THE DELAGOA BAY WORLD

30/10/2017

A RUA DA MESQUITA EM LOURENÇO MARQUES, 1927

Detalhe de fotografia de um dos álbuns de José dos Santos Rufino, retocada.

A Velha Mesquita fica situada à esquerda, nos anos 60 a Papelaria Spanos ficava do lado direito na esquina com a Rua Consiglieri Pedroso.

 

A Rua da Mesquita. Por um tempo teve outros nomes, entre eles Rua Salazar. E Pelos vistos havia uma loja da Marta da Cruz e Tavares do lado direito.

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13/10/2017

O KIOSK LIÃO D’OURO NA PRAÇA 7 DE MARÇO EM LOURENÇO MARQUES, DÉCADA DE 1920

Filed under: LM Baixa, LM Kiosk Lião D'Ouro, LM Praça 7 de Março — ABM @ 13:52

Detalhe de imagem de um dos álbuns de Santos Rufino, publicado em 1929.

 

O kiosk Lião D’Ouro, na Praça 7 de Março na Baixa de Lourenço Marques, meados da década de 1920. Segundo o Rogério S, ficava situado mesmo em frente à muralha Sul, em frente à Praça 7 de Março, logo a seguir ao Capitania Building, que se pode ver atrás nesta fotografia.

 

10/10/2017

O GRUPO DESPORTIVO LOURENÇO MARQUES, 1949

Filed under: LM Baixa, LM Câmara municipal, LM Desportivo — ABM @ 21:35

Fotografia de Luis Filipe, herdada do seu Pai, que então acabara de chegar à capital de Moçambique.

 

O complexo do Grupo Desportivo Lourenço Marques, 1949, pouco depois da inauguração da piscina. Em frente, a antiga sede da Câmara Municipal de Lourenço Marques. Na ponta inferior do lado esquerdo desta imagem, vêem-se as bancadas do campo de futebol do Sporting Clube de de Lourenço Marques.

 

O Grande Francisco Velasco comentou assim esta imagem: Este ano foi a Inauguração do rinque do Clube Desportivo de Lourenço Marques, situado no canto direito superior pela magnífica Selecção Nacional Portuguesa Campeã do Mundo que desencadeou o interesse e entusiasmo em esteróides pela prática do hóquei em patins. Tinha 14 anos bem como os meus colegas e do grupo de rapazes sentados nas bancadas, uns quinze… dez anos mais tarde quatro deles foram Campeões Mundo, 7 campeões da Europa e 4 Campeões Latinos. Foi obra …!

08/10/2017

A AVENIDA DA REPÚBLICA EM LOURENÇO MARQUES, EM 1900, 1960, 1966 E 1972

Grato ao grande Magno Antunes e ao Fernando Pinho.

O interessante neste caso é que as quatro imagens foram tiradas praticamente do mesmo local e ângulo mas com um intervalo de cerca de 50 a 70 anos: da esquina da Praça onde fica situado o Bazar de Lourenço Marques, na direcção Nascente.

Se algum exmo. Leitor em Maputo fizer o favor de tirar e me enviar uma imagem do mesmo ângulo, mas actual, eu colocaria aqui, com agradecimentos profundos.

A então Avenida Dom Carlos em Lourenço Marques, cerca de 1900. Posteriormente re-baptizada como Avenida da República e actualmente Avenida 25 de Setembro. Foto de Joseph e Maurice Lazarus, os lendários retratistas da Cidade. Reparem no edifício à direita, mais tarde a Casa Bayly.

 

A Avenida da República, cerca de 1960. À direita, o mesmo edifício, nesta altura a Casa Bayly. Mais abaixo, a Casa Coimbra. Cerca de dez anos mais tarde, o edifício da Casa Bayly foi demolido e ali foi edificado o Hotel Turismo, um investimento de um dos membros da Família Abreu (que também detinham o Hotel Tivoli). Este hotel ainda existe e opera como tal.

 

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O mesmo local na segunda metade dos anos 60, em que já se vê edificado o edifício do Banco Nacional Ultramarino.

