THE DELAGOA BAY WORLD

16/09/2019

LOURENÇO MARQUES EM 1960 E EM 1887: UMA COMPARAÇÃO

Comparação feita por mim, a “olhómetro”.

 

A Baixa de Lourenço Marques cerca de 1960.

 

A- Definida pela linha cor de rosa, a antiga Enseada da Maxaquene, aterrada a partir de 1919; B – Definida pela linha a vermelho, a “ilha” que constituía o núcleo original da Cidade; C- Definido pela linha a verde, o Pântano que separava a “ilha” de (digamos) terra firme; 1- o aterro esteve quase intocado durante 40 anos, coberto por arvoredo; 2 – a antiga Câmara Municipal de Lourenço Marques em frente ao Desportivo, que originalmente ficava mesmo em frente à Praia da Câmara; 3- O Jardim Vasco da Gama, agora Tunduru, que tocava o Pântano a Sul; 4- O terreno na esquina da Avenida da República com a D. Luiz (hoje 25 Setembro com Samora Machel) onde ficava a estrada de acesso pelo Pântano ao núcleo original da Cidade; 5- O Presídio de Nossa Senhora da Concieção, que ficava directamente em frente à Baía; 6- A Praça 7 de Março (hoje 25 de Junho) originalmente Praça da Picota, o primeiro espaço público da Cidade; 7- A Avenida da República (hoje 25 de Setembro) coincide mais ou menos com a margem Sul do Pântano.

 

A Cidade em 1887. A verde azeitona, o Pântano. 

01/09/2019

LOURENÇO MARQUES EM 1974

Imagem retocada.

 

Lourenço Marques em 1974, foto tirada de cima do Prédio Montepio em direcção a Nascente. Interessante nesta imagem é poder ver-se claramente o quarteirão onde fica situado o Hotel Club. Por esta altura, à direita da casa na extrema da imagem (do lado direito também), já estaria implantada a Casa de Ferro.

24/05/2019

VELHOS COLONOS NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, 1963

Imagens retocadas, a partir de um original, colhido por Ricardo Rangel.

 

Na esquina das Avenidas da República e Dom Luiz, na Baixa de Lourenço Marques, 1963. À esquerda, um ardina a vender uma edição do Notícias. À frente dos dois homens, do outro lado da rua, podem-se ver o stand da Rifa Anual da Associação dos Velhos Colonos, a sede do Banco Standard e parte dos edifícios da Casa Coimbra e ao fundo a futura sede do Banco Nacional Ultramarino, então em acabamentos.

 

Detalhe da mesma imagem. Ao centro, um polícia sinaleiro, comum na Cidade até aos anos 70 e que controlavam o trânsito nas horas de ponta, que naquela altura duravam cerca de cinco a dez minutos.

 

 

23/04/2019

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, 1928

Imagem retocada.

 

A então Baixa de Lourenço Marques, 1928. Foto tirada da varanda do 1º andar do primeiro Teatro Gil Vicente, que ficava à entrada da Rua (mais tarde) Joaquim José Lapa, no mesmo local onde depois se instalou a Papelaria Académica, no Prédio Fonte Azul.  Onde está um homem a atravessar a rua para o lado esquerdo na imagem, fica a esquina entre a (então) Avenida Aguiar, mais tarde designada Av. Dom Luiz e a actual Avenida Marechal Samora Moisés Machel. À esquerda começava a Praça 7 de Março. Do lado direito vê-se o Consulado do Reino Unido da Grã-Bretanha, com a bandeira hasteada. Ao fundo vê-se a Rua Consiglieri Pedroso, que desemboca na Praça Azeredo, mais tarde designnada Praça Mac-Mahon e a actual Praça dos Trabalhadores. No topo e lado esquerdo da imagem, em primeiro plano, vê-se a ponta do primeiro Teatro Gil Vicente, que arderia no final do ano seguinte, motivando o seu dono a construir outro com o mesmo nome, em estilo Art Deco, a meio da Avenida Dom Luiz. Mais a seguir vê-se um edifício com a frase “(re)frescos” na fachada, que era o Kiosk Chalet, o verdadeiro epicentro geográfico e social da Cidade naquela altura e que ficava na ponta a Norte e a Nascente da Praça 7 de Março. Logo a seguir, lá longe no horizonte, pode-se ver a cúpula da Estação de Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, na altura das edificações mais altas da Baixa. Com tanta gente na rua, ou era fim de semana ou dia de festa na Cidade.

