THE DELAGOA BAY WORLD

18/08/2019

OS CAMINHOS DE FERRO EM LOURENÇO MARQUES, 1973

Imagens (com direitos de autor) de George Dutton, tiradas em Lourenço Marques em Setembro de 1973.

 

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31/07/2019

A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LOURENÇO MARQUES, DÉCADA DE 1960

Filed under: LM Estação Caminhos de Ferro de LM — ABM @ 23:26

Imagem retocada.

 

Vista geral da Estação Ferroviária de Lourenço Marques, década de 1960. Ao fundo, a Catembe e a Matola.

06/06/2019

A ESTAÇÃO DE CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, DÉCADA DE 1930

Imagens retocadas.

 

A fachada principal da estação.

 

Machimbombos e o que parece ser um táxi, estacionados junto ao edifício da estação. Uma curiosidade: é em 1936 que os eléctricos de Lourenço Marques são descontinuados e substituídos por uma empresa de Machimbombos que serão um investimento de Paulino dos Santos Gil e que antecederam os Serviços Municipalizados de Viação da Cidade. Nesta imagem, podem-se ver ainda os carris e a linha de fornecimento de electricidade da Electric Tramways de Lourenço Marques.

01/05/2019

A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉCULO XX

Imagem retocada.

Dia de São Comboio em Lourenço Marques.

Chegada de um comboio oriundo do Transvaal à então novíssima estação ferroviária de Lourenço Marques (1ª fase) pouco depois da inauguração, ocorrida em Março de 1910 (note-se que a imagem foi recolhida já após o golpe de Estado que impôs uma república em Portugal, evidenciado pela bandeira nacional verde e vermelha, imposta pelo regime republicano). A estação inicial, muito mais rasca, que ficava do lado direito deste e mais ao fundo, ainda existe mas foi desactivada na altura (Ver o postal em baixo). Se o Exmo. Leitor reparar, ao fundo ainda não se vê a parte de trás da fachada que daria para a Praça (então chamada Azeredo, depois Mac-Mahon, hoje dos Trabalhadores) e que seria construída posteriormente e concluída cerca de 1916 (2ª fase). Note-se ainda a torre de iluminação eléctrica, que na altura era considerado o píncaro da modernidade e que permitia utilizar a estação quando os comboios partiam e chegavam durante a noite.

 

A primeira estação ferroviária que houve em Lourenço Marques, início do Século XX. Foi desactivada e substituída pela que se conhece hoje.

23/04/2019

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, 1928

Imagem retocada.

 

A então Baixa de Lourenço Marques, 1928. Foto tirada da varanda do 1º andar do primeiro Teatro Gil Vicente, que ficava à entrada da Rua (mais tarde) Joaquim José Lapa, no mesmo local onde depois se instalou a Papelaria Académica, no Prédio Fonte Azul.  Onde está um homem a atravessar a rua para o lado esquerdo na imagem, fica a esquina entre a (então) Avenida Aguiar, mais tarde designada Av. Dom Luiz e a actual Avenida Marechal Samora Moisés Machel. À esquerda começava a Praça 7 de Março. Do lado direito vê-se o Consulado do Reino Unido da Grã-Bretanha, com a bandeira hasteada. Ao fundo vê-se a Rua Consiglieri Pedroso, que desemboca na Praça Azeredo, mais tarde designnada Praça Mac-Mahon e a actual Praça dos Trabalhadores. No topo e lado esquerdo da imagem, em primeiro plano, vê-se a ponta do primeiro Teatro Gil Vicente, que arderia no final do ano seguinte, motivando o seu dono a construir outro com o mesmo nome, em estilo Art Deco, a meio da Avenida Dom Luiz. Mais a seguir vê-se um edifício com a frase “(re)frescos” na fachada, que era o Kiosk Chalet, o verdadeiro epicentro geográfico e social da Cidade naquela altura e que ficava na ponta a Norte e a Nascente da Praça 7 de Março. Logo a seguir, lá longe no horizonte, pode-se ver a cúpula da Estação de Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, na altura das edificações mais altas da Baixa. Com tanta gente na rua, ou era fim de semana ou dia de festa na Cidade.

19/04/2019

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1920

Imagem retocada.