 

1972. Na esquina, agora um arranha-céus, o Hotel Turismo.

30/09/2017

O BAZAR DE LOURENÇO MARQUES E A PRAÇA VASCO DA GAMA, ANOS 1930

Filed under: LM Baixa, LM Bazar, LM Praça Vasco da Gama — ABM @ 21:48

Muita gente não sabe, ou não se lembra, que o local onde se situa o Bazar na Baixa se chamava Praça Vasco da Gama e que o local teve esse nome até 1975. E que de facto em redor do Bazar chegou a haver um lindo jardim, Penso que até aos anos 30.

 

O Bazar de Lourenço Marques e o jardim em redor.

07/09/2017

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES E O TEATRO SCALA, ANOS 40

 

A esquina das Avenidas da República e Dom Luiz I em Lourenço Marques, vendo-se em frente o Scala, ladeado pelo Edifício da Breyner & Wirth e, do outro lado, o Avenida Building. Note-se que o pavimento ainda é de macadame e os passeios do lado Sul com areia.

26/08/2017

O KIOSK CHALET NA PRAÇA 7 DE MARÇO EM LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉC. XX

Filed under: LM Baixa, LM Kiosk Chalet, LM Praça 7 de Março — ABM @ 15:51

 

O Kiosk Chalet, numa esquina da Praça 7 de Março, cerca de 1900.

25/08/2017

AS PORTAS PRINCIPAIS DE ACESSO À VILA DE LOURENÇO MARQUES, 1870: UMA EVOCAÇÃO

Filed under: As Portas de LM em 1870, LM Baixa — ABM @ 03:29

O original desta fotografia penso que está alojado no Arquivo Histórico de Moçambique. Foi retocada por mim.

Grato ao Vasco Freitas pela ajuda.

 

Esta era a entrada principal na Vila de Lourenço Marques, cerca de 1870, a única realmente em que se podia entrar e sair de carroça e que ligava à Estrada de Lydemburgo, o único acesso por terra ao hinterland sul-africano. Virada para Norte, atravessava um curto matagal/sapal que enchia com água salgada da Baía quando a maré subia…….

 

Esta era a entrada principal na Vila de Lourenço Marques, cerca de 1870, a única realmente em que se podia entrar e sair de carroça e que ligava à Estrada de Lydemburgo, então o único acesso por terra ao hinterland sul-africano.

Virada para Norte, atravessava um curto matagal/sapal que enchia com água salgada da Baía quando a maré subia. Era um nojo infernal e fedorento, cheio de mosquitos e caranguejos, especialmente nos verões quentes e sufocantes, entre Novembro e Março de cada ano, e o pessoal residente metade do tempo ou andava bêbado ou de cama com malária, cuja taxa de mortalidade era significativa. Os ingleses, então os Donos do Mundo, colonizadores informais e semi-oficiais de Portugal no Séc. XIX e patrocinadores oficiais do delírio imperial português na África Austral, ficavam em estado de choque com os que consideravam degradantes hábitos dos portugueses (exceptuando os dos Bragança e do Marquês de Soveral) e a sua capacidade de conviverem com as restantes raças inferiores em espaços urbanos já de si confinados e miserandos, nas condições mais imundas – e em proximidade! Um horror.

Para além de Lourenço Marques ser em 1870 uma miserável, lamentável e densa agremiação de palhotas e casinhas de madeira implantadas na língua de terra plana e arenosa (arderam quase todas num memorável incêndio exactamente cinco anos depois desta foto ter sido tirada, após o que se decidiu chutar com o pessoal maioritariamente negro das palhotas para fora de muralhas e passar a ser tudo construído em pedra e cal) a população da pequena Vila era para os Brits um perigoso, enigmático e insalubre cocktail de gentes de todas as côres, cheiros, religiões e proveniências (africanos, americanos, boers, ingleses, portugueses, baneanes, monhés, chineses) a viverem em condições que fariam qualquer imperial victoriano corar em pânico.

