THE DELAGOA BAY WORLD

19/03/2018

A PRAÇA MOUZINHO DE ALBUQUERQUE EM LOURENÇO MARQUES, 1970

Imagem de Alfredo Ginja, retocada.

 

A Praça Mouzinho de Albuquerque, cerca de 1970.

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22/01/2018

O MONUMENTO A MOUZINHO DE ALBUQUERQUE EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1940

A implantação de uma praça em frente à então futura sede da Câmara Municipal de Lourenço Marques, incluiu a ideia da colocação ali de uma estátua evocativa de Mouzinho de Albuquerque, o enigmático e previamente obscuro major que em 1895 galvanizou o então pequeno Reino de Portugal ao prender o Régulo Gungunhana e assim eliminar o perigo da fragmentação (pelo Reino Unido e o Império da Alemanha) da nascente colónia que se veio a transformar no que hoje é Moçambique.

 

O monumento a Mouzinho, na Praça com o mesmo nome, em Lourenço Marques, anos 40.

Já em 1916 foi constituída uma comissão para se fazer uma estátua, que pelos vistos fez pouco ou nada durante quase vinte anos. Em 1928, só havia conseguido um terço dos fundos necessários para encomendar uma estátua e o resto dos fundos foi conseguido por uma doação de 45o contos do governo provincial em 1935.

O concurso da obra é ganho pelo projecto “África”, do arquitecto António do Couto e o escultor José Simões de Almeida (sobrinho).

Em 1936, realizou-se a cerimónia do lançamento da Primeira Pedra do monumento, que só viria a ser inaugurado com pompa no dia 28 de Dezembro de 1940, um Domingo e no dia do 45º aniversário da captura de Gungunhana por Mouzinho, em Chaimite.

Cito Gerheij: “A importância investida na Praça Mouzinho, a única praça que recebe a qualificação de “monumental”, é confirmada pela construção dos novos Paços do Concelho, prevista nela desde finais dos anos 20. Em 1931 decide-se levantar também aí a nova Catedral. Só a partir de 1935 os vários projectos vão ser implementados, devido,
porventura, à crise e à reestruturação administrativa das possessões ultramarinas destes anos. O Governo colonial completa o fundo para o monumento, enquanto a Câmara Municipal autoriza as obras da Catedral, concretizadas, com largo apoio estatal, em 1936-1944. O concurso camarário para os Paços do Concelho, em 1937-1939, é ganho pelo projecto de Carlos Santos, arquitecto português que vivera desde 1917 em São Paulo. O edifício é construído em 1940-1947. A praça é urbanizada em 1940, ano da inauguração do monumento, no âmbito do programa das comemorações centenárias deste ano. A Avenida Aguiar [mais tarde Avenida D. Luis e hoje Avenida Marechal Samora Machel] já fora prolongada e rectificada, passando a ligar directamente esta praça com a 7 de Março. Desta forma, monumento e palácio municipal rematavam uma avenida espaçosa que iniciava no Monumento a António Enes, criando um novo espaço público de referência do imaginário urbano que centralizava as sedes administrativa e religiosa à volta da figura equestre.”

Pouco antes da declaração formal da Independência de Moçambique, em Junho de 1975, o monumento foi demolido e a estátua equestre bem como os painéis laterais, foram colocados no núcleo museológico construído no local da antiga Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição, na Praça 7 de Março, onde ainda se encontra.

Durante o segundo mandato de Armando Guebuza, terceiro presidente de Moçambique após a Independência, no espaço previamente ocupado pelo monumento, foi colocada uma estátua em homenagem ao primeiro presidente de Moçambique, Samora Machel. A praça passou a designar-se Praça da Independência. Sendo que a declaração formal da independência foi declarada no antigo Estádio Salazar, na Machava, que até esta data nunca foi alvo de qualquer atenção quanto à solenidade do acto histórico ali ocorrido na noite de 24 para 25 de Junho de 1975.

Para mais detalhes, ver esta preciosidade do grande blogue com o nome errado, bem como o trabalho de Gerbert Verheij, a partir da página 34.

