THE DELAGOA BAY WORLD

25/08/2011

SOBRE O NOME DO LICEU DONA ANA DA COSTA PORTUGAL EM LOURENÇO MARQUES

Texto de Alfredo Pereira de Lima, pela mão da sua filha Cristina, reproduzido com vénia, a esclarecer o relativo mistério do nome do então sector feminino do conhecido complexo liceal na Polana, que incluia o sector masculino, o Liceu Salazar. Muita gente não sabe quem foi a senhora. Aqui revela-se quem foi. Hoje o complexo é o Liceu Josina Machel em Maputo. Josina foi casada com Samora Machel, primeiro presidente após a Independência e morreu nos anos 60 durante a guerra.

Os liceus Salazar e Dona Ana da Costa Portugal em Lourenço Marques, anos 60.

 

“O final do Séc XVIII,convulsionado pela Revolução Francesa – o maior acontecimento da História Moderna que com ela finda – também foi muito agitado para Lourenço Marques com reflexo do que se processava na Europa.
Vendo-nos abandonados pela Espanha – com a maior ingratidão – e pela Inglaterra – que nos utilizara apenas em beneficio exclusivo dos seus interesses – os corsários franceses sentiram-se com ânimo, seguros de impunidade, para incomodar o que nos restava do comércio com o Ultramar.

Foi assim que na manhã trágica de 26 de Outubro de 1796, corsários franceses que infestavam o canal de Moçambique, embarcados em três navios bem artilhados, forçaram sem dificuldades a barra da Inhaca e investiram contra o frágil presídio que encontraram na margem esquerdo do rio do Espírito Santo como afirmação de presença de Portugal neste canto de Àfrica, desde os tempos de Joaquim de Araújo.

O frágil reduto, cuja defesa encontrava-se a cargo do governador João da Costa Soares – que aliás não estava á altura da situação- foi atacado, saqueado e destruído. Como era de madeira ardeu em poucas horas. A sua diminuta guarnição abandonara-o á sua sorte, refugiando-se no “mato”, ainda tentando alguns alcançar, por terra, a vila de Inhambane.
Desapareceu dêste modo inglóriamente em escassas horas o que levara tanto tempo a erguer à custa de penosos sacrifícios iniciados por Joaquim de Araújo, seu primeiro governador, que dando cumprimento ás ordenações de El-Rei D. José lançara os fundamentos do presidio, em 1782, e pelo qual não fora menor o sacrifício de vidas do governador Costa Portugal, de sua mulher, D. Ana, e de um filho de tenra idade, vítimas da insalubridade do clima. “
( “Pedras Que Já Não Falam” por Alfredo Pereira de Lima)

“ Morte de D. Ana da Costa Portugal”

Escassos são os documentos que temos, pelos quais nos seja dado reconstituir em pormenor os momentos dolorosos da morte do seu quarto governador, Joaquim da Costa Portugal, de sua mulher D. Ana e de um filho. No relato que nos deixou dos “Negócios da Capitania de Mossambique nos fins de Novembro do Anno de 1789” encontra-se feita por Nogueira de Andrade apenas esta citação:

“…Seguiu-se-lhe, Joaquim José da Costa Portugal, com a mesma ou mayor infelicidade, pois aly perdeo sua mulher, e hum filho, e elle morreu, deixando seus outros filhos e filhas em lastimoso desamparo. “

Que drama pungente se não teria passado naquele triste presídio, vendo o Governador Costa Portugal morrer, sem lhes poder valer, sua mulher e um filho ?! E quão grande não seria, depois sua amargura enquanto a Morte o não viesse libertar do seu sofrimento ?!”

( in “Edifícios Históricos de Lourenço Marques” por Alfredo Pereira de Lima )

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24/08/2011

PAPEL DE CARTA DA DETA, 1974

Papel de carta da DETA, a linha aérea de Moçambique, que hoje é a LAM. Aqui ainda se nota um detalhe: a DETA teve origem nos caminhos de ferro de Moçambique, um facto hoje pouco conhecido.

