THE DELAGOA BAY WORLD

16/04/2018

LOURENÇO MARQUES VISTA DO AR, OUTUBRO DE 1933

O Ilustrado, 1 de Outubro de 1933,  Nº13, páginas 252-253.

1933. Em primeiro plano, a Av. Pinheiro Chagas já parcialmente constituída em duas faixas.

 

À esquerdo, o Aterro da Maxaquene, ainda “pelado”.

 

À direita, junto ao Aterro da Maxaquene, os campos de futebol do Desportivo, ainda no local onde mais tarde foi feita a sede e a piscina, e a seguir o campo de futebol do Sporting.

 

À direita, o Aterro da Maxaquene e as instalações do Desportivo e do Sporting.

 

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14/04/2018

DESFILE DE CARNAVAL NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 50

Fotos de Júlio Costa, retocadas.

 

Júlio Costa e a sua irmã num desfile de Carnaval na Baixa de Lourenço Marques, anos 50.

 

O Pai de Júlio Costa, desfilando numa carroça.

18/03/2018

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, CERCA DE 1970

Imagem de Alfredo Ginja, retocada.

 

A esquina da Avenida da República com a Rua Pêro da Covilhã, na Baixa de Lourenço Marques, cerca de 1970. No edifício à direita ficava o Restaurante Macau. Entre os dois edifícios à direita pode-se ver uma nesga do edifício do Tribunal da Relação, que foi a sede da Câmara Municipal entre 1910 e 1947. À direita da fotografia ficava o Sporting de Lourenço Marques e à esquerda o edifício da Fazenda. No terreno em frente era onde se instalavam anualmente os circos e o Luna Parque.

02/03/2018

A AVENIDA DOM CARLOS EM LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉC. XX

Fotografia dos estúdios de Joseph e Maurice Lazarus.

A Avenida Dom Carlos I, então o Soberano de Portugal, início do Século XX, sucessivamente re-baptizada Avenida da República e, mais recentemente, Avenida 25 de Setembro. À esquerda dos jovens com a bicicleta será edificado, no início da década de 1930, o complexo do Scala. Na altura em que a imagem foi recolhida, a Avenida, para nascente, terminava mais ou menos onde se vêem as árvores ao fundo(mais ou menos onde está o Prédio 33 Andares). Só após a I Guerra Mundial é que se fizeram os aterros, a partir das areias na Barreira da Maxaquene, que permitiram prolongá-la até ao sopé da Ponta Vermelha (e mais tarde fazer-se a Estrada Marginal). Na parte Poente e até ao lado da antiga Fábrica de Cervejas Reunidas, esta Avenida foi construída directamente sobre o enorme pântano que separava a actual Baixa da Cidade da encosta em frente. Ainda hoje, nesta avenida, se vende o metro quadrado mais caro de Moçambique.

23/02/2018

AS INUNDAÇÕES NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES – E DE MAPUTO

 

Lourenço Marques em 1876. Apesar de, dez anos depois de feito este desenho e de os limites da Cidade se terem começado a expandir para o outro lado do pântano, para a encostas da Maxaquene e do Maé, Polana e Ponta Vermelha, o “problema” do pântano só viria a ser resolvido – e muito mal – no virar do século. Para referência, a Avenida da República (antes Avenida D. Carlos I e agora Avenida 25 de Setembro) percorre em linha recta toda a extensão do pântano na parte de baixo, junto dos baluartes 2, 3, 4 e 5. O pontão que ligava a então Vila-ilha cruzava o pântano perto de onde hoje fica a esquina do Scala.