30/10/2017

INTERIOR DA SÉ CATEDRAL DE LOURENÇO MARQUES

Filed under: LM Sé Catedral — ABM @ 22:07

Fotografias de 2015.

 

Vista da entrada na direcção do altar.

 

Vista do altar, na direcção da entrada principal.

A SÉ CATEDRAL DE LOURENÇO MARQUES, À NOITE, ANOS 60

Filed under: LM Sé Catedral — ABM @ 22:02

Fotografia de Fernando Pinho, retocada.

 

A Sé Catedral, formalmente designada Igreja de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira da Cidade.

10/09/2017

A PARTE DE TRÁS DA SÉ CATEDRAL DE LOURENÇO MARQUES

Filed under: LM Sé Catedral — ABM @ 20:56

 

A secção Norte da Catedral de Lourenço Marques, onde se situa o altar-mor.

11/05/2013

A PRAÇA SETE DE MARÇO EM LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DOS ANOS 1950

A Praça Sete de Março (hoje 25 de Junho) em Lourenço Marques, tal como era no início dos anos 50. Ao fundo pode-se ver o Café Scala e o Cinema Scala, atrás a Sé Catedral.

A Praça Sete de Março (hoje 25 de Junho) em Lourenço Marques, tal como era no início dos anos 50. Ao fundo, na esquina da Avenida Dom Luiz com a Avenida da República (hoje Samora Machel com a 25 de Setembro) pode-se ver o Café Scala e o Cinema Scala, a Estação Central dos Correios, atrás a Sé Catedral.

05/05/2013

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DOS ANOS 1960

 

 

Imagem da Beixa de Lourenço Marques no final dos anos 60, na capa de um livro. De realçar o Hotel Club com o seu telhado de zinco vermelho. Um dos horrores da pós-Independência foi que, no restauro feito para criar um centro cultural estrangeiro, alguém se lembrou de colocar ali um telhado....azul-cueca.

Imagem da Beixa de Lourenço Marques no início dos anos 60, na capa de um livro. De realçar o Hotel Club com o seu telhado de zinco vermelho. Um dos horrores da pós-Independência foi que, no restauro feito para criar um centro cultural estrangeiro, alguém se lembrou de colocar ali um telhado….azul-cueca. Mais em cima, se se reparar, o Prédio Funchal ainda não existe (actualmente é um hotel) e o edifício do jornal Diário/A Tribuna ainda está a ser construído.

15/09/2012

A IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO E O CONSULADO BRITÂNICO EM LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉCULO XX

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição em Lourenço Marques, início do Século XX. Foi demolida para ali perto ser construída a Sé Catedral de Lourenço Marques, que tem formalmente o mesmo nome. A curiosidade desta rara fotografia é que mostra exatctamente onde ficava situada (mais ou menos onde fica hoje a antifa sede do Rádio Clube de Moçambique (hoje a Rádio Moçambique) pois mesmo atrás pode-se ver o antigo Consulado britânico em Lourenço Marques, que hoje é a embaixada britânica em Maputo. À direita da igreja fica o Jardim Vasco da Gama (hoje o Tunduru).

17/07/2012

OS LOPES E O HOSPITAL MILITAR DE LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉCULO XX

Fotografias de Olinda Cavadinha e da Torre do Tombo, restauradas.

O velho hospital militar de Lourenço Marques, situado mais ou menos onde hoje está implantada a Sé Catedral de Maputo. Antes de ser um hospital, durante a I Guerra Mundial, foi um edifício multi-usos. Veja a nota em baixo da avó da Olinda, que viveu lá. Para ver esta fotografia em tamanho (muito) maior, prima na imagem com o rato do seu computador.

A nota.

Mabel Elisabeth Lopes, avó da Olinda.

