THE DELAGOA BAY WORLD

08/10/2017

A AVENIDA DA REPÚBLICA EM LOURENÇO MARQUES, EM 1900, 1960, 1966 E 1972

Grato ao grande Magno Antunes e ao Fernando Pinho.

O interessante neste caso é que as quatro imagens foram tiradas praticamente do mesmo local e ângulo mas com um intervalo de cerca de 50 a 70 anos: da esquina da Praça onde fica situado o Bazar de Lourenço Marques, na direcção Nascente.

Se algum exmo. Leitor em Maputo fizer o favor de tirar e me enviar uma imagem do mesmo ângulo, mas actual, eu colocaria aqui, com agradecimentos profundos.

A então Avenida Dom Carlos em Lourenço Marques, cerca de 1900. Posteriormente re-baptizada como Avenida da República e actualmente Avenida 25 de Setembro. Foto de Joseph e Maurice Lazarus, os lendários retratistas da Cidade. Reparem no edifício à direita, mais tarde a Casa Bayly.

 

A Avenida da República, cerca de 1960. À direita, o mesmo edifício, nesta altura a Casa Bayly. Mais abaixo, a Casa Coimbra. Cerca de dez anos mais tarde, o edifício da Casa Bayly foi demolido e ali foi edificado o Hotel Turismo, um investimento de um dos membros da Família Abreu (que também detinham o Hotel Tivoli). Este hotel ainda existe e opera como tal.

 

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O mesmo local na segunda metade dos anos 60, em que já se vê edificado o edifício do Banco Nacional Ultramarino.

 

1972. Na esquina, agora um arranha-céus, o Hotel Turismo.

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30/09/2017

A FACHADA E O INTERIOR DO JOHN ORR’S EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

O John Orr’s era uma cadeia de department stores baseada na África do Sul, mas que desde a década de 1920 teve uma presença em Lourenço Marques, primeiro na Rua Consiglieri Pedroso, depois num edifício espaçoso situado em frente à sede dos CTT entre a Av. da República, Travessa da Maxaquene e a Rua Joaquim da Lapa.

 

A fachada do John Orr’s na Rua Joaquim da Lapa. Ao fundo vê-se parte da fachada do Prédio Cardiga. Foto de Maria João Matos.

 

Interior do piso térreo do John Orr’s. Imagem do Grande fotógrafo Carlos Alberto Vieira e está no livro “Recordações de Lourenço Marques”. 

 

07/09/2017

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES E O TEATRO SCALA, ANOS 40

 

A esquina das Avenidas da República e Dom Luiz I em Lourenço Marques, vendo-se em frente o Scala, ladeado pelo Edifício da Breyner & Wirth e, do outro lado, o Avenida Building. Note-se que o pavimento ainda é de macadame e os passeios do lado Sul com areia.

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 50

 

A Baixa de Lourenço Marques, esquina das Avenidas da República e Dom Luiz I, finais dos anos 50.

01/09/2017

AS ESTAÇÕES DE BOMBEIROS DA BAIXA E DO ALTO MAÉ EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

 

A estação de bombeiros da Baixa de Lourenço Marques nos anos 50, na esquina da Av da República em diagonal em relação ao Hotel Tivoli, no preciso local onde mais tarde se construiu o Edifício 33 Andares. A principal na Cidade, foi desactivada em meados dos anos 60. Atrás, a Casa Hillman.

 

A estação de bombeiros no Alto-Maé, na Avenida Pinheiro Chagas, numa imagem recente, situada mesmo em frente ao Cemitério de São Francisco Xavier. Com a sua inauguração e a desactivação da estação da Baixa, passou a ser a principal da Cidade a partir dos anos 60.

 

 

14/08/2017

A AVENIDA DA REPÚBLICA INUNDADA, LOURENÇO MARQUES, ANOS 30

Fotografia de Alan Fitzpatrick, retocada.

 

Uma viatura na Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro) em Lourenço Marques, anos 30 do Séc. XX.