31/10/2018

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES À NOITE, ANOS 1950

Imagem retocada.

 

A Avenida da República à noite, década de 1950, postal da Foto Lus Shi Tung. À esquerda, a Casa Coimbra. Foto tirada mesmo em frente ao cruzamento com a Avenida Dom Luiz.

20/09/2018

A ESQUINA DO SCALA E DO CONTINENTAL EM LOURENÇO MARQUES, 1961

 

Cruzamento das Avenidas Dom Luiz (a antiga Avenida Aguiar) com a Avenida da República, 1961. Atrás, a Casa Coimbra e, ao lado, o BNU em construção. Do lado esquerdo, a sede do Banco Standard. Na esquina, nesse ano, a Rifa da Associação dos Velhos Colonos. Lá mesmo ao fundo, a Casa da Sorte. A foto foi tirada em frente ao Café Scala.

12/09/2018

MACHIMBOMBO NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, 1961

 

Um machimbombo percorre a Avenida da República no cruzamento com a Avenida Dom Luís, 1961. Atrás, vêem-se o Standard Bank, a Casa Coimbra e o futuro BNU.

10/07/2018

A ESQUINA DAS AVENIDAS DA REPÚBLICA E D. LUIS EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 50

 

Na Baixa de Lourenço Marques, a esquina das Avenidas da República e Dom Luis I, anos 1950. Na altura a Avenida Dom Luis ainda era designada Avenida Aguiar. Actualmente, é designada Avenida Marechal Samora Moisés Machel.

28/02/2018

O EDIFÍCIO DA AFRICAN LIFE EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 50

 

A então nova sede da Companhia de Seguros African Life, posteriormente designada Companhia de Seguros Lusitana. Ficava na esquina da Avenida Dom Luiz e a Avenida Álvares Cabral onde ficavam (à esquerda nesta foto) os Criadores de Gado e a Espingardaria Diana. Logo à direita, o Teatro Gil Vicente. Postal da colecção da Foto Lu, Shih-Tung.

13/02/2018

O TEATRO SCALA EM LOURENÇO MARQUES, 1932

O Scala foi inaugurado em 13 de Junho de 1931.

 

O complexo de lojas, escritórios e o teatro, em 1932. Fica situado na esquina das Avenidas da República e Dom Luiz (actualmente 25 de Setembro e Marechal Samora).

OS AVENIDA BUILDINGS EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 20

Filed under: LM Av. Aguiar, LM Av. Dom Luiz, LM Avenida Buldings — ABM @ 05:28

Foto retocada por mim.

A fachada a Nascente dos Avenida Buildings, na Avenida Aguiar, mais tarde Avenida Dom Luiz I, actual Avenida do Marechal Samora. Alguns também chamam “Prédio Pott” à estrutura.

22/01/2018

O MONUMENTO A MOUZINHO DE ALBUQUERQUE EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1940

A implantação de uma praça em frente à então futura sede da Câmara Municipal de Lourenço Marques, incluiu a ideia da colocação ali de uma estátua evocativa de Mouzinho de Albuquerque, o enigmático e previamente obscuro major que em 1895 galvanizou o então pequeno Reino de Portugal ao prender o Régulo Gungunhana e assim eliminar o perigo da fragmentação (pelo Reino Unido e o Império da Alemanha) da nascente colónia que se veio a transformar no que hoje é Moçambique.

 

O monumento a Mouzinho, na Praça com o mesmo nome, em Lourenço Marques, anos 40.

Já em 1916 foi constituída uma comissão para se fazer uma estátua, que pelos vistos fez pouco ou nada durante quase vinte anos. Em 1928, só havia conseguido um terço dos fundos necessários para encomendar uma estátua e o resto dos fundos foi conseguido por uma doação de 45o contos do governo provincial em 1935.

O concurso da obra é ganho pelo projecto “África”, do arquitecto António do Couto e o escultor José Simões de Almeida (sobrinho).

Em 1936, realizou-se a cerimónia do lançamento da Primeira Pedra do monumento, que só viria a ser inaugurado com pompa no dia 28 de Dezembro de 1940, um Domingo e no dia do 45º aniversário da captura de Gungunhana por Mouzinho, em Chaimite.

