THE DELAGOA BAY WORLD

16/05/2020

FOLHETO DE BORDO DA DETA, VÔO UMTALI-BEIRA, MAIO DE 1968

Grato ao Exmo. Sennhor Joaquim Freire, dono deste blogue, imagens retocadas.

Folheto de Bordo para circulação entre os passageiros, indicando os nomes da tripulação, o percurso e outros detalhes do vôo TM-282 entre o aeródromo da pequena cidade fronteiriça rodesiana de Umtali (hoje Mutare) e a Beira.

Capa, indicando o número do vôo e a data – 6 de Maio de 1968 (uma segunda-feira).

Contracapa, com pedido para os passageiros circularem o folheto.

Interior do folheto, mencionando:  Luis Branco, Comandante; E. Fragoso, Co-Piloto; A.Viegas, Mecânico-Rádio; Maria Adelaide, Hospedeira de Bordo; duração do vôo: 37 minutos, Partida às 15 horas e chegada às 15:40 horas.

Mapa aeronáutico mostrando o percurso entre Umtali e a Beira. Umtali fica a quase 2 mil metros de altitude e a cerca de 250 kms de distância da Beira em linha recta.

O CR-AIC, “Quelimane” fez este võo. Um Fokker-27. Ver mais aqui.

Placa assinalando a entrada na pequena cidade fronteiriça de Umtali.

 

28/04/2020

UMA HISTÓRIA DOS AEROPORTOS EM LOURENÇO MARQUES

Imagens retocadas. Texto original da autoria do grande António Sopa, em inglês (?) traduzido e editado por mim. O texto aparece no sítio designado (penso que eufemisticamente) Património de Influência Portuguesa, HPIP, e pode ser lido premindo aqui. São curiosas as omissões quanto ao que os portugueses andaram a fazer na aviação moçambicana nestas alturas, felizmente a maior parte está descrita no grande Voando em Moçambique e um bocadinho aqui.

 

A fachada do primeiro terminal do Aeroporto em Mavalane, inaugurado no dia 17 de Novembro de 1940. Ver em baixo como foi.

Aviadores, Aviões e Pistas em Lourenço Marques

“A primeira infraestrutura de aviação construída em Lourenço Marques (hoje Maputo) data de 1911. Era uma pista provisória de terra batida situado no subúrbio da Machava, onde o grande aviador pioneiro da África do Sul, John Weston, realizou alguns vôos de demonstração em 31 de Julho e em 6 de Agosto daquele ano.

John Weston (1872-1950).

Somente em 1917, perto do final da Primeira Guerra Mundial, é que seria construído, na Matola, um novo campo de aviação, com hangares e edifícios de apoio. Ali, a Esquadrilha de Aviação, composta por aeronaves militares portuguesas (bem, duas aeronaves Farman F-40 de origem francesa) que tinham operado na região do Niassa, no decurso do conflito, ficou baseada. Esse esquadrão permaneceu na Matola até 30 de janeiro de 1921, quando foi extinto (nota: a data aqui carece de confirmação, cada fonte que consulto dá uma data diferente).

Um Farman F-40, este da aviação belga, copiado daqui. Parece um supositório com asas.

Uma nova pista seria aberta na Carreira de Tiro da Polana sete anos mais tarde, em julho de 1928. Ela foi instalada em terrenos da Delagoa Bay Lands Syndicate, próximo então do Clube de Golfe e mesmo ao sul da actual Prisão Civil (que foi concluída em Março de 1930). A construção desta pista, de terra batida, foi entregue ao tenente Luciano Granate. Aparentemente, a única estrutura de apoio existente no local era um antigo hangar, que seria demolido em 1937, tendo sido construído outro em seu lugar. Em outubro daquele ano, seria iluminado com “quatro projetores, iluminando a pista com os seus poderosos holofotes”. A primeira aeronave a pousar nesta pista foi uma Moth “Slotted Wing”, comandada pelo Major Allister Miller, da empresa African Airways, Ltd, em 2 de julho de 1928. Essa empresa sul-africana pretendia levar os seus negócios a todo o subcontinente, e não foi descartada a hipótese de criar uma rota para a capital moçambicana. Os voos de demonstração realizados por este aviador provavelmente também levaram à fundação, por entusiastas locais, do Aeroclube de Moçambique.