16/04/2014

A AVENIDA DA REPÚBLICA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

Filed under: LM Av. da República — ABM @ 17:26

 

 

A Avenida da República (actual 25 de Setembro) em Lourenço Marques, anos 60.

A Avenida da República (actual 25 de Setembro) em Lourenço Marques, anos 60.

01/01/2014

O PRÉDIO NAUTICUS E O JOHN ORR’S EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

 

O John Orr's, uma loja pertencente a uma cadeia sul-africana com o mesmo nome, na Baixa de Lourenço Marques, anos 1960. Actualmente, é a Sede de uma instituição financeira.

O John Orr’s, uma loja pertencente a uma cadeia sul-africana com o mesmo nome, na Baixa de Lourenço Marques, anos 1960. Actualmente, é a Sede de uma instituição financeira. Em primeiro plano à esquerda, o Prédio Nauticus. A Nauticus era uma companhia de seguros.

O CAFÉ DJAMBU E O HOTEL TIVOLI EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

O Café e Restaurante Djambu, no Edifício do Hotel Tivoli na baixa de Lourenço Marques, anos 1960

O Café e Restaurante Djambu, no Edifício do Hotel Tivoli na baixa de Lourenço Marques, anos 1960.

A AVENIDA DOM LUIZ EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

Esta é a minha primeira inserção de 2014. Aos visitantes que têm acompanhado este pequeno blogue, desejo um ano de sucessos e saúde.

A Avenida Dom Luiz (actualmente, Avenida Marechal Samora Machel) em Lourenço Marques, anos 60. À direita, o

A Avenida Dom Luiz (actualmente, Avenida Marechal Samora Machel) em Lourenço Marques, anos 60. À direita, o Continental e o Scala. À esquerda ao fundo, o Prédio Montepio. Ao fundo, a Câmara Municipal.

25/12/2013

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, MEADOS DOS ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

 

Vista da zona da Baixa de Lourenço Marques que inclui a esquina do Continental e do Scala, o prolongamento da Avenida D. Luiz até à Praça 7 de Março (actual 25 de Junho)

Vista da zona da Baixa de Lourenço Marques que inclui a esquina do Continental e do Scala, o prolongamento da Avenida D. Luiz até à Praça 7 de Março (actual 25 de Junho), a fachada dos Prédios Fonte Azul e Rúbi e o jardim em frente ao Museu Militar da Fortaleza de Lourenço Marques. Do lado direito, por detrás do Prédio da Seguros Lusitânia, pode-se ver parte do Edifício Pott. Ao fundo, o porto onde está atracado um navio de guerra e a Catembe. Meados dos anos 60.

O CAFÉ CONTINENTAL NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

 

A esquina do Café Continental

A esquina do Café Continental, no cruzamento entre as Avenidas da República e Dom Luiz, actualmente as Avenidas 25 de Setembro e Marechal Samora Machel.

27/10/2013

O CINEMA SCALA E O PRÉDIO POTT EM LOURENÇO MARQUES, 1936

Filed under: LM Av. da República, LM Cinema Scala, LM Edificio Pott — ABM @ 23:55
A Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro), ao fundo o Teatro Scala.

A Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro), ao fundo o Teatro Scala e o Avendia Building, 1936.

26/10/2013

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES E A AVENIDA DA REPÚBLICA, ANOS 1960

Fotografia de António José Silva Caetano, restaurada.

 

SSSSS

A Baixa de Lourenço Marques, anos 60. À esquerda vê-se o Bazar, a seguir o velho Kiok Olímpia em frente a Velha Mesquita, e a dominar a Avenida da República (actualmente, Avenida 25 de Setembro).

A PARTE BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

 

 

Vista aérea da parte baixa de Lourenço Marques, anos 60.