 

A Baixa de Lourenço Marques, ao fundo, década de 1920. À direita, a velha Câmara Municipal da Cidade, que hoje fica em frente ao Desportivo. Do lado esquerdo, um armazém que em 2016 ainda existia e que fica do outro lado da rua em relação ao actual Maputo Shopping Centre. E logo a seguir, a Capitania do Porto. O imenso espaço verde em primeiro plano é o Aterro da Maxaquene, levado a cabo entre 1919 e 1921. No meio desse espaço vê-se vagamente o então novo prolongamento da Avenida da República (actual Avenida 25 de Setembro) que ligaria a Baixa à futura Estrada Marginal. Ao fundo, pode-se ver a cúpula da estação de caminhos de ferro.

02/10/2018

A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LOURENÇO MARQUES

Filed under: LM Estação Caminhos de Ferro de LM — ABM @ 23:50

Imagem colorida por mim.

A estação dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, meados dos anos 1920, colecção Rufino.

14/09/2018

A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LOURENÇO MARQUES E UM MACHIMBOMBO, 1961

 

A estação, 1961.

 

Idem.

12/09/2018

A BILHETEIRA À ENTRADA DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LOURENÇO MARQUES, 1961

 

A Bilheteira à entrada da Estação Ferroviária de Lourenço Marques, 1961.

19/03/2018

VISTA GERAL DE LOURENÇO MARQUES NA PRIMEIRA DÉCADA DE 1900

 

Esta foto de parte de Lourenço Marques nos primeiros anos depois de 1900 tem algum interesse. Foi tirada mais ou menos do ponto de vista do actual Hotel Girassol na direcção Poente. A casa em frente é  Mansão construída pelo cônsul Pott junto ao então Jardim Botânico (mais tarde Jardim Vasco da Gama e actualmente Tunduru). A vegetação logo atrás é o Jardim Botânico. A chaminé alta ao fundo, segundo o dono do magnífico HousesofMaputo, é de uma central de produção de electricidade que havia mesmo atrás do Bazar de Lourenço Marques (da Compagnie de Géneràle d’Electricité, uma concessão francesa do serviço) , edifício que ainda me lembro de ali ver nos anos 60 (entretanto foi demolido recentemente e ali foi erguido um enorme edifício). Mais detalhes sobre essa central podem ser obtidos aqui. A seguir nota-se um enorme descampado, que são terrenos vagos e parcialmente despejados de terra que foi utilizada para os aterros feitos no pântano existente na linha onde ficou depois a Avenida da República (hoje 25 de Setembro) e ainda na zona do porto e na zona da Praça Mac-Mahon (hoje Praça dos Trabalhadores).

14/09/2017

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 20

 

A fachada da estação ferroviária de Lourenço Marques. Ao fundo do lado direito pode-se observar a fachada da fábrica Victoria Cold & Storage, de Cretikos.

16/04/2014

COMBOIO A CARVÃO DOS CFM EM LOURENÇO MARQUES, 1967

 

Comboio a carvão num dos cais da estação ferroviária de Lourenço Marques, 1967.

Comboio a carvão num dos cais da estação ferroviária de Lourenço Marques, 1967.

27/10/2013

A PRAÇA MAC-MAHON EM LOURENÇO MARQUES, FINAL DOS ANOS 1930

 

 

A Praça Mac-Mahon em Lourenço Marques no final dos anos 30.

A Praça Mac-Mahon em Lourenço Marques no final dos anos 30.

20/10/2013

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, MEADOS DOS ANOS 20

Filed under: LM Estação Caminhos de Ferro de LM — ABM @ 18:04

Postal da Colecção José Santos Rufino.

 

A Estação Ferroviária de Lourenço Marques em meados dos anos 20.

A Estação Ferroviária de Lourenço Marques em meados dos anos 20. Para além da carga e descarga, era uma das principais vias de acesso para quem viajava de e para a África do Sul (Joanesburgo e Pretória).

17/06/2013

INTERIOR DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 20 DO SÉC. XX

Filed under: LM Estação Caminhos de Ferro de LM — ABM @ 02:02

Grato à Isabel Sena.

 

A parte interior da Estação Ferroviária de Lourenço Marques nos anos 20, ainda em obras.

A parte interior da Estação Ferroviária de Lourenço Marques nos anos 20, ainda em obras. Naquela altura, a electricidade da Estação bem como do Porto, mesmo ao lado, era fornecida por um gerador próprio situado mesmo à direita da estação e que se pode ver parcialmente aqui.

FACHADA DA ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 20 DO SÉC. XX

Grato à Isabel Sena.

 

Fachada da Estação Ferroviária de Lourenço Marques.

