THE DELAGOA BAY WORLD

20/04/2018

A BANDEIRA DA CIDADE DE CEUTA, 2018

Filed under: Bandeira de Ceuta 2018 — ABM @ 00:45

A actual bandeira da Cidade de Ceuta, cidade espanhola na costa africana, rodeada por Marrocos. A sua tomada em Agosto de 1415 assinala o início da epopeia militar, religiosa e comercial portuguesa. Após a governação de Portugal pelos membros da dinastia espanhola dos Filipes (1580-1640) Ceuta ficou espanhola. Até hoje. Mas curiosamente, veja-se a sua bandeira: o fundo é igual à bandeira de Lisboa, e o brasão é um dos que representam a coroa portuguesa.

 

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15/04/2018

FÓSFOROS DE MOÇAMBIQUE E DA ÁFRICA DO SUL

Filed under: Fósforos de Moçambique e A do Sul — ABM @ 19:54

 

Fósforos Pála.Pála, da Fosforeira de Moçambique, que deu algumas cambalhotas nos últimos 40 anos mas que acho que ainda está de pé.

 

Fósforos Lion, da África do Sul. A empresa cresceu e prosperou e continua a operar naquele país.

ANÚNCIO DE PERFUME N’O ILUSTRADO DE LOURENÇO MARQUES, JULHO DE 1933

Filed under: Anúncio Perfume Noblesse 1933 — ABM @ 19:12

Imagem retocada, retirada do suplemento ilustrado do Notícias de Lourenço Marques, O Ilustrado, 15 de Julho de 1933, Nº8, página 146.

Não sei quem é a jovem. Tentei ainda pesquisar sobre os perfumes Noblesse mas há alguma confusão quanto à sua origem, que é europeia.

Imagem do anúncio.

 

Marca comercial do anúncio.

07/03/2018

COMERCIANTE INDIANO DE CHINDE, DÉCADA DE 1920 – E A DEFINIÇÃO DE MONHÉ

 

Negociante indiano no Chinde. Para variar, entre parêntesis, refere “monhé”. Eu sempre pensei que “monhé” descrevia pessoas de origem árabe que já viviam há séculos em Moçambique, não indianos ou pessoas de origem indiana ou paquistanesa. Que por alguma razão se veio a considerar pejorativo.

 

Por curiosidade:

Monhé, segundo o Dicionarionet.

 

Monhé. segundo a Infopedia.

 

Monhé, segundo a Priberam.

 

Monhé, segundo Wiktionary.

 

 

18/02/2018

O CORPO DE BOMBEIROS DE LOURENÇO MARQUES, 1931

Filed under: Corpo de Bombeiros de LM 1931 — ABM @ 23:06

Fonte: Boletim da Sociedade Luso-Africana do Rio de Janeiro, Maio de 1931.

 

Os bombeiros de Lourenço Marques posam com as suas viaturas e equipamento.

A POPULAÇÃO DE LOURENÇO MARQUES EM 1970, COM DISTRIBUIÇÃO ÉTNICA

Os dados fornecidos por António Rita Ferreira a Henri-Philippe Junod em Dezembro de 1972.

O original desta carta está depositado nos arquivos da Casa Comum.

Henri Philippe Junod (1897-1987) foi um notável académico que escreveu várias obras, algumas focadas na realidade moçambicana. Na altura em que houve esta troca de correspondência estava baseado em Pretória. O seu Pai, Henri-Alexandre Junot, foi igualmente um prolífico estudioso de vários temas com relevância ainda hoje sobre, entre outros, as migrações de moçambicanos para a África do Sul, de que se destacam os seus escritos sobre os Ronga e Tsonga.

 

Carta de Rita Ferreira a Henri Junod,

15/10/2017

LANÇADO EM CASCAIS O LIVRO “LOURENÇO MARQUES” EDITADO POR JOÃO MENDES DE ALMEIDA

Numa concorrida cerimónia, realizada no Centro Cultural de Cascais, ontem, 14 de Outubro de 2017, um dia de sol e temperaturas de verão (30 graus Celsius), centenas de pessoas, muitas com laços pessoais e afectivos com Moçambique, compareceram para a breve cerimónia de lançamento de Lourenço Marques – a Mais Bonita Cidade Africana do seu Tempo, editada pelo Dr. João Mendes de Almeida.

A obra é invulgar pela sua dimensão e contexto editorial (700 páginas, mais que mil fotografias e a recolha de diversos testemunhos por parte de antigos residentes da Cidade).

João Mendes de Almeida, esquerda, posa com a Senhora Deputada no Parlamento de Moçambique, Dra. Ivone Soares (Renamo), que se encontra de visita de trabalho a Portugal e que visitou brevemente o Centro Cultural de Cascais, para o lançamento da obra e onde foi recebida por todos respeitosa e afectuosamente.