Allister Miller (1892-1951).

Após o anúncio da criação de um novo aeroporto internacional em Mavalane, foi reportado que a pista na Carreira de Tiro seria fechada ao público. Posteriormente, seria transformado em “aeroporto de turismo e aeroporto privado”, sob responsabilidade do Clube Aeronáutico Desportivo.

Excepto de um texto de 1934, sobre uma viagem aérea do lendário António Sousa Neves e Arnaldo Silva desde Lourenço Marques e a Ilha de Moçambique, publicado aqui. Descolaram do campo na Carreira de Tiro.

Lá também foi instalada a escola de vôo e a sede deste clube. Depois de obras de melhoramento, seria re-inaugurado em 7 de julho de 1940. Mas não sobreviveu muito tempo, devido às dificuldades financeiras enfrentadas pelo clube.

A DETA

Entretanto, entre o final de 1935 e o início de 1936, os Governos da União da África do Sul e de Moçambique, trocaram várias notas sobre a possibilidade do estabelecimento de rotas aéreas regulares entre os seus territórios.

Destas discussões, resultou a criação da Divisão de Exploração dos Transportes Aéreos dos Caminhos de Ferro de Moçambique (DETA), em 26 de agosto de 1936, para implementar as decisões decorrentes das negociações entre os dois governos. No seguimento destas discussões, também foi entregue à nova companhia aérea a responsabilidade pela construção e a manutenção dos aeródromos em Lourenço Marques, Quelimane e o Lumbo, ficando as obras a cargo das Divisões de Exploração dos Caminhos de Ferro (Divisão de Operação das Ferrovias) ) e Secções de Via e Obras (Ordem de Serviço nº 8, de 10 de janeiro de 1938).

Um logo da DETA dos seus primórdios.

É assim que surge decisão de o futuro aeroporto da capital de Moçambique ser instalado na marca dos 7 quilômetros da linha ferroviária para Marracuene, na localidade de Mavalane, em 6 de abril de 1938.

O Novo Aeroporto, 1940

O novo aeroporto seria construído num terreno que era propriedade de uma tal Ellen Eimett Fragoso, e que foi comprado por 250.000 escudos, sendo ligado à Cidade pela antiga estrada do Crematório, estendendo-se a Avenida de Angola por cerca de dois quilômetros.

Mais tarde, a área do aeroporto seria ampliada com a aquisição de terrenos adicionais. Assim, se em 1936 a área do aeroporto compreendia cerca de 1 milhão de m2, em 1957, essa área já se estimava em 5 milhões de m2, compreendendo: pistas e pistas pavimentadas, 314.000 m2; áreas gramadas relacionadas com os corredores de segurança e entre os corredores de segurança que limitam o limite da placa e o perímetro do aeródromo, 1.730.000 m2; bandanas e cones de entrada 545.000 m2; plataformas de estacionamento de concreto, 16.000 m2; áreas cegas do campo de pouso, 2.880.000 m2; Áreas residenciais, hangares, jardins e ruas, 90.000 m2; Avenida do Aeroporto e estacionamentos, 75.000 m2.

Conforme referido, até o final de março de 1938, o antigo campo aéreo militar na Carreira de Tiro ainda estava em uso, porque as pistas do novo aeroporto em Mavalane ainda não estavam preparadas para os aviões pousarem e decolarem carregados. Mas no final de cada dia, os aviões eram estacionados no hangar de Mavalane, para onde rumavam e onde aterravam, já descarregados.

A partir de abril de 1938, todo o trabalho foi sendo realizado no novo aeroporto, sendo construidas apenas duas faixas funcionais Norte-Sul e Leste-Oeste e as duas restantes concluídas três meses depois.

O terreno do novo aeródromo em Mavalane era muito arenoso. Primeiro foi necessário limpá-lo e nivelá-lo, e foi plantada grama curta local, que era regada diariamente. Posteriormente, quando a grama se enraizou, o solo foi compactado, primeiro com um cilindro de 2 toneladas e depois outro, de cinco toneladas.

O terminal em 1945.