 

Trecho de um interessantíssimo discurso de Freire de Andrade, então um ex-governante colonial, proferido a uma audiência na Cidade do Porto, em 1897, com o objectivo de incentivar os empresários portugueses a investir em Moçambique. No seu discurso, Freire de Andrade queixa-se da demora na solução do problema do pântano, que era um problema de saúde pública grave e largava um pivete que só se compara com o pivete do Chiveve na Beira, e descreve o debate então em curso, em que as alternativas eram aterrar o pântano, ou ali fazer um canal com um porto interior. Mas ele defendia que, em vez de um canal,  se devia fazer um aterro, pois o metro quadrado de terreno em Lourenço Marques na altura era mais caro que os terrenos mais caros em Portugal e que portanto a autoridade municipal poderia custear a obra com as receitas das vendas de lotes e ainda ganhava dinheiro. Tinha a vantagem adicional de acabar com o pivete e a insalubridade (aquilo era uma fossa e uma fonte de malária). Só que quem fez o aterro vigarizou a Cidade para todo o sempre. É que o terreno na (mais tarde) parte velha da Cidade tinha uma quota mais alta do que o aterro que foi feito, deixando uma bacia exposta ao despejo de águas pluviais que correm das encostas defronte quando chove mais. Ali se fez a Avenida da República e os dois quarteirões, do lado do Bazar e do lado do BNU. O resultado, até hoje, é que sempre que cai uma carga de água na Cidade, a Baixa inunda exactamente no antigo leito do pântano, pior agora pois o sistema de esgotos da Cidade estão sub-dimensionados para o seu crescimento nas últimas décadas. Mas entretanto. e agora ainda mais, o metro quadrado ali vende-se por fortunas e, então como agora, houve e há muita gente a ganhar rios de dinheiro com isso.

 

A Baixa de Lourenço Marques, Janeiro de 1966, em frente ao Banco Nacional Ultramarino (depois sede do Banco de Moçambique).

 

A Avenida 25 de Setembro (anteriormente Avenida da República) na Baixa da antiga Lourenço Marques, Fevereiro de 2018. Esta imagem fez as rondas de Whatsapp e Facebook esta semana.

18/02/2018

O INTERIOR DO RESTAURANTE O MARIALVA EM LOURENÇO MARQUES, CERCA DE 1956

Grato ao Magno Antunes.

 

O interior do restaurante Marialva. Ficava situado na Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro) mais ou menos entre a Casa Vilaça e o Teatro Avenida. Supostamente, era um centro de encontro para, entre outros, o pessoal das touradas.

13/02/2018

O TEATRO SCALA EM LOURENÇO MARQUES, 1932

O Scala foi inaugurado em 13 de Junho de 1931.

 

O complexo de lojas, escritórios e o teatro, em 1932. Fica situado na esquina das Avenidas da República e Dom Luiz (actualmente 25 de Setembro e Marechal Samora).

08/10/2017

A AVENIDA DA REPÚBLICA EM LOURENÇO MARQUES, EM 1900, 1960, 1966 E 1972

Grato ao grande Magno Antunes e ao Fernando Pinho.

O interessante neste caso é que as quatro imagens foram tiradas praticamente do mesmo local e ângulo mas com um intervalo de cerca de 50 a 70 anos: da esquina da Praça onde fica situado o Bazar de Lourenço Marques, na direcção Nascente.

Se algum exmo. Leitor em Maputo fizer o favor de tirar e me enviar uma imagem do mesmo ângulo, mas actual, eu colocaria aqui, com agradecimentos profundos.

A então Avenida Dom Carlos em Lourenço Marques, cerca de 1900. Posteriormente re-baptizada como Avenida da República e actualmente Avenida 25 de Setembro. Foto de Joseph e Maurice Lazarus, os lendários retratistas da Cidade. Reparem no edifício à direita, mais tarde a Casa Bayly.

 

A Avenida da República, cerca de 1960. À direita, o mesmo edifício, nesta altura a Casa Bayly. Mais abaixo, a Casa Coimbra. Cerca de dez anos mais tarde, o edifício da Casa Bayly foi demolido e ali foi edificado o Hotel Turismo, um investimento de um dos membros da Família Abreu (que também detinham o Hotel Tivoli). Este hotel ainda existe e opera como tal.

 

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O mesmo local na segunda metade dos anos 60, em que já se vê edificado o edifício do Banco Nacional Ultramarino.

 

1972. Na esquina, agora um arranha-céus, o Hotel Turismo.

30/09/2017

A FACHADA E O INTERIOR DO JOHN ORR’S EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

O John Orr’s era uma cadeia de department stores baseada na África do Sul, mas que desde a década de 1920 teve uma presença em Lourenço Marques, primeiro na Rua Consiglieri Pedroso, depois num edifício espaçoso situado em frente à sede dos CTT entre a Av. da República, Travessa da Maxaquene e a Rua Joaquim da Lapa.

