THE DELAGOA BAY WORLD

02/06/2013

MOUZINHO DE ALBUQUERQUE, 1901

Filed under: Mouzinho de Albuquerque, Mouzinho de Albuquerque — ABM @ 19:05
A última fotografia de Mouzinho de Albuquerque, 1901.

A última fotografia de Mouzinho de Albuquerque, 1901, que restaurei e coloquei umas cores para efeito. Ele falecerá em circunstâncias misteriosas a 8 de Janeiro de 1902. A prisão de Gungunhana e, não menos importante, a sua acção crucial no terreno enquanto o segundo Comissário Régio de Moçambique tornam-no uma figura incontornável da história de Moçambique. Um monárquico convicto, mas brusco, inconstante e irreverente, desprezava sem fim os políticos portugueses da sua época. Para os seus contemporâneos, foi um herói muito inconveniente. O seu famoso prisioneiro ainda viveria em Angra por mais cinco anos após a sua morte.

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13/04/2012

MOUZINHO DE ALBUQUERQUE E OS RAPAZES, FINAL DO SÉC. XIX

Filed under: Mouzinho de Albuquerque, PESSOAS — ABM @ 00:03

Mouzinho de Albuquerque.

 

Mouzinho com os rapazes.

22/03/2012

A ESTÁTUA EM HONRA DE MOUZINHO DE ALBUQUERQUE

Em Portugal, os ministros das Colónias e da Educação Nacional, com outras individualidades, visitando a estátua equestre de Mouzinho de Albuquerque, obra do escultor Simões de Almeida.

 

Em Lourenço Marques e montada num pedestal, a estátua equestre adornou a Praça com o nome de Mouzinho, entre os anos 1930 e 1975.

 

Em Maputo, desde 1975, na Fortaleza na baixa e já sem pedestal, a estátua é uma atracção turística. Mouzinho de Albuquerque, que foi uma força viva duma fase crucial do processo colonial em Moçambique, tendo sido quem prendeu o régulo Nguni Gungunhana, suicidou-se em 8 de Janeiro de 1902, aos 46 anos de idade.

27/02/2012

O MONUMENTO A MOUZINHO DE ALBUQUERQUE EM LOURENÇO MARQUES.

A primeira fotografia foi gentilmente disponibilizada pelo Paulo Pires Teixeira. A segunda fotografia, adaptada (era uma foto de uma foto) foi tirada pelo fotógrafo Ricardo Rangel em 1975.

A figura da Colónia de Moçambique na parte da frente da estátua equestre de Mouzinho de Albuquerque em Lourenço Marques. Diz na Memória do estatuário Simões de Almeida (sobrinho), autor da escultura, e António do Couto, autor do projecto (todo o seu conjunto)«A alegoria simboliza a Homenagem da Colónia de Moçambique ao Heroi, representada por uma figura feminina, de atitude austera, afagando um pequeno indígena. Esta protecção ao nativo, concretizada no grupo, julgamos ser o preito que mais correspondia ao pensamento de Mouzinho». Simões de Almeida era natural de Figueiró dos Vinhos e é também autor da estátua de Mouzinho, das figuras religiosas na Sé Catedral de LM (Maputo) e ainda das esculturas laterais que encimavam a escadaria principal de acesso ao edifício dos Paços do Concelho de Lourenço Marques. Dada a natureza desta imagem do pretinho infantil a ser educado pela omnisciente mãe branca, Samora deve ter mandado fazer latas de conserva com esta. Confesso que, enquanto lá vivi, nunca reparei nesta segunda estátua.

Ricardo Rangel tirou esta fotografia durante o desmantelamento do monumento no primeiro semestre de 1975. No seu lugar, em 2011, foi instalada uma igualmente paradigmática estátua, agora em homenagem a Samora Machel. Desta vez, sem cavalo e à estilo "querido líder".

14/02/2012

A MELHOR FOTOGRAFIA DO RÉGULO GUNGUNHANA, 1891

Levei três horas a restaurar esta, que deve ser agora a melhor e a mais nítida fotografia de Gungunhana na internet.

O Régulo Gungunhana, dos Vátua, ou Nguni, aqui em 1891, na altura em que, com o deliberado apoio e incitamento dos ingleses, ainda constituía uma ameaça real à não existente presença portuguesa no que é hoje o Sul de Moçambique. Após a "entente" com os britânicos em 1892, em que Cecil Rhodes e a BSAC ficaram com as Rodésias e se regularizou a fronteira com a Niassalândia, Gungunhana basicamente tinha os dias contados. Os ataques a Lourenço Marques no final de 1894 forçaram os portugueses, em quase total falência, a agir. O fim veio no Natal de 1895, pela mão de um capitão português pouco conhecido então, já o Comissário Régio e autor da ofensiva, António Enes, se encontrava num barco de regresso a Lisboa. Desobedecendo às instruções recebidas, Mouzinho de Albuquerque dirige-se a Chaimite com uma mão cheia de militares e prende o Régulo, decapitando assim a monarquia Nguni. Mas Gaza voltaria a levantar-se.

24/12/2010

MOUZINHO DE ALBUQUERQUE, 1901

A ÚLTIMA FOTOGRAFIA DE MOUZINHO, 1901

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