Sem saneamento, a água tirada duns poços e nascentes meio duvidosos escavados por perto, e – claro – o latente “perigo tribal negro” ali mesmo do outro lado do pântano nas colinas do Maé e da Maxaquene, a Vila era um objectivo militar e económico interessante e se calhar desejável para as tribos locais, que quando não estavam literalmente à estalada umas com as outras pelas mais mirabulantes razões, achavam por bem visitar o pequeno posto comercial marítimo de vez em quando, surpreendentemente bem armados, para, alternadamente, negociar alguns termos de comércio melhores (o comércio era baseado essencialmente na troca de produtos e serviços) ou meramente para o tentar saquear, caso fosse oportuno.

Naquela altura nenhum nativo naquelas paragens sonhava o que era “Moçambique” e muito menos onde é que ficava. “Moçambique” era a pequena Ilha de Moçambique. Não sabiam o que era o colonialismo, não tinham a mínima noção de que os brancos que por ali apareciam tinham a mania que eram da Raça Superior, que a sua terra poderia vir a ser conquistada a tiro de metralhadora, não tinham complexos de inferioridade de qualquer espécie e muito menos promoviam saraus com diálogos líricos sobre a igualdade e a fraternidade entre os homens, onde se distribuíam biscoitos e se liam poemas do Mia Couto.

Mas conheciam bem o punhado roufenho de portugueses que por ali insistia em ficar, conheciam os boers, os ingleses e, claro, o grande Albasini, que era uma espécie de Indiana Jones lusotrópico, enriquecendo com peles, pólvora e cachaça.

E naturalmente, naquela altura, um pouco como acontece agora, qualquer branco basicamente era carne para canhão, a não ser que ali houvesse business. E mesmo aí.

As únicas protecções relativas de que as maioritariamente almas perdidas que da Vila traficavam para os territórios boer e o hinterland dispunham, eram, a Sul, a língua de areia que confrontava a Baía, precariamente guardada pela dúbia eficácia dos suspeitos canhões da inepta guarnição encostada numa ponta da Praia do Albasini, que era onde se situava o pindérico Presídio de Nossa Senhora da Conceição, e, do outro lado a “muralha” que se pode ver nos lados das colunas que partem da entrada que aparece nesta fotografia (ah ah ah).

E ainda, claro, o próprio pântano, que, para além de ser uma fétida fonte de morte e insalubridade, infelizmente, insistia em vazar diariamente com as marés.

Mapa de 1876. A bolinha sinaliza a localização da entrada na foto em cima, que, segundo o Vasco, ficava mais ou menos junto da esquina do Scala/Avenida Buildings.

Mas melhores tempos viriam. Desde o início do Século XIX e após os milandos com os Boers no Cabo, os patrões britânicos tinha analisado os mapas e no fundo queriam aquilo para cintar e controlar os Boers que tinham migrado para o Norte, e a baía poderia vir a dar um excelente porto para a marinha britânica e assim proporcionar um acesso melhor aos negócios dos Boers e à região situada a Norte do Cabo – onde, providencialmente, num buraco qualquer a que vieram a chamar Kimberley, se descobriria, por volta da altura em que se tirou esta foto, o maior e mais rico filão de diamantes que já se encontrou num só ponto na História do Mundo.

Surpreendentemente, tiveram azar por uns tempos. Benevolentes, os ingleses aceitaram submeter o assunto da posse dos territórios na parte Sul da Baía mais Inhaca e Ilha dos Elefantes, que decorria há alguns anos, a arbitragem internacional – e lixaram-se. Em meados de 1875, um francês, Mac-Mahon, ditou que as redondezas da pequena Vila desgraçadamente fortificada, afinal pertenciam por direito aos delapidados quasi-súbditos latinos do Império Britânico, o que lhes dava o (extremamente) irritante direito de ali impôr as suas leis e especialmente, os seus impostos. E tudo em língua portuguesa!

E, o que ainda era pior, de permitir aos temíveis Boers, acederem ao mar sem terem que lhes pedir licença.

Providencialmente, em 1877, de Lisboa, Andrade Corvo, um ministro da fase da Rotação, mandou por navio um punhado de engenheiros liderados por um jovem e brilhante engenheiro, o Tenete-Coronel de Engenharia Joaquim José Machado, para a pestilenta mas estratégica Vila, cuja primeira reacção ao chegar de canoa à Cidade, no dia 7 de Março de 1877, praticamente, foi conspirar de imediato para aterrar o fétido pântano em redor da língua de terra junto à margem Norte da Baía.