 

A fachada do John Orr’s na Rua Joaquim da Lapa. Ao fundo vê-se parte da fachada do Prédio Cardiga. Foto de Maria João Matos.

 

Interior do piso térreo do John Orr’s. Imagem do Grande fotógrafo Carlos Alberto Vieira e está no livro “Recordações de Lourenço Marques”. 

 

07/09/2017

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES E O TEATRO SCALA, ANOS 40

 

A esquina das Avenidas da República e Dom Luiz I em Lourenço Marques, vendo-se em frente o Scala, ladeado pelo Edifício da Breyner & Wirth e, do outro lado, o Avenida Building. Note-se que o pavimento ainda é de macadame e os passeios do lado Sul com areia.

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 50

 

A Baixa de Lourenço Marques, esquina das Avenidas da República e Dom Luiz I, finais dos anos 50.

01/09/2017

AS ESTAÇÕES DE BOMBEIROS DA BAIXA E DO ALTO MAÉ EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

 

A estação de bombeiros da Baixa de Lourenço Marques nos anos 50, na esquina da Av da República em diagonal em relação ao Hotel Tivoli, no preciso local onde mais tarde se construiu o Edifício 33 Andares. A principal na Cidade, foi desactivada em meados dos anos 60. Atrás, a Casa Hillman.

 

A estação de bombeiros no Alto-Maé, na Avenida Pinheiro Chagas, numa imagem recente, situada mesmo em frente ao Cemitério de São Francisco Xavier. Com a sua inauguração e a desactivação da estação da Baixa, passou a ser a principal da Cidade a partir dos anos 60.

 

 

14/08/2017

A AVENIDA DA REPÚBLICA INUNDADA, LOURENÇO MARQUES, ANOS 30

Fotografia de Alan Fitzpatrick, retocada.

 

Uma viatura na Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro) em Lourenço Marques, anos 30 do Séc. XX.

16/04/2014

A AVENIDA DA REPÚBLICA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

Filed under: LM Av. da República — ABM @ 17:26

 

 

A Avenida da República (actual 25 de Setembro) em Lourenço Marques, anos 60.

A Avenida da República (actual 25 de Setembro) em Lourenço Marques, anos 60.

01/01/2014

O PRÉDIO NAUTICUS E O JOHN ORR’S EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

 

O John Orr's, uma loja pertencente a uma cadeia sul-africana com o mesmo nome, na Baixa de Lourenço Marques, anos 1960. Actualmente, é a Sede de uma instituição financeira.

O John Orr’s, uma loja pertencente a uma cadeia sul-africana com o mesmo nome, na Baixa de Lourenço Marques, anos 1960. Actualmente, é a Sede de uma instituição financeira. Em primeiro plano à esquerda, o Prédio Nauticus. A Nauticus era uma companhia de seguros.

O CAFÉ DJAMBU E O HOTEL TIVOLI EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

O Café e Restaurante Djambu, no Edifício do Hotel Tivoli na baixa de Lourenço Marques, anos 1960

O Café e Restaurante Djambu, no Edifício do Hotel Tivoli na baixa de Lourenço Marques, anos 1960.

A AVENIDA DOM LUIZ EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

Esta é a minha primeira inserção de 2014. Aos visitantes que têm acompanhado este pequeno blogue, desejo um ano de sucessos e saúde.

A Avenida Dom Luiz (actualmente, Avenida Marechal Samora Machel) em Lourenço Marques, anos 60. À direita, o

A Avenida Dom Luiz (actualmente, Avenida Marechal Samora Machel) em Lourenço Marques, anos 60. À direita, o Continental e o Scala. À esquerda ao fundo, o Prédio Montepio. Ao fundo, a Câmara Municipal.