TRABALHADOR NA ILHA DE REUNIÃO, ORIGINÁRIO DE MOÇAMBIQUE, 1870

Filed under: HISTÓRIA, Trabalhador de Moç em Reunião — ABM @ 03:50

No século XIX, mesmo apesar da abolição da escravatura e uma crescente regulamentação nas relações de trabalho, durante muitas décadas permaneceram em vários locais, situações de virtual servidão por parte de quem fazia o trabalho. Não tanto no que é hoje Moçambique, onde, tirando umas pequenas bolsas na Zambézia e perto da Ilha de Moçambique, não havia praticamente colonos para que pudesse haver “colonizados”. No caso em baixo, refere-se a Ilha de Reunião, perto de Madagáscar, posse da França, e onde havia já na altura produção agrícola ligada à economia mundial. Muita gente, sabe-se lá em que condições, foi levada para trabalhar nos campos.

 

Trabalhador na Ilha francesa de Réunion, originário da costa de Moçambique, 1870.

LIBERDADE LUSITANA (LILI) EM TETE, MOÇAMBIQUE, 1955

Filed under: Liberdade Lusitana (Lili), PESSOAS — ABM @ 03:27

Foto muito gentilmente cedida pela sua filha Lina M Z Neves no grupo das fotografias de Moçambique a que ambos pertencemos.

Lili com o ursinho de peluche em Tete, Moçambique, 1955. Originariamente do Alentejo português, o nome próprio dela é Liberdade Lusitana, vestígios de um passado de alguma galvanização política na família, o que sucedeu com muitas famílias portuguesas que acharam uma casa na África Oriental. Criou a filha, Lina, em Tete, terra que até hoje, vivendo bem longe, recorda com apreço.

A ESTAÇÃO DE CAMINHO DE FERRO DE RESSANO GARCIA, JUNTO A KOMATIPOORT, 1901

Filed under: Guerra Anglo-Boer, HISTÓRIA, LUGARES, Ressano Garcia — ABM @ 03:03

Esta foto tirada em plena guerra anglo-boer (1899-1902). Ressano Garcia, na fronteira entre a então colónia portuguesa e a República Sul-Africana (Transvaal), que então fora invadida e conquistada pelo império britânico, situava-se num ponto nevrálgico da linha de caminho de ferro que ligava Lourenço Marques a Pretória.

 

A estação de caminho de ferro de Ressano Garcia, em Moçambique, 1901.

A ESTAÇÃO DOS CORREIOS DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 60

Filed under: LM Correios, LUGARES — ABM @ 02:49

A estação dos Correios e Telégrafos de Moçambique em Lourenço Marques, anos 60.

23/08/2011

ANA PAULA ALMEIDA, MISS MOÇAMBIQUE, MISS PORTUGAL E 3ª NO MISS MUNDO, 1971

Filed under: Ana Paula Almeida, Lord Mountbatten of Burma, PESSOAS — ABM @ 18:01

No final do Concurso Miss World. Ana Paula Almeida (à direita da titular) classificou-se em terceiro lugar a seguir à titular, Lúcia Petterle (na imagem com a coroa) e à britânica Marilyn Ann Ward, que está à esquerda da vencedora. Foto da BBC, restaurada por mim. Para a ver em maior tamanho, prima na foto com o rato do computador duas vezes.

Ana Paula Almeida é natural de Moçambique, tendo sido também coroada Miss Portugal num concurso algo atribulado. Ficou em terceiro lugar no ainda mais atribulado concurso Miss Mundo, realizado no Royal Albert Hall em Londres no dia 10 de Novembro de 1971. Contra todas as previsões, que davam uma vitória fácil às concorrentes dos Estados Unidos ou da Grâ-Bretanha, o concurso foi ganho pela brasileira Lúcia Petterle. Em segundo lugar ficou a britânica Marilyn Ann Ward. Enquanto decorria o evento, fora do recinto grupos feministas e outros contestavam a sua realização, querendo “libertar” as concorrentes da sua “opressão”.