A original Igreja de Nossa Senhora da Conceição na então parte alta de Lourenço Marques, e mais à frente à sua direita o velho hospital militar (de salientar que a Sé Catedral formalmente tem o nome de Nossa Senhora da Conceição). A velha igreja estava implantada onde hoje fica o edifício da Rádio Moçambique, enquanto que o hospital, conforme referido, está aqui onde mais tarde foi edificada a Sé Catedral. Aqui cerca dos anos 1880.

Os dois edifícios, vistos mais de perto.

César Dias Lopes, avô da Olinda e marido de Mabel. A fotografia está um tanto fantasmaglórica pois foi assim que ficou digitalizada.

Os 13 filhos de Mabel e de César. Hoje em dia já não acontece muito isto.

A mesma foto com indicações numeradas para cada um. A Olinda ficou de me dar os nomes. Acho que a mãe dela é o nº 10 mas isso vê-se depois.

28/06/2012

A FAMÍLIA SOUSA E BRITO HENRIQUES EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1930 E 1940

Fotografias (e dados) da colecção de Fernanda Simões, descendente da família Sousa e Brito, gentilmente cedidas e depois restauradas por mim.

Em baixo, os avós maternos da Fernanda, já com as filhas.  Prima nas imagens para ver as fotografias no tamanho original onde for o caso.

Maria Flora e Henrique com as três filhas, infelizmente desfocada. Ao colo está a Maria Teresa de Sousa e Brito Rodrigues, nascida em Lourenço Marques  a 03 de Outubro de 1930. De pé e 1ª à esquerda está a primogénita do casal, Maria Helena de Sousa e Brito Rodrigues, nascida na Ilha de Moçambique a 08 de Janeiro de 1928. A seguir está a Maria Flora Henriques de Sousa e Brito Rodrigues, nascida em Lourenço Marques  (Conceição) a 10 de Maio de 1929.

Maria Flora e Henrique com as suas princesinhas, da esquerda Maria Teresa (mãe da nossa Fernanda), a seguir Maria Helena e depois Maria Flora.

Na Sé Catedral de Lourenço Marques num baptizado (vamos lá a ver se acerto nos nomes…), da Esquerda: P1, P2, P3 (o miudo), atrás do miúdo é Maria Flora mãe, P5 (senhora a segurar o bebé), Maria Teresa (tia da Fernanda), Maria Flora filha (tia da Fernanda), Maria Helena (também tia da Fernanda), atrás Henrique o pai delas e avô da Fernanda, e finalmente à direita Maria Alice (nome completo Maria Alice Henriques de Sousa e Brito Rodrigues Monsus, nascida em Lourenço Marques a 11 de Novembro de 1929, médica na especialidade de Anatomia Patológica).

Maria Flora e Henrique junto a um carrão, creio que já em Lourenço Marques.

 

Na estação ferroviária de Lourenço Marques, anos 1940. Da esquerda: de chapéu, Bernardo José de Sousa e Brito, bisavô da Fernanda; Maria Alice (tia da Fernanda, a tal que é médica), atrás dela à direita Maria Clara Inês Henriques de Sousa e Brito, a seguir à frente Maria Teresa de Sousa e Brito Rodrigues (mãe da nossa Fernanda), atrás dela logo a seguir a sua mãe Maria Flora, depois P1 (não tem o nome), atrás desta Henrique o avô materno da Fernanda, sendo as duas últimas Maria Helena e Maria Flora, tias da Fernanda.

 

Grupo em Lourenço Marques em que o casal à frente à direita são Maria Flora e Henrique, os avós maternos da Fernanda.

28/05/2012

A PRAÇA MOUZINHO DE ALBUQUERQUE EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

 

 

Mais uma fotografia da Praça Mouzinho de Albuquerque em Lourenço Marques, hoje Praça da Independência. Em baixo à direta vê-se o telhado do Hotel Club.

07/05/2012

A CATEDRAL DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO EM LOURENÇO MARQUES, 1948

Filed under: Armando D M S Teixeira, LM Sé Catedral — ABM @ 10:59

Imagem gentilmente enviada pelo Armando Teixeira.