Pouco depois, começou a verdadeira ópera de se montar um esquema qualquer para se construir uma linha férrea entre a infecunda localidade junto da Baía do Espírito Santo e a pequena capital Boer, a pacata Pretória. O projecto levaria quase vinte anos a realizar, com umas guerras pelo meio e tanta vigarice pegada e esquemas tipo PPP, e corrupção, que faria o governo socialista português de José Sócrates, cem anos mais tarde, parecer um conjunto de meninas de coro a debater a respectiva virgindade.

Não ajudava a fechar o assunto que, em Portugal, os governos caíam sucessiva, alegre, estrondosa e rapidamente, ano após ano, providenciando aos seus súbditos uma espécie de gestão nacional aos soluços.

Em Lisboa, para se manter o foco nas coisas, ainda em 1875, uns iluminados mas descapitalizados colonialistas de sofá criaram na Baixa a Sociedade de Geografia, onde, entre passes de charuto e copos de whisky, liam Livingstone e sonhavam a sua riqueza, debruçados sobre um gigantesco mapa de África.

Uma ilustração de uma obra de Augusto de Castilho, de 1881, mostrando a pequena Vila de Lourenço Marques, cercada a Norte pelo Pântano da Maxaquene, com a estrada que a ligava a terra firme, podendo-se ver a Muralha e a entrada com as duas colunas de 5 metros de altura.

Entretanto, em 1879, enquanto o Império Que Nunca Dorme tentava ligar Londres ao Cabo por linha de telégrafo submarino (altíssima tecnologia na altura), a pequena Vila de Lourenço Marques seria contemplada com …. a sua própria estação telegráfica! um assombro, quiçá pouco útil para os locais, mas assaz interessante para os navios que ali atracavam e os empresários de sucesso que por ali passavam. Ao governador da espelunca e ao cônsul da Sua Britânica Majestade, era permitido mandar os seus relatórios para Londres e Lisboa via Londres, por SMS, com desconto. Os ingleses liam, displicentes e divertidos, os relatórios confidenciais dos portugueses.

Mas o momento em que tudo mudou verdadeiramente para a pequena urbe foi quando, em 1886, aconteceu mais uma vez o simplesmente inacreditável: um dia, ali a 600 quilómetros, num obscuro canto rural do Transvaal boer, numa quinta perto de Pretória, se descobriu o maior filão de ouro que jamais se viu na História do Mundo (pois).

E para se chegar lá, de forma segura, rápida e eficiente a partir do mar, só havia uma forma ideal: pela Baía do Espírito Santo, através da infecunda, malcheirosa, indefensável vilória “portuguesa” de Lourenço Marques.

Todos logo se posicionaram para o negócio do Século, mas eis que, depois de, numa única e rápida visita a Lisboa, ter corrompido tudo e todos e sacado a cobiçada concessão ferroviária, o Coronel Edward Macmurdo, um americano bem conectado em Londres e Washington, nada menos, montou uma operação financeira tipo Dívida Ematum e já estava no processo de montar uma linha férrea para a ainda indefinida fronteira boer. Esta acabaria por ser definida junto de um corte nos Montes Libombos por onde passava um rio, o Incomáti, mas na altura ainda ninguém sabia isso, excepto, talvez, um tal de Ressano Garcia.

No entanto Macmurdo morre subitamente de um AVC, principalmente por causa do stress de ter que aturar os portugueses, que ofenderam tudo e todos ao inventarem um esquema para lhe confiscarem a concessão (a linha para Pretória seria concluída por Joaquim José Machado e a sua equipa) mas não sem antes publicar – pasme-se – a mais lida, a mais lírica e a mais linda História de Portugal, em dois volumes. Também ajudou nas vendas que praticamente era a única história de Portugal publicada em inglês, claro.

