THE DELAGOA BAY WORLD

05/07/2019

O MIRADOURO DE LISBOA EM LOURENÇO MARQUES, DÉCADA DE 1950

Imagem retocada.

 

O Miradouro de Lisboa inaugurado durante a II Guerra Mundial, fica situado na Avenida Friedrich Engels (anteriormente, Avenida dos Duques de Connaught) na crista das Barreiras da Polana, face a Leste, em frente à Inhaca e a entrada da Baía. Em baixo fica o Clube Naval.

23/06/2019

O MIRADOURO DE LISBOA NA POLANA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 70

Imagem retocada.

 

O Miradouro de Lisboa, no cimo da Barreiras da Polana, face a Nascente, na Avenida dos Duques de Connaught, actualmente Avenida do Amigo e Patrocinador do inolvidável Karl Marx. Mandado fazer durante a II Guerra Mundial, pela vereação liderada pelo lendário Eng. Francisco Pinto Teixeira.

12/05/2018

O MIRADOURO DE LISBOA E A PRAÇA 7 DE MARÇO EM lOURENÇO MARQUES, 1950

Grato ao Paulo Azevedo.

O Miradouro de Lisboa na Avenida dos Duques de Connaught em Lourenço Marques (actualmente Avenida Friedrich Engels, memorializando o pouco nefático inglês amigo e patrocinador de Karl Marx).

O longo processo de “monumentalização” da Baixa de Lourenço Marques na sua zona fundacional em redor da Praça 7 de Março (actualmente, designada como Praça 25 de Junho, memorializando a data que a Frelimo escolheu para formalizar a independência da colónia em relação a Portugal em 1975) a partir dos anos 40, e que arrancou com o projecto do Arquitecto Pancho Guedes para a criação dum núcleo museológico a partir das ruínas do antigo Presídio de Lourenço Marques, teve como consequência directa uma reconfiguração a meu ver algo infeliz no tecido social e comercial de então, pela gradual retirada do local de quase todos os restaurantes e kiosks que ali existiam e onde a população da cidade e visitantes conviviam. Mas as sucessivas vereações camarárias caminharam inexoravelmente nesse sentido, provocando, entre outras, a reacção que se pode ler em baixo, assinada por “Sócrates” e publicada no Lourenço Marques Guardian em 12 de Janeiro de 1950.

 

A Praça 7 de Março, durante a segunda década do Século XX, quando ainda se chamava Praça Mouzinho de Albuquerque. Era uma espécie de feira popular, cheia de restaurantes e kiosks, um coreto onde tocavam bandas aos sábados, dum lado o velho Teatro Gil Vicente, do outro o Varietá, hotéis, casinos, o porto e a estação de caminhos de ferro, uma considerável praça de táxis e quase todas as lojas da Cidade, tudo a menos de cinco minutos de distância a pé.

 

A Praça no início dos anos 1960, depois da Fase 1 da espectacular vassourada municipal. A seguir ainda viriam a descaracterização do edifício ainda chamado Casa Amarela, a alteração do que veio depois a ser a chancelaria da futura Universidade de Lourenço Marques, a demolição do Capitania Building (expondo a obra evocativa de Pancho Guedes) e, ao lado, a demolição do Varietá e da velha filial do Banco Nacional Ultramarino. Enfim.

 

O artigo de opinião publicado a 12 de Janeiro de 1950, reclamando a falta do convívio da antiga Praça 7 de Março e a necessidade de espaços alternativos para a Cidade. Numa profecia malograda, antecipava que, à falta de acomodação administrativa no Jardim Vasco da Gama (hoje Tunduru) o Miradouro de Lisboa seria uma alternativa para esse convívio, o que só parcialmente se concretizou. Muitas destas questões confrontam os actuais residentes, sendo que as actuais vereações em Maputo se têm entretido a “povoar” alegremente quase todos os espaços públicos de lazer da Cidade com restaurantes e lojas e lojinhas (para não mencionar a insólita implantação de nada menos que um balcão do Banco Standard em pleno Parque José Cabral, hoje designado “Parque dos Continuadores”, referindo-se não sei bem a quem) a meu ver destruindo quase por completo o seu propósito. 

13/10/2017

O CLUBE NAVAL DE LOURENÇO MARQUES: 104 ANOS, EM FOTOGRAFIA

 

Emblema do Clube, em pano, para colocação num casaco.

 

A Praia da Polana, cerca de 1910. O Clube ainda não existia.

 

O Clube pouco depois da sua fundação em 1913. Do lado direito podem-se ver os carris do caminho de ferro da Polana, que ligava a Praia à Baixa da então pequena cidade.

 

O Clube a a primeira muralha construída a Norte e que durou pouco.

 

O Clube Naval , detalhe de uma fotografia de um dos álbuns de Santos Rufino, publicado em 1929.

 

Meados da década de 1920. O Clube e, mais acima, o Salão de Chá da Polana. O Clube faz um pontão de madeira.

 

Aproximadamente a mesma fotografia da anterior. A construção do Clube, da muralha e do Salão de Chá efectivamente destruiram a Praia da Polana, que rapidamente ficou sem areia.

 

Anos 40. A muralha a Norte é refeita e reforçada e o pontão é extendido.