Há um episódio entre Lord Mountabtten, cicerone do evento, e Ana Paula Almeida que merece ser recontado aqui. Decalco de um comentário que fiz num excelente grupo em que participo no Facebook: ” Se não me engano, vi num documentário em Portugal sobre aqueles tempos, em que, incidentalmente, focaram no então fenómeno cultural das misses e, dentro dele, o efeito da presença pelos vistos incontornável, das misses que vinham de África. Falaram no Jorge Jardim (que aprece que foi um aficionado) e da Vera Lagoa, que acho que também é de Moçambique. E passaram uma cena inesquecível em que há um jantar de gala em Londres em que lá estão as misses de todo o lado e mais algum e respectivas comitivas. Sala gigante, em que a figura cimeira era Lord Mountbatten, primo de Elizabeth II, ex vice-rei e primeiro Governador da India, etc e tal – a quem era devida a tarefa de apresentar ao microfone a representante de cada país. E ele lá foi chamando a miss de cada pais. Até que chegou a vez de Miss Portugal, que era a Ana Paula, que aprece basicamente vestida com um monte de missangas à volta do pescoço, por debaixo um pequeno biquini mas para quem estivesse a mais que 5 metros parecia que não tinha nada. Quando ele a chama, Ana Paula levanta-se e de repente na sala uns segundos de silêncio e um “oooohhh” colectivo. Ana Paula sorri modestamente e senta-se de novo. Meio atrapalhado e correspondendo ao assombro bem disposto que se sentiu na sala, Lord Mountbatten disse no microfone: “Aaaahh..Miss Portugal, can we see that again?” (Miss Portugal, podemos vir isso outra vez?) ao que Ana Paula se levanta de novo e aí desta tudo a bater palmas.

Ou seja, a Ana Paula naquela noite arrasou.”

Lord Mountbatten de Burma cumprimenta Ana Paula Almeida após o Miss World em Londres.

No dia 10 de Março de 1971, numa função protocolar na Câmara Municipal de Lourenço Marques, Ana Paula Almeida, enquanto Miss Moçambique reinante, com a Miss Angola. Foto gentilmente cedida pelo PPT.

Ana Paula Almeida e Miss Angola cumprimentando o Eng. João Delgado, Presidente em exercício da Câmara de Lourenço Marques.

As Misses de Angola e Moçambique na Câmara Municipal de Lourenço Marques.

Ana Paula Almeida no Salão Nobre da Câmara Municipal de Lourenço Marques, rodeada por um grupo de senhoras.

EÇA DE QUEIROZ, FIM DO SÉCULO XIX

Filed under: PESSOAS — ABM @ 16:29

O escritor e diplomata consular português.

17/08/2011

IRIS MARIA, MISS MOÇAMBIQUE E PORTUGAL, 1972

Filed under: PESSOAS — ABM @ 19:35

Muito grato à inesquecível Iris Maria de Jesus por deixar colocar aqui algumas das fotos mostradas em seguida.

Iris Maria nasceu na Ilha do Ibo, no extremo Norte de Moçambique. Ganhou o concurso de Miss Moçambique em 1972 e no mesmo ano o concurso de Miss Portugal. Ela actualmente reside em Portugal.

Miss Moçambique e Miss Portugal 1972.

 

Iris Maria ainda miúda, sentada.

 

A Miss e os caranguejos de Moçambique.

 

No desfile do concurso.

 

Recebendo um ramo de flores protocolar.

 

Iris no aeroporto.

 

Iris Maria capa de revista 1.

 

Iris numa recepção em traje tradicional.

 

No desfile com traje tradicional.

 

Na parte do fato de banho do concurso.

 

Iris na capa da Tempo.

