THE DELAGOA BAY WORLD

16/09/2019

LOURENÇO MARQUES EM 1960 E EM 1887: UMA COMPARAÇÃO

Comparação feita por mim, a “olhómetro”.

 

A Baixa de Lourenço Marques cerca de 1960.

 

A- Definida pela linha cor de rosa, a antiga Enseada da Maxaquene, aterrada a partir de 1919; B – Definida pela linha a vermelho, a “ilha” que constituía o núcleo original da Cidade; C- Definido pela linha a verde, o Pântano que separava a “ilha” de (digamos) terra firme; 1- o aterro esteve quase intocado durante 40 anos, coberto por arvoredo; 2 – a antiga Câmara Municipal de Lourenço Marques em frente ao Desportivo, que originalmente ficava mesmo em frente à Praia da Câmara; 3- O Jardim Vasco da Gama, agora Tunduru, que tocava o Pântano a Sul; 4- O terreno na esquina da Avenida da República com a D. Luiz (hoje 25 Setembro com Samora Machel) onde ficava a estrada de acesso pelo Pântano ao núcleo original da Cidade; 5- O Presídio de Nossa Senhora da Concieção, que ficava directamente em frente à Baía; 6- A Praça 7 de Março (hoje 25 de Junho) originalmente Praça da Picota, o primeiro espaço público da Cidade; 7- A Avenida da República (hoje 25 de Setembro) coincide mais ou menos com a margem Sul do Pântano.

 

A Cidade em 1887. A verde azeitona, o Pântano. 

06/08/2019

LOURENÇO MARQUES EM 1969

Imagem retocada.

 

A ponta da Polana, a Maxaquene e o seu Aterro e ainda a Baixa de Lourenço Marques, final da década de 1960.

 

04/11/2018

LOURENÇO MARQUE NO FINAL DA DÉCADA DE 1950

Filed under: LM Baixa, LM Vista Geral da Cidade — ABM @ 20:25

 

A Baixa de Lourenço Marques, segunda metade dos Anos 1950. Postal da Foto Lu Shi Tung.

LOURENÇO MARQUES, VISTA AÉREA NO FINAL DA DÉCADA DE 1950

Filed under: LM Vista Geral da Cidade — ABM @ 20:17

 

Vista aérea de Lourenço Marques, cerca de vinte anos antes da independência do país.

LOURENÇO MARQUES EM MEADOS DA DÉCADA DE 1960

Filed under: LM Baixa, LM Vista Geral da Cidade — ABM @ 20:07

 

 

Presumivelmente, na segunda metade de 1968.

20/09/2018

LOURENÇO MARQUES VISTA DO AR, 1937

Filed under: LM vista do ar 1937, LM Vista Geral da Cidade — ABM @ 22:49

 

1 de 3

 

2 de 3

 

3 de 3

18/09/2018

LOURENÇO MARQUES VISTA DO ALTO-MAÉ, INÍCIO DA DÉCADA DE 1970

Filed under: LM Alto-Maé, LM Vista Geral da Cidade — ABM @ 19:47

 

A Cidade, vista do Alto-Maé, início dos anos 1970.

05/08/2018

LOURENÇO MARQUES, ESBOÇADA PELO ARTISTA E DIPLOMATA JAPONÊS, HIROSUKE WATANUKI

Hirosuke Watanuki, que fez carreira diplomática pelo Japão, esteve em contacto com Portugal nos anos 50 e 60 e deixou trabalhos que causaram impressões que ainda hoje perduram. Em 2017, com 91 anos de idade, Watanuki visitou Portugal, onde o seu trabalho foi recordado.

 

Um esboço representando a Cidade de Lourenço Marques, reproduzido num postal patrocinado pela DETA, da autoria do artista-diplomata japonês Hirosuke Watanuki. O postal não está datado.

16/04/2018

LOURENÇO MARQUES VISTA DO AR, OUTUBRO DE 1933

O Ilustrado, 1 de Outubro de 1933,  Nº13, páginas 252-253.

1933. Em primeiro plano, a Av. Pinheiro Chagas já parcialmente constituída em duas faixas.

 

À esquerdo, o Aterro da Maxaquene, ainda “pelado”.

 

À direita, junto ao Aterro da Maxaquene, os campos de futebol do Desportivo, ainda no local onde mais tarde foi feita a sede e a piscina, e a seguir o campo de futebol do Sporting.

 

À direita, o Aterro da Maxaquene e as instalações do Desportivo e do Sporting.

 

25/02/2018

LOURENÇO MARQUES NO INÍCIO DA DÉCADA DE 1960

 

A capital de Moçambique colonial no início da década de 1960. Começava a explosão imobiliária. Nesta década, a urbanização de cimento chegou ao rubro, crescendo para o céu principalmente nas grandes avenidas (Avenidas António Ennes, 24 de Julho e Pinheiro Chagas) e para Norte (Bairro do Triunfo, COOP e Bairro dos Cronistas, sempre chamado Somershield mas erradamente escrito Sommerschiedl). Na zona do chamado Caniço, expandiu para Norte ao longo da estrada para Marracuene a partir do Xipamanine e Mafalala, Machava e a Poente para a Matola. Em 1974, parou tudo durante vinte anos, apenas para retomar com redobrado vigor. Se sempre houve um negócio milionário em Moçambique, antes como agora, é o negócio dos terrenos e das casas na capital de Moçambique. Nada no país se compara. Com a ponte para a Catembe prestes a ser inaugurada, a explosão segue-se na margem Sul da Baía.

