinho. No desempenho de missões geodésicas e geográficas, trabalharam juntos desde 1907 a 1910. Sacadura Cabral revelou nestes trabalhos as suas capacidades como geógrafo e astrónomo, bem como organizador.

Em 1911 concorreu aos serviços de Agrimensura de Angola, tendo sido nomeado para o lugar de subdirector destes serviços. Em Angola desempenhou vários serviços neste cargo, entre os quais observações astronómicas no Observatório de Angola e o reconhecimento da fronteira da Lunda. Em 1912 participou, com Gago Coutinho, na missão do Barotze, a fim de se delimitarem as fronteiras leste de Angola, o que foi feito em mais de 800 quilómetros. Sacadura Cabral regressou à metrópole em 1915.

Entretanto o Aero Club de Portugal procurava fazer propaganda da aviação e conseguiu que o governo abrisse um concurso para que os oficiais do exército e da marinha fossem enviados a várias escolas estrangeiras de aviação para nelas obterem o brevet de piloto aviador militar.

Sacadura Cabral foi para a França e deu entrada na Escola Militar de Chartres. Em 11 de Novembro de 1915 realizou o seu primeiro voo como passageiro e, a 16 de Janeiro de 1916 fez o seu primeiro voo como piloto. Em Março fez as provas de brevet com aprovação. Ainda em França seguiu para a Escola de Aviação Marítima de Saint Raphael, onde se especializou em hidroaviões. Frequentou ainda várias escolas de aperfeiçoamento e esteve na Escola de Buc, pilotando aviões Blériot e Caudron G.

Terminada a sua aprendizagem em França, regressou a Portugal em Agosto de 1916. Nesta altura estava a ser organizada a Escola de Aviação Militar em Vila Nova da Rainha e Sacadura Cabral foi aí incorporado como piloto instrutor.

Entretanto, tendo o governo resolvido enviar para Moçambique uma esquadrilha de aviação para cooperar com o exército, na região do Niassa, na defesa deste território em relação aos ataques alemães, Sacadura Cabral foi encarregado de adquirir em França o material necessário. Esta foi a primeira unidade de aviação constituída em Portugal.

Em seguida Sacadura Cabral foi encarregado de organizar a aviação marítima em Portugal, tendo sido nomeado, em 1918, director dos Serviços da Aeronáutica Naval e, a seguir, comandante da Esquadrilha Aérea da Base Naval de Lisboa. Em 1919 foi nomeado para fazer parte da Comissão encarregada de dar parecer sobre a melhor forma de pôr em prática um plano de navegação aérea. Nesse ano, a 11 de Março, foi feito Comendador da Ordem Militar de Avis.

Demonstrou, nesse mesmo ano, a viabilidade de vir a ser tentada a viagem aérea Lisboa-Rio de Janeiro, tendo sido nomeado para proceder aos estudos necessários para a sua efectivação. Foi então à Inglaterra e à França, a fim de escolher o melhor material para equipar a Aviação Marítima, e propor o tipo de aparelho em que poderia vir a ser tentada a viagem Portugal-Brasil.

Enquanto esteve nestes dois países desempenhou as funções de adido aeronáutico. Em 1920 fez parte da Comissão Mista de Aeronáutica.

Em 1921 realizou, com Gago Coutinho e Ortins de Bettencourt, a viagem Lisboa-Madeira, para experiência dos métodos e instrumentos criados por ele e Gago Coutinho para navegação aérea que, em 1922, vieram a ser comprovados durante a primeira travessia aérea do Atlântico Sul.

Nesse ano, a 1 de Maio, tornou-se o 347.º Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito5 e a 2 de Junho o 36.º Sócio Honorário do Ginásio Clube Figueirense.

Em 1923 elaborou um projecto de viagem aérea de circum-navegação, que não conseguiu realizar por falta de meios materiais. Em 1924, convencido de que o Governo não correspondia ao esforço por ele levado a cabo para a eficiência da Aviação Marítima, apresentou o seu pedido de demissão de oficial da Marinha, pedido que foi indeferido. Ainda em 1924, foi nomeado para estudar uma proposta feita ao governo para o estabelecimento de carreiras aéreas com fins comerciais. Morreu a 15 de Novembro de 1924, quando pilotava um Fokker 4146 de Amesterdão para Lisboa, um dos cinco aviões que haviam sido adquiridos por subscrição pública, e que seriam utilizados no seu projecto da viagem aérea à Índia, uma vez fracassado o seu projecto de circum-navegação.

Actividade científica

Juntamente com Gago Coutinho estudou um novo aparelho com o qual se viria a conseguir uma navegação estimada, e que viria a auxiliar e a completar a navegação astronómica por intermédio do sextante modificado por Gago Coutinho. Inicialmente este aparelho foi chamado “Plaqué de Abatimento” e mais tarde “Corrector de Rumos – Coutinho-Sacadura”.

