THE DELAGOA BAY WORLD

29/02/2012

DANIEL ROXO, COMBATENTE EM MOÇAMBIQUE

Filed under: Daniel Roxo, PESSOAS — ABM @ 14:13

Daniel Roxo foi uma lenda do exército português no combate à Frelimo. Aqui, num artigo da revista Soldier of Fortune em 1979, já ele tinha falecido (Agosto de 1976) em combate do lado sul-africano contra o MPLA no Sul de Angola.

Breve resumo da sua vida:

1, Francisco Daniel Roxo nasceu em Mogadouro, Trás-os-Montes, Portugal, a 1 de Fevereiro de 1933.

2. Foi viver para Moçambique em 1951. Nos anos seguintes tornou-se caçador profissional, especializando na região do Niassa.

3. Daniel Roxo morreu em 23 de Agosto de 1976 perto do Rio Okavango, junto da fronteira entre Angola e a actual Namíbia, vítima da explosão de uma mina debaixo do veículo em que seguia (um Wolf). Servia o exército sul-africano. Deixou mulher e seis filhos. No mesmo incidente, foi mortalmente ferido o seu colega Ponciano Gomes Soeiro, que é referido aqui.

4. Segundo referiu o Eliseu Mártires, Daniel Roxo “começou uma guerra “particular” depois de guerrilheiros da Frelimo lhe terem assassinado a [primeira] mulher, que era preta, os seus filhos e [destruído] a serração que ele explorava. Muito mais tarde é que começou a receber ajuda do exército português. Começou a “sua” guerra com uma caçadeira calibre 12 e ia-se armando e aos seus companheiros, conforme iam abatendo os “turras”.

5. Diz o sítio Ultramar/Terraweb.biz que “Com [o eclodir da] guerra, irá tornar-se, a partir de 1964, um lendário e temível comandante de um grupo de forças especiais de contra-guerrilha (30 homens da sua confiança), lutando contra a Frelimo, à margem das regras da guerra convencional. É conhecido como o Diabo Branco. Pelos seus feitos na contra-guerrilha, e embora não sendo militar, recebe das autoridades portuguesas duas cruzes de guerra e uma medalha de serviços distintos”.

6. O mesmo sítio refere ainda que “depois da independência de Moçambique, e já com 41 anos, Roxo alista-se no exército da África do Sul. Faz parte de um grupo de operações especiais. Notabiliza-se na Operação Savana, no sul de Angola, na luta contra o exército angolano e os seus aliados cubanos, em Dezembro de 1975. É o primeiro estrangeiro a receber a Cruz de Honra da África do Sul (a mais alta das condecorações militares daquele país).” Acrescenta o sítio Metapedia: “Trata-se de uma batalha que nas nossas [presumo portuguesas] academias militares não é estudada (nem sequer conhecida), mas que pelas inovações tácticas e emprego de pequeníssimos grupos de comandos deu resultados bem inesperados (para os cubanos, é claro). No entanto esta batalha é estudada (e bem) nas academias russas, britânicas e americanas (algumas).”

7. Sobre a Operação Savana, o sítio Metapedia refere os detalhes desta que o autor das linhas considera ser uma referência: “A sua acção em combate foi épica. A ele e a outros poucos portugueses se deve a grande vitória da ponte 14 (Dezembro de 1975 – no rio Nhia) em que milhares de cubanos e MPLA foram clamorosamente derrotados pelo Batalhão 32. Durante a batalha os portugueses do Batalhão 32 sofreram quatro mortos. Os Cubanos e MPLA perderam mais de 400 homens, embora o número exacto seja difícil de determinar pois, como a BBC mais tarde informou, camiões carregados de cadáveres estavam constantemente a sair da área em direcção ao norte. Entre os Cubanos mortos estava o comandante da força expedicionária daquele país, o Comandante Raul Diaz Arguelles, grande herói da Cuba de Fidel. E note-se sem a intervenção de meios aéreos! Só com apoio da artilharia.”