A partir de 1944, iniciaram-se os estudos para a construção de pistas de cimento armado nos aeroportos de Lourenço Marques, Beira e Tete, com 2.000 metros de comprimento, 60 metros de largura e 60 metros de largura e corredores de segurança de 150 metros, capazes de acomodar os novos aviões quadrimotores. No entanto, as obras seriam executadas somente após a aquisição das aeronaves DC-3, o que obrigava auma extensão de todas as pistas.
Em Lourenço Marques, as obras foram adjudicadas à empresa Construtora do Tâmega, Ldª, e ficaram concluídas em 1954.

Um DC-3 da DETA em Lourenço Marques.

As pistas do aeroporto ainda passariam por obras de consolidação e de expansão em 1969, a fim de acomodar com segurança os novos Boeing 737 da DETA e os novos Boeing 707 Da TAP.

Um Boeing 737 da DETA, o CR-BAA.

A pista principal em Mavalane, que tinha então 2.250 metros de comprimento, é aumentada para 2.700 metros.
Devido aos novos requisitos exigidos, associados à navegação aérea, foi necessário instalar vários serviços: saúde, alfândega, imigração e combate a incêndios.

Terminal e Serviços Associados

O primeiro edifício, de grandes dimensões, a ser construído no aeroporto então existente, era um hangar de metal, concedido à Sociedade Colonial Ldª, pelo valor de £ 23.000 libras, tendo sido concluído no final de 1937. Depois, um novo hangar seria autorizado em julho de 1939, projetado para acomodar as novas aeronaves Junkers, bem como as oficinas da empresa. Ao mesmo tempo, já estava a ser instalada a iluminação das pistas, seguindo o exemplo dos aeroportos de Germiston (África do Sul) e de Bulawayo (Rodésia do Sul).

Foi concedido o arrendamento por 20 anos à Shell Oil Company, para instalar tanques de combustível subterrâneos, instalações para escritórios e uma garagem. Novas instalações desta companhia petrolífera seriam inauguradas em 19 de junho de 1958.

Logotipo da Shell Oil Company.

De facto, desde novembro de 1936 que se pensava na construção de um novo terminal para o aeroporto internacional. O primeiro projecto surgido inspirava-se no existente na cidade sul-africana de Durban, mas o seu custo, estimado em entre 6 e 7 mil contos (um conto era o equivalente a mil escudos), não recebeu a aprovação do governo geral. Foi então elaborado um novo projecto, “que mais tarde apareceu como o projecto padrão que seria seguido para os principais aeroportos”, como foi o caso de Lourenço Marques, Inhambane, Quelimane e Lumbo. Mesmo assim, o orçamento, agora situado entre 2.200 e 2.300 contos, ainda era considerado absurdo. Por fim, o terminal aprovado, da autoria do engenheiro praticante da Direcção de Estudos e Construção, Tito Lívio da Cruz Esteves, liderado pelo arquiteto Carlos Santos, foi orçado em apenas 861.5 contos, tendo sido feito por administração directa.

O novo terminal aéreo seria inaugurado no dia 17 de novembro de 1940, durante as comemorações do Duplo Centenário da Independência de Portugal (1140) e da Restauração da Independência de Portugal (1640).

O terminal de Mavalane, que serviu Lourenço Marques entre 1940 e 1963.

Os crescentes requisitos relativos a novas aeronaves e a evolução dos próprios serviços levaram à expansão sucessiva da área ocupada e à execução de obras e instalações realizadas sob os auspícios dos sucessivos Planos de Fomento da Província.

Início dos anos 60. A nova torre de controlo, do lado esquerdo do “velho” aeroporto, vendo-se já o início das obras para a implantação, à esquerda da fotografia, do novo terminal.

O Plano Geral do Aeroporto de Lourenço Marques, aprovado em 1948, estruturou um conjunto de intervenções que ocorreram em duas etapas: a primeira foi a ampliação, pavimentação e iluminação das pistas existentes e a construção de novos edifícios – manutenção de aeronaves, serviços técnicos, torre de controle, centro de comunicação, central de emergência, auxiliares de rádio, instalações relacionadas com combustíveis, etc; numa segunda etapa, a construção de um novo terminal, já que o existente não atendia às exigências e devido à importância do aeroporto para a aeronáutica da Província. Entre as obras mais importantes executadas, destacam-se a torre de controlo, concluída em 1958, as oficinas da DETA, cujo projeto é dos arquitetos Marcos Miranda Guedes e Octávio Pó (1962/1964) e um terminal de carga (1972).