Vista aérea da parte baixa de Lourenço Marques, anos 60. Em primeiro plano, do lado esquerdo vê-se a Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro) e o Bazar e mais à direita a Rua Consiglieri Pedroso e no meio a Velha Mesquita. Ao fundo vê-se o enorme eucaliptal ainda do tempo dos Aterrios dos anos 20.

18/10/2013

A TRAVESSA DA MAXAQUENE EM LOURENÇO MARQUES, 1964

Fotografia de José Alexandre Russell, restaurada,

Vista da Rua da Maxaquene, na Baixa de Lourenço Marques, 1964

Vista da Travessa da Maxaquene, na Baixa de Lourenço Marques, 1964. Cruza com a Rua Joaquim da Lapa e mais abaixo com a Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro). O edifício imediatamente à direita era então a Agência do Barclays Bank em Moçambique. O edifício a seguir é o John Orr’s, hoje a sede do BCI. Mesmo ao fundo vê-se parte do Edifício dos Correios de Lourenço Marques.

20/07/2013

A ESQUINA DO CAFÉ CONTINENTAL EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 70

Foto do Adriano Soares, restaurada.

A esquina do Continental na Avenida da República em Lourenço Marques, anos 70.

A esquina do Continental na Avenida da República em Lourenço Marques, anos 70. Do outro lado da passadeira ficava o Café Scala. Atrás das árvores, mais para o lado esquerdo, ficava o John Orr’s.

17/07/2013

A FONTE LUMINOSA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: LM Av. da República, LM Baixa, LM Fonte Luminosa — ABM @ 20:58

Fotografia do Adriano Soares, restaurada, dedicada ao Fernando Trabulo Reino, meu companheiro das andanças moçambicanas na internet.

--- LM --- onde os bêbados iam dar de beber aos carros durante a noite

A Fonte Luminosa em Lourenço Marques, onde terminava a Avenida da República (hoje 25 de Setembro) e onde começava a Estrada Marginal – e onde, segundo o Adriano, os bêbados iam dar de beber aos carros durante a noite. Eu cheguei a vê-la no seu pleno esplendor, os jactos de água iluminados por uma côr amarela-alaranjada que lhe dava uma mágica única. Em cima, a fachada do Hotel Cardoso. E à frente do Hotel as barreiras com uma espessíssima vegetação ainda na fase pré-Claude, o ciclone que colocou a cidade de joelhos em Janeiro de 1966. O ciclone derrubou quase por completo a barreira entre o hotel e o Liceu Salazar.

11/05/2013

A PRAÇA SETE DE MARÇO EM LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DOS ANOS 1950

A Praça Sete de Março (hoje 25 de Junho) em Lourenço Marques, tal como era no início dos anos 50. Ao fundo pode-se ver o Café Scala e o Cinema Scala, atrás a Sé Catedral.

A Praça Sete de Março (hoje 25 de Junho) em Lourenço Marques, tal como era no início dos anos 50. Ao fundo, na esquina da Avenida Dom Luiz com a Avenida da República (hoje Samora Machel com a 25 de Setembro) pode-se ver o Café Scala e o Cinema Scala, a Estação Central dos Correios, atrás a Sé Catedral.

05/05/2013

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia da colecção de Jorge Henriques Borges, restaurada.

 

A Avenida da República em Lourenço Marques, anos 1960. Em vermelho, um machimbombo.

A Avenida da República em Lourenço Marques, anos 1960. Em vermelho, um machimbombo. À esquerda, anúncios da Casa Coimbra, BNU, Hotel Turismo e Casa da Sorte.

15/09/2012

ANA NA AVENIDA DA REPÚBLICA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1970

Fotografia de Laurentino Anjos, restaurada.

 

A Ana na Avenida da República em Lourenço Marques, anos 1970. Mais ao fundo, as cartazes do Hotel Turismo, da Casa Coimbra e da Companhia de Seguros Nauticos.

09/09/2012

O PRÉDIO SANTOS GIL EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1950

O Prédio Santos Gil na baixa de Lourenço Marques, segunda metade dos anos 1950.