Daniel Roxo em sua casa com dois dos seus seis filhos. Foto retirada de uma peça publicada numa revista na época.

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JOSÉ CABRAL, FOTÓGRAFO, E A CÔNSUL GRAÇA GONÇALVES PEREIRA EM MAPUTO, 2011

Filed under: Graça Gonçalves Pereira, José Tomaz — ABM @ 14:05

Fotografia do Zé Tomaz, restaurada.

José Cabral, fotógrafo genial, e Drª Graça Gonçalves Pereira, a actual e a melhor Cônsul portuguesa que Maputo já teve. José Cabral é descendente do homónimo que foi Governador-Geral de Moçambique, 1926-1938. A sua imagem pode ser vista neste blogue

O EDIFÍCIO SUA ALTEZA O AGA KHAN EM MAPUTO, ANOS 2000

Filed under: LM Edificio SA o Aga Khan — ABM @ 13:51

O Edifício Sua Alteza Aga Khan em Maputo, em dia de festa, recentemente. Foi inaugurado em 1968, no mesmo lugar de um anterior.

 

Quem quiser saber mais sobre a Rede Aga Khan para o Desenvolvimento, prima AQUI e procure o país que quiser ver.

LEITE DE VASCONCELOS, AUSENDA MARIA E EUGÉNIO CORTE REAL E O PROGRAMA TIC TAC, ANOS 1960

Fotografia de Edmundo Galiza Matos, restaurada.

Leite de Vasconcelos, Ausenda Maria e Eugénio Corte Real, aqui a gravar o programa de rádio Tic Tac nos estúdios da Elmo em Lourenço Marques.

GIUSEPPE BUFFA BUCCELATTO, 1964

Filed under: Américo Tomás, PESSOAS — ABM @ 13:39

O percurso de Giuseppe Buffa Buccelatto pode ser lido em baixo.

Giuseppe Buffa Buccelatto recebe uma condecoração de Américo Tomás, então presidente português, durante a visita deste a Moçambique, 1964.

Com agradecimentos profundos ao exmo. Leitor ERS, cito do Livro de Ouro do Mundo Português, obra publicada em 1970 e cujo texto em baixo foi editado por mim:

Giuseppe Buffa Buccelatto chegou à Cidade de Lourenço Marques no dia 2 de Dezembro de 1902, vindo da Itália, onde vivia com sua família, contando então 20 anos de idade, para se juntar a um irmão mais velho, que viera para a cidade da Beira.

Inicialmente, este seu irmão, que tinha o curso da Escola de Belas Artes da Itália, estivera no Egipto a trabalhar em grandes obras que se efectuavam naquele país. Quando o seu trabalho finalizara, ele leu num jornal egípcio uma notícia sobre obras que se iriam realizar na então pequena cidade da Beira, em Moçambique. Resolveu ir à aventura para a então África Oriental Portuguesa.

Chegado à Beira, não ficou decepcionado, iniciando aí o seu trabalho, e quando as obras mencionadas no anúncio terminaram, e verificando que, tão cedo nada teria para fazer, resolveu ir para Lourenço Marques, onde permaneceu.

Foi por sugestão sua, que Giuseppe B. Buccelatto veio mais tarde para Moçambique.

Nessa época recuada eram navios alemães da Deustsche Ost Linie que faziam as carreiras de passageiros entre a Europa e a costa de Moçambique, pois a Alemanha detinha a colónia  do Tanganica (a actual Tanzânia) e muito do seu tráfego fazia-se através do Índico (os poucos navios de guerra portugueses existentes, serviam para trazer os ainda menos portugueses que nessa época rumavam África).

A 2 de Dezembro de 1902, no rescaldo imediato da grande guerra Anglo-Boer, Giuseppe B. Buccelatto desembarcou de um desses navios alemães para uma bateira e desta para as costas de indígenas locais, que o levaram até terra firme, pois nada existia então na nascente localidade de Lourenço Marques, senão as margens da Baía, constituídas por praias, com pequenas pontes de madeira, havendo um barracão que servia de Capitania.