Com o aeroporto em Lourenço Marques dotado de tudo o que era essencial à segurança da navegação aérea, foi construído um novo terminal, que seria inaugurado em 17 de junho de 1963, assinalando a data da chegada ao Rio de Janeiro do avião em que Sacadura Cabral e Gago Coutinho completaram o primeira travessia do Atlântico Sul em 1922. O aeroporto passou a chamar-se de Gago Coutinho. Este terminal, que seria demolido em março de 2011, foi projetado entre 1958 e 1960 por uma equipa liderada pelo arquiteto Cândido Palma de Melo e construído pelo Serviço de Obras da Direção Geral de Aeronáutica Civil.

O novo terminal do Aeroporto Gago Coutinho, anos 60. Em frente, a nova torre de controlo, concluída em 1958.

O edifício inaugurado em 1963 compreendia uma estrutura compacta, de um só volume, com 210 metros de comprimento e 22,40 metros de largura, servindo a ala esquerda para a instalação de serviços técnicos, a parte central para o movimento de passageiros e a ala direita destinada à alfândega, armazém de saúde, polícia e alfândega. No andar de cima foi instalado um restaurante e um bar. Este edifício encontrava-se no final de uma grande avenida e ladeado pelos outros edifícios de apoio do aeroporto. O seu custo ficou estimado em cerca de 14.750 contos. Este terminal ainda passaria por uma expansão e modernização entre 1972 e 1974.

O prédio original que até então servia de terminal, depois de ampliado, foi utilizado para a instalação de vários serviços da DETA.

Um Novo Aeroporto?

A partir da década de 1970, pensou-se transferir o aeroporto da capital moçambicana para outro local, pois a sua localização impedia a expansão da cidade. As regiões de Boane e Marracuene foram identificadas como potenciais destinos para um novo aeroporto, mas a preferência dos técnicos inclinou-se para Boane, devido à configuração do terreno local e sua consistência. Mas nada aconteceria.

Em fevereiro de 2006, a empresa estatal Aeroportos de Moçambique (ADM EP) iniciou um projeto para modernizar e expandir o terminal aéreo de Maputo. As obras realizadas, financiadas pelo governo chinês e pot empresas chinesas, incluíram a construção de um novo terminal internacional de passageiros, que seria inaugurado em 12 de novembro de 2010, um terminal de carga nacional e internacional e uma nova torre de controle, concluída em 2009 e, finalmente, um terminal doméstico de passageiros que entrou em operação. em outubro de 2012.”

 

20/04/2020

A ESTAÇÃO AÉREA DE MAVALANE EM LOURENÇO MARQUES, 1945

Imagens retocadas. Para oferecer ao sublime sítio Voando em Moçambique.

 

1. A Estação Aérea de Mavalane, então um distante subúrbio de Lourenço Marques, 1945.

 

2. O edifício da Estação Aérea.

 

3. O Junkers Ju-52 CR-AAK “Quelimane” estacionado na Estação Aérea de Mavalane. Ao fundo, vê-se a cauda do CR-AAZ “Búzi”, um de três Lockheed 14-H2 Super Electra que a DETA teve, entregues por barco à DETA em Junho de 1940.

 

4. Uma criança a ser ajudada a descer do Junkers CR-AAL “Lourenço Marques” da DETA. Note a sigla da DETA nas escadas.

 

5 de 5. Passageiros a recolherem a bagagem. O funcionário não se vê aqui mas está descalço.

15/07/2019

O CR-ACT “INCOMÁTI” EM ANTÓNIO ENNES, 1954

Imagem retocada.

A cidade moçambicana de António Enes foi antes e voltou, depois, a chamar-se Angoche.

O Incomáti na pista de António Ennes.

21/05/2019

ETIQUETA DE BAGAGEM DA DETA

Imagem retocada.

Para mais detalhes, ler aqui.

 

Etiqueta de bagagem da DETA. A DETA – Direcção de Exploração dos Transportes Aéreos dos Caminhos de Ferro de Moçambique – foi a primeira companhia aérea portuguesa a realizar vôos regulares, em meados da década de 1930 (26 de Agosto de 1936). No início da década de 1970 alterou a designação para DETA – Linhas Aéreas de Moçambique. Após a independência, a sua designação evoluiu para LAM -Linhas Aéreas de Moçambique. Actualmente a empresa de capitais maioritariamente públicos com cerca de 3 aviões delapidados e 700 empregados está (completamente) falida e existe a expectativa de ser extinta, a não ser que o João Jorge faça um milagre.

