THE DELAGOA BAY WORLD

06/08/2020

MULHER NA AVENIDA DA REPÚBLICA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

Imagem de Ricardo Rangel, retocada, agora parte de uma exposição em Maputo dedicada à mulher moçambicana.

 

Uma senhora, levando um bebé atrás, atravessa a Avenida da República em Lourenço Marques, levando consigo uma ovelha (acho eu), cedo de manhã, anos 60. Presumo que estivesse a caminho da Catembe. Atrás à direita, na esquina da Praça Vasco da Gama, onde se situa o Bazar, vê-se o Kiosk Olimpia, o último da Cidade, inacreditável e criminosamente demolido no final da década de 60 para ali implantar a sede do BCCI, que nunca foi inaugurada por causa da reviravolta com a independência (vinte anos mais tarde, viria a ser a sede do Banco Comercial de Moçambique e depois do Banco Internacional de Moçambique).

25/01/2020

A INAUGURAÇÃO DO CINEMA 700 NA MATOLA, ABRIL DE 1974

Por cortesia dos senhores do Arquivo da RTP, eis dois minutos da inauguração do então novo Cinema 700 na Matola, no dia….20 de Abril de 1974. Dado o que aconteceu na quinta-feira seguinte, esta deve ter sido das iniciativas mais infrutíferas na história dos negócios em Moçambique no final da era de administração portuguesa. Noto a presença, na audiência, do Ricardo Rangel, o posteriormente celebrado, putativo “pai da fotografia moçambicana”.

Ver o vídeo premindo aqui.

A fachada do Cinema 700 na Matola, no dia 20 de Abril de 1974. Previamente um poeirento e distante subúrbio de Lourenço Marques, a Matola de então, patética e brevemente rebaptizada como “Cidade Salazar” depois da morte do Dr. Salazar (mas ninguém lhe chamava isso) estava em franco crescimento.

24/05/2019

VELHOS COLONOS NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, 1963

Imagens retocadas, a partir de um original, colhido por Ricardo Rangel.

 

Na esquina das Avenidas da República e Dom Luiz, na Baixa de Lourenço Marques, 1963. À esquerda, um ardina a vender uma edição do Notícias. À frente dos dois homens, do outro lado da rua, podem-se ver o stand da Rifa Anual da Associação dos Velhos Colonos, a sede do Banco Standard e parte dos edifícios da Casa Coimbra e ao fundo a futura sede do Banco Nacional Ultramarino, então em acabamentos.

 

Detalhe da mesma imagem. Ao centro, um polícia sinaleiro, comum na Cidade até aos anos 70 e que controlavam o trânsito nas horas de ponta, que naquela altura duravam cerca de cinco a dez minutos.

 

 

12/02/2012

GOUVÊA LEMOS E RICARDO RANGEL, JORNALISTA E FOTÓGRAFO, ANOS 1960

Filed under: Gouvêa Lemos, PESSOAS, Ricardo Rangel — ABM @ 00:37

Foto restaurada.

Para ver em tamanho maior, prima duas vezes na imagem com o rato do seu computador.

O conhecido jornalista Gouvêa Lemos e o não menos conhecido fotógrafo Ricardo Rangel, juntos num restaurante de Lourenço Marques (penso), anos 1960.

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