Em Lourenço Marques, alguns anos antes, um intrépido português, de nome Fernandes Piedade, entretanto, já tomara a inédita e corajosa decisão de se tornar no primeiro branco a morar fora das “muralhas” da Vila, numa casinha mesmo ali defronte numa encosta da Maxaquene, perto da qual pouco depois os britânicos, que nunca gostaram de se misturar com os locais, edificaram o seu consulado – qu ainda está lá. Tavez para os chatearem, os portugueses locais edificaram a sua nova “catedral” mesmo em frente ao consulado. De costas para o consulado. E mesmo atrás do Consulado, a nova sede da Polícia.

Surpreendentemente, os nativos tribais permaneceriam impassíveis. Por enquanto.

Um escasso ano volvido após a descoberta do ouro no Transvaal, o rei dos portugueses, Luis Primeiro, decreta que a espelunca, com a sua meia dúzia de portugueses sitiados num mar de nativos e de estrangeiros de todas as proveniências, passava a ser uma Cidade Portuguesa, dotada com, para além do exaltado estatuto de município e uma bandeira, e os seus próprios orgãos municipais, a segunda Cidade a seguir a Moçambique, que, lá nos confins da costa a Norte, era uma ilha a sério, e a primeira a ser constituída na África Oriental Portuguesa.

Na verdade, nada daquilo funcionava e meia dúzia de iluminados decidiam tudo, em alegre conluio com as personalidades de negócios locais e o Sr. governador. O que era preciso é que todos ganhassem algum. Em casos de dúvidas, mandava-se um telegrama para Lisboa.

Lourenço Marques crescia, mas agora sem o seu pântano, a sua muralha e os seus portões, ficava exposta.

14/08/2017

A AVENIDA DA REPÚBLICA INUNDADA, LOURENÇO MARQUES, ANOS 30

Fotografia de Alan Fitzpatrick, retocada.

 

Uma viatura na Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro) em Lourenço Marques, anos 30 do Séc. XX.

04/03/2017

A RUA CONSIGLIERI PEDROSO EM LOURENÇO MARQUES, 1910

 

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A fotografia mostra onde a Rua Consiglieri Pedroso desemboca na Praça 7 de Março em Lourenço Marques, que se vê à esquerda, vendo-se o passeio e dois quiosques. A seguir ao quiosque mais distante pode-se ver a primeira construção de argamassa da Cidade, mais tarde a Casa Amarela e actualmente o Museu da Moeda. O segundo edifício à direita, com a varanda superior, na altura era o consulado britânico. Note-se neste postal a designação da Praça como “Praça Mousinho de Albuquerque”. Posteriormente a Praça alterou a designação para 7 de Março e após a Independência foi novamente alterado para Praça 25 de Junho.

01/01/2014

CAFÉ NA PRAÇA 7 DE MARÇO EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: LM Baixa, LM Café Nicola, LM Praça 7 de Março — ABM @ 16:30

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

 

Um café na Praça 7 de Março em Lourenço Marques, anos 1960.

Um café na Praça 7 de Março em Lourenço Marques, anos 1960. Hoje é a Praça 25 de Junho.

A AVENIDA DOM LUIZ EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

Esta é a minha primeira inserção de 2014. Aos visitantes que têm acompanhado este pequeno blogue, desejo um ano de sucessos e saúde.

A Avenida Dom Luiz (actualmente, Avenida Marechal Samora Machel) em Lourenço Marques, anos 60. À direita, o

A Avenida Dom Luiz (actualmente, Avenida Marechal Samora Machel) em Lourenço Marques, anos 60. À direita, o Continental e o Scala. À esquerda ao fundo, o Prédio Montepio. Ao fundo, a Câmara Municipal.

25/12/2013

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, MEADOS DOS ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

 

Vista da zona da Baixa de Lourenço Marques que inclui a esquina do Continental e do Scala, o prolongamento da Avenida D. Luiz até à Praça 7 de Março (actual 25 de Junho)

Vista da zona da Baixa de Lourenço Marques que inclui a esquina do Continental e do Scala, o prolongamento da Avenida D. Luiz até à Praça 7 de Março (actual 25 de Junho), a fachada dos Prédios Fonte Azul e Rúbi e o jardim em frente ao Museu Militar da Fortaleza de Lourenço Marques. Do lado direito, por detrás do Prédio da Seguros Lusitânia, pode-se ver parte do Edifício Pott. Ao fundo, o porto onde está atracado um navio de guerra e a Catembe. Meados dos anos 60.