28/11/2018

BOEING 737 DA DETA NO AEROPORTO DE NAMPULA, 1970

Imagem retocada.

 

O Boeing 737 “Moçambique” da DETA, estacionado no Aeroporto de Nampula, 1970.

 

 

04/10/2018

CINZEIRO DA DETA

 

Um cinzeiro da DETA.

14/08/2018

HORÁRIO DA DETA, MAIO-JUNHO DE 1958

 

Horário da DETA, Maio-Junho de 1958, capa e contracapa.

 

Interior do folheto.

O LOGOTIPO DA DETA, ANOS 40

A DETA surgiu com a designação de Direcção de Exploração dos Transportes Aéreos dos Caminhos de Ferro de Moçambique.

05/08/2018

LOURENÇO MARQUES, ESBOÇADA PELO ARTISTA E DIPLOMATA JAPONÊS, HIROSUKE WATANUKI

Hirosuke Watanuki, que fez carreira diplomática pelo Japão, esteve em contacto com Portugal nos anos 50 e 60 e deixou trabalhos que causaram impressões que ainda hoje perduram. Em 2017, com 91 anos de idade, Watanuki visitou Portugal, onde o seu trabalho foi recordado.

 

Um esboço representando a Cidade de Lourenço Marques, reproduzido num postal patrocinado pela DETA, da autoria do artista-diplomata japonês Hirosuke Watanuki. O postal não está datado.

22/07/2018

O HOTEL TURISMO NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, 1970

Grato ao PPT e ao AHM.

 

O Hotel Turismo na Baixa de Lourenço Marques, Março de 1970. Propriedade de uma sociedade que incluía o Hotel Tivoli e em que o sócio de referência era o genial (mas infelizmente pouco conhecido, hoje) empresário Jorge de Abreu, foi implantado na esquina onde antes se situou, durante décadas, a Casa Bayly. No rés-do-chão, ficavam escritórios da DETA.

10/04/2018

AERÓDROMO DE MAVALANE EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1940

Filed under: DETA - Linhas Aéreas de Moçambique, LM Aeroporto — ABM @ 16:35

 

O Aeródromo de Mavalane, Em frente, um DC-3 da DETA.

14/08/2017

CARTAZ PUBLICITÁRIO DA DETA, ANOS 50

Filed under: DETA - Linhas Aéreas de Moçambique — ABM @ 23:09

Cartaz publicitário da DETA/SAA, anos 50

23/05/2016

O FOKKER FRIENDSHIP DA DETA VOANDO SOBRE A HOLANDA, ANOS 60

Filed under: DETA - Linhas Aéreas de Moçambique — ABM @ 22:45

A DETA (Divisão de Exploração dos Transportes Aéreos dos Caminhos de Ferro de Moçambique) foi a primeira companhia aérea portuguesa e de Moçambique, antecedendo em quase dez anos a fundação dos Transportes Aéreos Portugueses. Pouco antes da Independência, a designação da companhia foi hifenizada para DETA-Linhas Aéreas de Moçambique, passando posteriormente a ter a designação de LAM.

Quem tiver interesse neste assunto deve consultar o sítio “Voando Sobre Moçambique”, que é praticamente o repositório definitivo sobre o tópico.

O Friendship voando sobre os céus de Moçambique, anos 60.

O Fokker Friendship “Lourenço Marques” voando sobre os céus da Holanda, durante os testes de aceitação, anos 60.

 

Mais uma imagem do Fokker "Lourenço Marques" durante os testes de verificação e aceitação.

Mais uma imagem do Fokker “Lourenço Marques” durante os testes de verificação e aceitação.

 

 

07/05/2016

O BOEING 737 CR-BAA DA DETA, ANOS 60

Filed under: Boeing 737 CR-BAA — ABM @ 19:24

A DETA (Divisão de Exploração dos Transportes Aéreos dos Caminhos de Ferro de Moçambique) adquiriu os primeiros aviões a jacto no final dos anos 60.