 

Iris com as amigas e a população.

 

Iris com o fato de noite.

 

Iris posa com amigos.

 

Iris cumprimenta uma senhora.

 

Iris capa de revista mais uma vez.

 

Iris posa com amigas.

 

Iris em mais uma capa de revista.

 

Parada da Miss Moçambique a caminho de casa.

 

Iris na rua.

 

Desfile em Porto Amélia, creio.

 

Iris numa cerimónia. Se não me engano à direita está Jorge Jardim.

 

Outro aspecto da recepção.

 

 

 

 

ANTÓNIO JÚLIO DE CAMPOS, GOVERNADOR INTERINO DE LOURENÇO MARQUES, 1975

Filed under: António Júlio de Campos, PESSOAS — ABM @ 02:17

Agradeço ao Rui de Campos pela cedência da fotografia em que se vê o seu pai.

 

A equipa do então Governo Distrital de Lourenço Marques (que em 1976 alteraria a designação para Maputo), em 1975, presumo que já nomeado pela Frelimo. António Júlio de Campos, sentado e de óculos escuros, foi o Governador Distrital Interino até à nomeação da equipa definitiva. Anteriormente, fora Intendente do Distrito de Moçambique. Ficou depois em Moçambique até cerca de 1978, como conselheiro do novo governo, após o que foi (ou veio) para Portugal e ingressou no Ministério dos Negócios Estrangeiros, de onde mais tarde se reformou. Falta saber os nomes dos restantes 24 membros da equipa.

09/08/2011

ANTÓNIO ENNES, ESTATUÁRIA COLONIAL

Filed under: António Ennes, HISTÓRIA, LM Monumento António Ennes — ABM @ 02:18

Fotografia de Cristina Pereira de Lima, cujo pai foi (é) um ilustre biógrafo da actual Maputo.

 

O monumento em homenagem a António Ennes em Lourenço Marques, inaugurado no dia 8 de Setembro de 1910. Obra de Teixeira Lopes. Apeado com a Independência e encostado a um canto da Fortaleza, ao lado.

 

A vantagem de se ter apeado a estátua é que agora pode-se vê-la ao perto. Ennes é um dos principais responsáveis por Moçambique ser hoje como é. Antes dele, era carne para canhão nas mãos do Reino Unido, dos Boers, de Cecil Rhodes e dos alemães. Na altura, à partida um dos mais improváveis colonialistas (no sentido do Séc. XIX) e ainda menos de suceder no terreno. Mas, surpreendentemente, fê-lo. Com uma ajudinha de um punhado de homens.

08/08/2011

AGOSTINHO MELO E IRMÃOS EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 50

Filed under: Agostinho Melo, PESSOAS — ABM @ 21:51

Fotografia de Agostinho Melo, restaurada por mim.

 

Agostinho Melo aqui à direita. Faltam os nomes dos irmãos.

 

 

IRLANDA E BOLIVIA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 40

Filed under: Nuno Castelo Branco, PESSOAS — ABM @ 05:18

Fotografia de Nuno Castelo Branco, restaurada por mim, da sua avó Irlanda e tia avó Bolívia.

 

 

Irlanda e Bolívia em Lourenço Marques. Segundo referiu o Nuno, " A da esquerda, é a minha avó Irlanda, acompanhada pela irmã Bolívia. Tinham nomes esquisitos e sendo uma irmã Irlanda, a outra Bolívia, ainda mais uma Argentina (além da Loti, a Leontina), eram conhecidas em LM como "a Sociedade das Nações".

LOTI TENREIRO NA PRAIA EM LOURENÇO MARQUES, MAIO DE 1945

Filed under: Leontina Tenreiro, Nuno Castelo Branco, PESSOAS — ABM @ 05:11

Foto de Nuno Castelo-Branco, da sua tia-avó, restaurada.