Fachada da Estação Ferroviária de Lourenço Marques – às dez para o meio-dia. Então a Praça em frente chamava-se Azeredo, depois mudou o nome para Praça Mac-Mahon, e agora chama-se Praça dos Trabalhadores.

03/03/2013

COMBOIO A PREPARAR-SE PARA SAIR DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1940

 

A locomotiva a carvão está pronta para deixar Lourenço Marques, provavelmente para a África do Sul..

A locomotiva a carvão está pronta para deixar Lourenço Marques, provavelmente para um destino na África do Sul. Para ver esta fotografia, que restaurei,  em todo o seu esplendor, prima nela duas vezes com o ponteiro do seu computador.

11/09/2012

A PRACETA ANTÓNIO ENES NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1910

A rua situada no extremo Sul da Praça 7 de Março em Lourenço Marques, à esquerda a estátua evocativa a António Enes, figura incontornável da história moderna de Moçambique. Pouca gente sabe que a primeira estação de comboios de Lourenço Marques e a primeira Câmara Municipal da cidade funcionaram nesta rua, uma mais ou menos em frente à outra (bem, quem sabe melhor isto è o Paulo Pires Teixeira).

09/09/2012

A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LOURENÇO MARQUES E A FÁBRICA DE GÊLO DE CRETIKOS, INÍCIO DO SÉCULO XX

A estação ferroviária de Lourenço Marques e a Praça Mac-Mahon. Ao fundo, a firma de Cretikos a Victoria Cold Storage and Ice Factory.

20/06/2012

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1910

Fotografia restaurada.

 

A Estação de Caminhos de Ferro de Lourenço Marques. Ao fundo, na Avenida da República, pode-se ver a fachada da Victoria Cold Storage & Ice Company.

18/06/2012

A PRAÇA MAC-MAHON EM LOURENÇO MARQUES, 1949

Fotografia da colecção de José Godinho, tirada pelo seu pai, João Godinho, restaurada.

Para ver esta fotografia em tamanho muito maior, prima na imagem duas vezes com o rato do seu computador.

A Praça Mac-Mahon, 1949.

07/06/2012

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1920

A Estação dos caminhos de ferro de Lourenço Marques, creio que anos 1920.

13/05/2012

A AVENIDA DA REPÚBLICA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1930

LM Av Rep

A Avenida da República (hoje 25 de Setembro) anos 1930. Ao fundo, a estação dos caminhos de ferro, provavelmente a estrutura mais alta da cidade até à construção da Casa Coimbra.

10/05/2012

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1910

Filed under: LM Baixa, LM Estação Caminhos de Ferro de LM, LUGARES — ABM @ 14:16

Postal com a imagem da Estação dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, anos 1910. Creio que a fotografia original (não colorida) já se encontra neste blogue.

 

O Ernesto Silva sugeriu que este texto elucidativo acompanhasse a imagem em cima, pilhado do magníco blogue Macua Blogs, gerido pelo Fernando Gil, que cita um texto do Notícias de Maputo de 2010:

A estação central dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), na baixa da nossa capital, faz na sexta-feira 100 anos de existência, preenchendo assim um percurso que engloba vários períodos da história ferroviária de Moçambique e da África Austral. Aquele local, que se tornou numa das principais atracções turísticas da cidade de Maputo, é, por tudo o que simboliza, um património que marca o nosso desenvolvimento. 

Entretanto, apesar de se contar que a estação central dos CFM em Maputo faça depois de amanhã 100 anos, manda a verdade dizer que 19 de Março de 1910 é apenas a data da sua inauguração oficial, já que os planos para a sua construção datam de 1904 e as obras começaram poucos anos depois.

A ideia das autoridades de então era a de ter uma estação moderna para os padrões da época, tendo sido inspirada na imponente estação dos caminhos de ferro de Joanesburgo, na África do Sul, com a diferença que a estação moçambicana tinha um “frontispício mais vistoso e no interior uma passagem comunicando com a gare da estação”, segundo dados que constam do arquivo dos CFM. 

Para complemento da sua elegância e bom-gosto, estação ficou e ainda está adornada com três cúpulas, sendo uma delas de grandes dimensões. A cúpula central, que encima a estação, tem sido atribuída ao engenheiro francês especializado em estruturas em metal Gustave Eiffel (também autor da Casa de Ferro, onde funciona a Direcção Nacional do Património Cultural na baixa de Maputo e a famosa torre que leva o seu nome em Paris). Na verdade, Eiffel construiu muito, e há a tendência de lhe atribuir de tudo um pouco e não importa o que quer que seja.