Cito Gerheij: “A importância investida na Praça Mouzinho, a única praça que recebe a qualificação de “monumental”, é confirmada pela construção dos novos Paços do Concelho, prevista nela desde finais dos anos 20. Em 1931 decide-se levantar também aí a nova Catedral. Só a partir de 1935 os vários projectos vão ser implementados, devido,
porventura, à crise e à reestruturação administrativa das possessões ultramarinas destes anos. O Governo colonial completa o fundo para o monumento, enquanto a Câmara Municipal autoriza as obras da Catedral, concretizadas, com largo apoio estatal, em 1936-1944. O concurso camarário para os Paços do Concelho, em 1937-1939, é ganho pelo projecto de Carlos Santos, arquitecto português que vivera desde 1917 em São Paulo. O edifício é construído em 1940-1947. A praça é urbanizada em 1940, ano da inauguração do monumento, no âmbito do programa das comemorações centenárias deste ano. A Avenida Aguiar [mais tarde Avenida D. Luis e hoje Avenida Marechal Samora Machel] já fora prolongada e rectificada, passando a ligar directamente esta praça com a 7 de Março. Desta forma, monumento e palácio municipal rematavam uma avenida espaçosa que iniciava no Monumento a António Enes, criando um novo espaço público de referência do imaginário urbano que centralizava as sedes administrativa e religiosa à volta da figura equestre.”

Pouco antes da declaração formal da Independência de Moçambique, em Junho de 1975, o monumento foi demolido e a estátua equestre bem como os painéis laterais, foram colocados no núcleo museológico construído no local da antiga Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição, na Praça 7 de Março, onde ainda se encontra.

Durante o segundo mandato de Armando Guebuza, terceiro presidente de Moçambique após a Independência, no espaço previamente ocupado pelo monumento, foi colocada uma estátua em homenagem ao primeiro presidente de Moçambique, Samora Machel. A praça passou a designar-se Praça da Independência. Sendo que a declaração formal da independência foi declarada no antigo Estádio Salazar, na Machava, que até esta data nunca foi alvo de qualquer atenção quanto à solenidade do acto histórico ali ocorrido na noite de 24 para 25 de Junho de 1975.

Para mais detalhes, ver esta preciosidade do grande blogue com o nome errado, bem como o trabalho de Gerbert Verheij, a partir da página 34.

07/09/2017

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES E O TEATRO SCALA, ANOS 40

 

A esquina das Avenidas da República e Dom Luiz I em Lourenço Marques, vendo-se em frente o Scala, ladeado pelo Edifício da Breyner & Wirth e, do outro lado, o Avenida Building. Note-se que o pavimento ainda é de macadame e os passeios do lado Sul com areia.

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 50

 

A Baixa de Lourenço Marques, esquina das Avenidas da República e Dom Luiz I, finais dos anos 50.

01/01/2014

A AVENIDA DOM LUIZ EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

Esta é a minha primeira inserção de 2014. Aos visitantes que têm acompanhado este pequeno blogue, desejo um ano de sucessos e saúde.

A Avenida Dom Luiz (actualmente, Avenida Marechal Samora Machel) em Lourenço Marques, anos 60. À direita, o

A Avenida Dom Luiz (actualmente, Avenida Marechal Samora Machel) em Lourenço Marques, anos 60. À direita, o Continental e o Scala. À esquerda ao fundo, o Prédio Montepio. Ao fundo, a Câmara Municipal.

25/12/2013

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, MEADOS DOS ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

 

Vista da zona da Baixa de Lourenço Marques que inclui a esquina do Continental e do Scala, o prolongamento da Avenida D. Luiz até à Praça 7 de Março (actual 25 de Junho)

Vista da zona da Baixa de Lourenço Marques que inclui a esquina do Continental e do Scala, o prolongamento da Avenida D. Luiz até à Praça 7 de Março (actual 25 de Junho), a fachada dos Prédios Fonte Azul e Rúbi e o jardim em frente ao Museu Militar da Fortaleza de Lourenço Marques. Do lado direito, por detrás do Prédio da Seguros Lusitânia, pode-se ver parte do Edifício Pott. Ao fundo, o porto onde está atracado um navio de guerra e a Catembe. Meados dos anos 60.

O CAFÉ CONTINENTAL NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia de Artur Monteiro de Magalhães, gentilmente cedida pelo seu filho Artur Magalhães e restaurada por mim. Para ver a foto devidamente, abra com a máxima resolução.

 

A esquina do Café Continental

A esquina do Café Continental, no cruzamento entre as Avenidas da República e Dom Luiz, actualmente as Avenidas 25 de Setembro e Marechal Samora Machel.