26/10/2013

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES E A AVENIDA DA REPÚBLICA, ANOS 1960

Fotografia de António José Silva Caetano, restaurada.

 

SSSSS

A Baixa de Lourenço Marques, anos 60. À esquerda vê-se o Bazar, a seguir o velho Kiok Olímpia em frente a Velha Mesquita, e a dominar a Avenida da República (actualmente, Avenida 25 de Setembro).

A PARTE BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

 

 

Vista aérea da parte baixa de Lourenço Marques, anos 60.

Vista aérea da parte baixa de Lourenço Marques, anos 60. Em primeiro plano, do lado esquerdo vê-se a Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro) e o Bazar e mais à direita a Rua Consiglieri Pedroso e no meio a Velha Mesquita. Ao fundo vê-se o enorme eucaliptal ainda do tempo dos Aterrios dos anos 20.

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES NOS ANOS 1970, POR DANA MICHAHELLES

 

 

A Baixa de Lourenço Marques, desenho de Dana Michaelis, início dos anos 70.

A Baixa de Lourenço Marques, desenho de Dana Michahelles, início dos anos 70. À esquerda, o Scala e o Continental, o Avenida Building (ou Prédio Pott), ao fundo a Praça 7 de Março (hoje 25 de Junho) e a Catembe. À direita a Casa Coimbra.

18/10/2013

A TRAVESSA DA MAXAQUENE EM LOURENÇO MARQUES, 1964

Fotografia de José Alexandre Russell, restaurada,

Vista da Rua da Maxaquene, na Baixa de Lourenço Marques, 1964

Vista da Travessa da Maxaquene, na Baixa de Lourenço Marques, 1964. Cruza com a Rua Joaquim da Lapa e mais abaixo com a Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro). O edifício imediatamente à direita era então a Agência do Barclays Bank em Moçambique. O edifício a seguir é o John Orr’s, hoje a sede do BCI. Mesmo ao fundo vê-se parte do Edifício dos Correios de Lourenço Marques.

06/10/2013

A CELEBRAÇÃO DO DIA DE PORTUGAL EM LOURENÇO MARQUES, JUNHO DE 1973

Fotografia do Nuno Pires, que estava nas catacumbas dentro de sua casa, graciosamente enviada para restauro e que aqui se apresenta.

 

Vista de longe, a então Praça Mouzinho de Albuquerque (hoje a Praça da Independência) no domingo, dia 10 de Junho de 1973

Vista de longe, a então Praça Mouzinho de Albuquerque (hoje a Praça da Independência) em Lourenço Marques, no domingo, dia 10 de Junho de 1973, data em que se crê ter falecido o poeta Luiz Vaz de Camões (autor de, entre outros, o poema “Os Lusíadas”) e que ainda hoje é o feriado nacional da nação portuguesa. Na cidade, realizou-se uma parada militar e na praça podem-se observar populares e tropas em fila, no ar quatro helicópteros Alouette voando em formação. Dez meses e duas semanas depois, sob a liderança do “moçambicano” Otelo Saraiva de Carvalho, triunfava em Lisboa um pronunciamento militar que abriria o caminho para a Independência de Moçambique, mediante um cessar-fogo e um acordo assinado em Lusaka em 7 de Setembro de 1974 e, uma semana e meia mais tarde,  a entrega do governo do então Estado a representantes da  Frente de Libertação de Moçambique, o movimento guerrilheiro que combatia no Norte há dez anos.

 

 

20/07/2013

A PEQUENA ROTUNDA EM FRENTE AO CLUBE DE PESCA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: LM Baía, LM Baixa, LM Clube de Pesca — ABM @ 18:51

Fotografia da colecção do Adriano Soares, restaurada.

 

A pequena rotunda em frente ao Clubde de Pesca em Lourenço Marques

A pequena rotunda situada (e ainda existente) em frente ao Clube de Pesca em Lourenço Marques, início dos anos 1960. Se repararem atrás, o recinto da FACIM ainda não existia, a zona era toda um parque.