Este aparelho foi experimentado na primeira viagem aérea Lisboa-Madeira realizada em 1921. Tendo obtido os melhores resultados na sua utilização, este aparelho foi apresentado ao Congresso Internacional de Navegação Aérea, realizado em Paris de 15 a 25 de Novembro de 1921, onde teve boa aceitação. A memória descritiva do “Corrector” foi publicada nos Anais do Club Militar Naval.

A preparação para a primeira travessia aérea do Atlântico Sul é da iniciativa de Sacadura Cabral, que expôs o projecto a Gago Coutinho, o que motivou que este acelerasse a adaptação do sextante clássico de navegação marítima à navegação aérea. A travessia iniciou-se em 30 de Março de 1922, em Belém no hidroavião “Lusitânia”. A primeira escala foi nas Canárias, de onde partiram para São Vicente, em Cabo Verde. Daqui partiram para os Penedos de São Pedro, com problemas de consumo de combustível. Ao amarar, uma vaga arrancou um dos flutuadores do “Lusitânia”, o que provocou o afundamento do avião. Os aviadores foram recolhidos pelo navio “República”. O “Lusitânia” acabara de realizar uma etapa de mais de onze horas sobre o oceano, sem navios de apoio, mantendo uma rota matematicamente rigorosa, o que mais uma vez veio provar a precisão do sextante modificado, pois os Penedos de São Pedro e São Paulo podem considerar-se um ponto insignificante na enorme vastidão atlântica.

O governo enviou um outro hidroavião Fairey 16, cujo motor veio a avariar no percurso entre os Penedos de São Pedro e São Paulo e a ilha de Fernando de Noronha. Foi pedido um novo Fairey ao governo português, que foi enviado no “Carvalho Araújo”. Três dias depois partiram para o troço final, chegando à baía de Guanabara e terminando a viagem no Rio de Janeiro a 17 de Junho, depois várias escalas.

Esta viagem aérea constituiu um marco importante na aviação mundial, pois veio comprovar a eficácia do sextante aperfeiçoado por Gago Coutinho, com a ajuda de Sacadura Cabral, que permitia a navegação aérea astronómica com uma precisão nunca antes conseguida.

Faleceu num desastre de aviação algures no Mar do Norte, em 1924, quando voava em direcção a Lisboa, pilotando um avião que se despenhou. O cadáver nunca foi encontrado. Acerca da sua morte escreveu um Poeta: “Encontrou a sepultura em pleno mar / Que a terra, donde andava foragido, / Era pequena demais para o sepultar.”

RIBEIRO DA SILVA NO RÁDIO CLUBE DE MOÇAMBIQUE EM LOURENÇO MARQUES, 1962-1975

Imagens de Carlos Alberto Ribeiro da Silva, gentilmente cedidas, restauradas.

Entre 1962 e 1975, o Carlos foi técnico de som no Rádio Clube de Moçambique em Lourenço Marques. Actualmente, reside em Setúbal, Portugal.

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Este parece ser o primeiro cartão de credencial de Ribeiro da Silva no Rádio Clube de Moçambique, 1962.

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Ribeiro da Silva junto de algum do equipamento do RCM.

Uma nota de Thomaz Vieira

Uma nota de Thomaz Vieira a agradecer a Ribeiro da Silva a colaboração prestada na preparação do lendário programa “Teatro em Sua Casa”, do Rádio Clube de Moçambique, 24 de Agosto de 1964.

Ribeira da Silva em Vila Trigo de Morais (actualmente Chókwé) durante um espectáculo, anos 60.

Ribeiro da Silva em Vila Trigo de Morais (actualmente Chókwé) durante um espectáculo, anos 60.

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Ribeiro da Silva nas instalações do Rádio Clube.

Na cabine de som do Rádio Clube com Sampaio e Silva.

Na cabine de som do Rádio Clube de Moçambique com o então locutor Sampaio e Silva.

Ribeiro da SDilva em Vila Trigo de Morais, ao serviço da Delta Publicidade, 1972.

Ribeiro da Silva em Vila Trigo de Morais, ao serviço da Delta Publicidade, 1972.

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Livre-trânsito de Ribeiro da Silva, 27 de Março de 1975. Estava-se a três meses da declaração formal de Independência.

credencial

Credencial de Ribeiro da Silva, emitida pela Frelimo, 29 de Agosto de 1975, assinada por Graça Simbime, mais tarde Graça Machel.

Credencial

Credencial de Ribeiro da Silva, anos 70.

Credencial

Credencial de Ribeiro da Silva para a cerimónia formal de declaração de Independência no Estádio da Machava no dia 25 de Junho de 1975.

20/10/2013

O CIRCO EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: O Circo em LM 1960s — ABM @ 17:25

Fotografia de Jorge Quartin Borges.

 

O circo em Lourenço Marques, anos 60.

O circo em Lourenço Marques, anos 60.

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