11/05/2013

A PRAÇA SETE DE MARÇO EM LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DOS ANOS 1950

A Praça Sete de Março (hoje 25 de Junho) em Lourenço Marques, tal como era no início dos anos 50. Ao fundo pode-se ver o Café Scala e o Cinema Scala, atrás a Sé Catedral.

A Praça Sete de Março (hoje 25 de Junho) em Lourenço Marques, tal como era no início dos anos 50. Ao fundo, na esquina da Avenida Dom Luiz com a Avenida da República (hoje Samora Machel com a 25 de Setembro) pode-se ver o Café Scala e o Cinema Scala, a Estação Central dos Correios, atrás a Sé Catedral.

03/05/2013

A GRANDE DANA MICHAHELLES (1933-2002) E LOURENÇO MARQUES NOS ANOS 70

Dana quando mais jovem, em Lourenço Marques.

Dana quando mais jovem, em Lourenço Marques.

Dana alguns anos mais tarde, a trabalhar.

Dana alguns anos mais tarde, a trabalhar.

Cópia de um dos desenhos a tinta da Dana, aqui a Rua Consiglieri Pedroso em Lourenço Marques, 1972.

Cópia de um dos desenhos a tinta da Dana, aqui a Rua Consiglieri Pedroso em Lourenço Marques, 1972.

Dana Michahelles (1933-2002) was born in Florence, Italy, and was the daughter of artists. Her father was the Florentine painter RAM (Ruggero Michahelles), her uncle was the Futurist painter Thayaht, and her great-grandfather was Hyram Powers, the Neoclassical American sculptor. She attended the Institute of Fine Arts in Florence, but at age 15, she left for Africa where she remained for 27 years, creating a contrasting identity as an artist. In Mozambique, she remained for 27 years, she had a family, and worked extensively, never ceasing to paint. Dana’s work is relatively unknown in her birth city, and this exhibition represents a selected retrospective of her finest works which can be considered narratives, cityscapes, and visual documentation illustrating life as it is being lived, never having lost her Florentine spirit. Many people remember her drawing in the streets with her pad of paper and her pens in Maputo (Mozambique), in Lisbon, in Cape Town, and in Florence. To everyone, she has left an impression of being a quiet yet very personable artist of great talent.Dana made her drawings in the midst of people, surrounded by noise, voices, movement, by LIFE itself. She put on paper the architecture that impressed her, with a decisive and strong line to represent the heavy and structural parts, while at the same time, she was able to capture an ephemeral world in constant mutation and movement, of people — of which she sketched lightly, giving the sensation of momentary passing and fleeting moments, as one can see in many of her works. Fundamentally for her drawing style, she worked as a draftsman for 10 years with the studio of the famous Portuguese architect Amandio Alpoim Guedes (known as Pancho Guedes). It was an era when everything was still drafted by hand; the technology and instruments of today did not exist. This was an advantage that permitted her to develop a fine sense of proportion and perspective while she perfected, year after year, a particular way of using pen and ink, her very specialization.

(texto copiado e ligeiramente editado, do sítio da SACI Gallery (Palazzo dei Cartelloni, Via Sant’Antonino, 11, 50123 Florença, Itália, T 055 289 948, e-mail gallery@saci-florence.edu) que entre Janeiro e Fevereiro de 2013 fez uma exposição das obras da Dana, indicando que algumas das suas peças ainda podem ser compradas à sua Família contactando directamente a Galeria.

Em 2001, a Editora Caminho publicou um livro ilustrado com 168 páginas de cópias dos trabalhos, capa azul, com o nome da Dana (ISBN: 9789722114301). que habitualmente está esgotado e que vai por uns 50 euros.

No Facebook há um pequeno grupo de amigos e admiradores de Dana que pode ser encontrando digitando o seu nome completo.

Um sketch de Malangatana Valente, 1961.

Um sketch de Malangatana Valente, 1961.

A AVenida Dom Luiz em Lourenço Marques, junto ao Avenida Building ("Prédio Pott"), 1972.

A Avenida Dom Luiz em Lourenço Marques, junto ao Avenida Building (“Prédio Pott”), 1972.

Interior do Bazar de Lourenço Marques, 1972.

Interior do Bazar de Lourenço Marques, 1972.

Mais uma artéria de Lourenço Marques, 1972.

Mais uma artéria de Lourenço Marques, 1972.

A netrada do Hotel Club na baixa de Lourenço Marques, 1972. Actualmente o edifício é um centro cultural estrangeiro.

A entrada do Hotel Club na baixa de Lourenço Marques, 1972. Actualmente o edifício é um centro cultural estrangeiro.