A ESQUINA DO CAFÉ CONTINENTAL EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 70

Foto do Adriano Soares, restaurada.

A esquina do Continental na Avenida da República em Lourenço Marques, anos 70.

A esquina do Continental na Avenida da República em Lourenço Marques, anos 70. Do outro lado da passadeira ficava o Café Scala. Atrás das árvores, mais para o lado esquerdo, ficava o John Orr’s.

17/07/2013

A FONTE LUMINOSA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: LM Av. da República, LM Baixa, LM Fonte Luminosa — ABM @ 20:58

Fotografia do Adriano Soares, restaurada, dedicada ao Fernando Trabulo Reino, meu companheiro das andanças moçambicanas na internet.

--- LM --- onde os bêbados iam dar de beber aos carros durante a noite

A Fonte Luminosa em Lourenço Marques, onde terminava a Avenida da República (hoje 25 de Setembro) e onde começava a Estrada Marginal – e onde, segundo o Adriano, os bêbados iam dar de beber aos carros durante a noite. Eu cheguei a vê-la no seu pleno esplendor, os jactos de água iluminados por uma côr amarela-alaranjada que lhe dava uma mágica única. Em cima, a fachada do Hotel Cardoso. E à frente do Hotel as barreiras com uma espessíssima vegetação ainda na fase pré-Claude, o ciclone que colocou a cidade de joelhos em Janeiro de 1966. O ciclone derrubou quase por completo a barreira entre o hotel e o Liceu Salazar.

13/07/2013

A PRAÇA SETE DE MARÇO EM LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉCULO XX

Filed under: LM Baixa, LM Praça 7 de Março — ABM @ 14:26
A Praça 7 de Março em Lourenço Marques, actualmente a Praça 25 de Junho, início do Século XX.

A Praça 7 de Março em Lourenço Marques, actualmente a Praça 25 de Junho, início do Século XX. Deve ser num fim de semana, a banda a tocar no coreto, as pessoas em fato domingueiro a passearem-se.

10/06/2013

O BAZAR DE LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉC. XX

Filed under: LM Baixa, LM Bazar — ABM @ 20:25

Imagem restaurada com base no postal.

O interior do Bazar de Lourenço Marques, uns anos após a sua inauguração em 1903. O Bazar está a acabar de ser restaurado e com sorte em breve poderá ser editada uma obra dedicada ao monumento.

O interior do Bazar de Lourenço Marques, uns anos após a sua inauguração em 1903. O Bazar está a acabar de ser restaurado e com sorte em breve poderá ser editada uma obra dedicada ao monumento.

11/05/2013

A PRAÇA SETE DE MARÇO EM LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DOS ANOS 1950

A Praça Sete de Março (hoje 25 de Junho) em Lourenço Marques, tal como era no início dos anos 50. Ao fundo pode-se ver o Café Scala e o Cinema Scala, atrás a Sé Catedral.

A Praça Sete de Março (hoje 25 de Junho) em Lourenço Marques, tal como era no início dos anos 50. Ao fundo, na esquina da Avenida Dom Luiz com a Avenida da República (hoje Samora Machel com a 25 de Setembro) pode-se ver o Café Scala e o Cinema Scala, a Estação Central dos Correios, atrás a Sé Catedral.

05/05/2013

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DOS ANOS 1960

 

 

Imagem da Beixa de Lourenço Marques no final dos anos 60, na capa de um livro. De realçar o Hotel Club com o seu telhado de zinco vermelho. Um dos horrores da pós-Independência foi que, no restauro feito para criar um centro cultural estrangeiro, alguém se lembrou de colocar ali um telhado....azul-cueca.

Imagem da Beixa de Lourenço Marques no início dos anos 60, na capa de um livro. De realçar o Hotel Club com o seu telhado de zinco vermelho. Um dos horrores da pós-Independência foi que, no restauro feito para criar um centro cultural estrangeiro, alguém se lembrou de colocar ali um telhado….azul-cueca. Mais em cima, se se reparar, o Prédio Funchal ainda não existe (actualmente é um hotel) e o edifício do jornal Diário/A Tribuna ainda está a ser construído.

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