THE DELAGOA BAY WORLD

16/07/2019

O PRIMEIRO TEATRO GIL VICENTE NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, 1915

Imagem retocada, retirada da Ilustração Portuguesa.

Houve dois teatros Gil Vicente em Lourenço Marques.

O primeiro Teatro Gil Vicente foi inaugurado em 8 de Setembro de 1913 e ficava situado na entrada da Rua Lapa do lado direito, onde mais tarde se fez o Prédio Fonte Azul e a Papelaria Académica. Ardeu na noite de 7 de Novembro de 1931. O seu dono, Manuel Rodrigues, decidiu então fazer um teatro novo, em estilo art deco, num terreno situado a meio da Avenida Aguiar (depois Avenida Dom Luiz e actualmente a Avenida Marechal S. M. Machel), com o mesmo nome, que inaugurou em 8 de Agosto de 1933 – e que ainda existe.

O primeiro Teatro Gil Vicente, durante a I Guerra Mundial, cerca de 1915, no início da Rua Joaquim da Lapa, do lado direito, onde hoje está o Prédio Fonte Azul..

Os teatros foram obra de Manuel Rodrigues, um português oriundo da cidade portuguesa de Bragança, que tinha 27 anos em 1897, quando chegou a Lourenço Marques, em busca de oportunidades. Em 1907 inaugurou o primeiro cinema da capital moçambicana, o Salão Edison, que, em 1913, daria lugar ao Teatro Gil Vicente. Em 1948, os seus filhos inaugurariam o Teatro Manuel Rodrigues (hoje, o “África”) na altura dos mais modernos e sofisticados de África.

Posteriormente, os teatros foram confiscados pela Frelimo e depois encaminhados para usos afins.

 

23/04/2019

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, 1928

Imagem retocada.

 

A então Baixa de Lourenço Marques, 1928. Foto tirada da varanda do 1º andar do primeiro Teatro Gil Vicente, que ficava à entrada da Rua (mais tarde) Joaquim José Lapa, no mesmo local onde depois se instalou a Papelaria Académica, no Prédio Fonte Azul.  Onde está um homem a atravessar a rua para o lado esquerdo na imagem, fica a esquina entre a (então) Avenida Aguiar, mais tarde designada Av. Dom Luiz e a actual Avenida Marechal Samora Moisés Machel. À esquerda começava a Praça 7 de Março. Do lado direito vê-se o Consulado do Reino Unido da Grã-Bretanha, com a bandeira hasteada. Ao fundo vê-se a Rua Consiglieri Pedroso, que desemboca na Praça Azeredo, mais tarde designnada Praça Mac-Mahon e a actual Praça dos Trabalhadores. No topo e lado esquerdo da imagem, em primeiro plano, vê-se a ponta do primeiro Teatro Gil Vicente, que arderia no final do ano seguinte, motivando o seu dono a construir outro com o mesmo nome, em estilo Art Deco, a meio da Avenida Dom Luiz. Mais a seguir vê-se um edifício com a frase “(re)frescos” na fachada, que era o Kiosk Chalet, o verdadeiro epicentro geográfico e social da Cidade naquela altura e que ficava na ponta a Norte e a Nascente da Praça 7 de Março. Logo a seguir, lá longe no horizonte, pode-se ver a cúpula da Estação de Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, na altura das edificações mais altas da Baixa. Com tanta gente na rua, ou era fim de semana ou dia de festa na Cidade.

28/02/2018

O EDIFÍCIO DA AFRICAN LIFE EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 50

 

A então nova sede da Companhia de Seguros African Life, posteriormente designada Companhia de Seguros Lusitana. Ficava na esquina da Avenida Dom Luiz e a Avenida Álvares Cabral onde ficavam (à esquerda nesta foto) os Criadores de Gado e a Espingardaria Diana. Logo à direita, o Teatro Gil Vicente. Postal da colecção da Foto Lu, Shih-Tung.

13/02/2018

A INAUGURAÇÃO DO SEGUNDO TEATRO GIL VICENTE EM LOURENÇO MARQUES, 1933

O primeiro Teatro Gil Vicente existiu na Baixa onde hoje fica a Papelaria Moderna, à entrada da antiga Rua José da Lapa (agora aporta o nome de um libertador comunista sul africano), entre 1907 e início dos anos 30, (noite de 7 de ovembro de 1931) quando foi destruído por um incêndio. Manuel Rodrigues, o dono, decidiu então fazer um outro teatro, a meio da Avenida Dom Luiz (hoje Avenida do Marechal Samora). Uma revista de propaganda colonial no Brasil publicou esta peça no final de 1933.

Notícia da inauguração do Gil Vicente em 1933 e imagem da inauguração. A linguagem é de chorar a rir.

 

Fonte: Boletim da Sociedade Luso-Africana do Rio de Janeiro, Out-Dez. 1933, página 38.

09/10/2013

VISTA PARCIAL DA PLATEIA DO TEATRO GIL VICENTE EM MAPUTO, 2012

Filed under: LM Cinema Gil Vicente — ABM @ 18:43

Fotografia a preto e branco, copyright do grande Eric Lafforge, apanhada pelo Alfredo Correia.

 

Vista parcial da plateia no  Teatro Gil Vicente em Maputo.

Vista parcial da plateia no Teatro Gil Vicente em Maputo.

07/07/2012

VISTA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1950

Fotografia da colecção de Fernando Morgado.

 

Uma vista de Lourenço Marques, anos 1950.

 

A mesma fotografia, com alguma toponímia indicada. Devo salientar que, nos edifícios situados por detrás do Hotel Club, foi onde pela primeira vez se fizeram bebidas gaseificidas para venda (chamadas “sodas”) em Lourenço Marques, era uma fabriqueta tosca mas era aqui que se faziam.

28/05/2012

BILHETE DO CINEMA GIL VICENTE EM LOURENÇO MARQUES

Filed under: Bilhete Cinema Gil Vicente, LM Cinema Gil Vicente — ABM @ 22:58

Fotografia de Lizette Whittle.

Bilhete do Cinema Gil Vicente em Lourenço Marques.

28/03/2012

O CINEMA GIL VICENTE EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1940

Filed under: LM Av. Dom Luiz, LM Baixa, LM Cinema Gil Vicente — ABM @ 18:27

O Cinema Gil Vicente em Lourenço Marques, anos 1940. Foto da Life, restaurada.

06/10/2011

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1940

Foto de Augusto Rodrigues Oliveira, restaurada por mim.

A baixa de Lourenço Marques nos anos 40.

29/06/2011

O CINEMA GIL VICENTE E A AVENIDA AGUIAR EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 50

À direita a fachada do Gil Vicente, colocada após o incêndio que queimou o edifício. À esquerda ao fundo o Edifício Pott.

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