Para mim, a importância deste documento, creio que registando a passagem da imagem de Nossa Senhora de Fátima por Lourenço Marques em 1948,  foi eu aprender que “afenal” a Sé Catedral de Lourenço Marques, foi baptizada com o mesmo nome da velha igreja que serviu a capital de Moçambique até aos anos 1940 e que foi demolida (a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, que se situava onde hoje fica a sede da Rádio Moçambique).

A parte exterior do folheto.

A parte interior do folheto.

28/03/2012

A PRAÇA MOUZINHO DE ALBUQUERQUE, A MAXAQUENE E A POLANA, ANOS 1960

Vista da Praça Mouzinho de Albuquerque e, mais atrás, a Maxaquene e a Polana, anos 1960

22/03/2012

A PIA BAPTISMAL DA SÉ CATEDRAL DE MAPUTO, 2011

Filed under: LM Sé Catedral — ABM @ 14:58

A pia baptismal da Sé Catedral de Maputo, numa fotografia recente.

21/03/2012

A SEDE DO RÁDIO CLUBE DE MOÇAMBIQUE EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

O edifício mais alto é a sede do Rádio Clube de Moçambique. Na esquina ficava o jornal Diário. Ao fundo, a torre da Sé Catedral. À esquerda o depósito de água do Jardim Vasco da Gama.

04/03/2012

A SÉ CATEDRAL DE LOURENÇO MARQUES E O HOSPITAL MILITAR

Filed under: LM Sé Catedral, LUGARES — ABM @ 12:18

Fotos do IICT, restauradas.

 

A Sé Catedral de Lourenço Marques, inaugurada em Agosto de 1944.

O velho Hospital Militar de Lourenço Marques, no Largo da Igreja. No preciso local onde estava erguido, foi, após a sua demolição, construída a Sé Catedral de Lourenço Marques.

18/12/2011

A CATEDRAL DE LOURENÇO MARQUES E PRAÇA MOUZINHO DE ALBUQUERQUE, 1960’S

Foto gentilmente enviada pela Constança Vidigal, restaurada.

Esta fotografia fazia parte de um cartão de Natal da empresa Distribuidora.

Para ver a fotografia do tamanho do ecrã do seu computador, prima na imagem duas vezes com o rato do seu computador.

 

Vista da Praça Mouzinho de Albuquerque em Lourenço Marques, anos 1960.

13/12/2011

VISTA AÉREA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Para ver a fotografia em tamanho máximo, prima na imagem duas vezes com o rato do seu computador.

Vista aérea de Lourenço Marques, incluindo a Catedral, o Prédio Funchal e, à direita, as instalações de O Diário. Anos 1960

02/07/2011

A SÉ CATEDRAL DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

Peço desculpa, tenho maningues destas. Mas fazem parte da colecção.

A Catedral de LM.

Sé Catedral e Monumento a Mouzinho.

A SÉ CATEDRAL E O PRÉDIO FUNCHAL EM MAPUTO, 1977

Filed under: LM Sé Catedral, LUGARES — ABM @ 14:16

A Sé Catedral. O edifício atrás, onde ficava o Registo Civil e creio que os escritórios da Força Aérea Portuguesa, é hoje um hotel - O Rovuma. A Lucília Vieira atalha: "Prédio Funchal, pertença de um dos Pestanas. Lá estava instalada a Messe dos Oficiais da FAP. À direita, o prédio baixo era o velho "LM Guardian", mais tarde o "Diário". O Vasco Abreu deu uma achega: "O Prédio Funchal era do Tio do Dionisio Pestana, dono de um Bottle Store em Joanesburgo. Esteve alugado à FAP durante a guerra, lá viviam os militares desse ramo das FA. Não foi nacionalizado, tal como muitos outros, e depois de estar alugado à ONU, após o Acordo de Paz, foi convertido no Hotel Rovuma, do grupo Pestana."

30/06/2011

A SÉ CATEDRAL DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

Filed under: LM Sé Catedral, LUGARES — ABM @ 17:46

A Sé Catedral de Lourenço Marques, cerca dos anos 60.

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