25/12/2013

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, MEADOS DOS ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

 

Vista da zona da Baixa de Lourenço Marques que inclui a esquina do Continental e do Scala, o prolongamento da Avenida D. Luiz até à Praça 7 de Março (actual 25 de Junho)

Vista da zona da Baixa de Lourenço Marques que inclui a esquina do Continental e do Scala, o prolongamento da Avenida D. Luiz até à Praça 7 de Março (actual 25 de Junho), a fachada dos Prédios Fonte Azul e Rúbi e o jardim em frente ao Museu Militar da Fortaleza de Lourenço Marques. Do lado direito, por detrás do Prédio da Seguros Lusitânia, pode-se ver parte do Edifício Pott. Ao fundo, o porto onde está atracado um navio de guerra e a Catembe. Meados dos anos 60.

O CAFÉ CONTINENTAL NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

 

A esquina do Café Continental

A esquina do Café Continental, no cruzamento entre as Avenidas da República e Dom Luiz, actualmente as Avenidas 25 de Setembro e Marechal Samora Machel.

27/10/2013

O CINEMA SCALA E O PRÉDIO POTT EM LOURENÇO MARQUES, 1936

A Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro), ao fundo o Teatro Scala.

A Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro), ao fundo o Teatro Scala e o Avendia Building, 1936.

26/10/2013

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES E A AVENIDA DA REPÚBLICA, ANOS 1960

Fotografia de António José Silva Caetano, restaurada.

 

SSSSS

A Baixa de Lourenço Marques, anos 60. À esquerda vê-se o Bazar, a seguir o velho Kiok Olímpia em frente a Velha Mesquita, e a dominar a Avenida da República (actualmente, Avenida 25 de Setembro).

A PARTE BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

 

 

Vista aérea da parte baixa de Lourenço Marques, anos 60.

Vista aérea da parte baixa de Lourenço Marques, anos 60. Em primeiro plano, do lado esquerdo vê-se a Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro) e o Bazar e mais à direita a Rua Consiglieri Pedroso e no meio a Velha Mesquita. Ao fundo vê-se o enorme eucaliptal ainda do tempo dos Aterrios dos anos 20.

18/10/2013

A TRAVESSA DA MAXAQUENE EM LOURENÇO MARQUES, 1964

Fotografia de José Alexandre Russell, restaurada,

Vista da Rua da Maxaquene, na Baixa de Lourenço Marques, 1964

Vista da Travessa da Maxaquene, na Baixa de Lourenço Marques, 1964. Cruza com a Rua Joaquim da Lapa e mais abaixo com a Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro). O edifício imediatamente à direita era então a Agência do Barclays Bank em Moçambique. O edifício a seguir é o John Orr’s, hoje a sede do BCI. Mesmo ao fundo vê-se parte do Edifício dos Correios de Lourenço Marques.

20/07/2013

A ESQUINA DO CAFÉ CONTINENTAL EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 70

Foto do Adriano Soares, restaurada.

A esquina do Continental na Avenida da República em Lourenço Marques, anos 70.

A esquina do Continental na Avenida da República em Lourenço Marques, anos 70. Do outro lado da passadeira ficava o Café Scala. Atrás das árvores, mais para o lado esquerdo, ficava o John Orr’s.

17/07/2013

A FONTE LUMINOSA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: LM Av. da República, LM Baixa, LM Fonte Luminosa — ABM @ 20:58

Fotografia do Adriano Soares, restaurada, dedicada ao Fernando Trabulo Reino, meu companheiro das andanças moçambicanas na internet.

--- LM --- onde os bêbados iam dar de beber aos carros durante a noite

A Fonte Luminosa em Lourenço Marques, onde terminava a Avenida da República (hoje 25 de Setembro) e onde começava a Estrada Marginal – e onde, segundo o Adriano, os bêbados iam dar de beber aos carros durante a noite. Eu cheguei a vê-la no seu pleno esplendor, os jactos de água iluminados por uma côr amarela-alaranjada que lhe dava uma mágica única. Em cima, a fachada do Hotel Cardoso. E à frente do Hotel as barreiras com uma espessíssima vegetação ainda na fase pré-Claude, o ciclone que colocou a cidade de joelhos em Janeiro de 1966. O ciclone derrubou quase por completo a barreira entre o hotel e o Liceu Salazar.

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