 

O Boeing 737 CRBAA da DETA.

O Boeing 737 CR-BAA da DETA.

21/04/2014

BILHETE DA DETA, 1953

Este artifacto está à venda no Ebay.

 

Capa de Bilhete da DETA, 1963.

Capa de Bilhete da DETA, 1953.

 

bilhete

Uma viagem da Beira para Lourenço Marques custava 1.570 Escudos.

03/11/2013

O COMANDANTE VASCO DE ABREU NA DETA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 60 E 90

Fotografias de  Suzana Abreu Barros.

Se estiver interessado em assuntos aéreos de Moçambique, não deixe de consultar o blogue Voando em Moçambique, que contém o maior e o melhor acervo de informações e fotografias sobre a aeronáutica em Moçambique.

O Comandante Vasco de Abreu, à esquerda,  numa sala no Aeroporto de Lourenço Marques, anos 60.

Fotografia tirada na Sala de Meteorologia do Aeroporto de Lourenço Marques, anos 60. Da esquerda: Comandante Vasco de Abreu, Comandante Nasi Pereira, Comandante Augusto Rodrigues,  Dr.José Gomes Pepe (Meteorologista) e P1. Se conhecer quem é P1, escreva para aqui.

Vasco de Abreu numa praia há uns anos atrás.

Vasco de Abreu numa praia há uns anos atrás.

10/10/2013

HOSPEDEIRAS DA DETA NO AEROPORTO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia de Jorge Quartin Borges, restaurada.

 

Hospedeiras da DETA na pista do Aeroporto de Lourenço Marques, anos 1960. Se alguém souber os nomes das senhoras, por favor deixe uma nota aqui.

Hospedeiras da DETA na pista do Aeroporto de Lourenço Marques, anos 1960. Se alguém souber os nomes das senhoras, por favor deixe uma nota aqui.

03/03/2013

O CR AAZ VOANDO SOBRE OS CÉUS DE MOÇAMBIQUE, ANOS 1940

 

O CR AAZ voando sobre os céus da Colónia de Moçambique, presumidamente.

O CR AAZ voando sobre os céus da Colónia de Moçambique, presumidamente.

16/12/2012

EMBLEMA DA DETA DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE

Filed under: DETA - Linhas Aéreas de Moçambique, Pin da DETA — ABM @ 21:31
POLKA697

O símbolo da DETA.

11/11/2012

CARTAZ PUBLICITÁRIO DA DETA – LINHAS AÉREAS DE MOÇAMBIQUE

Filed under: DETA - Linhas Aéreas de Moçambique, ENTIDADES — ABM @ 10:51

Cartaz publicitário da DETA, creio que dos anos 1940 mas não tenho a certeza.

11/09/2012

COMANDANTE VASCO ABREU NA DETA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1950

Filed under: DETA - Linhas Aéreas de Moçambique, Vasco Abreu — ABM @ 22:48

Fotografia da Família Abreu, que é como se fosse minha família. Assinala-se hoje três anos que ele nos deixou.

 

O Sr. Comandante Vasco Abreu na sua pose de Frank Sinatra.

 

 

BOEING 737 DA DETA – LINHAS AÉREAS DE MOÇAMBIQUE, CERCA DE 1970

Um Boeing 737 da Deta-Linhas Aéreas de Moçambique, cerca de 1970. Na Altura da Independência, a DETA-LAM operava cerca de quatro destes aparelhos. Como os CFM, a história da DETA-LAM espelha a história de Moçambique no Século XX.

O COMANDANTE VASCO ABREU DA DETA E LAM E SUA MULHER RUTE, ANOS 1980

Fotografia de Suzana Abreu Barros, restaurada.

 

Rute e Vasco Abreu numa praia portuguesa nos anos 80, após uma vida em Moçambique, onde criaram uma prole de campeões e onde Vasco fez uma brilhante carreira como piloto comandante de linha aérea na DETA/LAM.

07/06/2012

CONSTANÇA VIDIGAL EM MOCÍMBOA DA PRAIA, 1957

Fotografias de Fernando Vidigal.

Constança posa à porta do avião da DETA em Mocímboa da Praia, 1957.

 

Mais um instantâneo da nossa Constança.

 

 

Older Posts »

Create a free website or blog at WordPress.com.

%d bloggers like this: