THE DELAGOA BAY WORLD

03/10/2020

LOCOMOTIVA DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE NO LUMBO, 1969

Imagem retocada.

 

A locomotiva Nº814 dos Caminhos de Ferro de Moçambique, uma  Henschel 19909-1925, no Lumbo, perto da Ilha de Moçambique, na  linha Nacala-Nampula, 1969.

19/09/2020

LOCOMOTIVA 704 DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE NA MACHAVA, 1967

Imagem retocada.

 

Locomotiva Nº704 dos Caminhos de Ferro de Moçambique puxa vagões de carga perto da Machava, Julho de 1967. Foi construída pela empresa canadiana Montreal Locomotive Works.

11/09/2020

LOCOMOTIVA Nº6 DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE, 1969

Imagem retocada.

 

A locomotiva Nº6 dos Caminhos de Ferro de Moçambique, que usava madeira, em Inhambane, 1969. Originalmente construída pela St. Leonard em Liége, França.

10/09/2020

COMBOIO DOS CFM A CAMINHO DA SUÁZILÂNDIA, ANOS 1970

Imagem retocada.

 

Comboio dos Caminhos de Ferro de Moçambique Nº707- classe 482, levando vagões de carga vazios, deslocando-se de Lourenço Marques para a Mina Ka Dake, na Suazilândia, para carregar minério de ferro e trazê-lo de volta para o porto moçambicano. Anos 70.

02/09/2020

A LOCOMOTIVA 406 DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE EM QUELIMANE, 1969

Imagem retocada.

A locomotiva dos Caminhos de Ferro de Moçambique Nº406 (fabricada na empresa norte-americana Baldwin Locomotive Works) no momento em que partia da estação de Quelimane levando carruagens de carga e de passageiros, Julho de 1969.

A locomotiva 406.

19/07/2020

125 ANOS DE CAMINHOS DE FERRO EM MOÇAMBIQUE

Imagem retocada.

Assinalo o 125º aniversário da viagem inaugural, por via férrea, entre Lourenço Marques e Pretória, ocorrida na segunda feira, dia 8 de Julho de 1895, considerado o início do que veio a ser uma organização quase dominante em Moçambique. Na altura Lourenço Marques-Pretória (e Joanesburgo) era considerada a ligação ferroviária mais estratégica e valiosa no mundo e uma verdadeira dor de cabeça para a diplomacia britânica, empenhada há décadas a tentar isolar o Transvaal de um acesso directo aos oceanos, o que incluiu de tudo um pouco, nomeadamente a reiterada tentativa de (literalmente) comprar Lourenço Marques e ficar com o Sul do que é hoje Moçambique. Se Moçambique tem hoje um Sul, deve-o em boa parte às circunstâncias de que resultou a atribulada criação deste troço. Contra tudo e todos, se em tanta coisa mais cederam, os portugueses de então simplesmente nunca cederam neste aspecto.

Seria no entanto parcial, e porventura indecente, não mencionar que, por volta da mesma altura, por imposição britânica e de Cecil Rhodes (que essencialmente eram quase a mesma coisa) se construiu uma linha de caminho de ferro entre a Beira e a Rodésia, mais curta mas se calhar mais complicada, agravado pelo factor “o barato sai caro”, pois primeiro fizeram uma linha de bitola pequena e imediatamente após a conclusão tiveram que alargar a bitola e assim refazer tudo.

 

A locomotiva dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques (CFLM) que transportou o Presidente Paulus Johannes Kruger (do Transvaal, nome formal República Sul-Africana) na viagem oficial de inauguração da linha ferroviária entre Lourenço Marques e Pretória.

22/04/2020

COMBOIO DEIXA LOURENÇO MARQUES PARA O TRANSVAAL, ANOS 1920

Imagem retocada.

 

Comboio a deixar Lourenço Marques, com destino ao Transvaal.

 

Locomotiva de uma das classes Santa Fe dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, construída nos Estados Unidos da América pela lendária Baldwin Locomotive Works.

CARRO FERROVIÁRIO ESTACIONADO EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1940

Imagem retocada.

 

Um carro ferroviário Michelin, estacionado na Linha 1 da estação de Caminhos de Ferro de Lourenço Marques, anos 1940.

18/08/2019

OS CAMINHOS DE FERRO EM LOURENÇO MARQUES, 1973

Imagens (com direitos de autor) de George Dutton, tiradas em Lourenço Marques em Setembro de 1973.

 

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11/05/2019

LOCOMOTIVA A DIESEL DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE, 1970

Imagem retocada.

 

Locomotiva dos CFM Nº50, D101, a diesel, em Lourenço Marques, 1970.

01/05/2019

A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉCULO XX

Imagem retocada.

Dia de São Comboio em Lourenço Marques.

Chegada de um comboio oriundo do Transvaal à então novíssima estação ferroviária de Lourenço Marques (1ª fase) pouco depois da inauguração, ocorrida em Março de 1910 (note-se que a imagem foi recolhida já após o golpe de Estado que impôs uma república em Portugal, evidenciado pela bandeira nacional verde e vermelha, imposta pelo regime republicano). A estação inicial, muito mais rasca, que ficava do lado direito deste e mais ao fundo, ainda existe mas foi desactivada na altura (Ver o postal em baixo). Se o Exmo. Leitor reparar, ao fundo ainda não se vê a parte de trás da fachada que daria para a Praça (então chamada Azeredo, depois Mac-Mahon, hoje dos Trabalhadores) e que seria construída posteriormente e concluída cerca de 1916 (2ª fase). Note-se ainda a torre de iluminação eléctrica, que na altura era considerado o píncaro da modernidade e que permitia utilizar a estação quando os comboios partiam e chegavam durante a noite.

 

A primeira estação ferroviária que houve em Lourenço Marques, início do Século XX. Foi desactivada e substituída pela que se conhece hoje.

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