Leontina Tenreiro (Loti) tia avó do Nuno Castelo-Branco, aqui na praia em Lourenço Marques em Maio de 1945, quando terminou a II Guerra Mundial. Loti foi casada com Aurélio Tenreiro (sobrinho do almirante).

VITOR VLADIMIRO, 1955

Filed under: Nuno Castelo Branco, PESSOAS — ABM @ 05:00

Fotografia de Nuno Castelo-Branco, do seu pai, restaurada por mim.

 

Vitor Vladmiro, pai do Nuno Castelo-Branco, cerca de 1955, em Lourenço Marques.

NUNO CASTELO-BRANCO E AMIGOS, DE FÉRIAS NO XAI-XAI, 1966

Filed under: Nuno Castelo Branco, PESSOAS — ABM @ 04:53

Foto de Nuno Castelo-Branco, restaurada.

 

No Xai-Xai, dia 1 de Junho de 1966. Na imagem, da esquerda: Luis Flores, Paula Sá Pessoa, Nuno Castelo-Branco e Isabel Sarmento.

NUNO CASTELO-BRANCO E OS PEQUENOS CANTORES DA POLANA EM LOURENÇO MARQUES, 1968

Filed under: Nuno Castelo Branco, PESSOAS — ABM @ 04:40

Fotos de Nuno Castelo-Branco, restauradas por mim.

Folheto anunciando um programa musical dos Pequenos Cantores da Polana, anos 60. O Nuno está assinalado na imagem.

Nuno Castelo-Branco no dia 11 de Dezembro de 1968, vestindo o traje dos Pequenos Cantores da Polana.. Aqui com nove anos de idade.

LOTI NO TÉNIS EM LOURENÇO MARQUES COM AMIGOS, ANOS 1940

Filed under: Leontina Tenreiro, Nuno Castelo Branco — ABM @ 04:32

Fotografia de Nuno Castelo Branco, restaurada, da sua tia-avó.

 

Leontina Tenreiro (Loti) de chapéu, com amigos, no Club de Ténis do Jardim Vasco da Gama em Lourenço Marques, princípio dos anos 40.

ARGENTINA CRUZ E SILVA COM ANA MARIA TENREIRO, ANOS 50

Filed under: Nuno Castelo Branco, PESSOAS — ABM @ 04:23

Foto de Nuno Castelo Branco, restaurada, da sua bisavó, aqui com a sua prima direita do lado do pai.

Argentina Cruz e Silva, uma pioneira portuguesa em Moçambique, com a neta, Ana Maria tenreiro (Lourenço Marques, início dos anos 50).

ANA MARIA CASTELO BRANCO SOCORRISTA NO HOSPITAL MIGUEL BOMBARDA, 1966

Filed under: Nuno Castelo Branco, PESSOAS — ABM @ 04:17

Foto de Nuno Castelo Branco, restaurada, da sua mãe Ana Maria.

Ana Maria Castelo Branco recebe recebe o distintivo de socorrista voluntária da Cruz Vermelha de Moçambique no Hospital Miguel Bombarda (1966)

VITOR VLADIMIRO EM LOURENÇO MARQUES, 1958

Filed under: Nuno Castelo Branco, PESSOAS — ABM @ 04:11

Fotografia de Nuno Castelo Branco, restaurada, do seu pai.

 

Vítor Vladimiro, na Vila Gorjão, bem perto do Clube Ferroviário de Lourenço Marques (1958)

ARLINDO DIAS GRAÇA, ADMINISTRADOR EM MANJACAZE, PANDA, ANOS 20

Filed under: Arlindo Dias Graça, Nuno Castelo Branco — ABM @ 04:02

Foto de Nuno Castelo Branco, restaurada, do seu avô.

Para ver esta fotografia em tamanho (muito) maior, prima com o rato na fotografia e depois outra vez. Deverá ficar do tamanho do ecrã do seu computador.

Arlindo Dias Graça, avô de Nuno Castelo Branco, na Zambézia, anos 1920.

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