Giuseppe Buccelatto era oriundo de Castellamare dei Golfo (Trapani),  na Sicília.

Chegado a Lourenço Marques, o jovem siciliano iniciou a sua vida como construtor civil, adoptando a mesma profissão de seu pai, estabelecendo-se sem sócios. A 16 de Novembro de 1912, casou no seu país com uma italiana, D. Francesca Lipari, regressando com a esposa a Moçambique, à sua casa de Lourenço Marques.

Do seu casamento nasceram cinco filhos: Giuseppina, Gaspare, Antonino, Pierino e Ignázio.

Giuseppe B. Buccelatto foi também, um grande atleta, possuindo várias medalhas ganhas no desporto. Foi um praticante de ginástica aplicada; praticou natação, futebol, esgrima e hóquei em patins, tendo sido capitão da primeira equipa de hóquei em patins que existiu em Lourenço Marques, onde foi construído o primeiro campo de hóquei em patins em território português.

Quando, em Julho de 1907, o então jovem Príncipe D. Luís Filipe visitou a Província, realizou-se um Sarau Desportivo em honra do régio visitante. Giuseppe B. Buccelatto exibiu-se nesse Sarau, tendo o Príncipe Luiz Filipe ido depois, cumprimentar o jovem ginasta italiano, atitude essa que o emocionou profundamente, e que desde sempre recordou com satisfação.

Na sua vida profissional, Giuseppe B. Buccelatto, foi progressivamente desenvolvendo a sua empresa de construção civil, a que não fica alheio o seu dinamismo de trabalhador incansável.

São obra da sua empresa a primeira fase da Ponte Cais de Lourenço Marques, a Muralha do que hoje é o Clube Naval, bem como a Muralha da Doca seca, cabendo-lhe parte na construção do edifício da Câmara Municipal de Lourenço Marques.

Em 1919, com dois sócios, formou a Sociedade que nos anos 60 tinha o nome G. B. Buccelatto & Filhos, Lda. Só em Maio de 1946 é que seus filhos entraram para a Sociedade, passando a ser os únicos sócios. Seguidamente, criaram a sua filial da Beira, especializada em materiais de construção; a Sociedade Metalúrgica Portuguesa, Lda., em 1929, construída em terreno da Empresa; G. B. Buccelatto Construtores, Lda., e a Companhia Industrial de Fundição e Laminagem S. A. R. L. — esta com mais de duas centenas de accionistas.

Este era, em meados dos anos 1960, o desdobramento fantástico da pequena empresa iniciada nos princípios do século XX pelo pioneiro siciliano, cujos filhos se tornaram os seus melhores continuadores e colaboradores.

Dois dos seus filhos formaram-se em engenharia civil, e electromecânica; Pierino em mecânica, e Ignázio em contabilidade, sendo sua filha apenas sócia.

Em homenagem carinhosa à terra que o recebeu e acolheu, G. B. Buccelatto deu aos filhos a nacionalidade portuguesa.

São numerosas as obras executadas pela firma de G. B. Buccelatto & Filhos, Lda., além das já mencionadas, contando-se:

PRÉDIOS : “AFRICAN LIFE”, MONTEPIO DE MOÇAMBIQUE, “PABLO PEREZ”, CARDOSO E REIS, “HO DICK YONG”, “JOSÉ MARIA”, “HO KA K U I ” , “PARISOT”.

AMPLIAÇÕES : COMPANHIA DE CIMENTOS DE MOÇAMBIQUE, FÁBRICA DE CERVEJA REUNIDAS, SHELL MOÇAMBIQUE, SOCIEDADE NACIONAL DE REFINARIA DE PETRÓLEOS, MOGÁS, CENTRAL TÉRMICA, CAJU INDUSTRIAL E SONEFE.

CASAS : ALGODOEIRA DO SUL DO SAVE e BRIGADA DE FOMENTO e POVOAMENTO DO LIMPOPO — GUIJÁ.