Mas no nosso caso há a prova documental de que a estação central dos CFM foi projectada na África do Sul, devido às dificuldades da mesma ser feita na Inglaterra, devido à I Guerra Mundial.

As obras da nova estação, em tijolo cozido e cimento, com uma frente de 51 metros, iniciaram-se em 1908, vindo a nova estação substituir a primitiva, de madeira e zinco, localizada um pouco mais baixo, inaugurada em 1895, por Paul Kruger, líder do Transvaal. 

A sua conclusão viria a ocorrer em 19 de Março de 1910, sendo inaugurada em cerimónia informal, com a presença do Governador-geral da altura, Freire de Andrade. Nessa ocasião, as mais altas autoridades da colónia e outras individualidades deslocar-se-iam até à missão de S. José de Lhanguene onde decorriam festividades destinadas à obtenção de fundos para as suas actividades.

Obras importantes viriam ainda a ocorrer na estação a partir de 1913, tendo-se alterado profundamente a fachada do mesmo, de autoria do arquitecto Ferreira da Costa (autor também do edifício do então Banco Nacional Ultramarino, hoje Banco de Moçambique, demolido em 1958 e da 1ª Esquadra, na rua Consiglieri Pedroso).  A execução destas obras foi administrada pela Secção de Via e Obras dos Caminhos de Ferro, sob a direcção daquele arquitecto. Só a ornamentação do frontispício foi feita sob contrato, estando dela encarregado Pietro Buffa Buccellato. Estas viriam a ficar concluídas em 1916.

A inauguração da estação ocorreu com a saída dos dois primeiros comboios para S. José de Lhanguene, onde se celebrava a festa de São José, padroeiro daquela missão, justamente nesse 19 de Março de 1910.

A construção da estação da capital de Moçambique foi uma espécie de alavanca para o desenvolvimento ferroviário de Maputo, cidade a que os portugueses baptizaram Lourenço Marques, e outros pontos do que é hoje a província de Maputo. Por exemplo, a seguir à estação central, foi construído o majestoso edifício-sede dos CFM, um dos mais belos da nossa capital, construíram-se em Ressano Garcia quatro casas de alvenaria para a moradia de 10 famílias de empregados dos CFM, construção de uma nova ponte metálica de 80 metros de vão sobre o rio Matola, construção de três novos hangares para o serviço dos armazéns gerais, nova gare de triagem ao quilómetro três, assentamento de novos feixes de linhas para o serviço da carvoeira, ampliação das linhas da estação de Ressano Garcia para se adequarem ao novo serviço de carvão, instalação de agulhas automáticas nas estações de Moamba e Incomáti; construção de triângulos de inversão em Lourenço Marques, Moamba e Ressano Garcia, etc.

Assim, o percurso centenário desta estação é feito de história e do vapor que os comboios que ela acolhe diariamente deixam como sinal de dinâmica de um desenvolvimento que o país ainda está a conhecer.

A estação central dos Caminhos de Ferro de Moçambique foi escolhida em Janeiro do ano passado [2009] pela prestigiada revista norte-americana “Newsweek” como a sétima mais bela do mundo, num “ranking” que incluiu todas as infra-estruturas do género em todo o mundo, das mais “modestas” às mais famosas.

A pesquisa da “Newsweek” tomou em consideração o traçado arquitectónico e o seu nível de conservação, algo que, no caso da imponente obra da capital do país, casa a história com o empenho da instituição que a tutela, a empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, em conservá-la.

A estação central dos Caminhos de Ferro foi inaugurada dois anos depois do início da sua construção. Contudo, a imponência com que se lhe conhece hoje só se verificaria a partir de 1916.

Hoje, para além de estação ferroviária por onde passam milhares de passageiros e mercadorias de e para Maputo (também para os vizinhos Zimbabwe e África do Sul), é também um local de cultura. Nela, vários eventos de carácter cultural e artístico têm sido promovidos, ao mesmo tempo que a empresa que a tutela (CFM) agenda implantar nela um museu ferroviário.

A mais bela estação ferroviária do mundo é, segundo a revista Newsweek”, a londrina de St. Pancras, seguida pela nova-iorquina Grand Central Station.

 [Notícias de Maputo, Quarta-Feira, 17 de Março de 2010]

31/03/2012

A ESTAÇÃO DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1910

A Estação dos Caminhos de Ferro de Lourenço Maques, vista de Poente, creio que na inauguração em Março de 1910.

 

Um dos cais de embarque/desembarque da Estação.

 

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