João Mendes de Almeida nasceu em Guimarães, Portugal, foi levado pelos pais para Moçambique com meses e cresceu em Lourenço Marques (Maputo, desde 1976). Entre outros cargos de relevo, o seu Pai foi Presidente da Câmara Municipal da Cidade. É um conceituado médico de otorrinolaringologia e reside há vários anos na Cidade do Funchal,  na Ilha da Madeira, para onde foi residir uns anos após sair de Moçambique, na sequência dos eventos que precederam a Independência e a instauração de uma ditadura comunista pela Frente de Libertação de Moçambique em 1974 e que resultaram na saída em massa da esmagadora maioria da população branca de origem portuguesa daquele território. Na altura estava a começar o último ano do curso de medicina na Univeridade de Lourenço Marques, mas que acabou em Portugal.

Aficionado de carros, possui uma interessante colecção de viaturas antigas e há uns anos editou uma outra obra monumental e uma referência, sobre a história do desporto automóvel em Moçambique antes da Independência.

Eduardo Horta, esquerda, antigo campeão de natação de Moçambique e que contribuiu com textos sobre natação e pesca submarina, observa o livro agora lançado com Manuela Botelho de Melo, à direita. Eduardo Horta nadou nos Velhos Colonos e fez pesca submarina, principalmente no Clube Naval de Lourenço Marques.

 

22/09/2017

“LOURENÇO MARQUES”, OBRA MONUMENTAL DE MENDES DE ALMEIDA, LANÇADA EM CASCAIS A 14 DE OUTUBRO

O Dr. João Mendes de Almeida, que há alguns anos compôs e editou uma magistral história do desporto automóvel em Moçambique, anunciou, esta semana, o lançamento da que poderá vir a ser considerada, juntamente com o conjunto da obra de Alfredo Pereira de Lima, parte das referências definitivas sobre a actual capital de Moçambique no período sob administração portuguesa.

A monumental obra a ser posta à venda a partir de 14 de Outubro com uma cerimónia de lançamento, nesse dia, no Centro Cultural de Cascais, Portugal, pelas 17 horas.

Com cerca de 700 páginas e não menos que 1400 fotografias, muitas delas inéditas e de grande qualidade, a obra, cujo título é Lourenço Marques – A Mais Bonita Cidade Africana do Seu Tempo, pretende ser um registo exuberante e exaustivo do que foi Lourenço Marques, nas mais diversas facetas, contando com os testemunhos de várias personalidades, quase todas conhecedoras em primeira mão dos assuntos sobre os quais versam.

Para alguém que se debruça sobre a temática moçambicana há alguns anos, como tem sido este pequeno blogue, este é sem dúvida um evento, um ponto alto no registo público e documentação de uma realidade que o tempo, a passagem das gerações e as interpretações mais diversas dessa realidade, contribuem, naturalmente, para a sua mistificação, positiva e negativa.

Nesse sentido, este trabalho pretende ser em discurso directo de e para quem viveu e fez parte da vida da Cidade de Lourenço Marques. Para além da sua componente memorial, em texto e imagens, quase enciclopédica, ali se pode encontrar imensa informação pouco conhecida sobre a Cidade e sobre os que nela viveram e sobre o que se fez.

Para quem apreciou a experiência de ter vivido em Lourenço Marques, e quiser dar disso testemunho às gerações seguintes, para quem estuda a História de Moçambique, e de Maputo, ler e ter esta obra de João Mendes de Almeida é quase tarefa obrigatória. E, certamente, um prazer.

O meu Caro José Viegas gentilmente remeteu a informação sobre o acesso à obra:

Como adquirir o livro LOURENÇO MARQUES – A Mais Bonita Cidade Africana do Seu Tempo!

Preços:

– No dia da Apresentação – 50,00 Euros

– Depois da Apresentação – 62,50 Euros.

Forma de os obter:

– Na área de Lisboa – Livraria Agepress (do nosso conterrâneo Carlos Sousa) – Carcavelos – Telefone – (351) 968 151 652 ou através dos emails:

Carlos Eduardo Sousa – ced.sousa@agepress.mail.pt ou

João Mendes Almeida – jmendesdealmeida@gmail.com

 

PS – eu vou estar na cerimónia em Cascais no dia 14 de Outubro de 2017 no Centro Cultural de Cascais pelas 17 horas. Como não podia deixar de ser.

20/10/2013

O CIRCO EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: Circo em LM 1960s — ABM @ 17:25

Fotografia de Jorge Quartin Borges.

 

O circo em Lourenço Marques, anos 60.

O circo em Lourenço Marques, anos 60.

13/09/2012

ZEBRAS NO PARQUE NACIONAL DA GORONGOSA, ANOS 1970

Filed under: Zebras Gorongosa 1970s — ABM @ 22:59

Zebras no Parque Nacional da Gorongosa, anos 1970.

18/06/2012

ATRAVESSANDO UMA PONTE NA ZAMBÉZIA, ANOS 1950

Filed under: Atravessando uma ponte na Zambézia 1950s — ABM @ 21:44

Fotografia de José Crespo de Carvalho, restaurada.

