THE DELAGOA BAY WORLD

13/04/2018

CARTÃO DE IDENTIDADE DE REPÓRTER FOTOGRÁFICO DE JOAQUIM CARLOS VIEIRA, 1982

Joaquim Carlos Vieira é profissional de fotografia e vídeo. Cresceu em Moçambique antes e depois de 1975. O seu Pai é o fotógrafo Carlos Alberto Vieira, lendário expoente máximo da fotografia feita em Moçambique até hoje, infelizmente quase “apagado” do registo.

 

A credencial de repórter fotográfico de Joaquim Carlos Vieira no jornal Notícias, Abril de 1982, quando o Notícias fazia parte da máquina de propaganda do regime comunista de partido único em que o partido único era a Frelimo (as outras peças da máquina eram a Rádio Moçambique, a Televisão de Moçambique e a Agência de Informação de Moçambique). Pouco supreendentemente, o director que assina o documento em cima é nada menos que António Emílio Leite Couto, hoje mais conhecido pelo seu nom de guerre, Mia Couto. O Notícias, que nos tempos dos portugueses às tantas também se tornou um jornal oficioso do regime, também com censura e tudo, eventualmente passou a ser detido pelo Banco Nacional Ultramarino, que a seguir à independência passou a ser o banco central de Moçambique, que continuou alegremente a deter o jornal nos 40 anos seguintes. Só recentemente foi alienado para uma holding pública. A seguir levou uma vassourada mas basicamente continua a ser o que sempre foi.

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19/04/2012

A BAIXA DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

A baixa de Lourenço Marques, anos 1960. Em primeiro plano o Hotel Tivoli, dos Abreu. Á direita, a Imprensa Nacional. Por baixo do Hotel, o Restaurante Djambo. À esquerda ao fundo, a Casa Pfaff e o edifício do Jornal Notícias. Para ver esta fotografia em tamanho maior, prima na imagem duas vezes com o rato do seu computador.

27/02/2012

O JORNAL NOTÍCIAS EM LOURENÇO MARQUES, 1970

Filed under: ENTIDADES, Jornal Notícias LM, LM Jornal Notícias, LUGARES — ABM @ 22:25

 

 

A sede do jornal Notícias em Lourenço Marques, na esquina das ruas Joaquim Lapa e da Maxaquene. Durante décadas a voz oficiosa do establishment colonial, no espaço de quinze dias, em Setembro de 1974, passou para porta-voz oficioso dos senhores que se seguiram, o que ainda é, quarenta anos depois. Ironicamente, num contexto de retitularização de quase tudo, manteve o nome. Até hoje.

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