 

Dia de evento desportivo no Clube, que a partir dos anos 40 tem um conjunto de eventos mais intenso.

 

Anos 50. Obras no pontão.

 

Anos 50. Dia de evento desportivo.

 

Início dos anos 60. Pontão de cimento envolvente e passeio junto à muralha.

 

O Clube no início dos anos 60. À direita, a Estrada Marginal.

 

O Clube nos anos 60. A segunda rampa em construção.

 

Anos 60.

 

Anos 60. A segunda rampa já edificada.

 

Anos 60.

 

Anos 60. O Pavilhão de Chá será demolido no final da década.

 

Anos 60. O Clube visto do Sul. Ao lado, a Estrada Marginal. À esquerda, as Barreiras da Polana e parte do então Jardim do Paraíso, amuralhado para segurar a Barreira e evitar desabamentos de terra devido à grande inclinação. À direita, o enorme parque de estacionamento para os que faziam o Passeio dos Tristes aos domingos.

 

O Clube no início do Século XXI. Antes de 1974, a primeira rampa foi demolida e na plataforma junto ao edifício foi construída uma piscina, inaugurada ainda em 1974. O parque de estacionamento a seguir ao Clube é ocupado com construções.

 

O Clube, visto por satélite.

 

O Clube na segunda década do Século XXI. O Pavilhão de Chá da Polana estava onde se vê a palmeira. Construções na encosta junto e a seguir ao Caracol.

 

Vista geral do local, com vénia a Steven Le Vourc’h.

 

A sede, imagem recente.

11/09/2012

O MIRADOURO DE LISBOA NA POLANA, EM MAPUTO, 2012

O Miradouro de Lisboa em Maputo, 2012. Não sei quem tirou mas acertou. Obra do Eng. Pinto Teixeira numa sua algo breve passagem pela vereação camarária de Lourenço Marques cerca dos anos 1940. Uma obra barata e que se tornou para sempre num ex-libris da capital de Moçambique. Aos sábados é comum jovens recém-casados irem a este local com os amigos tirarem fotografias. Maior homenagem à memória do Eng Pinto Teixeira se calhar não há.

29/06/2012

A PRAIA DA POLANA, O PAVILHÃO DE CHÁ DA POLANA E AS BARREIRAS DA POLANA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1950

Fotografia de José Godinho, da colecção do seu pai, o campeão de natação João Godinho (Quelimane e Lourenço Marques). Restaurada por mim.

A Praia da Polana, por detrás o Pavilhão de Chá da Polana e as Barreiras da Polana, em Lourenço Marques, anos 1950. No topo das barreiras pode-se ver a ponta do Miradouro de Lisboa.

16/04/2012

O MIRADOURO DE MAPUTO, 2011

Foto da Glória Vilbro, arranjada.

O Miradouro de Maputo, que faz face directamente a Leste (ou Nascente) faz face à Baía, tendo do outro lado a Ilha de Inhaca. Foi mandado fazer pelo Eng. Francisco Pinto-Teixeira quando a sua passagem pela Câmara Municipal de Lourenço Marques, chamando-se na altura (não me perguntem porquê) "Miradouro de Lisboa". Por baixo fica o Clube Naval e situa-se na actual Av. Friedrich Engels, anteriormente Avenida dos Duques de Connaught. Uma tradição pós-Independência é os casais recém-casados no Palácio dos Casamentos (o anterior Ateneu Grego) e os seus convidados, após a cerimónia, irem para ali cantar e tirar fotografias. Eu vivi ali em frente e era normal acordar aos sábados de manhã a ouvir o pessoal a cantar e a celebrar.

20/03/2012

O BAIRRO DA POLANA EM LOURENÇO MARQUES EM 1971

A orla nascente de Lourenço Marques, cerca de 1971. Aqui vê-se as barreiras da Polana, a Estrada Marginal, A Estrada do Caracol e a Polana. À esquerda da fotografia fica o Clube Naval e à direita o Hotel Polana.

11/02/2012

VISTA AÉREA DE LOURENÇO MARQUES A PARTIR DE NASCENTE, ANOS 1960

Fotografia do IICT, restaurada.

Vista aérea de Lourenço Marques, anos 1960. Nesta imagem podem-se ver as barreiras a nascente da Cidade e o Miradouro na Av. dos Duques de Connaught (hoje Av. Friderich Engels). Mais acima o início da Av. Pinheiro Chagas (actual Av. Dr. Eduardo Mondlane). À esquerda mais acima o complexo dos Liceus Salazar e Dona Ana Costa Portugal. Para ver esta fotografia em tamanho maior, prima na imagem duas vezes com o rato do seu computador.

18/12/2011

LOURENÇO MARQUES FACING EAST, 1950’S

Vista aérea da Praia da Polana, anos 1950. Em baixo, o Pavilhão de Chá, o Caracol, e o topo da Polana, onde se pode ver a Avenida dos Duques de Connaught. O Pavilhão de Chá foi demolido em 1968.View of Lourenço Marques facing East, taken in the 1950's. Below is the Polana Tea Pavillion, which was demolished in 1968. Above, the Caracol Road, which goes up to Avenida Dukes of Connaught, today Avenida Friedrich Engels in Maputo.

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