20/10/2013

VISTA DE LOURENÇO MARQUES NO INÍCIO DO SÉCULO XX

Filed under: LM Vista Geral da Cidade — ABM @ 17:16

Para ver a foto com tamanho maior, prima na imagem com o rato do seu computador.

 

Vista de Lourenço Marques a partir da Ponta Vermelha, início do Séc. XX.

Vista de Lourenço Marques a partir da Ponta Vermelha, início do Séc. XX. Praticamente toda a zona desta “lagoa” foi aterrada no final da segunda década do Séc. XX.

06/10/2013

LOURENÇO MARQUES À NOITE, 1973

Filed under: LM Vista Geral da Cidade, Nuno Pires fotografia — ABM @ 21:15

Foto do Nuno Pires.

 

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Uma vista de LM à noite, para os lados da Matola, tirada em 1973 pelo Nuno Pires do cimo de um prédio de 12 andares, situado junto ao cruzamento da 24 de Julho com a antiga Manuel de Arriaga, hoje Karl Marx. O Nuno estava no topo do edifício e a luz da foto é natural. Os dois “riscos no céu na realidade eram dois arames no parapeito do prédio, ali colocados para segurança.

 

 

LOURENÇO MARQUES VISTA DA CATEMBE, INÍCIO DO SÉCULO XX

Filed under: LM Vista Geral da Cidade — ABM @ 17:22
A Cidade de Lourenço Marques, tal como se via da Catembe no início do Século XX.

A Cidade de Lourenço Marques, tal como se via da Catembe no início do Século XX. Para ver a foto com tamanho maior, prima nela com o rato do seu computador.

09/09/2012

A CIDADE DE LOURENÇO MARQUES, VISTA AÉREA, ANOS 1960

Filed under: LM Vista Geral da Cidade — ABM @ 19:42

A cidade de Lourenço Marques vista da Polana na direcção da baixa, anos 1960.

VISTA AÉREA DA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: LM Baixa, LM Vista Geral da Cidade — ABM @ 16:23

Vista aérea de Lourenço Marques, de poente para nascente, anos 1960.

13/05/2012

LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉCULO XX

A cidade de Lourenço Marques vista da colina da Maxaquene, anos 1900.

21/04/2012

VISTA AÉREA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: LM Vista Geral da Cidade — ABM @ 09:57

Vista aérea de Lourenço Marques, anos 1960.

28/03/2012

A PRAÇA MOUZINHO DE ALBUQUERQUE, A MAXAQUENE E A POLANA, ANOS 1960

Vista da Praça Mouzinho de Albuquerque e, mais atrás, a Maxaquene e a Polana, anos 1960

20/03/2012

LOURENÇO MARQUES NO PRINCÍPIO DO SÉCULO XX

A cidade, então já a nova capital de Moçambique, vista dos Altos da Maxaquene. Em primeiro plano à esquerda vê-se o Paiol. Mais abaixo à direita, o edifício com o telhado muito alto e inclinado é o dos Correios. Mais tarde no mesmo lugar foi edificado o actual edificío dos Correios. A foto data mesmo do início do século, pois a estação dos Caminhos de Ferro de Lourenço Marques e o Capitania Building ainda não existiam. Na Baía, abundam os navios.

10/03/2012

MAPA DE LOURENÇO MARQUES, 1926

Filed under: LM Mapa, LM Vista Geral da Cidade, LUGARES — ABM @ 17:03

Mapa de Lourenço Marques, 1926. Para ver com maior tamanho, prima duas vezes na imagem com o rato do seu computador.

19/02/2012

VISTA AÉREA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Vista aérea da cidade de Lourenço Marques.

11/02/2012

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, FINAL DOS ANOS 1960

Fotografia do IICT, restaurada.

Vista aérea da baixa de Lourenço Marques, final dos anos 1960. A avenida que se pode ver é a Aveinda da República (actualmente Av. 25 de Setembro). Em primeiro plano pode-se ver o terreno onde de seguida foi edificado o Edifício dos 22 Andares, que em 1974 era o mais alto em qualquer território administrado por Portugal. A lista do que se pode ver aqui não termina quase: a Biblioteca Municipal (hoje Nacional), os Correios, Hotel Tivoli, etc etc.

A AVENIDA PINHEIRO CHAGAS E O HOSPITAL CENTRAL MIGUEL BOMBARDA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Foto do IICT, restaurada.

Esquina da Avenida Pinheiro Chagas com a (vinda de baixo) a Rua Princesa Patrícia. Em baixo à esquerda pode-se ver parte do pavilhão da Associação dos Velhos Colonos. Do outro lado da rua e para cima do lado direito, pode-se ver o complexo do Hospital Central Miguel Bombarda. Hoje, em Maputo, a casa na esquina desse complexo é o Restaurante 1908, explorado pela mesma família que fundou o Hotel dos Libombos. Ao longe, pode-se ver o cimo da Igreja de Santo António da Polana e a Sommerschield.