A Travessa que liga da Rua Araújo à Rua Consiglieri Pedroso, na baixa velha de Lourenço Marques, 1972.

A Travessa que liga da Rua Araújo à Rua Consiglieri Pedroso, na baixa velha de Lourenço Marques, 1972.

Poema de Rui Knopfli dedidcado a Dana.

Poema de Rui Knopfli dedidcado a Dana.

11/11/2012

DOROTHY EM LOURENÇO MARQUES, DEZEMBRO DE 1902

 

Na manhã de domingo, dia 14 de Dezembro de 1902, Dorothy aportou com o pai em Lourenço Marques e enviou este postal, queixando-se do calor, do tamanho do navio e de estar com gente a mais. Na imagem, a actual Avenida Samora Machel, antigamente Avenida Dom Luiz (o rei que elevou Lourenço Marques a cidade em 10 de Novembro de 1887). À esquerda o Hotel Club e ao fundo, junto da água, a Praça 7 de Março. Curioso é este postal referir-se à artério como “Travessa da Fonte”. E vejam-se as carroças puxadas por burros.

09/09/2012

O PRÉDIO SANTOS GIL EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1950

O Prédio Santos Gil na baixa de Lourenço Marques, segunda metade dos anos 1950.

26/06/2012

A VISITA DO PRESIDENTE CARMONA A MOÇAMBIQUE, JULHO DE 1939

Fotografias gentilmente cedidas por Fernando Morgado, do seu pai Alberto José Augusto Morgado, que passou uma vida em Moçambique e conhecia o meu pai.

A fotografia do Marechal Carmona foi copiada e referenciada à Fundação Gulbenkian.

A  fotografia do então Ministro das Colónias foi desavergonhadamente copiada do sítio dos antigos colaboradores do BNU, que contém um excelente e revelador esboço biográfico de Francisco José Vieira Machado. A ligação a esse texto está mais abaixo.

Todas as fotos foram restauradas.

A guarda de honra junto do Cais Gorjão na segunda-feira, dia 17 de Julho de 1939, para o desembarque do Presidente e Marechal António Óscar de Fragoso Carmona, no que foi a primeira visita de um presidente da república à então colónia portuguesa. Foto de Fernando Morgado, cujo pai fazia parte da referida guarda.

O Esquadrão de Dragões desfila na Avenida da República em Lourenço Marques (actual Av. 25 de Setembro), aqui na esquina entre a Avenida da República e a Av. Dom Luiz (a actual Av. Samora Machel). Ao funo a Ponta Vermelha e à esquerda o Café Scala (que não se vê na fotografia).

Na viagem às colónias portuguesas e à África do Sul, que durou três meses mas cujo trecho em Moçambique decorreu entre 17 de Julho e 13 de Agosto de 1939, Carmona foi acompanhado pelo então Ministro das Colónias, Dr. Francisco José Vieira Machado, aqui a desembarcar, de cartola, em Lourenço Marques. Vieira Machado é uma figura importante na saga colonial e deve ser estudado.

Para um esboço biográfico do Dr. Francisco José Vieira Machado,sugiro a leitura do sítio do BNU que aborda o assunto (o Dr. Vieira Machado foi uma figura daquele banco e da banca durante décadas).

Quando Carmona desembarca em Lisboa pelo Cais das Colunas na Praça do Comércio, no dia 12 de Setembro de 1939, uma terça-feira, já a Europa se encontrava em guerra, após a invasão, pelo exército da Alemanha, da Polónia, ocorrida na madrugada do dia 1 desse mês. Carmona, normalmente considerado um fantoche do ditador Dr. António Oliveira Salazar, morreu em funções no dia 18 de Abril de 1951, tendo sido substituído pelo “moçambicanófilo” General Higino Craveiro Lopes, cuja mulher, Berta, era de Lourenço Marques, onde ele se casou no início dos anos 1920.

07/06/2012

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES À NOITE, ANOS 1960

A Baixa de Lourenço Marques à noite, esquina das Avenidas da República (hoje 25 de Setembro) com a Dom Luiz (hoje Samora Machel).

02/06/2012

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES E A MAXAQUENE, ANOS 1910

 

A Baixa de Lourenço Marques e a Maxaquene.

28/05/2012

DESFILE MILITAR NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, 27 DE OUTUBRO DE 1963

Foto do blogue “Moçambicando”, aqui reproduzida com vénia, restaurada.

Um desfile militar na baixa de Lourenço Marques, 27 de Outubro de 1963.

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