SILOS : COMPANHIA INDUSTRIAL DA MATOLA.

FÁBRICAS : COMPANHIA INDUSTRIAL DE FUNDIÇÃO E LAMINAGEM, S.A.R.L.

OBRAS DO ESTADO : OFICINAS DOS CAMINHOS DE FERRO DE LOURENÇO MARQUES, NOVAS OFICINAS GERAIS DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE, MORGUE 1ª e 2ª FASES —CONSELHO DE CÂMBIOS; O NOVO HOSPITAL CENTRAL DE LOURENÇO MARQUES.

DEPÓSITOS DE ÁGUA : DEPÓSITO DE ÁGUA DE MAXAQUENE, DEPÓSITO ELEVADO DOS CAMINHOS DE FERRO DE MOÇAMBIQUE — GUIJÁ, BARRAGEM, MAPAI, e PAFURI.

HOSPITAL : ORDEM HOSPITALEIRA DE SÃO JOÃO DE DEUS.

Giuseppe B. Buccelatto, que com seus filhos formou uma família unida, está certo por isso, da continuação da obra por ele iniciada. A sua acção relevante teve um justo prémio, aquando da visita do Presidente da República a Moçambique, Américo Tomás, que condecorou Giuseppe B. Buccelatto com o grau de Oficial da Ordem de Mérito Agrícola e Industrial. Com esta condecoração dada pelo mais alto Magistrado da Nação, quis assim, o governo premiar a Obra deste pioneiro de Moçambique, que embora estrangeiro, à terra portuguesa se dedicou como se fosse sua.

Por tudo quanto fica dito se conclui, que Giuseppe B. Bucelatto, foi um grande obreiro, desempenhando papel de relevo no engrandecimento e economia de Moçambique, o seu labor intenso, a que veio juntar-se a energia jovem de seus filhos. Giuseppe Buffa Buccelatto soube grangear amigos, e consideração em todos os sectores, pelo seu trato simples, afável, falando numa linguagem onde se adivinha um coração bondoso. Ele amou tanto a terra moçambicana como a sua terra natal. Faleceu quando esta obra se encontrava no prelo [final dos anos 1960].

É interessante salientar, que seu filho Ignazio, é o Cônsul Honorário da Finlândia em Moçambique.

Giuseppe B. Buccelatto foi, por duas vezes, Cônsul da Itália, em Lourenço Marques. Foi condecorado como sócio mais antigo dos Caminhos de Ferro de Moçambique, e agraciado pelo Governo de Itália com as Comendas de Constantiniano Ordine Militare de San Giorgio di Antiochia e della Stella al Mérito.

(fim)

OS IRMÃOS QUADROS EM LALÁUA, ANOS 1960

Filed under: Isabel Quadros, Jorge Quadros, Nuno Quadros, PESSOAS, Rui Quadros — ABM @ 13:34

Fotografia de Isabel Quadros, adaptada e restaurada.

Os irmãos Quadros em Laláua, segundo a Maria João ainda incompletos pois vinham mais a caminho. Faltam os nomes....de pé P1, P2, P3 e P4, em baixo B1, B2, B3 e B4.

SAMORA MACHEL: A VISÃO IDÍLICA

Filed under: Eduardo Chivambo Mondlane, Samora M. Machel — ABM @ 12:33

Pintura glorificando Samora, aqui colando-se ao Dr. Eduardo Mondlane, como líder que conduziu à independência de Moçambique

28/02/2012

ZITO E TECHA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1970

Filed under: Natércia Barreto (cantora), Zito (cantor) — ABM @ 01:11

José Eduardo Pereira (Zito) e Natércia Barreto (Techa) eram cantores populares em Moçambique.

Zito e Techa.

O PALÁCIO DA RÁDIO, SEDE DO RÁDIO CLUBE DE MOÇAMBIQUE, ANOS 1960

Filed under: LM Rádio Clube de Moçambique, LUGARES — ABM @ 01:04

 

 

O Palácio da Rádio, onde ficavam os estúdios do Rádio Clube de Moçambique, anos 1960.