30/11/2011

MAPUTO E BEIRA PROTEGEM PATRIMÓNIO HISTÓRICO NACIONAL

Para ver esta fotografia em tamanho máximo, prima duas vezes na imagem com o rato do seu computador.

Vista aérea de Lourenço Marques, anos 1960

Tardiamente, reproduzo em baixo a peça do Cláudio Saúte, publicada no CanalMoz, de Maputo, 1 de Março de 2011. Agradeço ao Paulo Azevedo ter chamado a atenção para este texto.

Palácio da “Ponta Vermelha” proposto como “património histórico”

reitor da uem

O reitor da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), Filipe Couto, comprometeu-se a trazer a público, nos próximos dias, a lista de edifícios da cidade de Maputo classificados como património histórico, turístico e cultural. Na lista dos edifícios inventariados para tal está o “Palácio da Ponta Vermelha”, a residência oficial do Presidente da República que no tempo colonial era a residência oficial do governador-geral.

A Faculdade de Arquitectura e Planeamento Físico da UEM levou a cabo durante um mês, um trabalho que culminou com o levantamento e registo de 200 edifícios propostos para a classificação como histórico, turístico e cultural. A lista do primeiro grupo de 30 edifícios, a ser entregue às instituições competentes, foi apresentado publicamente na sexta-feira.

Falando na ocasião, Filipe Couto disse que a UEM vai levar este trabalho até ao fim. “Aqui quando se começa uma coisa leva-se até ao fim e apresentam-se resultados. Somos livres. Nós não dizemos coisas que depois terminam em gavetas”, disse o Reitor, padre Filipe Couto para garantir que “o trabalho da classificação dos edifícios não vai parar pelo caminho”.

O passo a seguir é entregar ao Conselho Municipal a lista dos edifícios. Este por sua vez vai encaminhar ao Ministério da Cultura que deverá e por fim fazer o dossier desaguar no Conselho de Ministros para a sua aprovação final.

Por seu turno, o presidente do Conselho Municipal de Maputo, David Simango, disse que a proposta da UEM de classificar os edifícios, encaixa-se perfeitamente nas preocupações da edilidade, uma vez que na cidade se assiste a um “Carnaval de destruição e reconstrução de edifícios”.

“A UEM não é estranha a este processo. Tenho recebido informação de execução de obras que são executadas de madrugada ou à noite. Este é um problema sério da nossa cidade. Com a classificação, as coisas passarão a ser feitas dentro de regras. Há transformações de edifícios aqui na cidade que só nos apercebemos depois”, disse o edil de Maputo afirmando ainda que a classificação dos edifícios da cidade Maputo “é uma forma de fazer a nossa cultura”.

“A nossa cidade é um ponto cultural e turístico muito importante. A classificação visa colher a história dos edifícios e passar a defendê-los. Haverá manutenção sempre que for necessário, mas respeitando-se a classificação”, assegurou.

Na cidade da Beira, capital provincial de Sofala, município onde o presidente é Daviz Simango, presidente simultaneamente do MDM, “foram inventariados até ao momento 140 edifícios para serem propostos à classificação”. “Ainda estamos à procura de ferramentas para classificação”, disse Luís Lage, director da Faculdade de Planeamento Físico e Arquitectura.

Lage anunciou que tanto no caso de Maputo como da Beira, as propostas darão entrada nos Conselhos Municipais oportunamente.

De um total de 203 edifícios inventariados para a classificação, para além do Palácio da Ponta Vermelha, destaque vai ainda para o Mercado Central, Centro Cultural Franco Moçambicano, Caminhos de Ferro de Moçambique, Casa dos Azulejos, Museu de Moeda, Fortaleza de Maputo, Edifício de Passos Municipal, Monumento da I Guerra Mundial, Sé Catedral, Rádio Moçambique, Telecomunicações de Moçambique, Tribunal Supremo, Imprensa Nacional, Monumento e Estatua de Samora Moisés Machel, Prédio Pott, Centro Cultural do Conselho Municipal de Maputo, Monumento e Estatua de Eduardo Mondlane, Monumento dos Heróis Moçambicanos, Prédio Residencial Leão que Ri, Restaurante 1908, Casa Velha, Igreja da Polana, Vila Algarve, Palácio dos Casamentos, Museu Nacional de Geologia, Museu da História Natural, Biblioteca Nacional, Correios de Moçambique e Casa de Ferro.

(fim)

02/07/2011

VISTA DA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

Vista geral da baixa da cidade, anos 60. De destacar que o Prédio 33 andares ainda não existia (se bem que os anteriores edifícios já haviam sido demolidos), a actual sede do Banco Barclays estava a ser feita, Vê-se ainda a sede do Desportivo e a sua piscina, em frente a antiga Câmara Municipal de LM, a Av da República (hoje 25 de Setembro) etc e tal.

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