03/09/2012

OS CORREIOS E A REPARTIÇÃO DAS OBRAS PÚBLICAS DE LOURENÇO MARQUES, 1892

O edifício meio estranho à direita, e que ficava situado na então Avenida Dom Carlos (mais tarde Avenida da República, hoje 25 de Setembro) mais ou menos onde hoje fica situada a central dos Correios, e o Café Scala, foi a Repartição das Obras Públicas dirigida pelo lendário Joaquim José Machado e responsável pelo visionário desenho para a cidade. Ao lado ficavam os correios da cidade, que na altura se cingia à actual baixa. O original desta fotografia, que restaurei parcialmente, está nos arquivos reais da Holanda. Para ver a fotografia em tamanho muito maior, prima na imagem com o rato do computador.

28/06/2012

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

 

A baixa de Lourenço Marques, anos 1960. Da esquerda, na Avenida da República (hoje 25 de Setembro) veêm-se o Hotel Tivoli, o Prédio Nauticus, o John Orr’s e o Prédio onde fica o Café Continental. Em frente ao John Orr’s, a estação central dos CTT. Em cima, vê-se a Praça 7 de Março (hoje 25 de Junho) e o Largo António Enes. Em cima à esquerda a Fortaleza, o porto de embarcações ligeiras e o edifício do Anjo Azul (ou Blue Angel)

26/06/2012

A VISITA DO PRESIDENTE CARMONA A MOÇAMBIQUE, JULHO DE 1939

Fotografias gentilmente cedidas por Fernando Morgado, do seu pai Alberto José Augusto Morgado, que passou uma vida em Moçambique e conhecia o meu pai.

A fotografia do Marechal Carmona foi copiada e referenciada à Fundação Gulbenkian.

A  fotografia do então Ministro das Colónias foi desavergonhadamente copiada do sítio dos antigos colaboradores do BNU, que contém um excelente e revelador esboço biográfico de Francisco José Vieira Machado. A ligação a esse texto está mais abaixo.

Todas as fotos foram restauradas.

A guarda de honra junto do Cais Gorjão na segunda-feira, dia 17 de Julho de 1939, para o desembarque do Presidente e Marechal António Óscar de Fragoso Carmona, no que foi a primeira visita de um presidente da república à então colónia portuguesa. Foto de Fernando Morgado, cujo pai fazia parte da referida guarda.

O Esquadrão de Dragões desfila na Avenida da República em Lourenço Marques (actual Av. 25 de Setembro), aqui na esquina entre a Avenida da República e a Av. Dom Luiz (a actual Av. Samora Machel). Ao funo a Ponta Vermelha e à esquerda o Café Scala (que não se vê na fotografia).

Na viagem às colónias portuguesas e à África do Sul, que durou três meses mas cujo trecho em Moçambique decorreu entre 17 de Julho e 13 de Agosto de 1939, Carmona foi acompanhado pelo então Ministro das Colónias, Dr. Francisco José Vieira Machado, aqui a desembarcar, de cartola, em Lourenço Marques. Vieira Machado é uma figura importante na saga colonial e deve ser estudado.

Para um esboço biográfico do Dr. Francisco José Vieira Machado,sugiro a leitura do sítio do BNU que aborda o assunto (o Dr. Vieira Machado foi uma figura daquele banco e da banca durante décadas).

Quando Carmona desembarca em Lisboa pelo Cais das Colunas na Praça do Comércio, no dia 12 de Setembro de 1939, uma terça-feira, já a Europa se encontrava em guerra, após a invasão, pelo exército da Alemanha, da Polónia, ocorrida na madrugada do dia 1 desse mês. Carmona, normalmente considerado um fantoche do ditador Dr. António Oliveira Salazar, morreu em funções no dia 18 de Abril de 1951, tendo sido substituído pelo “moçambicanófilo” General Higino Craveiro Lopes, cuja mulher, Berta, era de Lourenço Marques, onde ele se casou no início dos anos 1920.

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