O PRÉDIO FUNCHAL EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: LM Prédio Funchal, LUGARES — ABM @ 01:00

Fotografia de Mário Correia.

Há alguns anos, o edifício foi convertido num hotel, o Rovuma.

 

O Prédio Funchal.

OS PEQUENOS CANTORES DA POLANA CANTAM AS JANEIRAS NO PALÁCIO, 1969

Fotografia do Nuno Castelo-Branco, restaurada.

Sobre esta fotografia, o Nuno comentou: “Lembro-me como se lá estivesse agora. Esta foto foi tirada no palácio da Ponta Vermelha, residência do Governador-Geral em Lourenço Marques. Todos os anos o grupo coral da Polana ia cantar as Janeiras e creio que a imagem mostra uma parte dos elementos do nosso grupo diante do grande painel pintado por Frederico Aires. Diante dos grandes vultos da história de Portugal (reconhecendo alguns e em primeiro plano os não grandes vultos de Craveiro Lopes e Carmona. Em segundo plano e da esquerda para a direita, creio reconhecer o rei D. Carlos, um grupo dos Restauradores de 1640, João Pinto Ribeiro, o rei D. Manuel I e navegadores, o Infante. Mais à direita, o Condestável e lá atrás, ao fundo, as bandeiras portuguesas). Daquela noite, retenho a simpatia da Dª Maria das Neves Rebelo de Sousa. Sentado e de sorriso que me pareceu forçado, o filho Marcelo ia bebendo uns copos e fazendo sala “à socáite”, coisa em que tornou especialista. Eu sou um dos miúdos na primeira fila, o segundo a contar da esquerda (3ª voz). Para mim, esta é uma “foto com história” e questiono-me acerca do paradeiro do painel. Terá sido destruído?”

Os Pequenos Cantores da Polana cantam as Janeiras ao Governador-Geral no Palácio da Ponta Vermelha em Lourenço Marques. Dado ter-se tratado de Baltazar e Maria das Neves Rebelo de Sousa, terá sido em 1969 ou 1970. Atrás deles, o peso da História, enorme e emoldurada.

27/02/2012

RODRIGUES JÚNIOR

Filed under: PESSOAS, Rodrigues Júnior — ABM @ 23:20

 

 

Rodrigues Júnior, entre outras coisas foi um estudioso de Moçambique e da sua história. Merece ser lido, estudado e lembrado. Gostava de colocar aqui um esboço biográfico da sua vida, mas não encontro. Se alguém souber, por favor envie uma nota para aqui.

UM DIA NO LUNA PARQUE DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: LM Luna Parque — ABM @ 23:07

Fotografia desavergonhadamente copiada do magnífico e multifacetado sítio Xirico.

 

Quando eu era miúdo, a seguir a ir à Lua, a melhor coisa que havia era o Luna Parque, que assentava arraiais no terreno situado entre a Fazenda e a Avenida da República. Hoje, o mesmo local na baixa de Maputo é ocupado por um connjunto de pequenos restaurantes chamado "A Feira".

O PAI E A AVÓ DE NUNO CASTELO-BRANCO EM LOURENÇO MARQUES, 1936

Fotografia gentilmente cedida pelo Nuno Castelo-Branco.

 

O pai e a avò do Nuno e do Miguel Castelo-Branco em Lourenço Marques, 1936. Acho que o nome da avó do Nuno, que aqui tinha 20 anos acabados de fazer e que faleceu com 95 anos de idade em 2010, era Irlanda. Podre de bonita.

A MANSÃO DOS VELHOS COLONOS EM LOURENÇO MARQUES, 1970

Filed under: LM Velhos Colonos, LUGARES — ABM @ 22:40

 

A Mansão dos Velhos Colonos, situada na Maxaquene, entre as Avenidas 24 de Julho e Pinheiro Chagas (actualmente Av. Dr. Eduardo Mondlane). Nunca entrei lá dentro na vida e presumo que era uma espécie de lar para os velhotes "colonos" sem dinheiro mas não faço ideia. Conhecia melhor a piscina dos Velhos Colonos, ali ao lado, e o parque infantil localizado nas suas traseiras.