 

O Ford com matrícula Q-1305 atravesssando uma ponte de madeira na Zambézia.

13/05/2012

A CALÇADA PORTUGUESA NA PRAÇA MOUZINHO DE ALBUQUERQUE, ANOS 1960

Um dos passeios da Praça Mouzinho de Albuquerque, anos 1960, ilustrando a chamada calçada portuguesa. Foto restaurada, não sei a proveniência.

O CIRCO BOSWELL WILKIE, 1980

Filed under: Circo Boswell Wilkie 1980 — ABM @ 22:47

O Circo Boswell Wilike em Joanesburgo, 1980. Este era um dos circos que visitava Lourenço Marques anualmente antes da Independência. Ainda hoje opera na África do Sul.

DESPACHO DO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE MOÇAMBIQUE, OUTUBRO DE 1976

Texto do despacho do Ministério da Indústria e Comércio de Moçambique de 28 de Outubro de 1976, regulando ….a altura dos sapatos produzidos em Moçambique. Pois, Moçambique na altura ainda produzia sapatos. O ministro era o então jovem Mário Machungo.

08/05/2012

UM DIA NO LUNA PARQUE EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografias da Colecção de Jorge Henriques Borges.

 

Foto 1. O Luna Parque realizava-se a seguir ao fim das aulas, creio que em Junho/Julho, quando já fazia frio em Lourenço Marques. Ficava no terreno adjacente à Fazenda, na baixa da cidade.

 

Foto 2.

UM DIA NAS TOURADAS EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1970

Fotografias da Colecção de Jorge Henriques Borges.

 

Foto1. Na Praça de Touros Monumental em Lourenço Marques.

 

Foto 2.

 

Foto 3.

UM DIA NO CIRCO EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografias da Colecção de Jorge Henriques Borges.

 

Foto 1.

 

Foto 2.

 

Foto 3.

22/03/2012

MACHIMBOMBO NOS ARREDORES DE LOURENÇO MARQUES, 1933

Filed under: Machimbombo em LM 1933 — ABM @ 18:39
Clerc, André-Daniel

Machimbombo nos arredores de Lourenço Marques, 1933.

TOURADAS EM LOURENÇO MARQUES

Filed under: LM Praça de Touros Monumental, Touradas em LM — ABM @ 16:17

Uma tourada em Lourenço Marques, anos 1910. Os visitantes ingleses e boers, que jogavam golf, ténis e bowling, nem queriam acreditar no que viam. Não sei o que pensavam os moçambicanos mas não devia estar lá muito longe dos outros.

 

A assistência numa tourada em Lourenço Marques. Todos domingueiros, de chapéu de palha.

 

Uma tourada em tempos mais recentes, aqui já na Praça Monumental.

21/03/2012

MESA DE OPERAÇÕES EM LOURENÇO MARQUES, 1906

Filed under: Mesa de Operações LM 1906, OUTROS — ABM @ 14:55

Mesa de operações em Lourenço Marques, 1906. Eu acho que isto é nos arredores da cidade.

RIQUEXÓ EM LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉC. XX

Filed under: Riquexó em LM 1900s — ABM @ 14:20

Riquexó em Lourenço Marques, início do Séc. XX.

TENDA HINDÚ EM LOURENÇO MARQUES, INÍCIO DO SÉC. XX

Filed under: OUTROS, Tenda Hindu em LM 1900 — ABM @ 14:07

Uma tenda hindu em Lourenço Marques, início do Séc. XX

29/02/2012

LEITE DE VASCONCELOS, AUSENDA MARIA E EUGÉNIO CORTE REAL E O PROGRAMA TIC TAC, ANOS 1960

Fotografia de Edmundo Galiza Matos, restaurada.

Leite de Vasconcelos, Ausenda Maria e Eugénio Corte Real, aqui a gravar o programa de rádio Tic Tac nos estúdios da Elmo em Lourenço Marques.

23/02/2012

JOSÉ AZEVEDO NO STAND DA RIFA DO DESPORTIVO NA BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, 30 DE JUNHO DE 1959

Filed under: José Madrono Azevedo, OUTROS, PESSOAS, Rifa do Desportivo — ABM @ 21:29

Muito grato ao Paulo Azevedo por disponibilizar esta fotografia do seu pai, José Madrono Azevedo.

José Madrono de Azevedo, então recém-chegado a Moçambique, passeia-se no stand do da Rifa do Desportivo na tarde do dia 30 de Junho de 1959. O stand ficava situado junto à esquina das Avenidas da República e Dom Luiz, a seguir à Casa Coimbra. Atrás dele, alguns dos prémios da Rifa do Desportivo para o ano de 1959.

FÁBRICA DE CAJÚ EM MOÇAMBIQUE, ANOS 1960

Filed under: Fábrica de Cajú anos 60, OUTROS — ABM @ 19:19

Fotografia restaurada.

 

Aspecto da fábrica de processamento de cajú, que na altura era uma enorme riqueza de Moçambique.

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