THE DELAGOA BAY WORLD

15/06/2013

OS POEMAS DE REINALDO FERREIRA, 1960

Filed under: Reinaldo Ferreira - poeta — ABM @ 23:58

Os poemas de Reinaldo Ferreira podem ser lidos premindo AQUI, cortesia (e estafa) do Sr. Magno Antunes e do magnífico sítio Malhanga.com.

 

A capa do livro de poemas recolhidos de Reinaldo Ferreira, meses após a sua morte em Lourenço Marques, por doença. Ele está sepultado no Cemitério de São Francisco Xavier, no Alto-Maé, em Maputo.

A capa do livro de poemas recolhidos de Reinaldo Ferreira, meses após a sua morte em Lourenço Marques, por doença. Ele está sepultado no Cemitério de São Francisco Xavier, no Alto-Maé, em Maputo.

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10/06/2013

REINALDO FERREIRA UM POETA EM LOURENÇO MARQUES

Reinaldo Ferreira.

Reinaldo Ferreira.

Um texto dos Wikipédias refere o seguinte (editado por mim, claro):

“Reinaldo Edgar de Azevedo e Silva Ferreira (Barcelona, 20 de Março de 1922; Lourenço Marques, 30 de Junho de 1959) foi um poeta que realizou toda a sua obra em Moçambique. Filho do chamado Repórter X, Reinaldo Ferreira chegou a Lourenço Marques com 19 anos de idade, em 1941, completou o 7º ano do liceu e ingressou como aspirante no Quadro Administrativo de Moçambique, tendo subido até Chefe de Posto.
Os seus primeiros poemas começaram a ser publicados nos jornais locais ou em revistas de artes e letras. Adaptou para a rádio peças de teatro e, mais tarde, colaborou no teatro de revista no Rádio Clube de Moçambique. Foi autor da letra de canções ligeiras.

Em 1959 foi-lhe detectado cancro do pulmão e morreu em Junho desse ano. Não editou nenhum livro em vida. Está sepultado no Cemitério de São Francisco Xavier em Maputo.

A colectânea dos seus poemas surgiu em 1960.

António José Saraiva e Óscar Lopes compararam-no a Fernando Pessoa, realçando «o mesmo sentir pensado, a mesma disponibilidade imensamente céptica e fingidora de crenças, recordações ou afectos, o mesmo gosto amargo de assumir todas as formas de negatividade ou avesso lógico».

(Fim)

E ele era gay, o que os Wikipédias parece que não suspeitam o que é.

Eis duas das suas letras, criadas na actual Maputo, musicadas pelo Maestro Artur Fonseca do Rádio Clube de Moçambique e Vasco de Matos Sequeira, um seu amigo e companheiro em Lourenço Marques:

 

Aqui uma versão retro do Kanimambo pelos Manos Catita:

 

Outro dia o Nuno Pacheco deu todos os detalhes que descobriu sobre como esta canção surgiu num interessante artigo.

E graças ao hercúleo esforço do grande Sr. MAGNO ANTUNES, pela primeira vez, o exmo. Leitor poderá ver a obra Poemas de Reinaldo Ferreira (Lourenço Marques: Imprensa Nacional de Moçambique, 1960) naquele monumento da moçambicanidade que é o sítio Malhanga.com. Para ver, prima AQUI.

OS POETAS DE MOÇAMBIQUE EM DISCO, AGOSTO DE 1960

Muito grato ao João José Osório Reis. O seu pai, que era dono da Poliarte, foi quem editou o disco, que contém uma nota do Rui Knopfli no verso (ver em baixo) e no qual são lidos pela grande Manuela Arraiano poemas de Reinaldo Ferreira, Rui Nogar, José Craveirinha e do Rui Knopfli. Já meti uma cunha para se fazer uma gravação para meter aqui, vamos lá a ver.

Capa do disco "Poetas de Moçambique", da Poliarte em Lourenço Marques.

Capa do disco “Poetas de Moçambique”, da Poliarte em Lourenço Marques.

Verso da capa.

Verso da capa.

Imagem do disco.

Imagem do disco.

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