IRIS MARIA E ANA PAULA ALMEIDA, MISSES MOÇAMBIQUE, ANOS 1970

Filed under: Ana Paula Almeida, Iris Maria, PESSOAS — ABM @ 22:32

 

 

À esquerda dos dois senhores no centro está Iris Maria, a mais memorável das vencedoras do concurso Miss Moçambique. À direita deles, pode-se ver Ana Paula Almeida, a Miss Moçambique que antecedeu Iris Maria.

O JORNAL NOTÍCIAS EM LOURENÇO MARQUES, 1970

Filed under: EMPRESAS, Jornal Notícias, LM Jornal Notícias, LUGARES — ABM @ 22:25

 

 

A sede do jornal Notícias em Lourenço Marques, na esquina das ruas Joaquim Lapa e da Maxaquene. Durante décadas a voz oficiosa do establishment colonial, no espaço de quinze dias, em Setembro de 1974, passou para porta-voz oficioso dos senhores que se seguiram, o que ainda é, quarenta anos depois. Ironicamente, num contexto de retitularização de quase tudo, manteve o nome. Até hoje.

MARLENE NA REVISTA TEMPO EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1970

Filed under: EMPRESAS, Isabella Delagoa, Revista Tempo — ABM @ 22:07

Fotografia tirada por Zacarias Lima, publicada na revista Tempo em Lourenço Marques, anos 1970, enviada por Isabella Delagoa.

Marlene, na imagem, é a mãe da Isabella Delagoa.

A fotografia foi restaurada.

 

Marlene, aqui a melhor fotografia da Semana enviada pelos leitores da Revista Tempo em Lourenço Marques, tirada por Zacarias Lima.

A TORRE DE CONTROLO DO AEROPORTO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: LM Aeroporto, LUGARES — ABM @ 22:00

Fotografia de Francisco Fonseca Travanca.

 

A torre de controlo do Aerporto de Lourenço Marques, anos 1960.

ANÚNCIO DA COMPANHIA DE MOÇAMBIQUE, 1909

Filed under: Cia. de Moçambique, EMPRESAS — ABM @ 21:55

 

 

Anúncio da Companhia de Moçambique no Almanach do Mundo, 1909, entre outras coisas, apelando para a colonização branca. De Portugal, praticamente ninguém foi.

TÍTULOS DE ACÇÕES DA COMPANHIA DE MOÇAMBIQUE, ANOS 1940

Filed under: Cia. de Moçambique, EMPRESAS — ABM @ 21:46

Títulos de acções da Companhia de Moçambique, uma das entidades majestáticas controladas por interesses britânicos, na zona central de Moçambique.

O INTERIOR DA IGREJA DE SANTO ANTÓNIO DA POLANA EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: LM Igreja Sto Antº da Polana, LUGARES — ABM @ 21:42

 

O interior da Igreja de Santo António da Polana em Lourenço Marques. Concepção de Nuno Craveiro Lopes.

A PRAIA DA POLANA EM DIA DE FESTA, ANOS 1910

Postal da Casa D. Spanos.

 

Dia de festa na Praia da Polana, cerca de 1910. A Rampa do Caracol acabada de fazer e embandeirada. À esquerda na fotografia, anos mais tarde, viria a ser edificado o Pavilhão de Chá da Polana.

O COLÉGIO LUIS DE CAMÕES NA BEIRA, 1969

Filed under: Beira - Colégio Luis de Camões, LUGARES — ABM @ 03:51

Fotografia de Orlando Oliveira.

O Colégio Luis de Camões na Beira, 1969.

O CINEMA INFANTE EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1970

Filed under: LM Cinema Infante — ABM @ 03:47

O Cinema Infante, junto do Alto-Maé. Por alguma razão que não entendo, o nome foi mudado para "Charlot" após as exéquias da Independência.

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