THE DELAGOA BAY WORLD

25/07/2020

OLIVEIRA MARTINS SOBRE CABO DELGADO, 1815-1890’S

A posse, ou soberania, portuguesa, do que constitui hoje a parte mais a Norte de Moçambique remonta a um tratado luso-britânico de 1815. Era uma posse em papel apenas, como refere o genial Oliveira Martins em baixo, explicando depois os detalhes do que aconteceu nas décadas que se seguiram, referindo o papel do “Imam” (o soberano muçulmano de Zanzibar), e os posteriores acordos e divergências com o Reino Unido e o império alemão, que se instalou no território a Norte do Rovuma sem grandes cerimónias – incluindo o bocadinho a Sul da foz do rio e que se chamava o Triângulo de Quionga.

Entretanto, a tal soberania colonial portuguesa virtual, foi alugada via a Companhia do Niassa, com sede de operações num lugarejo chamado Porto Amélia. Foi um fiasco. Aquilo só dava despesa e chatice.

No fim, e com o corolário da Conferência de Versalhes em 1919, a fronteira colonial ficou estabilizada onde está hoje.

 

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Veja-se neste mapa a Baía de Tungue, no centro da qual fica situado o lugarejo de Palma.

 

28/10/2011

OS RAPAZES DO FINO ENTULHO PORTUGUÊS, FIM DO SÉCULO XIX

Para ver esta foto em tamanho maior, prima na imagem duas vezes com o rato do seu computador.

Os rapazes numa tarde de verão em Lisboa, aqui sem D. Carlos I. Sentados: Carlos Mayer, Oliveira Martins e Ramalho Ortigão. De pé, da esquerda: Luiz Maria de Soveral (Marquês de Soveral), o Conde de Sabugosa, Carlos Lobo D'Ávila e Eça de Queiroz. Na escada, em ordem descendente: Guerra Junqueiro, o Conde de Arnoso e o Conde de Ficalho.

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